Gleisi Hoffmann pede consenso na votação do Código Florestal | Fábio Campana

Gleisi Hoffmann pede consenso na votação do Código Florestal


Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) defendeu, nesta segunda-feira (9), que se busque um consenso para a votação do novo Código Florestal, em exame na Câmara dos Deputados. Ela argumentou que aumentar a produção de alimentos e garantir a preservação ambiental não são medidas “antagônicas”.

“A verdade é que o Código Florestal contém normas ineficazes, que não garantiram a preservação ambiental no decorrer dos anos e que não ampararam os agricultores, em especial os pequenos e familiares, a adotarem atitudes mais sustentáveis no trato da terra. Essas normas precisam de correção imediata. E é isso que vem sendo feito, de forma extremamente responsável, sob a coordenação dos líderes do governo e a participação democrática dos partidos com assento no Parlamento”, explicou.


4 comentários

  1. ivanowski
    segunda-feira, 9 de maio de 2011 – 23:24 hs

    . Noooosssaaaa!!!

    . Se a ‘Greisi’ pediu, tá pedido e ñ se discute mais.

    . Ela manda é ñ pede… Já tá aprovado.

  2. antonio carlos
    terça-feira, 10 de maio de 2011 – 18:50 hs

    Adorei o jogo de palavras da senadora, falou e não disse nada. Então por que falou? Ficasse quieta que era melhor. Tony

  3. Neuza Garcia
    terça-feira, 10 de maio de 2011 – 19:56 hs

    Parabens em quem votou nela ..um exemplo de mulher..paraguaia !!!
    Quer DOAR 5 bilhoes ao Paraguai..sem quaquer fundamentacao tecnica ou juridica !!!
    Por que a Gleisi quer tanto ajudar o padre Lugo ???
    Sera que ela faz parte da fila do padre ???

  4. isaiasortolan
    terça-feira, 7 de junho de 2011 – 20:32 hs

    Nossa coisa rara de encontrar numa só mulher:linda e sábia.
    Se o Antonio Carlos não entendeu nada é porque seu tico e teco andam trombando-se.
    Quanto a opinião de dona Neuza Garcia a que se considerar que tem muita agua debaixo dessa ponte.A muitos anos corrige-se um passivo diplomático.Igualzinho ao que ocorreu com a Bolivia.
    E vamos falar: o preço por kW era e ainda é uma bagatela.

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