Kassab convida Ney Leprevost para o PSD | Fábio Campana

Kassab convida Ney Leprevost para o PSD

O deputado Ney Leprevost, do PP, acaba de deixar o gabinete do prefeito Gilberto Kassab, de São Paulo. Ney foi convidado por Kassab para ingressar no PSD, o novo partido que pretende reunir todos os descontentes e mal acomodados nos partidos atuais. A mudança para uma sigla nova não caracteriza infidelidade e é a única brecha para os políticos que tem mandato mudar de endereço.

Kassab contou a Leprevost que insiste no convite a Gustavo Fruet para entrar no PSD e ser candidato a prefeito de Curitiba pela nova sigla. Ele virá à Curitiba para uma reunião com lideranças locais e também com Fruet.

Confidenciou que foi procurado por Marcelo Almeida e pelo deputado Reinhold Stephanes, que estariam interessados no novo partido.


4 comentários

  1. Osmario Martins Ribas
    sexta-feira, 25 de março de 2011 – 11:22 hs

    Se essa mudança de partido, de fato, não configura infedilidade partidária. Deve sim o deputado Ney Leprevost, deixar o quanto antes o PP e que a turma de Maringá continue dando as cartas. É isso que eles querem, que o façam. Até quando, ninguém sabe.
    Ney, não pode e nem deve ficar prisioneiro desse partido fadado ao esvaziamento pelo menos no Paraná. Vida nova no novo partido. Afinal o deputado mais votado de Curitiba, tem que ter representatividade e força e não ficar feito, ministro sem pasta.

  2. Paulo Malucelli
    sexta-feira, 25 de março de 2011 – 16:16 hs

    Começaram as articulações para 2012! Com o Ney de vice, não tem para ninguem! Gustavo Fruet 2012!

  3. André Sobania
    sábado, 26 de março de 2011 – 9:59 hs

    Com ctz e dentro em pouco o PSD será um dos maiores partidos do Brasil pois as legendas atuais estão estagnadas pelos seus “donos”.
    Por isso que Kassab resolveu pular fora do DEM porque ai ja deu perda total,com os sucessivos escandalos de arrudas e cia ltda.

    Att

    André Sobania

  4. J C Weil
    segunda-feira, 28 de março de 2011 – 14:01 hs

    A política brasileia “precisa” de uma novidade. Mas esta novidade deverá vir acompanhada de comprometimento entre “o andar de cima e o debaixo”. Pesquisas comprovam que partido “não serve pra nada” no Brasil, quando se trata do eleitor escolher em quem votar, porque o eleitor vota na pessoa e não no partido, comprovadamente. A reforma partidária no Brasil se tornou uma prioridade, porque os partidos políticos deixaram de expressar a opinião coletiva, para se tornarem siglas de “donos”. Com todos eles foi assim; portanto, não espanta a falta de interesse do cidadão comum em “participar ou se filiar a um partido político”. Que a criação do PSD venha preencher a lacuna da falta de princípios e objetividades que os atuais partidos representam. E que o PSD seja criterioso e escolha a dedo seus componentes, não esquecendo das bases, para não ocorrer o que presenciamos com outras atuais siglas, que nasceram grandes, forte e, por substimarem as bases, hoje estão agonizando e “dando adeus” ao cenário político. O Brasil precisa mudar seu “status” político.

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