Governo retira da Assembleia projeto da Agência Reguladora | Fábio Campana

Governo retira da Assembleia projeto da Agência Reguladora

O governador Beto Richa decidiu retirar da Assembleia Legislativa o projeto de criação da Agência Reguladora. Dará nova redação para eliminar qualquer dúvida sobre o objetivo da agência. Esta deverá fiscalizar os serviços públicos oferecidos por empresas concessionárias em que o governo não é majoritário.

A maior preocupação de Beto Richa é dissolver as especulações da oposição que atribuem à agência papel de instrumento da privatização. O governo, explica o líder Ademar Traiano, não tem nenhuma intenção privativista. A agência deverá proteger os interesses da sociedade, especialmente dos usuários dos serviços prestados por essas empresas concessionárias que devem ser fiscalizados com rigor.


4 comentários

  1. AGUAVE
    terça-feira, 9 de agosto de 2011 – 7:43 hs

    Bom menino, tô gostando.
    Aproveite e comece a fiscalizar as empresas contratadas para executar serviços nas repartições públicas, muitas delas tão enganando.
    Comece pelas de limpeza, vigilância, mecânica, etc…

  2. Politiquinha
    terça-feira, 9 de agosto de 2011 – 9:15 hs

    Se é para fiscalizar as empresas onde o Estado não é majoritário, a oposição tem razão! O texto coloca a Sanepar e a Copel no bolo, em que, onde me consta, o governo é majoritário. Se não é pra privatizar, tirem os serviços de água e esgoto e de energia e outros serviços onde o estado seja majoritário. Talvez dê pra se entender a tal agência reguladora.

  3. Luciano
    terça-feira, 9 de agosto de 2011 – 11:03 hs

    O Governador agiu com lucidez. Percebeu que haviam críticas, escutou-as e buscou a solução. Em outros tempos os críticos teriam sido alvo de comentários maldosos na escolinha de governo.

  4. Zangado
    terça-feira, 9 de agosto de 2011 – 15:22 hs

    O simples fato de retirar demonstra insofismavelmente que o projeto não foi bem pensado segundo o ordenamento jurídico e administrativo impeerante, não atendia a razoabilidade pública na gestão do Estado mas interesse político ou outro qualquer até o momento não revelado e nunca será. Não há clareza nem antes nem depois das eleições, só discurso.

    Assim se governa no país, cada cabeça de governante uma invenção da roda, logo virá outro e entenderá o que for projetado como estultície e de sua nova cabeça nova invenção virá.

    E a sociedade ? A sociedade somente serve para votar, depois esquece; como diz a gíria corrente – AGORA (depois das eleições) É NÓIS !!!

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