Quinteiro faz defesa de quilombola preso em Antonina | Fábio Campana

Quinteiro faz defesa de quilombola preso em Antonina

O secretário especial de Relações com a Comunidade, Wilson Quinteiro, organizou uma pequena força tarefa voluntária de advogados – ele incluído – para defender os direitos de um quilombola preso em Antonina sob a acusação de matar um macaco. Quinteiro pediu para a equipe entrar com um pedido de hábeas corpus para que o acusado possa responder o processo em liberdade. O preso é membro da Comunidade de Remanescentes de Quilombos de Batuva, certificado pela Fundação Cultural Palmares, no município de Guaraqueçaba. “A flora e fauna nesse território são historicamente preservadas pela comunidade quilombola, que vive dos ciclos da natureza e da cultura de subsistência”, diz o secretário.


8 comentários

  1. Cajinho
    terça-feira, 21 de junho de 2011 – 22:26 hs

    Gostaria de parabenizar o secretário especial de Relações com a Comunidade, Wilson Quinteiro, pela iniciativa de ajuda ao cidadão remanescente de quilombola, o qual foi preso quando tentava sustentar a familia.

  2. Inteiro Ambiente
    quarta-feira, 22 de junho de 2011 – 2:17 hs

    Bem, apenas para informar, a pessoa presa em Antonina tem como acusação principal o crime de porte ilegal de arma, sendo também autuado pelo abate do macaco.
    Outras questões: Quem vive dos ciclos da natureza e da cultura de subsistência abate macaco?
    Não seria mais justo, o preso ter vendido a espingarda e os cartuchos e adquirir os gêneros alimentícios que necessitava?
    Justifica no século 21, o homem esclarecido e bombardeado de informações, caçar para subsistência?
    Pense bem antes de criar mais uma nova excludente de ilicitude: São isento de penas os pertencentes as comunidades tradicionais que cometerem atos tipico como crime…….

  3. claudio
    quarta-feira, 22 de junho de 2011 – 7:57 hs

    Incrível, o homem mata um macaco, com todo o respeito que o animal merece, e vai preso imediatamente, outro homem, embriagado atropela e mata transeuntes, causa acidentes fatais, tira a vida de pessoas, seres humanos, arrasa famílias e fica em liberdade.
    O que é certo e o que é errado para a justiça?
    Ou para os homens?
    Pensem…

  4. Porecatu
    quarta-feira, 22 de junho de 2011 – 9:04 hs

    Nas suas funções, o pressuroso secretário especial defenderá os direitos de todos os paranaenses, ou só dos privilegiados quilombolas, índios, gays e quejandos?

  5. Maria Eduarda
    quarta-feira, 22 de junho de 2011 – 9:14 hs

    Um pobre coitado vai preso por matar um macaco que provavelmente iria comer, mas o Carli Filho continua livre depois de matar dois jovens.

    Justiça injusta esta não?

  6. Alfredo Leôncio Dias Neto
    quarta-feira, 22 de junho de 2011 – 9:35 hs

    E o coitado do macaco. Estes tempos no RJ houve a impetração de um habes corpus para liberar um macaco. E agora, o macaco por um de seus familiares poderá (sei que é impossível, pois sou advogado) atuar como assistente de acusação contra aquele que lhe tirou a vida. Afinal se o home veio do macaco poderia. Brincadeiras de lado, entendo que a libertação do Sr. Antonio com todas estas luzes e estardalhaço abrirá um precedente para que seja aberta a “caça aos macacos”.

  7. Matheus
    quarta-feira, 22 de junho de 2011 – 16:37 hs

    “Comunidade de Remanescentes de Quilombos” nada mais é que uma criação acadêmica de antropologos barbudos e que fumam cigarrinho da palha, a qual o Governo Lula encampou com o fim de perpetuar a miséria de pessoas com pretexto cultural.
    É a mesma maldade e palhaçada feita há anos com os índios pela FUNAI.
    A diferença é que Indio pelo menos tem cultura própria. Quilombolas (se é que faz sentido existir isso depois de 1888) tem cultura do que? Pergunta para um deles se sabe alguma coisa sobre a África. Querem preservar a cultura de escravos em fuga???

  8. segunda-feira, 8 de outubro de 2012 – 11:52 hs

    e a turma do mençalao estao todo soltos

Deixe seu comentário:

Campos obrigatórios estão marcados com *

*

*