Justiça nega habeas corpus a uma das acusadas de matar Louise Maeda | Fábio Campana

Justiça nega habeas corpus a uma das acusadas de matar
Louise Maeda



A estudante Louise Maeda foi morta no dia 31 de maio
. Foto Divulgação

Advogado de Marcia do Nascimento sugeriu prisão domiciliar.
A jovem e os outros dois acusados estão presos desde 17 de julho.

Do G1 PR

O Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) negou o habeas corpus solicitado pelo advogado de defesa de Márcia do Nascimento, acusada de participar do assassinato da jovem Louise Sayuri Maeda, em 31 de maio deste ano. A informação foi divulgada pelo TJ-PR na sexta-feira (12).

Segundo o TJ-PR, o advogado da acusada argumentou que ainda que Márcia do Nascimento tenha relatado estar presente na ocasião do crime “inexistem provas conclusivas acerca de sua participação no homicídio” e que não há elementos que confirmem a necessidade da prisão preventiva da acusada. Desta forma, o advogado sugeriu que Márcia ficasse detida em casa.

A Justiça avaliou que a acusada deve permanecer presa para que a ordem pública seja garantida. O juiz embasou a decisão também na “gravidade do delito e periculosidade da acusada”.

Marcia do Nascimento, Fabiana Perpétua de Oliveira e Elvis de Souza são acusados de homicídio qualificado e ocultação de cadáver

O crime
Louise Maeda, de 21 anos, desapareceu após sair do trabalho em um shopping da capital, por volta das 22h30. Ela tinha o hábito avisar quando iria sair mais tarde do trabalho para que o pai fosse buscá-la no ponto de ônibus. Mas na noite de 31 de maio ela não chegou.

O corpo da universitária foi encontrado no dia 17 de junho, em estado de decomposição avançado, por um caseiro de uma propriedade que fica no bairro Tatuquara, em Curitiba. No dia seguinte, Márcia e Fabiane foram presas suspeitas de envolvimento no assassinato e Elvis foi considerado foragido. O jovem se entregou no dia 23 de junho.

Em um primeiro momento, a polícia defendeu a tese de que os jovens cometeram o homicídio para esconder um roubo na iogurteria onde as jovens trabalhavam. Alguns dias depois, a hipótese foi descartada porque os donos do estabelecimento teriam afirmado que não havia nada de errado na contabilidade.

Mas tarde, entretanto, a polícia retomou a linha de investigação a partir de um roubo e revelou em uma coletiva que as funcionárias desviavam cerca de R$ 30 por dia do caixa da iogurteria.


2 comentários

  1. Robert Johnson
    sábado, 13 de agosto de 2011 – 16:23 hs

    Para estes 3 criminosos Pena de Morte por Enforcamento.

  2. Droga, shopping e a polícia???
    domingo, 14 de agosto de 2011 – 14:55 hs

    Se não havia erro na contabilidade, porque a tese de “queima de arquivo”, de que a jovem teria presenciado um casal traficando drogas no shopping em que ela trabalhava, não prosperou?

    Mesmo período da divulgação de vídeo e prisão de uma quadrilha no mesmo shopping????

    Estranho abandonarem esta linha de investigação…

    Será que o poder econômico do shopping é uma evidência maior que os fatos da semana noticiados pela imprensa nacional????

    http://www.youtube.com/watch?NR=1&v=O189ehkdER8

    http://www.londrix.com.br/noticias.php?id=77740

    Estranho, muito estranho… Com a palavra o MP-PR, nosso Muito Papa do PR..

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