Pessuti cortou 1,5 mi do Provopar | Fábio Campana

Pessuti cortou 1,5 mi
do Provopar

No dia 1 de agosto o governador Orlando Pessuti interrompeu o único repasse de verba oficial ao Provopar, que existia desde o governo de Alvaro Dias e vinha do Detran. Desde àquela época, para cada placa personalizada (aquelas onde o dono do veículo escolhe as letras e números), R$ 50 eram destinados à entidade que, assim, auxiliava projetos das Apaes, hospitais, clínicas de tratamento de drogados, etc. O dinheiro também servia para pagar os 32 funcionários do Provopar.

Segundo Lucia Arruda, presidente do Provopar, o corte chega a cerca de R$ 1,5 milhão até agora. Como se sabe, assim que assumiu o governo, em 1 de abril, Pessuti tentou mudar a direção do Provopar, mas Lucia, que é irmã do ex-governador Roberto Requião, resistiu e não pode ser demitida porque a entidade não é órgão do governo.

Agora ela quer saber onde foi parar o dinheiro que deveria servir à assistência social.


7 comentários

  1. José Diniz
    quarta-feira, 1 de dezembro de 2010 – 16:17 hs

    Lucia Arruda, sei que gosta de nepotismo, saia do cargo, procure o ministério público ( minúsculo de propósito), essa tal da pic, faça a denuncia. Depois assuma a chefia de gabinete do João Arruda. Ponto final.

  2. a todo vapor
    quarta-feira, 1 de dezembro de 2010 – 19:33 hs

    Essa Lúcia que não larga o osso…. mudou o estatuto do Provopar nos últimos dias do Requião para continuar trocando kombi por uns v… para o herdeirinho…

    Ela só esqueceu de dizer que desde aquela época do Alvaro, o Provopar era presidido pela Primeira Dama. Fato que só não ocorreu na gestão Requião pq a Maristela não queria….

    Falta bom senso e sobra mau caráter nesse tipo de pessoa.

    Mas ela não procura o MP pq ele vai atrás dela sozinho para saber para onde ia anteriormente o dinheiro do repasse…

  3. VERDADE
    quarta-feira, 1 de dezembro de 2010 – 19:58 hs

    Ih! vindo desse trapalhão do Pessuti tudo é possível! Agora eu quero saber onde está o dinheiro?

  4. ALEMÃO
    quarta-feira, 1 de dezembro de 2010 – 21:41 hs

    E o que restava do 1,5 milhão faziam o que? trocava por dolares para compor o fundo ” de armário” da famiglia? O lucia, vai procurar o caminhão de onde voce caiu.

  5. Anônimo
    quarta-feira, 1 de dezembro de 2010 – 22:58 hs

    Pessuti foi, depois de Jaime Lerner, o maior equívoco da história política recente do Paraná. Imaginar, que ele pode assumir um ministério no governo Dilma, da até calafrios.

    Essa do Provopar, é de doer na alma, somente um político sem escrúpulos chegaria esse nivel para atingir um inimigo.

    Espero, que o jovem e talentoso Beto Richa mude não somente esse quadro, mas consiga parar a ladeira que o Paraná vergonhosamente foi lançado, decorrente das roupas sujas lavadas pelo Panssuti e o Requião.

  6. José Carlos Gonzales
    quinta-feira, 2 de dezembro de 2010 – 0:08 hs

    Quer me parecer que este valor de R$ 50,00 (cincoenta reais) foi desviado para a SETP- Secretaria do Trabalho (dizem que é uma futura ex secretaria) pra ser repassado às entidades sociais.

    Não foi repassado não?

    Veja aqui: http://migre.me/2DDUt

    Mas, como tudo neste governo… vá saber se foi mesmo né?

    Jose Carlos Gonzales
    Santa Terezinha de Itaipu

  7. José Carlos Gonzales
    quinta-feira, 2 de dezembro de 2010 – 0:18 hs

    Complementando meu comentário anterior, o Provopar, administrado(?) pela irmã do requião (minúsculo proposital) não é o mesmo órgão que o próprion ex-governador queria que pagasse a bolsa de estudo dos meninos cegos de Angola?
    Aqueles mesmos meninos que trabalharam na campanha para o, hoje, senador?

    Mas, seria moralmente aceitável que uma entidade paranaense, que tem a missão primeira de cuidar do POVO DO PARANÁ, pagasse bolsa de estudos para estrangeiros em detrimento dos paranaenses?

    Principalmente considerando-se que estes meninos trabalharam para o sendor irmão da presidente do Provopar?

    Pode até ser juridicamente perfeito mas, moralmente é inaceitável.

    Não estou questionando aqui a necessidade de compartilhamento, de solidariedade humana a quem quer que seja, mas, se não temos como cuidar nem dos nossos vamos cuidar dos outros?

    Como posso cuidar da “familia dos outros” se não tenho COMPETÊNCIA nem para cuidar da “minha familia”?

    Tenha a santa paciência senhor senador!
    Não substime a capacidade de discernimento deste tão honrado povo!

    José Carlos Gonzales
    Santa Terezinha de Itaipu

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