Fábio Camargo protocola projeto de plebiscito do pedágio | Fábio Campana

Fábio Camargo protocola projeto de plebiscito do pedágio

O deputado Fabio Camargo (PTB) protocolou na mesa executiva da Assembleia Legislativa do Paraná, nesta terça-feira (12), projeto de decreto legislativo convocando plebiscito em 2012 entre os eleitores paranaenses, junto com as eleições municipais, sobre a prorrogação das concessões de pedágios nas rodovias estaduais do Paraná que vão até 2022. As concessionárias pleitam mais 15 anos.

A medida será encaminhada à procuradoria geral da casa para análise da sua constitucionalidade, após um acordo entre Camargo e o deputado Ademar Traiano (PSDB), líder do governo, durante a sessão plenária desta terça-feira.


A proposta plebiscitária terá a seguinte pergunta a ser respondida sim ou não: O prazo das concessões rodoviárias (pedágios) deve ser prorrogado.

O decreto também determina que a partir da vigência deste ficam proibidas quaisquer medidas administrativas cujas matérias constituam objeto de consulta, até que o resultado do plebiscito seja proclamado.

“A simples possibilidade de prorrogação de contratos compromete de maneira indiscutível as futuras gerações. Por isso justifica uma consulta deste porte”, explica o Camargo.


3 comentários

  1. Dizao
    terça-feira, 12 de julho de 2011 – 19:16 hs

    Se tiver o plebiscito, vai dar 99,9% contra a prorrogação, os 1% a favor, serão dos donos das concessionárias

  2. Vigilante do Portão
    quarta-feira, 13 de julho de 2011 – 4:02 hs

    É um enganador.

    De quanto seria a indenização?

    E a verba para cuidar das estradas?

    Quer passar a idéia de que é só fazer o Plebiscito e pronto,
    Adeus pedágio.

    Enganador.

  3. Anônimo
    quarta-feira, 13 de julho de 2011 – 11:29 hs

    Muito bonito…
    A gente já sabe que muitas das grandes obras (em especial duplicações) foram deixadas para o final do prazo das concessões, sendo que até agora as concessionárias vêm fazendo caixa com a cobrança antecipada do que deverão gastar.
    Se acabar de repente, a gente vai ter pago adiantado por obras que não se realizarão, além de indenizar todos os lucros que as concessionárias projetam até o fim do prazo.
    Esse projeto é uma enganação para o povo.

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