A estranha licença concedida pelo IAP | Fábio Campana

A estranha licença concedida pelo IAP

Licença ambiental foi dada a uma empresa norueguesa. Contraria o laudo técnico do IAP – Instituto Ambiental do Paraná. A empresa produz tubos flexíveis e recebeu autorização para se instalar em uma ilha de Guaraguaçu, no litoral do Paraná.

Um técnico da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente disse à rádio BandNews que os pareceres técnicos e jurídicos emitidos internamente pelo IAP são negativos porque trata-se de uma área de qualidade ambiental muito alta onde vivem animais raros e ameaçados de extinção.

A Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental, a SPVS, também é contrária. Para o diretor executivo da instituição, Clóvis Borges, a licença deve ser cancelada.


7 comentários

  1. Piá Curitibano
    quinta-feira, 30 de dezembro de 2010 – 9:59 hs

    A Sociedade Civil deveriam olhar com mais profundidade essa ong SPVS. Pois, até onde entendo eles são o braço de uma organizaçãointernacional, aqui no Paraná, com vistas a créditos de carbono.

    duvidas:http://www.spvs.org.br/spvs/spv_historia.php

  2. LEAD
    quinta-feira, 30 de dezembro de 2010 – 10:15 hs

    Nooossa, isso deve ser a primeira vez que acontece. Os técnicos do IAP de um lado e a Diretoria de outro, cumprindo o pagamento de favores eleitorais.

  3. quinta-feira, 30 de dezembro de 2010 – 10:45 hs

    pra começar, guaraguaçu nao é ilha…
    a empresa será instalada em região portuária.

  4. Piá Curitibano
    quinta-feira, 30 de dezembro de 2010 – 13:25 hs

    Na verdade isso é briga de “cachorro grande” .
    É previsível que, breve, haverá ONG’s atuando também nessa área, que serão braços de empresas chinesas; também, por sua vez, defendendo interesses em crédito de carbono.

  5. Zé do Palmito
    quinta-feira, 30 de dezembro de 2010 – 13:26 hs

    O que! industria poluente em uma ilha do Paraná, para poluir nosso litoral, isso é demais, ainda com o consetimento dos orgãos ambientais, com liberação da licença ambiental, não acredito nisso, se for verdade é fim do mundo!.
    Nosso espaço territorial do mar é muito pequeno, ainda vamos poluir, temos sim que incentivar o turismo e zelar pela proteção ambiental do local.

  6. ILHA DO MACIEL
    quinta-feira, 30 de dezembro de 2010 – 14:53 hs

    O MPF Ministério Público Federal deve de imediato BARRAR ESSA INDUSTRIA QUE IRÁ DESTRUIR AQUELA SELVAGEM REGIÃO.

    ADEMAIS O IMPACTO NAO É SÓ AMBIENTAL MAS COMO TAMBÉM SOCIAL!!!!!

    MPF SOCORRO !!!!

  7. Conscious
    quarta-feira, 5 de janeiro de 2011 – 11:46 hs

    Os ignorantes e desinformados que me perdoem, mas dizer que uma ong e oscip com uma postura ilibada, transparente e radicalmente apegada aos mais autênticos valores conservacionistas tem algum interesse econômico ou não em benefício próprio ou de qualquer organização internacional é uma burrice sem tamanho.
    Conheço a entidade e seus fundadores desde o seu princípio, há mais de 20 anos, e testemunhei seu crescimento as custas de muita dedicação, sangue suor e investimento, sim, do bolso de seus próprios fundadores, com retorno financeiro ZERO, mas com grandes resultados para o meio ambiente.
    Hoje em dia a SPVS conta, sim, com investidores estrangeiros e nacionais, mas isso nunca interferiu na sua postura firme a favor do conservacionismo, frequentemente batendo de frente com entidades governamentais, estas sim de rabo preso por todos os lados. Devemos é dar graças a Deus quando entidades sérias como a SPVS conseguem captar algum valor, para que seus projetos continuem em andamento. Pelo menos parte do estrago gerado pro inúmeras empresas, nacionais ou não, pode ser revertido em algo útil para o planeta, e particularmente para as comunidades litorâneas do Paraná.
    A área em questão é alvo de preservação e um dos poucos remanscentes de espécies raras e ameaçadas. Não há vantagem econômica que pague a destruição da mesma. Não adianta acabar com tudo lá e depois se comprometer a plantar meia dúzia de mudas em outro lugar.
    Acordem e sejam responsáveis pelo mundo ao seu redor, o benefício é nosso (e o prejuízo da negligência também).

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