Dez integrantes de facção criminosa de SP são presos no Norte do PR | Fábio Campana

Dez integrantes de facção criminosa de SP são presos no Norte do PR

Prisões foram realizadas pelo Gaeco, nesta manhã, nas cidades de Sertanópolis, Cambará, Jacarezinho e Arapongas

Daniel Costa, do Jornal de Londrina

Dez pessoas ligadas a uma organização criminosa, baseada em São Paulo, foram presas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Londrina, na manhã desta quinta-feira (25), em várias cidades do Norte do Paraná. Os detidos teriam envolvimentos em homicídios e atuavam em várias atividades criminosas.

Segundo o delegado do Gaeco, Alan Flore, as prisões ocorreram nas cidades de Sertanópolis, Cambará, Jacarezinho e Arapongas. Em Londrina, não houve nenhuma prisão. Flore ressaltou que as prisões foram resultados de uma ação conjunta com as polícias Civil e Militar. Os presos foram encaminhados para o Centro de Detenção e Ressocialização de Londrina (CDR).

A coordenação do Gaeco dá mais detalhes da atuação do grupo organizado em uma coletiva agendada para esta tarde.


8 comentários

  1. coveiro
    quinta-feira, 25 de novembro de 2010 – 21:00 hs

    Se a bandidagem carioca vir passar as férias em terras paranaenses estamos fritos.
    Não damos conta nem da prata da casa.

  2. Carlos Mas Turbando Bráulio
    quinta-feira, 25 de novembro de 2010 – 21:10 hs

    Um deles não é o PESSUTI?

    Requião tinha razão…

  3. Ammelio ral aas
    quinta-feira, 25 de novembro de 2010 – 22:14 hs

    O Alan flore nao da sossego pra bandido e politico corrupto,aqui em londrina nao,se estivesse ai em curitiba meia cidade iria estar atras das grades

  4. Juca
    sexta-feira, 26 de novembro de 2010 – 0:39 hs

    Por qual motivo ainda se refere ao PCC (que, sim, está e muito bem instalado no Paraná, principalmente capital) como “uma organização criminosa de Sao Paulo”? Já passou da hora de dar essas escapadas da verdade…

  5. Da Poltrona
    sexta-feira, 26 de novembro de 2010 – 9:12 hs

    É o que vai acontecer.
    Eles “limpam” o Rio e a sujeira vai para os outros Estados.
    Isso chama-se exportação interna da criminalidade.
    Ela já começou, mas vai se intensificar.
    Mais um tempo e essas notícias já vão para o esquecimento e o tráfico se recomporá em novas bases.
    É como mexer num formigueiro.
    E pelas fronteiras abertas do Brasil com a America Latina continam entrando armas e drogas para abastecer a criminalidade dispersa.
    O crack já está para ficar nos 5600 municipíos do país.
    Isso por certo chama-se “espetáculo do crescimento”.

  6. O polícia.
    sexta-feira, 26 de novembro de 2010 – 9:14 hs

    O cérebro já está no Paraná,o resto vem atrás dos seus líderes.É uma guerra sem fim, enquanto houver viciados.

  7. Observador
    sexta-feira, 26 de novembro de 2010 – 10:48 hs

    Com o efetivo da POLICIA CÍVIL com uma defasagem de 50% como é que conseguem tal proeza.
    O PR perdeu metade de efetivo policial em 8 anos, o efetivo da Polícia Civil do Paraná que era de quase sete mil policiais em 2003 foi sendo reduzido e atualmente soma menos que a metade. O resultado disso é que o policial de hoje se desdobra para registrar ocorrências, vigiar carceragens superlotadas, cumprir a burocracia interna e, quando sobra tempo, concluir investigações e representar contra suspeitos de crimes à Justiça. Quando consegue prestar um serviço de qualidade é mais pelo empenho individual do que por contar com uma estrutura que garanta a excelência no atendimento. a Polícia Civil no Paraná tinha um efetivo de 6.704 servidores para uma população de 8.413.593 milhões (1 policial para cada 1.255 mil pessoas). Hoje, a população estimada é de 10,6 milhões para um total de pouco mais de 3,2 mil policiais civis, conforme os sindicatos (1 policial para quase 3,4 mil pessoas). O efetivo de delegados segue mesma tendência: de 357 em 2006 para os atuais 313
    A Lei Complementar 96 definiu em 2002 que o efetivo da Polícia Civil paranaense deveria contar com, no mínimo, 6.245 policiais.

  8. Parreiras Rodrigues
    sexta-feira, 26 de novembro de 2010 – 11:15 hs

    O bispo-deputado Marcelo Crivella, do PRB carioca, está coletando assinaturas para a instalação da CPI das Fronteiras. Ele “pensa” que as armas e as drogas entram pelas nossas fronteiras com os países produtores.

    Mas, em vista da “amizade” do governo petista com os nossos vizinhos, as nossas divisas se escancaram para o narcotráfico cartelizado pelas Farc. Que já até cumprimentou a presente eleita.

    Para cada unidade apreendida de qualquer coisa, um quilo de “talco”, ou uma Ina ponto 50, passam lhões, e mais por culpa de denúncias anônimas, que partem, sem dúvida, de uma parte insatisfeita com o “rachid”.

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