Rusch reafirma que Beto encontrou situação catastrófica | Fábio Campana

Rusch reafirma que Beto encontrou situação catastrófica

O deputado Elio Rusch (DEM), líder em exercício do governo na Assembléia, contestou as análises do deputado petista Enio Verri e reafirmou que o governo Beto Richa recebeu o Estado em má situação econômica. Rusch alertou que foram desconsideradas na análise de Verri uma série de dívidas e pendências financeiras importantes. Entre elas citou aquelas envolvendo a Copel e Sanepar; os restos a pagar de R$ 436 milhões, antecipação dos lucros da agência de fomento. A dívida do Estado da Previdência, que passa de R$ 3 bilhões. É uma dívida gigantesca. Despesas não empenhadas só na área da saúde é de R$ 150 milhões. Aconteceu uma farra, uma enorme irresponsabilidade no trato das finanças públicas, afirmou.

Elio Rusch comentou a rejeição de um requerimento do deputado Tadeu Veneri para explicações sobre a dispensa de licitação. Lembrou que a dispensa não envolveu empresas emresas privadas. A Lei 866, artigo 24, inciso 8. Dispensa a licitação de empresas públicas ou de economia mista desde que os preços praticados sejam compatíveis com os praticados pelo mercado. Será que o deputado se transformou em um empedernido neoliberal e se tornou adversário das empresas públicas?”, ironizou Rusch.

As empresas colocadas sob suspeição por Veneri foram a Mineropar, Codapar e Tecpar, que foram contratadas pelo governo Beto Richa com dispensa de licitação com base no critério da pratica de preços compatíveis com os do mercado. Tal critério é usual quando envolve empresas de economia mista, como a Mineropar e Codapar e, mais ainda, quando se tratam de empresas públicas, como é o caso da Tecpar, observou Rusch.


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