Sobre o "Manifesto" escrito pela professora Luzia Marta Bellini | Fábio Campana

Sobre o “Manifesto” escrito pela professora Luzia Marta Bellini

Pró-reitor envia direito de resposta. Leia na íntegra:

Sobre o “Manifesto” escrito pela professora Luzia Marta Bellini cabe esclarecer:

Os cursos de mestrado e doutorado da Universidade Estadual de Maringá estão organizados em Programas de Pós-Graduação. Cada programa possui um coordenador e um coordenador adjunto, que fazem a gestão administrativa e pedagógica juntamente com um Conselho Acadêmico, composto por docentes e representantes discentes (um para cada curso, doutorado e mestrado). Cada conselho tem uma composição distinta, dependendo do regulamento interno de cada programa.

O Programa de Pós-Graduação em Educação para a Ciência e a Matemática – PCM passa, desde o ano de 2009, por um momento conturbado em face de decisões administrativas que resultaram na “expulsão” do professor mais produtivo do grupo e fundador do curso de pós-graduação, o Prof. Dr. Marcos César Danhoni Neves. O termo “expulsão”, embora não previsto no regulamento interno do curso, foi o utilizado pelo Conselho Acadêmico do Programa. O motivo da “expulsão” do Prof. Marcos deve-se ao fato de ele ter emitido o pagamento de uma bolsa a uma aluna do Programa, tarefa esta que cabia à coordenação do programa e não a ele. Neste período a coordenação do PCM estava na responsabilidade dos professores Luzia Marta Bellini e Valdeni Soliani Franco.

Por meio de uma série de denúncias contra o Prof. Marcos, vários documentos foram emitidos em nome da coordenação do programa. Inclusive, uma denúncia foi feita diretamente à presidência da CAPES. O referido professor e a aluna buscaram seus direitos junto à Justiça Comum e onde uma série de processos encontra-se em andamento.
Além disso, muitas notícias foram veiculadas em blogs e outros veículos, muitos dos quais não oficiais.

A CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), que é órgão do Ministério da Educação, é responsável pela avaliação de todos os cursos de mestrado e doutorado no país, incluindo instituições públicas e privadas. É o órgão que mais fomenta bolsas nos dois níveis para alunos no país e no exterior. É quem, por este motivo, atesta a qualidade dos cursos nestes níveis. É importante salientar que este sistema de pós-graduação existente no Brasil é referência em nível mundial. Não existem 5 países no mundo com um modelo com tanto sucesso e com essa capacidade de organização.

Tendo recebido a denúncia por parte da coordenação do PCM a CAPES imediatamente enviou à UEM uma diligência, que foi realizada por uma comissão composta por dois pesquisadores de renome nacional indicados pela coordenação da área 46 – Ensino de Ciências e Matemática. O objetivo da diligência era harmonizar o programa. Esta visita ocorreu no mês de outubro de 2010.

Os dois professores foram recebidos pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PPG), que é o órgão de nossa universidade que tem a responsabilidade institucional de relacionar-se diretamente com a CAPES e com as outras agências de fomento da pesquisa e da pós-graduação. A visita de consultores indicados pela CAPES é fato bastante corriqueiro em nossa instituição e existe já um tratamento padrão que é dado a todos os visitantes. Com essa comissão não foi diferente. A comissão foi, como de costume, sempre acompanhada do diretor de pós-graduação da PPG, Prof. Dr. Carlos A. Scapim e, na medida do possível, do próprio pró-reitor, Prof. Dr. Mauro Ravagnani. A comissão preferiu ouvir todos os professores e alunos do programa. Ao final, um relatório foi elaborado contendo recomendações à UEM acerca do PCM.

O relatório da CAPES somente foi enviado à UEM no mês de março de 2011. As recomendações dos consultores foram:

“- Recomendamos o imediato afastamento das funções dos atuais integrantes do Colegiado, inclusive da coordenadora e do vice-coordenador;

– Recomendamos a suspensão do processo seletivo para novos alunos dos cursos de mestrado e doutorado. Caso isso não seja possível, por alguma razão de ordem maior, que o processo seletivo seja realizado por especialistas da área, externos ao PCM, preferencialmente, que não tenham envolvimentos pessoais ou profissionais com os docentes diretamente envolvidos na crise;

– Recomendamos a constituição de uma comissão externa de especialistas da área com o objetivo de proceder a um processo de recredenciamento do corpo docente do PCM ao longo do semestre 2011.1, bem como de acompanhamento do próximo processo de seleção e atribuição de bolsas de estudos, observando-se os critérios acadêmicos e científicos usuais na área de ensino de ciências e matemática;

– Após o processo de recredenciamento, recomendamos a composição de um novo Colegiado para o PCM.

– Recomendamos as providências de praxe, no âmbito administrativo da UEM, pelas instâncias competentes, para apuração das diversas denúncias registradas durante as reuniões, tanto àquelas relativas às irregularidades administrativas, quanto aquelas de assédio moral e abuso de poder.

– Todas estas recomendações devem ser submetidas previamente a uma outra, considerada pressuposto dos visitantes: todas as medidas e procedimentos a serem adotados devem ter por finalidade a preservação da integridade do PCM, de modo a garantir a continuidade das suas atividades e o cumprimento das suas funções científicas, acadêmicas e sociais; todas as recomendações devem ser adotadas e implementadas em consonância com os regulamentos e regimentos do PCM, do Centro de Ciências Exatas e da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação da UEM, de maneira a salvaguardar os direitos e deveres de professores e estudantes, assim como as normas que regem as atividades acadêmicas no âmbito da UEM.”

Em virtude de um sem número de denúncias ocorridas durante as gestões dos professores Marcos Danhoni e Luiza Marta Bellini na coordenação do programa, o Magnífico Reitor, Prof. Dr. Júlio Santiago Prates Filho, por meio da Portaria 344/2011-GRE, optou pela instauração de uma sindicância para apurar os fatos envolvendo o PCM. Além de designar os membros para compor a referida comissão de sindicância resolveu também suspender, preventivamente, pelo prazo de 30 dias as atividades do Conselho Acadêmico e da coordenação do PCM, conforme recomendação dos consultores da CAPES, atribuindo à pró-reitoria de pesquisa e pós-graduação a gestão das atividades do PCM, com data de 18 de março de 2011.

Durante os trinta dias que se seguiram, a PPG, na pessoa do próprio pró-reitor encarregou-se das atividades do programa, incluindo-se aí o envio do COLETA-CAPES, que é o sistema de informações com o qual a CAPES trabalha no contexto da avaliação de todos os programas de pós-graduação do país, o que tomou um grande tempo. Além disso, o pró-reitor, na qualidade de gestor do programa procurou conversar com os envolvidos no processo, professores, alunos e secretária. Não foram poucas as conversas nem visitas à secretaria do programa.

Neste período foi buscou-se junto à área 46 da CAPES o agendamento da visita de uma comissão composta por pelo menos dois docentes externos à UEM para proceder o recredenciamento do corpo docente do PCM. Os dois consultores puderam apenas, por força de agenda, realizar a visita no dia 06 de maio, sábado. O relatório nos foi entregue nesta data e encaminhado ao Magnífico Reitor na presença do coordenador do programa, Prof. Valdeni, na manhã de 10 de maio, em função do feriado municipal no dia 09. O relatório, baseado única e exclusivamente na produção científica dos professores que participaram do PCM e de sua ligação com a área 46 da CAPES – Ensino de Ciências e Matemática, recomendou o recredenciamento de um grupo de professores como membros permanentes, outros como colaboradores e o descredenciamento de outro grupo de professores.
Considerando a solicitação de exoneração dos coordenadores e membros do Conselho Acadêmico do PCM, na forma como recomendada pela CAPES e, considerando que não existia colegiado para deliberar sobre esta última recomendação, a PPG encaminhou ao Centro de Ciências Exatas, centro este no qual está vinculado o PCM, para que o mesmo se manifestasse sobre o recredenciamento dos docentes. Em reunião na manhã de hoje, 13 de maio, o Conselho Interdepartamental desse centro resolveu atender a recomendação da CAPES com exceção do recredenciamento do professor Marcos Neves, cujo recredenciamento será apreciado pelo novo colegiado, a ser eleito na próxima semana.

Por fim, sobre as afirmações da professora Bellini, cabe responder:

1. “Para quê essa sindicância?”
Com a finalidade de atender às recomendações dos consultores da CAPES foi instituída a sindicância, visando a “apuração das diversas denúncias registradas durante as reuniões, tanto àquelas relativas às irregularidades administrativas, quanto aquelas de assédio moral e abuso de poder”.
2. “O interventor, Pró-reitor da PPG, sequer conversou conosco, professores que estávamos dando aulas. Não o vi no PCM. Nada nos perguntou, ou seja, anos, nada perguntou aos docentes que estavam trabalhando no PCM. Não nos deu segurança profissional ou moral. Descaso com os docentes que, nesse ano de 2011, estão dando aulas e orientando e publicando.”
Talvez a referida professora não saiba mas os professores e representantes discentes, membros do Conselho Acadêmico do PCM foram convocados pelo pró-reitor de pesquisa e pós-graduação para uma reunião, quando do recebimento da Portaria 344/2011–GRE. Nesta reunião compareceram 5 docentes e uma representante discente, para tomar ciência da decisão do Magnífico Reitor de suspender, preventivamente, pelo prazo de 30 dias as atividades do Conselho Acadêmico e de sua Coordenação e atribuir à PPG a gestão das atividades do PCM. Esta reunião contou, inclusive, com a presença do Prof. Valdeni, até então, coordenador do programa. Portanto, a afirmação da professora não é verdadeira. O pró-reitor conversou, sim, com os professores… os que estavam dando aulas e os que não estavam. Quanto a não me ter visto no PCM, é sabido que o pró-reitor tem sala no bloco 35, sede da PPG. A administração do programa durante os 30 dias se deu na PPG. Isto não impediu que muitas visitas fossem realizadas à secretaria, principalmente no período do preenchimento do relatório COLETA, bem como atendimentos a docentes e alunos do programa.

3. “Ponto de exclamação aqui. ! O atual pró-reitor chamou, informalmente, a aluna Marlova Caldatto, de doutorado do PCM, para perguntar, em sua sala, a sós, como estava o programa.”
Que tipo de insinuação maldosa seria essa? A aluna Marlova era a representante dos alunos do curso de mestrado no programa até fevereiro deste ano. Por este motivo foi chamada, assim como outros docentes e alunos. Esta preocupação de saber qual a opinião das pessoas envolvidas esteve sempre presente durante os 30 dias da chamada “intervenção”, incumbência esta do reitor ao pró-reitor de pesquisa e pós-graduação… e sobre a conversa com os outros professores e alunos, a professora preferiu não comentar? Por favor, professora Luzia Marta Bellini… seja explícita em sua insinuação!!!

Também é importante que se diga que, durante todo o processo, desde que assumimos a PPG, em outubro de 2010, o Professor Valdeni assim como todos os professores e alunos do programa foram tratados com a dignidade que qualquer docente ou discente merece. Inclusive a professora Bellini foi atendida nestas mesmas condições, pessoalmente ou por telefone. Nunca houve por parte desse pró-reitor tratamento diferenciado a quem quer que fosse. Todos foram prontamente atendidos em todas as suas solicitações. Não posso aceitar a pecha de omisso ou cordeiro. Na condição de responsável por todos os programas de pós-graduação da UEM fiz todo o possível para preservar o PCM, o que teria sido feito também por qualquer outro programa.
Também não posso assumir a omissão da PPG. Em todo o tempo esta pró-reitoria agiu em prol do PCM e da instituição. Nenhum trabalho deixou de ser feito nem nenhum assunto deixou de ser tratado ou encaminhado.
Difícil entender por que motivo algumas pessoas se “adonam” da verdade e tratam de desqualificar a instituição e os seus representantes. Somos todos servidores da mesma instituição e por ela devemos lutar, acima de nossas paixões pessoais. A instituição é pública e sustentada por toda a comunidade paranaense. Esse tipo de coisa não constrói. Não faz avançar. É preciso que as tarefas que nos cabem sejam por nós cumpridas. Difícil entender tanta falta de sensibilidade!

Mauro Antonio da Silva Sá Ravagnani
Doutor em Engenharia Química (1994).
Docente da UEM há 21 anos.
Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da UEM.
Coordenador da Região Sul (PR, SC e RS) no Fórum Nacional dos Pró-Reitores de Pesquisa e Pós-Graduação (FOPROP) e membro do Diretório Nacional do FOPROP.


28 comentários

  1. PERU DE FORA!!!!
    sábado, 14 de maio de 2011 – 10:53 hs

    A PERGUNTA QUE NAO QUER CALAR É: HAVERÁ PERSEGUIÇÃO À PROFESSORA, OU AGIRÁ OS REPRESENTANTES DA INSTITUIÇÃO COMO APREGOOU VOLTAIRE: “Posso não concordar com nenhuma das palavras que você diz,mas defenderei até a morte o seu direito de dize-las”.

  2. ALGUÉM QUE JÁ SENDO PERSEGUIDO
    sábado, 14 de maio de 2011 – 14:59 hs

    Resposta ao peru de fora…’
    Já estamos sendo perseguidos meu bem…

  3. Peixe pequeno
    sábado, 14 de maio de 2011 – 22:41 hs

    A coisa é feia. Afeta também outros setores fora da universidade. Afeta a fundação araucária, afeta a UEPG, afeta setores da capes. Como querer desestruturar toda uma rede de apoio mútuo? Mais fácil defenestrar o peixe pequeno.

  4. anonimo
    domingo, 15 de maio de 2011 – 10:43 hs

    Será que o programa e os alunos sobreviverão a tudo isso?

  5. Estou indignada!!!!!!!!!!!!!!!
    domingo, 15 de maio de 2011 – 14:42 hs

    A quem o intrerventor, digo pró-reitor quer enganar????????? Somente idiotas acreditam na palavra deste cara!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  6. Peixe minúsculo
    domingo, 15 de maio de 2011 – 20:04 hs

    Isso dava uma grande novela…

  7. Professor (ensino superior-Pr)
    segunda-feira, 16 de maio de 2011 – 14:02 hs

    Convincente a resposta desse Pró-reitor de Pós-graduação da Universidade de Maringá. Sempre é bom ter a posição do outro lado da história. Para quem entende de pós-graduação, no mínimo é suspeita esta denúncia contra a CAPES. Ainda mais com argumentos tão passionais. Está me parecendo difamação pura.

  8. Ex- aluna do PCM
    segunda-feira, 16 de maio de 2011 – 14:19 hs

    Fui aluna deste programa de pós-graduação (PCM) e acompanhei parte desta horrível crise. Gostaria de ter orgulho de ter passado por este programa, mas não dá para sentir isto. Esperava vivenciar um espaço de discussões de ideias, mas o que presenciei foi um grupo de professores, usando de todas as armas, para difamar um professor do programa. Difamação é pouco para definir o que presenciei. Durante as disciplinas, esses professores que se dizem éticos e indignados, usavam sua posição para passar a sua versão dos fatos. Sempre, lógico, com uma “pitada” de conspiração. E os alunos, na sua maioria, imaturos e a-criticos, foram facilmente manipulados a se mobilizar contra o “criminoso” do programa. Pelo que sei, só podemos condenar uma pessoa depois de concluída a investigação. Não… fizeram de tudo para condená-lo muito antes do processo de sindicância. Alias, das ações que presenciei por parte desses professores, acho que inveja substitui a palavra indignação. E esta professora que assume o manifesto tenho certeza que não é normal! Sempre se mostrou autoritária e radical, não aceitando visões diferentes às dela, sob pena de intimidação. Orientados do professor acusado foram perseguidos em suas disciplinas. Ganharam notas baixas, foram humilhados e foram pressionados de todas as formas. Impressiona-me ela falar em ética e democracia, não estão presente em sua prática! Para quem não a conhece, ela sim é uma verdadeira ditadora. Espero que todas as instâncias envolvidas e citadas – CAPES, Reitoria, PPG e CCE – tenham firmeza para salvar o PCM que, a meu ver, está sitiado com o que tem de pior na universidade. Gente incompetente e oportunista, que para garantir seu poder, não respeita normas e critérios básicos dentro da instituição. No desespero, só lhes restam acusar a todos!

  9. aluno do pcm
    segunda-feira, 16 de maio de 2011 – 19:16 hs

    Realmente denúncias de corrupção não constroem mesmo!

    Pior, apurar as denúncias não controí mesmo! né..mesmo quando elas são alicerçadas contra alguém “amigo da gestão”…

    Ao contrário destroem o “esquemão”…

  10. Ex-aluno
    terça-feira, 17 de maio de 2011 – 8:46 hs

    Professora, não sei se vale a pena comentar seu manifesto, mas considerando que você é uma “intelectualóide”, já que fui seu aluno me digno a usar este espaço para dizer que me envergonho do seu manifesto, envolvendo uma universidade tão séria. Em que pese seu “câncer”, sua linguagem é de baixo calão.

  11. aluna do PCM
    terça-feira, 17 de maio de 2011 – 11:41 hs

    Concordo com a ex-aluna do PCM. A prof. Marta é extremamente manipuladora, e sempre posiciona-se como vítima em seus posts, ocultando grande parte dos acontecimentos (o que é óbvio, já que ninguém é obrigado a fornecer provas contra si mesmo…). No entanto, ela sabia do que acontecia e estava envolvida em tudo isso, e só abriu a boca quando se desentendeu com o professor. Ela não é uma justiceira, ela apenas gosta de se vingar de quem pisa no seu pé. E ainda fica criticando os EUA por terem matado Bin Laden por vingança… ah-ah-ah, como ela é irônica!!! Na minha opinião, o problema precisa ser resolvido e os envolvidos devem ser investigados e punidos, mas acho um absurdo que tenham nos envolvido da maneira como fizeram, jogando alunos contra professores e nos manipulando para que ficássemos no front da batalha. Isso é muito, muito preocupante.

  12. Professor universitário
    terça-feira, 17 de maio de 2011 – 21:43 hs

    Professora Marta Bellini. A senhora não tem jeito. Sempre fazendo conspiração e arrumando confusão para alimentar as suas psicopatias. Sempre com a bandeira da “justiceira”. Vai criar doenças, telefonemas anônimos, ameaças e atentados, e o que mais? Apagaram o seu blog? Nossa, que medo a CAPES e a universidade têm da senhora, hein? Vai dizer que alguém da CAPES ou da PPG está ameaçando a sua família? Esta estratégia é primária, ta? Tipo de gente como a senhora, que viveu a vida toda em sindicato engana apenas gente bobinha. Este pessoal trabalha, não tem tempo de ficar em blog, não. Falar de ética não combina com a senhora. Trai, mente, manipula, difama, sem o menor pudor. Pelo jeito a senhora encontrou a sua turma nesse programa de pós-graduação. A nossa universidade só perde com tipos como o da senhora. Coitado deste professor. Para ter virado alvo da senhora, ele deve ser muito competente. Com um pouco de sorte, a senhora vai ser desmascarada desta vez. A UEM agradece!

  13. anonimoxxxx
    quinta-feira, 19 de maio de 2011 – 21:54 hs

    Coitado desse professor??? O dóóó. Professorzinho, procure saber dos fatos para ver quem persegue quem…

  14. Ex-aluno do PCM
    sábado, 21 de maio de 2011 – 17:50 hs

    Não entendo ?!

    Devido a repercussão do caso, por que não se analisa logo os documentos levantados contra o professor que foi “expulso” e se coloca um ponto final nessa estória.

    Quanta incompetência !!!

  15. Gomes
    domingo, 22 de maio de 2011 – 19:34 hs

    Para aqueles que respondem sob as alcunhas de “peru de fora”, “peixe pequeno”, “peixe minusculo”, “XXX”, não se pode esperar mesmo muita coisa, a não ser a subserviência e o culto à personalidade.

  16. Explicando
    domingo, 22 de maio de 2011 – 21:34 hs

    Caro Ex-aluno do PCM, é que não interessa a Administração da UEM apurar os crimes cometidos pelo professor “expulso” e sim condenar os professores sérios e honestos do programa.

  17. Orientanda de pós
    segunda-feira, 23 de maio de 2011 – 13:02 hs

    Pelo que sei, todos os procedimentos estão sendo, enfim, tomados pela Administração da UEM, que demorou muito para agir, mas está agindo. O problema é que o estrelismo da Coordenadora que descoordenou o Programa de pós e que o colocou à beira da extinção não admite ser ela própria, e corretamente, investigada. Quer encobrir tudo o que fez de errado com alunos, professores e funcionarios com a grita alta. Manipulando alunos seus orientandos e do grupo que a apóia chegou a cancelar o semestre letivo e a colocar “alunos” em protesto. Apoiou um candidato a reitor, pensando que iria cooptá-lo, e quando não conseguiu se voltou contra ele. O mesmo ocorreu com a CAPES e com o próprio jornalista Fabio Campana. Pessoa de pseudolustro de esquerda, de intelectual sem conteúdo e de grande propensão ao eterno culto de sua personalidade.

  18. Ex-aluno do PCM
    segunda-feira, 23 de maio de 2011 – 15:41 hs

    Orientanda de pós, quer dizer que os documentos levantados pela professora era uma farsa?! Ou seja, a administração da UEM está investigando a professora, mas não está levando em consideração os documentos apresentados por ela?! Isso é ser imparcial ?

  19. Explicando
    segunda-feira, 23 de maio de 2011 – 16:06 hs

    Caro (a) Orientanda de pós, você mente ao dizer que a Administração da UEM tomou as medidas corretas, ou por desonestidade ou por ser alguém da administração que disfarçadamente teima em mentir!

  20. Aluna do PCM
    segunda-feira, 23 de maio de 2011 – 17:26 hs

    Uma sindicância também foi instaurada para apurar os fatos.
    Logo, logo deve sair o resultado. E, sinceramente espero que os culpados por quase acabarem com o programa sejam punidos.

  21. Orientanda de pós
    segunda-feira, 23 de maio de 2011 – 20:18 hs

    Quem perseguiu alunos, desadministrou, achincalhou profissionais pagará, e caro! Esperemos que a punição seja proporcional ao prejuízo causado para nós alunos e para todos as pessoas caluniadas!

  22. Ex-aluno do PCM
    terça-feira, 24 de maio de 2011 – 15:10 hs

    Concordo, Orientanda de pós. Quem praticou faltas administrativas gravíssimas, comprovadas por documentos e não apenas por disse-que-disse, também tem pagar caro! Muito caro! Afinal, foi a partir daí que toda essa confusão começou.

  23. professora aposentada da UEM
    terça-feira, 24 de maio de 2011 – 19:36 hs

    É necessário mesmo acabar com o “disse-que-disse” praticado por quem destruiu o PCM, especialmente em blogs e sites para tentar angariar, no grito, apoio aos desmandos que desrespeitam as noções mais básicas de pesquisa, de administração acadêmica, de justiça.

  24. Me engana que eu gosto
    quarta-feira, 25 de maio de 2011 – 16:46 hs

    Ora, professora aposentada da UEM, quem tentou acabar com o PCM foi quem cometeu crimes, que não foram apurados pela Administração, e que foram jogados debaixo do tapete pela Capes!

  25. Gomes
    quarta-feira, 25 de maio de 2011 – 20:12 hs

    Tipico de quem defende quem destruiu um Programa de Pós-Graduação é atacar a CAPES. Aliás, esta foi a tônica da ex-Coordenadora que nos fez ter aulas com professores recém-credenciados por ela que nada tinham de produção e de trajetória científica na área de educação científica. Fomos envolvidos num clima sórdido na teia de quem empregou amigos para manter seu quinhão de poder. Tristes paragens …

  26. Ex-aluno do PCM
    quinta-feira, 26 de maio de 2011 – 12:39 hs

    Ainda acredito que os culpados de toda essa confusão se estender além dos muros da instituição, são os administradores da UEM. Entre a apresentação dos documentos contra o professor em questão e a virtual abertura de sindicância levou-se quase 12 meses. Isso mesmo, 12 meses. Digo virtual, pois até agora não está claro se a sindicância para analisar ESSES DOCUMENTOS foi realmente aberta. Por que essa demora? Simples, operação blindagem. Qualquer semelhança com o caso Palocci, e outros, não é mera coincidência.

  27. Agne
    quinta-feira, 26 de maio de 2011 – 14:49 hs

    Exatamente como o “ex-aluno do PCM” diz: mais que doze meses – quase dois anos de acusações e o primeiro pedido protocolado de sindicância para investigar a gestão temerária da Coordenadora exonerada só foi reconsiderada após professores, alunos e funcionária serem perseguidos de forma implacável. A UEM errou. Esperemos que acerte agora!

  28. ex aluno
    terça-feira, 8 de maio de 2012 – 14:58 hs

    Nossa, quantas acusações… Isso se chama mesquinharia, briguinha por pouca coisa. Como se favoritismo não acontecesse no Brasil. Acontece, em qualquer profissão, queridos. Ao mesmo tempo que corrupção e incompetência dentro das Universidades que são desviadas a atenção em casos pequenos como esses. Acordem!!! Tanta coisa mais importante para se discutir e gastar o tempo, soluções para os problemas do dia-a-dia do brasileiro. Professores bons na UEM sendo escamoteados por besteiras. O que eles fazem de bom não conta não, é? Não se pode errar, sendo humano? Crimes enormes acontecem todos os dias, junto com preconceito, inveja, egoísmo, consumismo… E a cabeça pequena do povo do interior do Paraná cismando com bobagem, como sempre… Peixe pequeno é pra isso, servir de distração enquanto coisa ruim mesmo está acontecendo do outro lado…

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