MST realiza manifestações em Curitiba | Fábio Campana

MST realiza manifestações
em Curitiba

Do G1 PR

Um grupo de agricultores ligados ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) está em Curitiba para realizar uma série de manifestações e reuniões, que começaram nessa terça (31) e vão até sexta-feira (3).

Entre os pedidos do grupo está o assentamento de seis mil famílias acampadas no Paraná, além da garantia de ajuda para educação, produção, crédito e melhor estrutura para as famílias já assentadas.

O grupo realizou uma passeata pela manhã até a sede do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), onde entregou um documento com as requisições ao superintendente do Instituto. Na sequência, os manifestantes seguiram até o ginásio do Tarumã, onde ficam até sexta.


2 comentários

  1. CAÇADOR DE PETISTAS
    terça-feira, 31 de maio de 2011 – 18:57 hs

    O PT está desde 2003 no poder. Tarso Genro, ministro da justiça emite comentários tendenciosos que não combinam com a cadeira que ocupa. Vale lembrar que apesar de receber recursos federais através de ONG’s o MST (Movimento dos Sem-Terra) não existe juridicamente. Sendo assim o PT, partido que governa o Brasil apóia um movimento clandestino. Nada mau para quem tem entre seus quadros gente que participou de seqüestros.

    Assim, PT – MST – FIDEL – CHAVES e outros comunas, sempre andaram de mãos dadas. Quem viver, verá o Brasil lutando contra a Ditadura Petista, o câncer do Brasil.

  2. SAMURAI
    quarta-feira, 1 de junho de 2011 – 7:18 hs

    O que o PT conseguiu criar de mais negativo no cenário político bra-
    sileiro foi o apoio irrestrito das fundamentações e ações do MST.
    A democracia permite todos os tipos de manifestações desde que
    civilizadas. O conceito de terras improdutivas é o mais idiota que já
    vi na face da Terra. O proprietário é o legítimo dono da área. Ninguem
    pode sequer cobiçar este pedaço de chão e sob pretexto algum. Se o governo aceita fazer baderna em propriedades particulares fazendo vista grossa, volto a afirmar que só funciona neste país se existisse a lei do “matou morreu”.

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