Pequenas misses | Fábio Campana

Pequenas misses

Foto: Eduardo Reinehr

Ao olhar para a pequena Anna Lúcia Carstens, de cinco anos, cheia de personalidade, espontaneidade e doses maciças de uma meiguice contagiante, dá para acreditar que é possível ser miss e ser feliz. Os desafios da beleza e a luta pela perfeição passam longe dos pensamentos da Mini Miss, que adora sorvete e quer ser estilista quando crescer. Não há restrições alimentares ou mesmo sacrifícios físicos para a manutenção da beleza natural, infantil, cultivada pela mãe com muito zelo.

Ao chegar à casa de Anna, às 10h da manhã e na típica manhã gelada de Curitiba, encontramos a pequena tomando café da manhã. Comia pão com requeijão e chá frente à TV. Estava com um vestidinho lindo e reforçado, muito bem aquecida. A mãe, Luciana, explicou que Anna sempre gostou de desfilar, de cantar e de palco. “Percebi o gosto dela nas apresentações do balé da escola. Ela ficava lá na frente fazendo tudo, enquanto algumas crianças estavam chorando”. Outra situação em que notou o talento natural da filha foi em uma viagem. A família fez um cruzeiro e a sensação da viagem foi a pequena Anna. “Ela fez sucesso porque subia no palco e ficava dançando. Todos sabiam quem era ela, o pessoal da recreação adorou ela”. Ao notar a espontaneidade da filha para se expressar, Luciana procurou atividades que permitissem a Anna Lúcia aflorar o seu talento.

Veja a matéria completa de Karen Fukushima aqui.


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