Poucas adesões à migração ao governo | Fábio Campana

Poucas adesões à migração ao governo

Do Política em Debate

Agora com o apoio do Sindicato dos Servidores Públicos Civis da Assembleia Legislativa do Paraná (Sindilegis/PR), a expectativa é de que cresça a adesão dos funcionários que ficaram sem função na Casa após a reforma administrativa promovida pela atual Mesa Executiva. As secretarias estaduais da Justiça e da Cidadania (Seju), do Trabalho, Emprego e Promoção Social (Setp), de Assuntos Estratégicos (Seae), de Corregedoria e Ouvidoria Geral, e o Colégio Estadual do Paraná (Cep) se dispuseram a receber parte desse contingente funcional. Até esta sexta-feira (27), oito dos 170 servidores do Legislativo que ficaram sem função na Casa haviam formalizado a decisão de prestar serviços ao Governo do Estado (três médicos para o Hospital da Polícia Militar e cinco efetivos para órgãos vinculados à Secretaria da Justiça e da Cidadania). A Diretoria de Pessoal da Assembleia acredita que outros funcionários sigam na mesma direção até a próxima terça-feira (31), quando termina o prazo determinado pela Mesa Executiva para o encaminhamento dessas tratativas. Aqueles que não aceitarem a proposta de migração, serão colocados em disponibilidade, conforme prevê a Lei.


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