TSE divulga tempo da propaganda dos presidenciáveis na TV e no rádio | Fábio Campana

TSE divulga tempo da propaganda dos presidenciáveis na TV e no rádio

Dilma terá mais de dez minutos; Serra contará com pouco mais de sete.
Marina ficará com um minuto e 23 segundos; Plinio, com um minuto.

Do G1

O Tribunal Superior Eleitoral divulgou nesta quinta-feira (12) a divisão do tempo entre os partidos e coligações na propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão, que começa na próxima terça-feira (17).

A coligação da petista Dilma Rousseff, “Para o Brasil seguir mudando” (PT, PMDB, PDT, PSB, PR, PCdoB, PRB, PTN, PSC E PTC), terá direito a dez minutos, 38 segundos e 54 centésimos.

A propaganda da coligação do tucano José Serra, “O Brasil Pode Mais” (PSDB, DEM, PTB, PPS, PMN, PT do B), contará com sete minutos, 18 segundos e 54 centésimos. Marina Silva, candidata do PV à Presidência, terá um minuto, 23 segundos e 22 centésimos.

Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) terá direito a um minuto, um segundo e 94 centésimos de propaganda. Cada um dos demais candidatos à Presidência – Rui Costa Pimenta (PCO), José Maria de Almeida (PSTU), José Maria Eymael (PSDC), Levy Fidelix (PRTB) e Ivan Pinheiro (PCB) – terá direito a 55 segundos e 56 centésimos.

A propaganda eleitoral gratuita para presidente será dividida em dois blocos de 25 minutos a serem veiculados às terças, quintas e aos sábados até o dia 30 de setembro. No rádio, os anúncios vão ao ar às 7h e às 12h; na televisão, os horários são 13h e 20h30.

As emissoras deverão exibir também seis minutos diários de propaganda eleitoral a serem divididos pelos candidatos. Inserções de até 60 segundos devem ser distribuídas ao longo da programação das emissoras entre 8h e 24h, inclusive aos domingos.

Nessa modalidade, a divisão foi a seguinte: 2min33seg24 para Dilma Rousseff, 1min45seg24 para José Serra, 19seg97 para Marina Silva, 14seg86 para Plínio de Arruda Sampaio, e 13seg33 para os demais.

Um sorteio realizado pelo TSE no último dia 3 definiu a ordem dos anúncios dos candidatos. O primeiro será José Serra, seguido de Plínio de Arruda Sampaio, Rui Costa Pimenta, José Maria de Almeida, Dilma Rousseff, José Maria Eymael, Levi Fidelix, Marina Silva e Ivan Pinheiro. Nos programas seguintes será feito rodízio entre os candidatos.


6 comentários

  1. Duval Simões Araújo-Londrina
    quinta-feira, 12 de agosto de 2010 – 16:03 hs

    Vão ser 9 minutos para Lula tentar iludir os idiotas que é ele o candidato e que o Brasil com com seu governo é o melhor país do mundo ( A imprensa paga e comprada diz isso há quase quatro anos em lavagem cerebral do povo). E 1 minuto só para a candidata, para evitar que ela fale besteiras, como a última no Jornal Nacional que a Baixada Santista é no Rio de Janeiro. Tem que cuidar senão ela manda a Baixada Fluminense para Curitiba.
    Essa candidata é muito ruim…ninguém merece!

  2. RST
    quinta-feira, 12 de agosto de 2010 – 17:43 hs

    Desmascarando o Zé Pedágio.
    |
    As mentiras do tucano na Globo
    Publicado em 12-Ago-2010
    Na TV um festival de manipulações… Como previ mais cedo hoje, aqui no blog, não demorou nada para o candidato da oposição a presidente, José Serra (PSDB-DEM-PPS) ser desmascarado em relação às suas declarações da noite de ontem no Jornal Nacional da Rede Globo, no Jornal das 10 da Globo News e nos discursos e outras manifestações dos últimos dias.

    Ao contrário do que ele afirma, não é verdade que mutirões de saúde foram extintos e houve redução no número de cirurgias eletivas. Os mutirões foram incorporados à Política Nacional de Cirurgias Eletivas, o tipo de cirurgias ampliado (já são 90 tipos agora) e elas passaram de 1,5 milhão em 2002 – último ano de Serra ministro da Saúde – para 2 milhões em 2009.

    Para ficar em um exemplo, naquele 2002 – tido como o ano auge dos mutirões – foram realizadas 309.981 cirurgias de catarata. No ano passado, 319.796. De 2003 até agora (7,5 anos de governo Lula) o número de operações de catarata totaliza 1,9 milhão.

    É incorreto, também, dizer que a prevenção de doenças “ficou para trás”, como afirmou o candidato. O Brasil interrompeu a transmissão do cólera em 2005; a vetorial de Chagas em 2006; e a da rubéola no ano passado. O sarampo foi eliminado no país em 2007 e estamos próximos da eliminação do tétano. Reduziram-se as mortes em outras 11 doenças transmissíveis, entre as quais tuberculose, hanseníase, malária e Aids.

    Na TV um festival de incorreções e manipulações

    Além disso, o Brasil incluiu em nossa história a realização das duas maiores campanhas de vacinação do país e do mundo: a de rubéola, em 2008, e a contra a gripe H1N1, neste ano. O absurdo desse chavão de Serra, de que a saúde “ficou para trás” fica demonstrado, também, no fato de que a cobertura populacional do Saúde da Família cresceu 61% em todo o país e o número de equipes do programa saltou de 19.068 (em 2003) para 30.782 (até março deste ano).

    Em relação à saúde da mulher, que o candidato tucano explora, o Ministério da Saúde relaciona uma série de conquistas: a gravidez na adolescência caiu 20% entre 2003 e 2009; o investimento no planejamento familiar aumentou 605%, e chegou a R$ 72,2 milhões no ano passado, empregados na compra de pílulas e outros contraceptivos; e houve um aumento de 125% nas consultas pré-natal – 19,4 milhões em 2009.

    Para rebater outro exemplo constante levantado por Serra, a proporção de mulheres de 50 a 69 anos que se submetem a mamografia passou de 54,8% em 2003 (primeiro ano do governo Lula) para 71,5% em 2008, conforme levantamento da PNAD-2008 / IBGE.

    Como vocês podem comprovar, Serra mentiu, e muito, nas entrevistas ao sistema Globo.

  3. quinta-feira, 12 de agosto de 2010 – 19:02 hs

    Como Dilma mente sempre , se enrola toda e anda na garupa, vai precisar mais tempo para virar de roda.

    Os demais são inteligentes e para o bom entendedor meia palvra basta.

  4. RST
    quinta-feira, 12 de agosto de 2010 – 19:24 hs

    Desmascarando o Zé Pedágio e o Bonner Simpson. rsrsrssss.
    Pedágio: compare os preços Serra-FHC x Dilma-Lula
    quinta-feira, 12 agosto, 2010 às 18:54

    Dilma Rousseff deu uma entrevista hoje ao Painel RBS, em Santa Catarina, e bateu sem dó no sistema de pedágios das rodovias de São Paulo, criado pelos tucanos e defendido com ardor por José Serra, inclusive na entrevista ao Jornal Nacional. Nele, ganha a concessão quem pagar mais ao governo do Estado, o que resulta nos pedágios astronômicos que os paulistas sempre reclamam.

    Este foi o modelo usado por FHC e é o modelo usado por Serra. O governo Lula inverteu totalmente essa lógica. A concessão passou a ser ganha por quem cobra o menor valor de pedágio. Isso criou uma situação curiosa no país. Quem trafega pelas rodovias paulistas ou mesmo pelas federais licitadas durante o governo FHC paga muito mais do que quem anda pelas rodovias federais licitadas durante o governo Lula.

    “Quem paga mais não vai ficar com o prejuízo. É, de certa forma, uma cobrança de imposto disfarçada de pedágio”, disse Dilma ao programa, apontando a incongruência do modelo paulista e os prejuízos que acarreta para o usuário.

    Um estudo feito pelo Ipea, em maio desse ano, com o título “Rodovias Brasileiras: gargalos, investimentos, concessões e preocupações com o futuro”, mostra bem o que representa para o usuário das estradas brasileiras a diferença entre os dois modelos. O Ipea dividiu as licitações das rodovias brasileiras em duas etapas e comparou o preço cobrado nos pedágios.

    Na primeira fase das licitações das rodovias brasileiras, no governo tucano, os valores dos pedágios variavam, à época do estudo, de R$ 5,78, no Pólo Pelotas, a R$ 12,51, na Rio-Juiz de Fora. Já nas rodovias licitadas na segunda etapa de concessões, os valores iam de R$ 1,57, na Litoral Sul (Curitiba–Florianópolis), a R$ 5,09, na Rodovia do Aço (MG/RJ–Dutra).

    Comenta o Ipea: “Observa-se nas rodovias da primeira etapa que para cada 100 km paga-se pedágio de: R$ 8,61 na Via Dutra; R$ 8,68 na Osório–Porto Alegre; e R$ 12,51 na RJ–Juiz de Fora, enquanto nas rodovias da segunda etapa, para cada 100 km, paga-se: R$ 1,57 na Fernão Dias; R$ 1,57 na Curitiba–Florianópolis; R$ 2,24 na Régis Bittencourt; R$ 3,51 na Curitiba–Divisa SC/RS; e R$ 5,09 na Rodovia do Aço.

    Um exemplo na discrepância pode se constatar para percorrer distâncias semelhantes. Para ir de São Paulo ao Rio de Janeiro (402 km), se paga R$ 34,60 de pedágio, ou R$ 8,61 por 100 km. Já o custo de São Paulo à Curitiba (401,6 km) é de R$ 9,00, ou R$ 2,24 a cada 100 km.

    Vários fatores econômicos e conjunturais interferem no preço do pedágio, mas o modelo pelo critério de menor tarifa mostra-se muito mais vantajoso para o consumidor do que o de outorga. Pelo atual modelo, o vencedor da licitação se compromete a executar um plano de investimentos para recuperação, manutenção e ampliação da rodovia, que deve ser parcialmente cumprido em tempo anterior ao início da cobrança de pedágio.

    O novo modelo também se aperfeiçou nos citérios anuais de reajustes. Nas primeiras concessões, entre 1995 e 1996, adotou-se uma cesta de índices dos principais componentes de custos das obras. No segundo lote de concessões, em 2008 e 2009, se adotou o Índice de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação do país. “Isso já é um avanço, porque, nos contratos anteriores, os índices utilizados nos reajustes superaram sistematicamente a inflação”, observou o estudo do Ipea.

    Dilma deve insistir sempre nessas comparações, porque elas revelam quem se preocupa mais com o povo brasileiro e quem coloca sempre o lucro dos empresários em primeiro lugar. Os empresários precisam lucrar com os investimentos que fazem nas estradas brasileiras, mas devem associá-lo a menor tarifa que podem ofertar ao usuário.

    Nas estradas estaduais de São Paulo uma nova praça de pedágio surge a cada 40 dias, como mostrou o Estadão, e a tarifa do principal sistema rodoviário do estado, o Anchieta-Imigrantes, foi reajustada para R$ 18,5o, em junho. “Para se ter uma ideia, ficou mais barato viajar a outro Estado do que internamente. Cruzar de carro os 404 quilômetros entre a capital paulista e Curitiba, no Paraná, por exemplo, custa R$ 9 em tarifas. Já para cobrir distância semelhante até Catanduva, por exemplo, é preciso desembolsar R$ 46,70″, destaca o Estadão.

  5. ▄▀▄†Ψ REQUEIJÃOΨ†▄▀▄™
    quinta-feira, 12 de agosto de 2010 – 20:35 hs

    Democracia?

    Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) terá direito a um minuto, um segundo e 94 centésimos de propaganda. Cada um dos demais candidatos à Presidência – Rui Costa Pimenta (PCO), José Maria de Almeida (PSTU), José Maria Eymael (PSDC), Levy Fidelix (PRTB) e Ivan Pinheiro (PCB) – terá direito a 55 segundos e 56 centésimos.

  6. Maria Gorete Manoel
    quinta-feira, 12 de agosto de 2010 – 22:53 hs

    Veja o que Xuxa diz ao Zézinho:
    http://www.youtube.com/watch?v=FI7khlJEdxU&NR=1

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