Inconformado, Maurício Requião contesta decisão de Rossoni | Fábio Campana

Inconformado, Maurício Requião contesta decisão de Rossoni

Ninguém abre mão, sem mais nem menos, de uma sinecura vitalícia que provê um salário de cerca de R$ 15 mil, sem contar os ganhos indiretos, aí incluídas as mordomias de carro, motorista, secretária, assessores, gabinete, telefone, chá das cinco, assistência médica e outras benesses.

Pois, pois, Maurício Requião, o caçula sem emprego, vai à luta. Mobilizou advogados para estudar o caminho para derrubar a decisão do presidente da Assembleia, Valdir Rossoni, de anular a sua indicação pela Casa ´para a vaga de Conselheiro do Tribunal de Contas.

Estão abertas as inscrições para a nova eleição secreta no plenário da Casa. E como o deputado Durval Amaral é o favorito, está formada a fila de pretendentes a Casa Civil de Beto Richa, hoje comandada por Amaral.


11 comentários

  1. Parreiras Rodrigues
    segunda-feira, 9 de maio de 2011 – 10:25 hs

    Como diria um certo senador: Sou “abIsolutamente” contra a nomeação de ocupantes de cargos em todas as cortes, através da indicação política. Temos ai, um tribunal de contas que usa o escapismo “com ressalvas” para aliviar a barra dos seus indicadores os togados do STJ, manipulados pelo Executivo.

  2. Marco
    segunda-feira, 9 de maio de 2011 – 10:28 hs

    Durval nem será candidato. Acha que ele sairá da Casa Civil para disputar uma vaga que pode ser contestada a qualquer momento? Vai esperar a próxima aposentadoria de algum conselheiro, que não está longe de acontecer, e aí sim disputar uma vaga legalmente, com todos os trâmites realizados dentro do prazo.

  3. bimbo
    segunda-feira, 9 de maio de 2011 – 10:44 hs

    Vai trabalhar vagabundo !

  4. Juliane
    segunda-feira, 9 de maio de 2011 – 11:01 hs

    Observem a cara de louco que esse Maurício Requião tem.

    Meu Deus, como é que alguém dá crédito para os irmãoes metralhas, digo, irmãoes requiões.?

  5. ivanowski
    segunda-feira, 9 de maio de 2011 – 11:16 hs

    . Pergunta. Se o TCE funcionou, até agora, c/ 06, ao invés de 07 ‘nobres Conselheiros’, por quê ñ se extingue essa vaga?

    . Menos uma sinecura vitalícia as expensas do dinheiro público seria uma boa medida q a ‘assombléia’ tomaria.

    . Muito interessante essa sugestão.
    . Que tal essa prestigiosa COLUNA levar a proposta ao Pres Dep Valdir Rossoni.
    . Seria uma boa contribuição à nossa sociedade…

  6. JAMELÃO
    segunda-feira, 9 de maio de 2011 – 11:31 hs

    E assim caminha a província.Sempre os mesmos a 400 anos, e alguns tentando uma boquinha também. Tens pedigree? Então tais feito!

  7. SEPULVIDA
    segunda-feira, 9 de maio de 2011 – 11:45 hs

    Por que este rapaz não se apresenta como candidato a vaga novamente? Creio que o mesmo é detendor de altos predicados para a vaga? Ou não ? Como diria Caetano Velozo.

  8. Carlos Honorato da Silva
    segunda-feira, 9 de maio de 2011 – 14:19 hs

    Outro familiar cara de pau..

  9. MAE
    segunda-feira, 9 de maio de 2011 – 14:22 hs

    ESSA FAMIGLIA, PODE RECORRER O QUANTO QUISER, VAI PERDER SEMPRE. SEUS PEDIDOS EXPURIOS NÃO CONVENCEM NEM AO MAIS NEOFITO DOS JUIZES.

  10. kowalski
    segunda-feira, 9 de maio de 2011 – 14:52 hs

    Se ele merecia ser eleito para a vaga, na época, deve continuar tendo as mesmas qualidades. Não é possível que, em pouco tempo, tenha ficado desacreditado. Por que o mano-caçula não se candidata novamente? Com as credenciais que tem, certamente não precisará da ajuda de ninguém. É uma forma de sinalizar para todos que não precisa [va] da ajuda do irmão – governador na época.

  11. Serpa
    segunda-feira, 9 de maio de 2011 – 16:30 hs

    Requião sempre quis proteger o irmão mais novo. Na visão/convicção do ex-governador, esse irmão é o que mais precisa de proteção e ajuda para tocar a sua vidar. Uma proteção de$nece$$ária, já que Maurício é professor da UFPR, uma função digna e que merece respeito. Se a remuneração é inferior a de um conselheiro do TC, isto não é demérito. Infelizmente, temos uma sociedade que não respeita e não valoriza certas profissões, entre as quais o magistério.

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