Cortes no orçamento não saíram do papel | Fábio Campana

Cortes no orçamento não saíram do papel

O senador Alvaro Dias (PSDB), subiu a pouco no Plenário e criticou o anúncio do corte no Orçamento feito pelo Governo Federal nos últimos dias.

“O anúncio do corte de R$ 50 bilhões no Orçamento por enquanto é uma mera carta de intenções do governo”.


8 comentários

  1. henrique
    segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011 – 17:06 hs

    Favor usar o plural. Grato.

  2. Sergio Silvestre
    segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011 – 17:54 hs

    Eo senador tentando se manter nos holofotes depois que pisou
    nos tomates,com a balala de aposentadoria.
    Precisa tomar cuidado com o que fala,porque ultimamente,não
    sei se é por causa da sua transição para a senilidade,tem feito
    coisas que até Deus duvida,virou um trapalhão.

  3. Joãozinho
    segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011 – 19:23 hs

    Claro que não sairá do papel…Isso estava previsto para um possível corte do faz-de-conta do governo do PT

  4. CAÇADOR DE PETISTAS
    segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011 – 19:37 hs

    O senador esta certo. Pura demagia da mais nova quadrilheira, a sra. Estela, cria do Ditador fascista, o verme Lula da Silva.

    PT, o câncer do Brasil

  5. ELVIS GIMENES
    segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011 – 20:20 hs

    alguém ainda se preocupa com o aposentado precoce??

  6. Gerson Martins
    segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011 – 20:32 hs

    O senador vai doar o que? para quem???????

    Só cuidado ao emitir o “recibo” – se o ano passado é 2010…..

  7. Lucas
    segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011 – 22:57 hs

    Ó Alvaro dias não perde uma oporunidade p/ aparecer.
    2014 ,Fernanda Richa senadora, quero só ver a cara do senhor honestidade, aquele que pediu á aposentadoria de 24 mil p/ caridade.

  8. S Y N F R O N I O.
    terça-feira, 15 de fevereiro de 2011 – 15:23 hs

    Essas emendas parlamentares, sao os meios que os ilustres senadores e deputados usam pra recuperar os gastos de campanha, chega no minimo
    10%, a onde se destinan.

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