Bancada feminina paranaense defende maior participação | Fábio Campana

Bancada feminina paranaense defende maior participação

Joyce Carvalho de O Estado do Paraná

Uma presidente mulher pela primeira vez na história do Brasil. O governo federal conta com nove ministras. Os cargos de vice-presidente na Câmara dos Deputados e no Senado Federal sendo ocupados por mulheres. Posições importantes dentro da política, que ainda vão de encontro à pequena quantidade de mulheres que se arriscam e que obtêm sucesso nesta carreira. No Dia Internacional da Mulher, celebrado nesta terça-feira (8), as mulheres que se consolidaram ou que entraram recentemente na carreira política comemoram o avanço da participação, mas ressaltam que ainda há muito o que fazer para ampliar a influência feminina.

Atualmente, são onze senadoras entre as 81 vagas no Senado Federal. Entre elas está a senadora paranaense Gleisi Hoffmann (PT). Na Câmara Federal, as duas representantes do Paraná – Cida Borghetti (PP) e Rosane Ferreira (PV) – estão entre as 46 deputadas federais da atual legislatura, que conta com 513 deputados no total. Na Assembleia Legislativa do Paraná, entre os 54 deputados estaduais, apenas quatro mulheres: Cantora Mara Lima (PSDB), Luciana Rafagnin (PT), Marla Turek (PSC) e Rose Litro (PSDB). Na Câmara Municipal de Curitiba, a bancada feminina é formada por Dona Lourdes (PSB), Julieta Reis (DEM), Nely Almeida (PSDB), Noemia Rocha (PMDB), Professora Josete (PT) e Renata Bueno (PPS). São seis vereadoras entre as 38 vagas.

“Estamos vivendo uma situação interessante e um momento muito importante. Lógico que 46 mulheres entre 513 deputados é muito pouco. Mas nunca na história ocupamos tanto espaço. E temos um grande desafio pela frente. Fazer com que as deputadas, as ministras, nossa presidente façam valer os mandatos e mostrem que vale a pena fazer política e que os mandatos tenham significado para as mulheres”, comenta a deputada federal Rosane Ferreira (PV).

A vereadora Julieta Reis (DEM) afirma que a participação das mulheres não aumenta por vários motivos, entre eles as dificuldades de conseguir recursos financeiros suficientes para competir nas campanhas políticas. Isto está ligado inclusive à origem das mulheres que entram ou pretendem entrar nas carreiras políticas. Normalmente, são líderes comunitárias ou voluntárias de ações sociais. “Muitas delas têm capacidade e competência, mas não têm estrutura para vencer as eleições”, comenta. A vereadora ainda lembra que algumas mulheres de sucesso na política possuem um grande apoio familiar, como o caso da governadora do Maranhão, Roseana Sarney.

A deputada estadual Cantora Mara Lima (PSDB) ressalta que ela e as outras três deputadas na Assembleia Legislativa se uniram e criaram um bloco. “Somos quatro, mas representamos a maioria da população no Estado”, conta.


7 comentários

  1. terça-feira, 8 de março de 2011 – 17:18 hs

    Eu assino embaixo dessa fala da nobre vereadora Julieta Reis, que a meu ver soube captar tão bem os motivos, pelos quais, a maioria das mulheres não aderem á participar mais acirradamente na política de nosso país, o Brasil, como representantes do povo, nas urnas…nas eleições. Eu mesmo, pela 1ª vez, (competi ao cargo de vereadora em 2008, por Curitiba, mas não tendo condições financeiras, e muito menos, (por esse mesmo motivo….),o apoio familiar, não quero mais saber de política…nesse sentido, de me expor ….

  2. CAÇADOR DE PETISTAS
    terça-feira, 8 de março de 2011 – 18:36 hs

    Publicai ai ou a Lei da mordaça já esta valendo?.

    O mundo esta acabando e perdendo essa tradição graças a essas comunistas e feministas de merda como a orix, é só ver o resultado. Agora, depois da onda vermelha, vem e esta mulherada populista do PT, querendo daqui a pouco fazer com que os homens sejam seus escravos sexuais ou fiquem em casa cuidando da comida e dos filhos, só porque elegeram uma quadrilheira a Presidente.. A UE ta com uma taixa muito baixa de natalidade e uma das culpas é que a mulher esta mais preocupada com o emprego do que cuidadr do filho em casa..Elas acham que colocar um filho em uma creche ja esta resolvido, mas esquecem que o maior amor que um humano quer é o justamente da mãe, e o divórcio também é uma das causas dessa tal geração de mulheres independentes (que de independentes não tem porra nenhuma), o que acaba gerando uma juventude de maconheiros (a maioria dos maconheiros são filhos de pais separados).

    Cala a boca galega, chega de populismo.

  3. jorginho
    terça-feira, 8 de março de 2011 – 23:10 hs

    … é linda … o único problema é que é loira….

  4. Vigilante do Portão
    quarta-feira, 9 de março de 2011 – 4:08 hs

    A Gleisi, sempre fazendo uma “marolinha”.

    Quero saber quendo a Senadora vai apresentar aquele projeto de APOSENTAR as donas de casa.

    APOSENTAR SEM PAGAR INSS.

    Aposentar pagando, já existe.

  5. cadu
    quarta-feira, 9 de março de 2011 – 14:57 hs

    ENTÃO FAÇAM POR MERECER A MAIOR PARTICIPAÇÃO, E COMO BEM LEMBRADO PELO VIGILANTE CRIE LOGO ESSA LEI, MINHA MÃE JÁ TEM IDADE MAS NÃO CONSEGUE SE APOSENTAR.

    RIDÍCILO.

  6. Anônimo
    quarta-feira, 9 de março de 2011 – 18:41 hs

    O vigilante do latão e caçador de petista macho,pegue o serra eo fhc e leva prá suas casas,não gosta de coisa bonita né comedores de giló

  7. CAÇADOR DE PETISTAS
    quinta-feira, 10 de março de 2011 – 13:44 hs

    ANONIMO.

    Não gosto de porcaria.

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