Barros regulariza chapa e acelera campanha | Fábio Campana

Barros regulariza chapa e acelera campanha

A chapa Nova Fiep, liderada por Ricardo Barros, entregou na noite desta terça-feira (12) a documentação regularizada para concorrer às eleições da Fiep. A chapa de oposição foi inscrita na sexta-feira, mas a comissão eleitoral da Federação requereu a troca ou a apresentação de alguns documentos originais.

“A situação está regularizada. Iniciamos a disputa com o apoio de 45 sindicatos e com uma chapa de oposição forte e consolidada”, afirmou Ricardo Barros.

Em campanha, Barros esteve nesta terça na sede do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico do Estado do Paraná (Sindimetal) em Curitiba. Durante mais de 30 minutos, Ricardo Barros respondeu diversas perguntas da diretoria do sindicato e apresentou suas propostas.

“Foi um bom encontro, com ótima receptividade. Percebi a convergências das nossas propostas com os anseios dos industriais”, analisou.

Barros reafirmou no Sindimetal que quer colocar à disposição da Indústria paranaense a sua experiência.

“ Utilizar o trânsito que possuo em Brasília eno Paraná para fortalecer a Fiep. Trabalhar por uma Federação para os sindicatos, para a indústria e para o Paraná, com uma administração competente e profissional”, ressaltou ao reforçar que vai procurar todos os sindicatos para apresentar as propostas da Chapa Nova Fiep.


4 comentários

  1. Anônimo
    terça-feira, 12 de julho de 2011 – 23:43 hs

    Ninguém afunda o Titanic, disse o seu construtor.

  2. Sindicando
    quarta-feira, 13 de julho de 2011 – 9:31 hs

    Ricardo Barros fará 19 votos.

  3. ro
    quarta-feira, 13 de julho de 2011 – 9:51 hs

    Como que uma pessoa que nem industrial é, nunca fabricou nada, vai ser presidente da Fiep. Não pode ver um carguinho, sede de poder, só pode ser.

  4. Falcão
    quarta-feira, 13 de julho de 2011 – 9:51 hs

    Se a administração do RB for tão profissional como a sua quando prefeito de Maringá, lamento pela sorte da Fiep.
    Só em uma democracia botocuda, como é o caso do Brasil,
    o governo se intromete em questões que não lhe dizem respeito, indicando candidados a presidência de entidades absolutamente
    desvinculadas do aparelho governamental. Pobre país.

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