Cartaz com ameaça de massacre suspende aulas em escola da RMC | Fábio Campana

Cartaz com ameaça de massacre suspende aulas em escola da RMC

Luiz Henrique de Oliveira e Tiago Silva da Banda B

Um cartaz com ameaças de que o massacre de Realengo, ocorrido no mês passado no Rio de Janeiro, se repetiria, causou medo em pais, alunos e professores da escola Santa Fé, no bairro Iguaçu 1, em Fazenda Rio Grande, região metropolitana de Curitiba. O pânico tomou conta do local e os professores pediram que os alunos voltassem para casa, suspendendo o dia escolar nesta quarta-feira (11). Uma mãe, identificada como Vanussa, entrou em contato com à Banda B e relatou a situação vivida nesta manhã.

“Quando cheguei para levar meu filho estava cheio de policiais, todo mundo em desespero. Tinha um papel no poste com letras pequenas falando que uma pessoa iria entrar na escola e se vingar dos alunos, que nem fizeram no Rio de Janeiro. Precisam tomar uma providência, estou com medo de levar meu menino para a aula”, confidenciou.

Vanussa também afirmou que na madrugada de segunda-feira (09) vândalos apedrejaram a Instituição de Ensino. A Banda B entrou em contato com a Guarda Municipal do município que promete intensificar a segurança na escola e suas imediações. Ainda segundo a Guarda, as aulas acontecem normalmente amanhã (12).


3 comentários

  1. Christiano Fernandes
    quarta-feira, 11 de maio de 2011 – 18:54 hs

    Aos ameaçadores, o rigor da lei. Pois está claro que alguém naquele lugar que formar um Estado paralelo. As autoridades devem agir imediatamente. Caso contrário, preparem-se para o pior.

  2. M.A.S
    quarta-feira, 11 de maio de 2011 – 19:05 hs

    Peguem esses moleques cretinos que estão promovendo essa bagunça. Pensam que podem arruinar a tranquilidade das crianças nas escolas.
    Esses dementes tem que ser punidos.
    A maior dor de um pai é saber que pôs no mundo uma criatura desse calibre para infernizar a vida de pessoas de bem.
    Páu neles

  3. Socorro !
    quinta-feira, 12 de maio de 2011 – 11:40 hs

    A esperança é que esta sensibilidade se converta em soluções concretas, pela única via real que é a LDO.
    Sem orçamento (efetivos, remuneração e logística) não se resolve a segurança.
    Beto é ainda hoje a esperança. Falta materializar a decisão, no projeto que tramita na assembleia.

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