Deputado quer CPI do Grampo na Assembleia | Fábio Campana

Deputado quer CPI do Grampo na Assembleia

Do blog Caixa Zero de Rogério Galindo

O deputado estadual Marcelo Rangel, do PPS, disse que pretende apresentar ainda hoje um pedido de CPI para investigar as escutas ilegais encontradas na sede da Assembleia Legislativa do Paraná.

No fim de semana, foram encontradas três escutas de ambiente na Assembleia, em salas da presidência e da primeira- secretaria, além de um grampo telefônico e uma câmera de vídeo.

“Temos que fazer uma investigação até para saber se as pessoas que fizeram isso não fizeram o mesmo no Executivo, no Tribunal de Justiça ou no Tribunal de Contas”, disse.

Durante a sessão de hoje, Rangel pretende conseguir as 18 assinaturas necessárias para fazer a CPI.


6 comentários

  1. Tiago
    segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011 – 11:18 hs

    Quem fez e porque fez é o que todos queremos saber. Os seguranças é que não bancaram a coisa toda não teriam cacife para isso. Logo, tem máfia instalada ou querendo se instalar aqui.
    Acho que é coisa de gente das Comunicações.

  2. Loló
    segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011 – 11:18 hs

    Muitos Deputados não tem interesse em saber quem fez e o que foi gravado nestes grampos, eles tem é medo ! rs…

  3. jobalo
    segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011 – 11:28 hs

    O rangel , quer ajudar ? então comece atrabalhar de outra forma , cpi nunca deu certo, nunca termina , e quando termina voce sabe como termina , aparecer é bom.

  4. Zé do povo
    segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011 – 11:52 hs

    Quem “razerou” a ALEP?

    SÓ PARA NÃO ESQUECER:

    Arapongagem: Délcio Razera libertado

    Foi solto, na noite da última sexta-feira, com autorização da Justiça, o policial civil Délcio Razera, preso desde o dia 5 de setembro por grampear ilegalmente diversos telefones. Segundo informações do Ministério Público, os alvos seriam políticos, empresários e até inimigos pessoais dos envolvidos no esquema. Na ocasião, foram apreendidas diversas fitas gravadas ilegalmente. Razera estava prestando depoimento à Justiça de Campo Largo, mas os interrogatórios foram suspensos devido ao recesso do Judiciário.
    Desde que o policial foi preso por promotores e policiais do Grupo de Repressão ao Crime Organizado (Gerco), ligado à Promotoria de Investigação Criminal (PIC), o advogado de Razera, Luiz Fernando Comegnio, fez vários pedidos de habeas corpus, mas todos haviam sido negados pela Justiça. Às vésperas do Natal, veio a ordem judicial para que ele fosse solto. Quando foi detido, Razera estava trabalhando na Casa Civil do governo do Estado e se apresentava como assessor do governador Roberto Requião. …

    PARANÁ ONLINE

  5. José Diniz
    segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011 – 12:49 hs

    Marcelo Rangel, veja com o deputado Fabio Camargo, ele tem um pedido igual ao seu, salvo se estiver enganado.

  6. oportunidade
    segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011 – 13:57 hs

    CPI serve para alguma coisa?
    Qual deu certo?

Deixe seu comentário:

Campos obrigatórios estão marcados com *

*

*