Paraná lidera ranking de juízes ameaçados | Fábio Campana

Paraná lidera ranking de juízes ameaçados

Por enquanto, o Paraná é campeão em ameaças. De acordo com os dados, 30 magistrados são ameaçados no Estado

Existem hoje no Brasil pelo menos 69 juízes ameaçados e 13 em situação de risco, segundo dados divulgados ontem pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) – 42 contam com escolta para garantir sua segurança. Mas o Judiciário está falhando na segurança dos magistrados, segundo a corregedora nacional de Justiça, Eliana Calmon. “Nós muitas vezes cochilamos um pouco quanto à segurança de magistrados que brigam e trabalham com assuntos muito sérios como foi o caso dessa magistrada (Patrícia). Temos uma segurança falha”, reconheceu.

O CNJ considera “ameaçados” todos os que receberam algum tipo de intimidação – direta ou indireta – no decorrer de um processo. Os 13 casos de situação de risco levam em conta desde magistrados que cuidam de um grande número de processos envolvendo criminosos perigosos (mesmo que não tenham sido ameaçados) até juízes que atuam em áreas que são ou já foram de risco (fronteiras, locais em que magistrados já foram vítimas de atentados, etc).

Ofícios

Em junho, informada sobre ameaças sofridas por juízes, Eliana Calmon enviou ofícios aos presidentes de todos os tribunais brasileiros pedindo que fossem adotadas “práticas efetivas para garantir a segurança de magistrados, em especial nas Varas Criminais e de Execução Penal”. Ela também pediu aos tribunais que informassem se existiam juízes ameaçados. Dos 27 Estados, 6 não responderam ou não apresentaram informações – São Paulo, Minas, Acre, Goiás, Rondônia e Tocantins. Dos cinco Tribunais Regionais Federais, dois – o que cuida do Rio e do Espírito Santo (TRF-2) e o responsável pela Região Sul (TRF-4) – não responderam. Por isso, o número de juízes ameaçados deve ser maior.

Por enquanto, o Paraná é campeão em ameaças. De acordo com os dados, 30 magistrados são ameaçados no Estado. No Rio, 10 juízes sofreram ameaça e 13 são escoltados. Há casos de magistrados não ameaçados, mas que recebem escolta em decorrência do cargo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Existem hoje no Brasil pelo menos 69 juízes ameaçados e 13 em situação de risco, segundo dados divulgados ontem pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) – 42 contam com escolta para garantir sua segurança. Mas o Judiciário está falhando na segurança dos magistrados, segundo a corregedora nacional de Justiça, Eliana Calmon. “Nós muitas vezes cochilamos um pouco quanto à segurança de magistrados que brigam e trabalham com assuntos muito sérios como foi o caso dessa magistrada (Patrícia). Temos uma segurança falha”, reconheceu.

O CNJ considera “ameaçados” todos os que receberam algum tipo de intimidação – direta ou indireta – no decorrer de um processo. Os 13 casos de situação de risco levam em conta desde magistrados que cuidam de um grande número de processos envolvendo criminosos perigosos (mesmo que não tenham sido ameaçados) até juízes que atuam em áreas que são ou já foram de risco (fronteiras, locais em que magistrados já foram vítimas de atentados, etc).
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Ofícios

Em junho, informada sobre ameaças sofridas por juízes, Eliana Calmon enviou ofícios aos presidentes de todos os tribunais brasileiros pedindo que fossem adotadas “práticas efetivas para garantir a segurança de magistrados, em especial nas Varas Criminais e de Execução Penal”. Ela também pediu aos tribunais que informassem se existiam juízes ameaçados. Dos 27 Estados, 6 não responderam ou não apresentaram informações – São Paulo, Minas, Acre, Goiás, Rondônia e Tocantins. Dos cinco Tribunais Regionais Federais, dois – o que cuida do Rio e do Espírito Santo (TRF-2) e o responsável pela Região Sul (TRF-4) – não responderam. Por isso, o número de juízes ameaçados deve ser maior.

Por enquanto, o Paraná é campeão em ameaças. De acordo com os dados, 30 magistrados são ameaçados no Estado. No Rio, 10 juízes sofreram ameaça e 13 são escoltados. Há casos de magistrados não ameaçados, mas que recebem escolta em decorrência do cargo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


9 comentários

  1. Simpson Bonner
    sábado, 13 de agosto de 2011 – 19:36 hs

    Caro jornalista é verdade que a sobrinha do Senador Alvaro Dias é a presidente da s l?citações no Ministerio do turismo²

  2. sábado, 13 de agosto de 2011 – 19:52 hs

    Será que isso significa maior ineficiência na segurança pública. Também, deve ser. Normal. Do jeito que o Requião e o “sócio dele” sucatearam essa Segurança pública, não é de um dia para o ouro que se compõe. Mas está muito lento há necessidade de ações drásticas e imediatas.

  3. Délcio Rasera
    sábado, 13 de agosto de 2011 – 20:40 hs

    Fábio!
    O que fazer quando se houve em plena audiência criminal em uma das varas criminais de São Paulo, o marginal LIMEIRA, um dos lideres da facção PCC – Paulista, afronta e ameaça o Magistrado que o interroga sobre uma tentativa de homicídio.

    http://www.youtube.com/watch?v=DeS3lzbm7aI

    Vamos precisar de “caverão e gladiador” e muito mais….
    abraços
    Rasera

  4. Ocimar
    sábado, 13 de agosto de 2011 – 20:49 hs

    É MUITO SIMPLES,SE EXISTISSE NO PAÍS A PENA JUSTA, QUE É A PENA DE MORTE,ISSO JA ESTAVA RESOLVIDO,MUITA FAMILIAS HOJE NÃO ESTARIAM CHORANDO A PERDA DE SEUS ENTES QUERIDOS MORTOS POR VAGABUNDOS EM ASSALTO,NO TRÁFICO,ENFIM,SE EXTERMINARMOS O LIXO A SOCIEDADE AÍ,VAI TER PAZ.

  5. tony
    sábado, 13 de agosto de 2011 – 21:20 hs

    Apesar dos nossos juízes serem os mais ameaçados do País, por aqui os juízes correm perigo, mas não são assassinados pela Polícia, ou será milícia? Tony

  6. M.A.S
    sábado, 13 de agosto de 2011 – 21:57 hs

    Não esqueçam o que aconteceu com a Juiza.
    Dispensaram segurança e viu no que deu.
    Na real a bandidagem está mandando no judiciário, deu mpara ver um vídeo postado no You tube, onde um vagabundo dá de dedo no juiz.
    Parece piada, mas estamos nas mãos desses crápulas, onde telefone celular é a coisa mais normal que existe dentro dos presídios, e adivinha quem os coloca lá dentro.

  7. José
    domingo, 14 de agosto de 2011 – 12:52 hs

    Vamos dar mais direitos humanos a esses vagabundos bandidos ?. Vamos retirar mais poder da polícia ?. Quando houver uma denuncia de bandido(assaltante, traficante, estuprador, sequestrador, lideres de fações PCC ou outras) vamos de imediato cortar a cabeça de policiais, proceesando-os e metendo-os na cadeia, e prestigiando os criminosos?. É justamente por isso, Campanha, que as coisas estão assim. É muita banalhice junta. O que fazer? os doutores da ação penal que o digam.

  8. Prof. Dimas
    domingo, 14 de agosto de 2011 – 17:50 hs

    Também pudera, com a noticia de que aqui uma boa grana, compra-se a senteça, basta ver o número de corruptos que são absolvidos por decisões misteriosas.
    A justiça paranaense está morta.

  9. Almir Bornancin
    domingo, 14 de agosto de 2011 – 19:31 hs

    quando era jovem maconha era coisa de vileiro, hoje a droga chegou na alta sociedade, ser juize era o maximo era a pessoa mais justa, hj os juizes pagam por ser injustos. nunca seja justo com a justiça, porque a justiça é injusta e vc será um ser injustiçado. voçês sabiam que escrivão não tá nem ai com ministério publico, tenho um processo do ministério publico no terceiro distrito policial a mais de um ano e o escrivão ainda não intimo o estelionatário para depor. se este procurado vira juiz. que juiz fraco que vai dar que nem o policial o respeita

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