As dores da transição, na Ideias 109 | Fábio Campana

As dores da transição, na Ideias 109

No dia 1º de janeiro a trupe do PMDB deixará o governo do Paraná e a contragosto o entregará a Beto Richa, tucano eleito em 3 de outubro para governar pelos próximos quatro anos. A equipe de transição criada por Richa concluirá o seu relatório sobre a situação do Estado até 15 de novembro.

Com quantas decepções se faz uma transição? As expectativas do futuro governador não são boas. Por isso mesmo Richa estabeleceu esse prazo curtíssimo para a conclusão do diagnóstico.

Leia mais na Revista Ideias, nas bancas.


2 comentários

  1. joão carlos sorcesse
    segunda-feira, 8 de novembro de 2010 – 20:05 hs

    Alo pessoal da revista, não se apressem, o SR. Governador Pessutti deve ficar no cargo até 31/12/2010. Quem muito desconfia dos outros não confia no próprio taco.
    Não adianta o governador eleito e seus aliados Globais e do resto da midia se preocuparem com o comportamente e querer saber rapidamente como está o Estado. Algumas portas o governador Pessutti vai ter que fechar, para proteger o povo paranaense.
    Se deixar muito escancarado, acontece o que aconteceu com a cidade Modelo de incompetencia administrativa. que para fazer 9 km de asfalto precisa pedir dinheiro no exterior, do ICS, das ruas esburacadas, da famigerada via verde,favelização crescente, da saude precária, dessa camara de vereadores que aprova tudo, dos 180 pardais, dos binários que ligam nada aa lugar nenhum, do liceu de oficios da Kenedy que hoje é uma concessionária de veiculos, do transporte coletivo sucateado e terminais destruidos. COm a concorrecia publica de transporte urbano que ganharam os mesmos e com benesses, aumento de tarifas.

    João carlos

  2. joão carlos sorcesse
    terça-feira, 9 de novembro de 2010 – 9:45 hs

    Mazza, sempre achei que voce ficava emcima do muro. Mas hoje 09/10/2010 ouvi teu comentário na CBN sobre o transporte coletivo de curitiba, uma descrição nua e crua do que voce mesmo chamou de CARTEl, dos coronéis do transpote coletivo de Curitiba como é a Globo e bandeirantes no futebol.
    O mais imprecionante é a poderosa Urbs, os técnicos da prefeitura, O ex prefeito e o atual, sempre cercados de acessores que dizem a eles o que fazer, não terem um custo paralelo, a incapacidade de formatar uma planilha de custo, pneus, oleo diésel, manutenção, custo operacional, etc. façam um piloto, criem tres veiculos paralelos, novos e coloquem para rodar. Dai vai se ter realmente o valor do preço da tarifa. Falo com alguma propriedade porque sou do ramo de transportes, inclusive urbano.
    Outro absurdo é pagar por KM e não por usuário
    Aliás o verdadeiro patrão, o povo deveria saber os custos reais de toda a operação, balancetes da urbs de arrecadação e custos reais, mas é dificil romper a blindagem.

    João carlos

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