Ipea lança estudo sobre violência e segurança pública no Brasil | Fábio Campana

Ipea lança estudo sobre violência e segurança pública no Brasil


Segunda edição do estudo, divulgada nesta quarta, 30, mostra em quais regiões é maior o medo de ser assassinado

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou nesta quarta-feira, 30, às 10 horas, o Sistema de Indicadores de Percepção Social (SIPS) sobre Segurança Pública. A coletiva de imprensa foi na sede do Instituto, em Brasília (Setor Bancário Sul, Quadra 1, Edifício BNDES/Ipea, auditório do subsolo), com transmissão ao vivo pelo portal do Instituto.

O estudo mostra como os cidadãos percebem a atuação do poder público em relação ao problema da criminalidade e da violência. As informações são apresentadas por regiões brasileiras. O SIPS revela, ainda, em quais regiões é maior o medo de assassinato e compara a sensação de segurança com a taxa de homicídios dolosos.

A pesquisa
Os dados para a realização do SIPS foram coletados em 2010, nos domicílios dos entrevistados. A amostragem considerou a distribuição dos domicílios em cotas para Brasil, regiões, e as variáveis de controle validadas posteriormente: sexo, faixa etária, faixas de renda e escolaridade.


4 comentários

  1. tony
    quinta-feira, 31 de março de 2011 – 19:15 hs

    Espero que a Secrtaria de Segurança estadual receba urgentemente o tal estudo, porque o que temos demais por aqui, é falta de segurança. Tony

  2. Albert Pike
    sexta-feira, 1 de abril de 2011 – 8:15 hs

    A situação da violência no Paraná tende a crescer visto que adotamos a metodologia do Rio de Janeiro, ou seja criando um Batalhão de Repressão (BOPE) para criar o terror nos marginais, e claro no cidadão de bem também terá um projetil perdido em sua face. O sistema de polícia comunitária e condenado por membros que pensam que a violência só pode ser combatida com violência, grande erro. A forma de ensinamento, da submissão pelos seus superiores e pelo medo, tortura, e degradação da pessoa humana parece aprovado pelo poder constituído, ripadas, choques, mordidas, trote de formatura, que será claro repassado ao cidadão como algo normal, ou seja levarão porrada. E vendo nos filmes Tropa de elite que relacionam o treinamento de nossos policiais, o uso método de combatente militar em tempos de guerra. Recordar e viver: O ataque aos professores lembram de um tenente que deu a ordem para lançar as bombas, como a PM e eficiente e fácil ver quem estava escalado naquele dia, e hoje comanda o Batalhão que teremos história igual no futuro. Quem bate em seus própios companheiros além de covardes, perdem a honra, a disciplina, e acima de tudo a dignidade.
    “O que fizemos apenas por nós mesmos morre conosco; o que fizemos pelos outros e pelo mundo permanece e é imorta. Albert Pike

  3. BOPE - PR
    sexta-feira, 1 de abril de 2011 – 8:34 hs

    Estamos perdendo a sobriedade diante do ópio da necessidade de se ter polícias cada vez mais truculentas. A mistura da realidade com a ficção, e vice versa, acaba gerando um pensamento único: o BOPE como política pública de segurança, haja vista ser isso também que o povo deseja do Estado. Parece ter sido nessa dimensão que o Governador do Paraná, Orlando Pessuti, transformou a Companhia de Polícia de Choque da PM em Batalhão de Operações Especiais, o BOPE paranaense. Segundo ele, os Estados brasileiros estão criando seus BOPEs, justificados pelo aumento da criminalidade e da violência nos centros urbanos, e o Paraná não poderia ficar de fora, pensando também já na Copa de 2014.Ainda que essa medida seja simpática para maioria da população, não posso deixar de alertar para os riscos de se pegar carona na popularidade de um filme para fortalecer a violência policial. Sabemos que Segurança Pública se faz com investimentos em educação e saúde de qualidade, programas de lazer e geração empregos, especialmente para a juventude. A Polícia de Choque já é meio suspeita de ser violenta em suas incursões. Doravante, com a construção social e cultural, do nome BOPE, ela poderá se achar no direito também de usar as famigeradas “sacolinhas pedagógicas” em suas ações, sobretudo nos presídios e cadeias públicas para saber onde estão os estoques, drogas e celulare .Pe. Edivan Pedro dos Santos*

  4. Sidnei Belizário de Melo
    sexta-feira, 1 de abril de 2011 – 8:54 hs

    Acredito que somente combateremos a violência tendo mais policiais para investigar (PC) os crimes, e evitá-los (PM) Na cidade Curitiba e na Região metropolina, os crimes relacionado ao tráfico e uma realidade crescente. Precisamos aumentar o efetivo em ambas as policiais, Civil e Militar, além de dar uma remuneração justa para que estes desempenham 100% suas funções para a população. Aprovação do estatuto da Policia Civil, e primordial, assim como a PEC para a PM.

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