Assembleia sem asas | Fábio Campana

Assembleia sem asas

Da Joice Hasselmann

Nenhuma empresa apresentou proposta para fornecer um avião para a Assembleia Legislativa do Paraná. O edital de licitação foi aberto pela mesa executiva e os interessados poderiam se manifestar até a semana passada. Segundo o primeiro secretário, o deputado Plauto Miró (DEM), não houve interessados porque o preço do quilometro voado de 6 reais está abaixo do mercado. A mesa agora estuda aumentar este valor na próxima licitação.


5 comentários

  1. capanema está de olho
    terça-feira, 28 de junho de 2011 – 20:38 hs

    para que avião, devem fazer como a classe média, vai de ‘busão’ é barato, o preço do quilometro é de 0,25 centavos, vale mais a pena! e aposto que vai lotar de pessoas buscando a licitação!

  2. loop
    terça-feira, 28 de junho de 2011 – 22:30 hs

    Saber que ao descobrirem o Brasil não havia o Amazonas (pelo tratado das Tor (…). Ao lombo de burro, conquistaram o Amazonas, explulsaram ingleses, franceses, holandeses … Onde é que se vá de norte a sul, de leste ao oeste, cidades imperiais, construções, fortes … Não havia jatinho … Internet, telefone …

  3. SAMURAI
    quarta-feira, 29 de junho de 2011 – 5:38 hs

    Acho importante a Assembléia encaminhar sem falta a licitação para o trans-
    porte dos parlamentares por “camelo”. Primeiro porque não vai haver interessa-
    dos e segundo porque se tiver algum político interessado vai demorar “muuuito”
    para chegar ao destino …

  4. Pedro Costa
    quarta-feira, 29 de junho de 2011 – 8:48 hs

    Párem com isso: façam como toda a sociedade, viagem através dos aviões de carreira. Muito mais barato. Aliás, 90% das empresas assim o fazem. Está na hora de efetivamente racionalizar o custo da ALEP. Deputado algum necessita de privilégio de ter à disposição uma aeronave. Não há razão fática e emergencial que justifique tal ato. É patética esta pretensão!!!

  5. HELICÓPTEROS REVELADORES
    quarta-feira, 29 de junho de 2011 – 11:13 hs

    Talvez seja o receio, pelos riscos de possíveis revelações de abuso de poder pelos passageiros, como em ocorrências recentes.

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