Índices de criminalidade | Fábio Campana

Índices de criminalidade

Do Política em Debate

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa deve analisar, na próxima terça-feira, projeto do deputado Mauro Moraes (PSDB) que torna obrigatória a publicação dos índices de criminalidade no Paraná. Durante o governo anterior, todas as informações relacionadas ao “mapa da criminalidade” eram omitidas por determinação da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SESP). Moraes já havia apresentado o projeto na legislatura anterior, mas a matéria foi vetada pelo Executivo na época. Após conversas com gestores da área da Segurança e com o chefe da Pasta, Reinaldo de Almeida Cesar, o tucano decidiu reapresentar a proposta. O secretário elogiou a iniciativa e mostrou disposição em debater com o Legislativo os números relacionados à violência.

O tucano já solicitou ao secretário o envio de informações a respeito do número de mandados de prisão expedidos no Paraná e que não foram cumpridos. Estima-se que pelo menos 150 mil condenados ainda aguardam uma notificação da justiça. “Enquanto isso não ocorre, esses marginais voltam a cometer crimes, certos da impunidade”, comentou o deputado.


4 comentários

  1. Prof. Luiz Gonzaga
    sábado, 21 de maio de 2011 – 16:51 hs

    Caro Fabio Campna, Saudações! imagine mais 150 mil internos no PR, se hoje temos aproximadamente 18 mil, só nas Penitenciárias a um custo estimado de R$5.000,00 cada um. Faça as contas e veja, a necessidade de repensar o modelo de penitenciarismo no Paraná e no Brasil. Posso afirmar, que os índices de ressocialização são baixíssimos. neste sentido, tenho enviado várias ideías para a atual secretária da SEJU. Creio que o caminho mais curto é o investimento a curtíssimo prazo no ensino técnico profissionalizante para jovens e curos de formação e qualificação rápida para adultos, inclusive para internos.

  2. souza-naves
    sábado, 21 de maio de 2011 – 21:19 hs

    Parabéns, deputado. No governo Requianista, tinham seus dados escondidos. Hj já tem outra visão da situação, a confiança e grande
    e com essa nova equipe.

  3. alaor
    sábado, 21 de maio de 2011 – 23:37 hs

    Toda penitenciaria tem que ter trabalho, nenhum preso pode ficar sem fazer nada, tem que pagar a estadia e ajudar sua familia que ficou sem ajuda. Então caro amigo Dep. Mauro pense nisto..

  4. João Bosco
    domingo, 22 de maio de 2011 – 7:34 hs

    No 12ª Distrito Policial a maioria dos presos são jovens entre 18 e 25 anos em plena vida de produção para a sociedade, e os dados revelam que 80% destes jovens após saída de álvara retornam ao crime. Os serviços comunitários deveriam ser extendidos aos jovens primários, e trocar as prisões por educação obrigatória nos ensinos fundamentais profissionalizantes, ou seja o Estado custiar bolsas de estudos para formação, e capacitação profissional dos condenados. Criar, e projetar um novo sistema de punir, mais com resultados positivos para os jovens criminosos primários, ou seja dar a chance de recuperaração, e um futuro com expectativa de mudar seu destino, ou seja adquirir meios de igualar aos que tiveram mais chances, ou seja apoio da familia, neste caso o Estado assumi este papel, cobrando, e educando. O futuro do Estado depende desta mudança, educação, recuperação,e combate sistemático aos drogas.

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