Governo quer baratear preço de computadores | Fábio Campana

Governo quer baratear preço de computadores

Em entrevista a Gazeta do Povo, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse que está costurando um acordo entre governo, indústria e revendedores para ampliar para 20 milhões o número de computadores a serem fabricados no Brasil neste ano e, assim, baratear o produto.

O volume é 42% superior ao produzido no ano passado (14 milhões de unidades, segundo a Associação Brasileira da Indústria Eletroeletrônica) e maior do que a previsão inicial de 17 milhões feita por empresários do setor para 2011. Para isso, o governo estuda promover mais isenções fiscais, abrir novas linhas de crédito em bancos públicos para a compra de computadores e oferecer outros incentivos dentro da revisão da política industrial que deve ser anunciada nos próximos dias.


7 comentários

  1. Vigilante do Portão
    sábado, 29 de janeiro de 2011 – 17:30 hs

    Hummm
    Isenções, dilações de prazos….

    Hummmm.

  2. CAÇADOR DE PETISTAS
    sábado, 29 de janeiro de 2011 – 19:03 hs

    É com tristeza que vemos nossa Pátria caminhar celeremente para o abismo, o incréu petismo movimenta suas hostes para disseminar em nossa América Latrina a degeneração que é o fulcro de suas deletérias politicas, já sobejamente exercidas durante o mandato do usurpador Mefisto de Garanhuns.

    Agora, para o coroamento de suas intenções sórdidas, o Poder será exercido por uma fantoche, uma femea de bastos bigodes, terrorista inclemente,vil manipuladora das vontades do povo, uma assassina contumaz dos não nascidos, sem Deus no coração e na mente apenas os ditames e regulamentos emanados por Marx, Lenin, Stalin e Fidel Castro.

    Invectivados seremos por estas femeas que não conhecem seus lugares: de mães, de cozinheiras, de arrumadeiras, de propensas a serem, por designio de fé, um porto seguro para as nossas necessidades de perpetuação da espécie.

    Parte da manobra petelho-lesbiana já é do conhecimento geral: o onanismo será a regra, o pederastismo obrigatório, a orgia um dever, vigiados seremos pela corja de comunistas comunicólogos que afeitos serão ao governo da fantoche: Paulo Henrique Amorim, Luis Azenha, Eduardo Guimarães e Rodrigo Vianna – comunistas de longa data, agentes da 3a Internacional, que nomeados pela Terrorista Bulgara, controlaram nossa midia através de seus “diktalts” goobelianos. O Fim se avizinha para a decencia e a democracia dos puros homens bons e de fé.

    Acordem brasileiros, acorem para este mal, chamado PT.

  3. Lost in the net
    sábado, 29 de janeiro de 2011 – 20:07 hs

    Acho que o PB ta meio perdido com relaçao ao tema – Computadores e Internet – veja no caso do PNBL – Deveriamos ter mais competição mas a TELEBRAS nao consegue sair do atoleiro estatal que se meteu – Com competicao, acesso digital tera custo residual. O valor estara nos servicos e aplicacoes. Comparando-se com a telefonia celular o acesso e’ o aparelho, este foi massificado pela competicao, que trouxe investimento. O PNBL deveria ter como base oferecer infraestrutura e impostos baixos em troca de competicao.

  4. Defer
    domingo, 30 de janeiro de 2011 – 15:58 hs

    o governo tem é que fazer a reforma tributaria isso sim, para pagarmos impostos mais justos, automaticamente tudo ficará mais barato no brasil!

  5. Pedro Paulo
    domingo, 30 de janeiro de 2011 – 16:10 hs

    Computador sem acesso a internet não serve pra quase nada. Internet essa que é carissima, que é de pessima qualidade.As operadoras vendem e só entregão 10% daquilo que compramos e ninguem diz nada, e pior que ainda vem politicos fazer demagogia com acesso a era digital no país. Ainda bem que isso só aconteçe nos planeta dos macacos. E assim caminha a humanidade pro século XXI.

  6. S Y N F R O N I O.
    domingo, 30 de janeiro de 2011 – 17:23 hs

    Defer, em tuas poucas linhas, fizeste o melhor comentario, ao contrario do des
    lumbrado caçador, que so posta asneiras.

  7. Fabi
    segunda-feira, 31 de janeiro de 2011 – 17:07 hs

    assino em baixo tambem ao synfronio e ao defer prescisamos é da reforma tributaria para que todos paguem impostos decentes e que todo brasileiro e empresario e consumidor seja beneficiado, não apenas uma classe como quer o ministro!

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