Por Serra, Flávio Arns põe o pé na estrada | Fábio Campana

Por Serra, Flávio Arns
põe o pé na estrada

Vice-governador eleito do Paraná, Flávio Arns está no trecho. Nesta quinta-feira, vai a Foz do Iguaçu, Toledo e Cascavel. Na sexta-feira, tem Dois Vizinhos, Pato Branco e Francisco Beltrão na agenda. Em todos lugares, o objetivo é um só: pedir voto para José Serra.


12 comentários

  1. vera
    quarta-feira, 20 de outubro de 2010 – 16:11 hs

    VEJA VEJA
    Militantes do PT agridem José Serra e apedrejam van: http://migre.me/1F4iM /via @vejaeleicoes
    23 minutes ago Favorite Retweet Reply

  2. quarta-feira, 20 de outubro de 2010 – 16:15 hs

    o betinho chapagnat vai ver o que é ter de carregar este container sem alça pelo resto do governo!!
    )(se bem que no caso dele, pode ser só de 1 ou 2 anos….)

  3. quarta-feira, 20 de outubro de 2010 – 16:37 hs

    Flávio Arns está no trecho ai sim e Vice nao aquele pal mardado do pessuti so dizinha amer para o requinhao vamos parana vamos 45/45/45/45/45/

  4. Lia
    quarta-feira, 20 de outubro de 2010 – 16:48 hs

    Muita gente faz pouco caso da figura do Senador Flávio Arns, mas quem o conhece e principalmente seu trabalho de bastidores e de conversas ao pé do ouvido, sabem que ele é fundamental nas negociações e articulações políticas, pois ele tem o que falta a muitos políticos que é a “sensibilidade de saber ouvir”, então ele escuta aqui, escula ali, e depois vai fazer seu trabalho de formiguinha que enevitavelmente rendem frutos e objetivos, o próprio Beto Richa que o diga, foram em inúmeras vêzes visitando municipios do interior, prefeitos, vereadores, ex-prefeitos, líderes locais, etc… foi que ele fortaleceu e ampliou a semente de Beto Richa governador, se ele fizer isso também por José Serra será muito bom para o futuro Presidente do Brasil!!!!!

  5. Aguave
    quarta-feira, 20 de outubro de 2010 – 17:14 hs

    Quem mente mais

    Presidenciáveis distorcem dados sobre a privatização da telefonia
    Elvira Lobato/Rio
    Dilma Rousseff e José Serra distorceram informações sobre a privatização da telefonia, levada a cabo em julho de 1998, no governo de Fernando Henrique Cardoso.
    Ao dizer que a expansão dos telefones no país é fruto do crescimento da renda da população e não da privatização, Dilma ignorou que as estatais não conseguiam atender a demanda e que 18,5 milhões de pessoas estavam esperavam para comprar telefone.
    As estatais estavam amarradas ao Orçamento da União e não tinham autonomia para investir o volume de dinheiro necessário.
    Em 96, a Telebrás teve lucro recorde de R$ 3,3 bilhões, e, ainda assim, foi obrigada a cortar R$ 1,5 bilhão de seu orçamento, em 97, porque o governo precisava gerar superavit nas contas públicas.
    O candidato tucano, por sua vez, exagera ao dizer que, sem a privatização, o Brasil seria o país do orelhão, e que ninguém teria acesso a telefone celular.
    Antes da privatização, uma emenda constitucional derrubou o monopólio da telefonia e empresas privadas passaram a oferecer o serviço celular, a partir de 1997, em competição com as estatais.
    Ou seja, ainda que o governo tivesse mantido a Telebrás estatal, haveria no Brasil o celular privado.
    RENDA
    Dilma disse que o pobre passou a ter telefone, porque passou a ter renda no governo petista. A história e os dados oficiais do setor mostram que é uma meia verdade.
    No período estatal, cerca de 250 mil famílias da Grande São Paulo recorriam a sistemas de telefone clandestinos, porque a antiga Telesp não conseguia expandir na velocidade necessária.
    À época, cada grupo de dez famílias compartilhava uma linha, que era alugada no mercado paralelo. A escassez do serviço alimentava um mercado especulativo, que desapareceu à medida que as empresas privatizadas expandiram a oferta.
    A principal razão para o crescimento da rede de telefonia fixa foi o sistema de metas de universalização, imposto nos contratos de concessão. As empresas privatizadas tiveram um plano inicial de metas de expansão e de qualidade por cinco anos.
    De 1998 até agora, foram investidos R$ 180 bilhões no setor. A telefonia fixa cresceu de 20 milhões para 38,8 milhões de linhas nos quatro anos após a privatização.
    Na gestão Lula, a quantidade de telefones públicos encolheu, contradizendo a ironia de Serra de que o Brasil do PT é o país do orelhão.
    Lula encontrou 1,4 milhão de orelhões instalados ao assumir e deixará 1,1 milhão. A diminuição também se deu por conta da proliferação dos celulares.

  6. PT BÂNDIDOS E CORRUPTOS
    quarta-feira, 20 de outubro de 2010 – 19:52 hs

    pode botar o pé na estrada Flávio Arns, você estcontribuindo e muito para com o Brasil. Estará evitando que esta quadrilha do PT se perpetue no poder. Se necessitar de minha ajuda me cha que que vou. Fora vagabundos, bãndidos, quadrilheiros petistas.

  7. SILVIA.JACAREZINHO
    quarta-feira, 20 de outubro de 2010 – 22:20 hs

    Olá Senador,

    É isto aí…

    Estamos juntos trabalhando para que o Serra consiga a vitória que também será nossa muito em breve.

    Abraços

    Silvia – Jacarezinho

  8. trabaiadô
    quarta-feira, 20 de outubro de 2010 – 22:30 hs

    bem vindo ao oeste FLÁVIO ARNS, e imperativo para o bem e o futuro do BRASIL elegermos

    SERRA PRESIDENTE

  9. vamos pr
    quarta-feira, 20 de outubro de 2010 – 22:34 hs

    PAULO!!!!!!!!!!!!!!!!QUE DOR DE COTOVELO!!!!!!!!!!!´É BETO…É BETO…É BETO…É BETO…PODE CHORAR …MAS…É BETO E COM MUITA COMPETENCIAAAAAAAAAAAAAAAAAA

  10. Eleitor decepcionado
    quinta-feira, 21 de outubro de 2010 – 9:23 hs

    Esta foto é com as “meninas” da APAE de Cel Vivida, onde o Flavio é muito bem visto e agora, com certeza, Serra na Cabeça…

  11. Carlos
    quinta-feira, 21 de outubro de 2010 – 9:42 hs

    Esse babaca vai tirar votos do Serra
    Profissão = Sobrinho

  12. quinta-feira, 21 de outubro de 2010 – 14:57 hs

    Antes dele perder campanha para governador do Parana pelo pt ele pedia votos ao Lula.
    Maior traíra que ja vi.

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