Sem acordo, índios permanecem na sede da Funai em Curitiba | Fábio Campana

Sem acordo, índios permanecem na sede da Funai em Curitiba

Foto: Daniel Caron

Mara Andrich do Estado do Paraná

Cerca de 40 índios ainda permanecem na base técnica da Fundação Nacional do Índio (Funai), em Curitiba, nesta quarta-feira (16). Eles ocupam o local desde o início da semana para reivindicar que o Termo de Ajuste de Conduta (TAC) firmado entre o Ministério Público Federal e a Funai em Brasília – que prevê a recriação de três sedes no Paraná – seja cumprido.

Em 2009, o decreto federal 7.056 extinguiu várias sedes da Funai em todo o País. No Paraná, a base técnica de Curitiba foi mantida, mas os índios querem que os postos de Londrina, Guarapuava e Curitiba sejam recriados. Um TAC foi firmado para tentar reverter a situação, e ele deveria ter sido cumprido em dezembro do ano passado, o que não ocorreu. Os índios prometem permanecer no posto de Curitiba até que a situação seja resolvida.

A reportagem fez contato com a Funai em Brasília para verificar se há previsão de quando o TAC será cumprido, mas por enquanto não obteve resposta.


7 comentários

  1. Parreiras Rodrigues
    quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011 – 14:51 hs

    Um país que não respeita os descendentes dos seus primeiros moradores, dos seus mais legítimos pioneiros, receber o respeito do concerto das demais nações haverá de como?

    Massacrados pelas Bandeiras, usados pela Igreja, nem agora os nossos irmãos são merecedores da devida e justa consideração por parte do Governo.

  2. CHAMA O SERIGHELLI
    quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011 – 18:11 hs

    Que ele já dá um jeito nisso
    Afinal esse é o seu papel no Governo do Estado.
    Com ele não tem diferença Indio Federal , Estadual ou Municipal.

  3. Sergio silvestre
    quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011 – 18:57 hs

    Os indios não são mais os tontos que eram em decadas passdas.
    Hoje vivem bem com escessão,daqueles que cai na manguaça.
    Indios hoje vivem nos padrões da nossa pirâmide social,tem os ricos,os moderados ,os pobres e os mendingos.
    Dizer que nós não os respeitamos,e que os exploramos,pode ter
    acontecido no passado,hoje se inverteu,reivindicam,esploram e são
    bem acessorados por bons advogados.
    Tem um caso aqui da reserva de apucaraninha ,em que os indios
    queriam roialtes por causa das torres que passavam em suas terras,prova esta que de bobos não tem nada.
    Em todas as tabas,confortavéis em suas ocas com ar condicio
    nado,os caciques e os pajés,com seus advogados oportunistas
    vivem tramando como tirar dinheiro do governo.
    Assim como nós,sofrem com suas politicas internas,e os menos vivos ,como n´s roem o osso.

  4. Juca Tomaz
    quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011 – 19:41 hs

    Chega de apadrinhar bugre. Índio merece levar lambada como qualquer branco quando merecer. E invasões, protestos, submissão de funcionários a cárcere privado, depredação de bens públicos e muitos outros mais crimes que essa bugrada comete deveriam ser punidos com rigor. E esses índios brasileiros que deixem de se influenciar e ser manobrados pela CUT, MST, Via Campesina e outras organizações criminosas que o governo Lula sempre amparou e a guerrilheira continua apoiando.
    ferro na bugrada….

  5. quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011 – 20:39 hs

    Campana, os índios ameaçam ocupar outras sedes da Funai no Paraná caso não sejam atendidas suas reivindicações.

  6. Parreiras Rodrigues
    quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011 – 22:29 hs

    O comportamento, o jeito deles viverem hoje, ô Sérgio, é consequencia dos usos e costumes que lhes impusemos.

    Afogam suas mágoas na bebida porque lhes tiramos o que lhes era mais caro, a liberdade, a cultura.

    A sua postura é simplista, própria de acomodado.

  7. Sergio Silvestre
    quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011 – 14:00 hs

    Sr parreiras(tomará que de um bom malbec suavignon),estavá indo
    pescar no rio piquiri,e tinha que percorrer 120 km de estrada de terra.Quando tinhamos andado 50 KM,tinha uma barreira com uns quinze indios,formando uma barricada,cobrando pedágio.Erá, 250 reais a caminhonete e 200 reais a carreta.
    Nós tentamos voltar e quase fomos atacados,com negociação
    conseguimos pagar a metade e voltar para outro lugar,andamos mais quinhentos quilometros,perdemos dois dias de nossas férias
    e tivemos nossa integridade por um fio.
    Bom,esses indios não estavam ali reividicando,estavam faturando,
    armados,com suas caminhonetes traçadas do lado da estrada,vestidos com calças jeans e botas,então ali não estavá mais um indio,mas um cidadão ingresso na sociedade se aproveitando da condição de indio.
    Parreiras,existe sim ainda o indio que devemos proteger,mas eles não estão fazendo piquetes,nem extorquindo dinheiro dos brancos,
    Estes sim estão nas florestas,que ajudam preservar,o resto dos já
    escolados uma grande parte está faturando,deixando os mais simples como massa de manobra.

Deixe seu comentário:

Campos obrigatórios estão marcados com *

*

*