Investigadora é suspeita de matar ambulante após discussão | Fábio Campana

Investigadora é suspeita de matar ambulante após discussão

Luiz Henrique de Oliveira e Sidney Alves da Banda B

Um assassinato chocou os pedestres que passavam pela rua José Loureiro com a Barão do Rio Branco, no Centro de Curitiba, no final da tarde desta sexta-feira (16). Primeiras informações apuradas pela reportagem da Banda B apontam que a investigadora da Polícia Civil desde 2000, Rita de Cássia Novak, que estaria afastada por problemas pessoais, teria discutido com um ambulante e atirou três vezes contra ele.

Existem duas versões apuradas pela reportagem da Banda B. A primeira foi com testemunhas que viram o crime e contaram que a suspeita teria comprado uma sobrinha e pedido uma nota, no entanto, o ambulante não quis fazer isso, esta discussão banal seria o motivo para o assassinato.

Já outra versão foi dada por uma fonte ligada à Polícia Civil. Segundo ela, a investigadora estava na rua com sua namorada quando o ambulante teria feito uma brincadeira com ambas. Isso teria sido o motivo para que ambulante e investigadora entrassem em luta corporal, que resultou nos disparos.

Foi tentada também uma versão oficial com os Policiais Militares que atenderam a ocorrência, mas ninguém quis falar sobre o caso.

A suspeita de ter cometido o crime não estava mais lá, testemunhas contaram que ela teria sido resgatada por policiais da Delegacia de Homicídios, para ser autuada em flagrante. Tentamos contato com a própria Delegacia, só que ninguém quis falar sobre o caso.


9 comentários

  1. VINGADOR
    sexta-feira, 16 de setembro de 2011 – 19:18 hs

    Em qualquer uma das versões é um crime que não se justifica essa atitude, muito menos partindo de uma investigadora policial.

  2. Raphael
    sexta-feira, 16 de setembro de 2011 – 20:48 hs

    VERGONHA !!!

  3. tony
    sexta-feira, 16 de setembro de 2011 – 21:18 hs

    Indigando pergunta: se a policial está afastada das funções por problemas pessoais, por que estava armada? Será que se ela não estivesse armada teria ocorrido o crime? Agora só restam a choradeira da família do assassinado, e um monte de perguntas, e, mais ainda, um monte de respostas. Por quê a policial estava armada se não estava em serviço? Mas para esta ela já tem até resposta, o adevogado dela disse para ela alegar isto e aquilo. Mas tenho outra pergunta, a arma da policial era dela ou da Polícia? O que será que o adivogado vai dizer para ela responder?

  4. Marcos
    sexta-feira, 16 de setembro de 2011 – 22:51 hs

    Olha, tem que verificar bem , corvo não come corvo, fico com a segunda opção!
    Estou me tratando psicologicamente e fico com a arma da polícia, por favor!!! nos poupem, nariz de palhaço!!!1

  5. Marcos
    sexta-feira, 16 de setembro de 2011 – 23:07 hs

    só mais um detalhe, ela foi resgatada por PC da DH, que rapidez, se fose uma pessoa comum, ahhhhhhhh viatura quanto tempo a te esperar……….. e sai no FB que suspeita de ter matado o vendedor ambulante, suspeita? Espero que não haja o tal do corporativismo! E se fosee PM que estivesse nest a situação. com certeza o letreiro seria bem diferennnte.

  6. Geronimo
    sexta-feira, 16 de setembro de 2011 – 23:41 hs

    Qualquer que seja a versão, não atenua em nada. O Armagedom já começou…

  7. Luciano
    sábado, 17 de setembro de 2011 – 10:37 hs

    Se eu não me engano a Guerra do Pente também começou com um policial ou oficial pedindo uma nota fiscal de um pente que ele tinha comprado. Só que agora é uma sombrinha!!!!!

  8. Ricardo Crovador
    sábado, 17 de setembro de 2011 – 12:36 hs

    Se a sociedade tivesse cuidado direito da cabecinha da moça quando deste caso abaixo, o rapaz estaria vivo e ela sem esse crime nas costas:

    010 Ação Penal – Procedimento Ordinário
    Advogado: Emmanoel Aschidamini David
    Réu: Rita de Cassia Novak
    Réu: Rita de Cassia Novak
    Objeto: Proferida sentença “Absolutória”
    Magistrado: Lourival Pedro Chemim
    011 Ação Penal – Procedimento Ordinário
    Advogado: Debora Maria Cesar de Albuquerque OAB PR012403
    Réu: Paulo Casturino de Carvalho
    Réu: Paulo Casturino de Carvalho
    Objeto: Proferida sentença “Condenatória”
    Dispositivo: “A pena privativa de liberdade deve ser susbstituida por 02 restritivas de
    direitos, na modalidade de PRESTAÇÃO DE SERIVIÇOS à comunidade ou entidades
    públicas, em local a SER DESTINADO pela VEPMA, e INTERDIÇÃO TEMPORÁRIA DE
    DIREITOS, na modalidade de proibição de frequentar determinados lugares.”
    Pena final: 2 anos de reclusão e 10 dias-multa, fixado o valor do dia-multa à proporção de
    1/10 do valor do salário mínimo.
    Regime de cumprimento da pena: Restritiva de direitos: prestação de serviços

  9. sábado, 17 de setembro de 2011 – 20:12 hs

    O QUE AS PESSOAS TEM QUE APRENDER ,É SE RESPEITAR MAIS….É BOM E TODO O MUNDO GOSTA..FATO

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