Ricardo Barros critica institutos de pesquisa antes de votar | Fábio Campana

Ricardo Barros critica institutos de pesquisa antes de votar

Da Gazeta do Povo

Deputado disse que há “esquema de manipulação da opinião pública”. Ele apoia José Serra e diz que é preciso aguardar a apuração para conhecer o panorama da disputa pelo Planalto.

O deputado federal Ricardo Barros (PP) criticou os institutos de pesquisa antes de votar, por volta das 11h deste domingo (31), em Maringá, no Noroeste. Barros disse que os institutos “erram demais e fazem pesquisas demais”. “Não há necessidade de se fazer tantas pesquisas, até porque elas não coincidem”, falou.

O candidato estava acompanhado da mulher, a deputada estadual Cida Borghetti (PP), que se elegeu deputada federal. O irmão de Ricardo, o prefeito Silvio Barros (PP), votou mais cedo, também no Colégio Regina Mundi.

Ricardo Barros, que quer instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) no Congresso para investigar a atuação dos institutos de pesquisa, falou que existe um “esquema de manipulação da opinião pública” por meio dos levantamentos de intenção de voto. Por isso, acrescentou, é preciso esperar apuração para se ter o real panorama da disputa presidencial.

Barros e Cida usavam com adesivos do candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra. Ele explicou que o PP, partido deles, liberou os filiados para formarem alianças estaduais, o que explica a diferença de posicionamento entre os representantes da legenda em todo o país.


3 comentários

  1. CONCEIÇÃO
    domingo, 31 de outubro de 2010 – 15:28 hs

    PRECISA ACABAR E PROCESSAR ESTES INTITUTOS.
    QUE MENTEM E SO GANHAM DINHEIRO
    NAO TEM MAIS CREDIBILIDADE E ESTRAGAM ATÉ ALGUNS QUE AINDA SAO SERIOS.

  2. Fabio Henrique
    domingo, 31 de outubro de 2010 – 21:20 hs

    Gostaria que ele avaliasse seu próprio comentário agora.

  3. Realista
    domingo, 31 de outubro de 2010 – 22:56 hs

    Lamento, mas TODOS institutos, até as pesquisas contratadas pela TV GLOBO acertaram o resultado.
    Será, se no Paraná, as pesquisas que foram censuradas, tivessem sido liberadas, o resusltado não seria outro?

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