Fim da quermesse | Fábio Campana

Fim da quermesse

Do Blog da Joice

Funcionários da Assembleia Legislativa do Paraná têm reclamado da redução dos ganhos nos últimos meses. Com a proibição da comercialização de qualquer produto dentro da Casa, os servidores que estavam acostumados a vender doces, salgados, maquiagens, roupas e bugigangas tiveram que suspender as atividades. Pelos corredores, muitas pessoas reclamam da falta da renda extra. Outros lamentam não ter mais como comprar coxinha no local.


8 comentários

  1. Gabriel
    terça-feira, 5 de abril de 2011 – 17:01 hs

    Foi um ato correto este da proibição, a ALEP é uma casa de leis, e não um centro comercial.

  2. salgadinho
    terça-feira, 5 de abril de 2011 – 17:47 hs

    O salgadinho era delicioso !!!!!!!!!!
    Tà fazendo falta…….

  3. xereta
    terça-feira, 5 de abril de 2011 – 18:37 hs

    Que horas eles trabalhavam na ALEP para justificar o salario pago dos bolsos do povo? Entre uma coxinha e um perfuminho da Avon?

  4. Mustafah
    terça-feira, 5 de abril de 2011 – 19:40 hs

    A cada dia fica mais claro e evidente que a Aseembleia Legislativa era um grande circo, formado por fantasmas, comtratações sem concurso, venda de tudo, E O TRABALHO ó

  5. terça-feira, 5 de abril de 2011 – 22:32 hs

    e aquele sem funçao do nelso do celular,fechou seu escritório na portaria da assembleia

  6. Simplicio Figueira
    quarta-feira, 6 de abril de 2011 – 10:41 hs

    Sem contar as muambas “made in miami”.

  7. CIBELE
    quarta-feira, 6 de abril de 2011 – 11:03 hs

    Taí, gostei! essa medida precisa ser estendida às escolas estaduais, pois parece mercado livre. Vendem panos de prato, roupas, perfumes, compotas…O mais triste é que existe uma portaria que proíbe, porém, os diretores se fazem de mortos enquanto os professores ficam se endividando e deixando ali parte dos seus vencimentos.

  8. Aristides de Maringá
    quarta-feira, 6 de abril de 2011 – 12:57 hs

    Muito boa essa decisão.
    Então bom lembrar aos senhores deputados que é proibido comercializar produtos na AL.

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