83% dos curitibanos nada sabem sobre a reforma política | Fábio Campana

83% dos curitibanos nada sabem sobre a reforma política

O deputado federal Sandro Alex (PPS-PR) encomendou levantamento ao instituto Paraná Pesquisas a respeito da reforma política. O paranaense é titular da Comissão da Reforma Política que será aberta nesta terça-feira (1°), meio-dia, no plenário da Câmara dos Deputados.
Pontos importantes foram abordados na pesquisa como financiamento público de campanha, reeleição, voto distrital, voto obrigatório, entre outros. A maioria absoluta dos curitibanos é contra o financiamento público de campanha.

Algumas perguntas feitas na pesquisa:
O Sr(a) sabe que está em estudo uma proposta para a mudança da forma como são feitas as eleições no Brasil?

Sim 17,04%
Não 82,96%

O Sr(a) concorda ou não concorda que as campanhas eleitorais sejam financiadas com recursos públicos?

Concorda 11,94%
Não concorda 86,19%
Não sabe 1,87%


8 comentários

  1. Zangado
    terça-feira, 1 de março de 2011 – 11:02 hs

    Gente boa desse Estado – o analfabetismo político grassa entre nós.

    É por esta circunstância que se reelegeram mais de 80 % dos deputados, inobstante os “diários secretos”; se reelegeu Requião inobstante o cabedal de denúncias pública e o escandaloso compadrio estabelecido entre os poderes públicos estaduais para não apuração de ilegalidades de seu governo, e, a cada momento, se esvai da memória de todos, como areia, o nome daqueles em quem votaram, conforme já apurou recente pesquisa.

    Porisso, são cruelmente reais as palavras de Brecht:

    “O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos que é o político vigarista, pilantra, o corrupto e lacaio dos exploradores do povo.”

    Até quando ?

  2. terça-feira, 1 de março de 2011 – 11:40 hs

    Estou vendo que isso é verdade é só notar as postagens feitas por internautas desse site,que até parecem que nunca saiu de Curitiba,para criticar tanto um valoroso politico como o ex governador requião,parece que nunca andaram pelas estradas do Paraná no tempo do governo Lerner.Acredito que Roberto Requião foi o melhor governador do Paraná de todos o tempos.

  3. Cascavel
    terça-feira, 1 de março de 2011 – 12:24 hs

    Deveria ser financiada pelo próprio governo em com um valor igual para cada candidato e ser proibido financiamento de empresas ou grupos.
    Do jeito que é hoje os eleitos ficam presos em seus financiadores e contra o povo.
    Para favorecer empresas corta-se gastos que trazem beneficio a população e paga-se baixos salários aos funcionários públicos enquanto paga-se muito para alguns que ocupam cargos ditos de confiança.

  4. Sergio Silvestre
    terça-feira, 1 de março de 2011 – 13:00 hs

    Engraçadissimo,os 83% que não sabem de nada é o mesmo percentual de aprovação que o sr beto richa tinha como prefeito.
    Isso prova que o…………?

  5. KINGSTON
    terça-feira, 1 de março de 2011 – 13:48 hs

    Que não sabem ler é notório.
    Ignorantes é claro que são.

  6. Ferreirinha
    terça-feira, 1 de março de 2011 – 14:09 hs

    A única coisa que sei é que haverá uma diminuição de 15 deputados. Ou seja, muda nada com respeito a projetos; todavia, é a contribuição deles para enxugamento da despesa …

  7. Mauro Ignacio
    terça-feira, 1 de março de 2011 – 15:50 hs

    A reforma política deve sair do papel, a mesma pesquisa mostra que a população quer o voto distrital e também votar no seu candidato e não e lista fechada.
    Outra proposta é o fim do voto proporcional, ou seja, quem tem voto se elege.
    A classe política está desacreditada e se não mudar as regras do sistema eleitoral com o efeito Tiririca poderá ficar muito pior, ao contrário do que pregou o palhaço na campanha.

  8. luis gringo
    quarta-feira, 2 de março de 2011 – 5:32 hs

    Mauro Ignacio, dessa forma vamos continuar no personalismo.
    Assim os partidos ficam so para ser usados por quem o poder e o dinheiro.
    Eu prefiro lista assim se fortalecem os partidos e as ideologias e não as pessoas que depois votam de acordo de conchavos ou por troca de favores.
    Não ao voto distrital e sim a lista!!!

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