Ducci abre procedimento administrativo sobre radares | Fábio Campana

Ducci abre procedimento administrativo sobre radares

O prefeito Luciano Ducci determinou nesta segunda-feira (14) a abertura de procedimento administrativo pela Urbanização de Curitiba S/A (Urbs) para apuração de possíveis irregularidades na execução de contrato pela Consilux Consultoria e Construções Elétricas.

O prefeito também determinou que a Urbs notifique judicialmente a Consilux sobre a abertura do procedimento. Com a medida judicial, a Consilux receberá também por meio da Justiça a notificação sobre a abertura do procedimento.

O procedimento administrativo estabelece o prazo de cinco dias para que a Consilux apresente sua defesa e preste os esclarecimentos necessários.

“Apesar da garantia legal de cinco dias para a Consilux exercer sua defesa, esperamos que a empresa responda o mais rapidamente possível, contribuindo para a transparência deste processo”, disse a diretoria jurídica da Urbs, Marilena Indira Winter.

A Consilux foi citada em reportagem do Fantástico, no último domingo, sobre empresas que teriam cometido irregularidades no serviço de implantação de radares e lombadas eletrônicas em outras cidades brasileiras.

Em Curitiba, a Consilux foi contratada pela Urbs em 1 de fevereiro do ano passado para locação, manutenção e operação de 140 radares, após licitação que contou com sete concorrentes.

O processo de licitação, aberto após realização de audiência pública, foi acompanhado por representantes do Tribunal de Contas do Estado e do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), que fez a avaliação das propostas técnicas apresentadas pelos concorrentes.


18 comentários

  1. PAULO
    segunda-feira, 14 de março de 2011 – 16:38 hs

    SEI……..

  2. ELEITORA
    segunda-feira, 14 de março de 2011 – 17:03 hs

    QUEM SÃO OS DONOS DA CONSILUX???????????????????????????????????????

  3. CLOVIS PENA -
    segunda-feira, 14 de março de 2011 – 17:06 hs

    Vamos ver a defesa.

  4. Gerson Martins
    segunda-feira, 14 de março de 2011 – 17:08 hs

    Sr. FÁBIO, vem aí mais um assunto que irá virar pizza, vai ficar um jogo de empurra de um lado para o outro que não vai dar em nada.

    Sr. Ducci, se pretende manter-se de cabeça em dia, tem a obrigação de vir à publico e mostrar tudo o que está sob o tapete, o olha que deve ter muita coisa.

    Caso contrário é outro que ira amarelar e perder a eleição.

    CHEGA DESSES “AMARELÕES” NA POLITICA.

  5. S Y N F R O N I O.
    segunda-feira, 14 de março de 2011 – 18:36 hs

    SE O TC, participou da licitaçao, se mexer sai coelho do mato.

  6. VERDADE
    segunda-feira, 14 de março de 2011 – 18:45 hs

    Será que o representante do Tribunal de Contas é o mesmo que fiscalizava o Porto de Paranaguá, o tal do Agileu?

  7. Flavio O.Homero
    segunda-feira, 14 de março de 2011 – 19:56 hs

    SABE O QUE SIGNIFICA “PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO”?
    SIGNIFICA QUE NADA SERÁ APURADO COMO SEMPRE.
    NO FIM VAI SOBRAR PARA O REPORTER………..

  8. ANDRÉ
    segunda-feira, 14 de março de 2011 – 20:15 hs

    O Felipão conseguiu que sua equipe fizesse muitos gol com JOGADAS ENSAIADAS…

  9. Marcão
    segunda-feira, 14 de março de 2011 – 20:22 hs

    A URBS investigar a CONSILUX, tá de brincadeira esse DUCCI…
    Isso aí é assunto para a Polícia Federal…
    Tem que meter todo esse bando na cadeia, inclusive a diretoria da URBS!!!

  10. Ana Moura
    segunda-feira, 14 de março de 2011 – 21:15 hs

    O Prefeito Luciano Ducci fez o certo: Pediu uma investigação sob os olhares atentos dos guardiães da lei. É o que lhe cabe como gestor público. Esperemos e não esqueçamos isto tão cedo.

  11. César Schmidt
    segunda-feira, 14 de março de 2011 – 21:17 hs

    Ducci foi pego de surpresa com essa notícia bombástica. Terá que ter muita paciência pra lidar com isto. Gerenciar esta crise e promover justiça.

  12. Ferreirinha
    segunda-feira, 14 de março de 2011 – 21:20 hs

    Quando o “pardal” – bem que poderia ser chamada de urubu, aponta que alguém dirige a 61 quilômetros, por hora … Poderiam provar? E como o motorista fica sabendo que está a 61 KM? E poderiam provar que o motorista ultrapassou o sinal vermelho … pois só mostram a foto do carro (que poderia se em q´q lugar…
    P O R Q U E não fotografam o veículo e o sinal vermelho? …

  13. CAÇADOR DE PETISTAS
    segunda-feira, 14 de março de 2011 – 21:37 hs

    DEMOROU.

    Porque somente agora Ducci ou, você não sabia de nada, a exemplo do PT?

  14. Polêmico
    segunda-feira, 14 de março de 2011 – 22:43 hs

    Procedimento para apurar e punir os envolvidos se tem ou para esconder os culpados e falhas?

  15. Pedro Garcia
    segunda-feira, 14 de março de 2011 – 22:47 hs

    Porque será que o Prefeito de Pato Branco, Roberto Salvador Viganó também não segue o exemplo do Prefeito de Curitiba?
    Perguntar não ofende!!!

  16. ivanowski
    segunda-feira, 14 de março de 2011 – 23:00 hs

    . E agora, Batistella???
    . Defensora fervorosa dos radares em Ctba. Que dizes???

  17. Luiz Henrique
    segunda-feira, 14 de março de 2011 – 23:14 hs

    Quanta ignorância e falta de respeito. Em nenhum momento durante a reportagem do Fantastico, citaram alguma irregularidade na Prefeitura de Curitiba, ou com a URBS. Não sou politico, não sou func publico, e não tenho interesse em proteger ninguém, mas basta lançarem uma noticia, que certos “professores de Deus”, saem correndo, acham-se acima da verdade, criando situações para julgar a conduta de pessoas. Se levantam suspeitas, mostrem as “PROVAS”. 1- O Prefeito Ducci em Curitiba, está totalmente amparado, por uma licitação transparente, sob supervisão do Tribunal de Contas. 2- Nada mais, nada menos, foi o TECPAR responsavel pela aprovação técnica (não teria um orgão melhor). 3- Na licit de Curitiba, tiveram 7 (sete) empresas.
    Aos criadores de caso, e cultivadores de inverdades, a ATITUDE da URBS + Prefeito, são demonstrações da transparência e seriedade no trato para com os curitibanos. Em ctba não vai virar pizza !

  18. Ana Maria
    terça-feira, 15 de março de 2011 – 8:06 hs

    Ducci tem razão no que está fazendo. Ele não pode arcar com o ônus disto. Faz anos que essas empresas atuam por aqui e faz anos que os processos licitatórios aconteceram.

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