Na Bahia, Serra lança plano para combater violência | Fábio Campana

Na Bahia, Serra lança plano para combater violência

Gazeta do Povo

O candidato à Presidência pelo PSDB, José Serra, lançou ontem em Salvador (BA), durante evento no Pelourinho, um plano com sete pontos do programa de segurança, como a criação do Ministério da Segurança Pública, o aumento do número de presídios e a compra de equipamentos tecnológicos. O tucano defendeu também pressionar países como Colômbia, Peru e principalmente a Bolívia sobre a entrada de drogas no Brasil pelas fronteiras. Em maio, Serra já havia afirmado que o governo do boliviano Evo Morales era “cúmplice” do narcotráfico, causando inclusive reações adversas no país vizinho.

Serra propôs a criação de controles nacionais de identificação de pessoas e veículos e cobertura permanente das fronteiras; a informatização de todos os processos policiais e de coleta e arquivo de dados; o aumento de investimento no pessoal; ações de prevenção, com cursos; apoio jurídico e psicológico às vítimas de crimes e suas famílias; investimentos em presídios e criação do Ministério da Segurança.

Sem novas pastas

Apesar de propor a criação de um novo ministério, Serra negou que o número de pastas vá aumentar em um eventual governo do PSDB. “Não vamos aumentar o número de ministérios – pelo contrário, vamos diminuir, porque o Brasil tem ministérios demais –, mas o Ministério da Segurança se impõe, pela situação pela qual passa o País”, justificou o candidato tucano. Segundo ele, “segurança e saúde são os dois principais problemas do Brasil, hoje.” Serra não quis adiantar nomes de possíveis ministros. Segundo ele, isso pode dar azar. “Dá um azar danado falar em nomes antes de ser eleito”, comentou.


5 comentários

  1. Vigilante do Portão
    sábado, 14 de agosto de 2010 – 16:37 hs

    Aacabo de ler na GAZETONA que está em curso uma grande operação da Polícia Militar em 4 bairoos de Curitiba.

    Ótimo, pena que é mais uma obra de marqueteiro.

    Aposto que na próxima semana teremos o retorno do patrulhamento em dupla, aquele, tipo “Cosme e Damião”, no qual policiais são dispersos nas principais ruas da cidade, de preferencia as bem movimentadas, fazendo patrulhamento.
    O mesmo expediente foi usado na última campanha eleitoral. Colocam o pessoal da retaguarda e do serviço interno para ajudar. Passada a eleição, essa turma volta ao seu trabalho original e os policiais desaparecem das ruas.
    A idéia é passar aos eleitores a impressão de que temos SEGURANÇA. TUDO MENTIRA.

    TÔ pegando uma raiva de marqueteiro….

  2. Carlos
    sábado, 14 de agosto de 2010 – 18:12 hs

    E o que fez quando Governador de São paulo para combater a violência do Estado?
    Agora fala em Plano…

  3. SERRA ROXO
    sábado, 14 de agosto de 2010 – 21:02 hs

    É isso aí Presidente Serra. Indo na contramão do que os PT da vida fazem hoje, certamente dará um golpe forte contra o tráfico.

  4. Vigilante do Portão
    domingo, 15 de agosto de 2010 – 10:16 hs

    Faláceas, apenas faláceas.
    O governador autorizou um concurso público para contratar 2.500 policiais, entre militares e bombeiros.
    A TV Educativa e a rádio anunciam que o govenador “contratou” 2500 policiais.
    Ledo engano, essa turma ainda vai fazer o curso de formação e o estágio, depois é que vão ser “contratados”. Lembrando que o tal curso, tendo em vista as limitações da Escola de Polícia, forma 200 de cada vez. Então, o novo contingente (2500) vai efetivamente estar nas ruas em 2 anos ou mais.
    Em 2 anos, o contingente de policiais que vai deixar a PM é igual ao que será admitido, são aposentadorias e baixas voluntárias, fugindo dos baixos salários e do perigo. Logo, não vai aumentar a força policial, ficaremos na mesma.
    Na Polícia Civil, a situação é mais dramática, está velha e sucateada, os crimes “insolúveis” se multiplicam, não tem pessoal, a Criminalística, que já foi modelo, hoje agoniza. Uma pena.

  5. antonio francisco da silva
    domingo, 15 de agosto de 2010 – 13:16 hs

    Pura demagogia,ele pensa que os baianos são otario.porque não fez nada em são paulo?

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