Roubo de US$ 180 mil da casa de Eduardo Requião. Dúvidas para o Ministério Público esclarecer | Fábio Campana

Roubo de US$ 180 mil da casa de Eduardo Requião. Dúvidas para o Ministério Público esclarecer

Do Blog do Zé Beto

O Procurador Geral de Justiça do Paraná, Olympio de Sá Sotto Maior Neto, recebeu documento com data de ontem, 20 de julho, assinado pelo ex-deputado José Domingos Scarpellini onde este pede esclarecimentos sobre os seguintes fatos, colocados aqui em resumo:

– No dia 10 de dezembro passado Elizabeth Quintanilha Jorge foi denunciada por ter roubado US$ 180 mil do apartamento de Eduardo Requião de Mello e Silva, onde trabalhava como empregada doméstica. A quantia foi retirada entre os meses de fevereiro a julho, conforme denuncia feita pelo irmão do ex-governador Roberto Requião.

– À época dos fatos, Eduardo Requião ocupava função pública.

– Elizabeth confessou o crime à polícia, que, na investigação feita pelo Cope, resultou na compra de alguns imóveis e até um caminhão, colocados em nome de terceiros. Eduardo Requião também informou em depoimento à polícia que fez investigação no porto de Paranaguá, onde ela tinha amigos e descobriu que o dinheiro não saía de lá, e sim de seu apartamento localizado na rua Guttemberg, no bairro Batel.

– Scarpellini, que juntou ao pedido documentos do Ministério Público e da Polícia Civil, quer saber se Eduardo Requião foi investigado por manter US$ 180 mil em sua residência e se não era dever se saber a origem do dinheiro.

– O advogado e ex-deputado quer saber também se os bens sequestrados da empregada equivalem à quantia roubada de Eduardo Requião.

– Há também o questionamento sobre o fato de o Ministério Público ter informado ou não a Receita Federal e a Polícia Federal sobre a ocorrência e o fato de o então servidor público ter a quantia em casa.


11 comentários

  1. Carlos de Paranaguá
    quinta-feira, 22 de julho de 2010 – 20:53 hs

    É só perguntar em Paranaguá para os Operadores Portuários a reunião que “DUDU” fez com os mais chegados, láaaaaaaaa, no começo de seu reinado, e pediu “one dollar” por tonelada exportada, onde alguns operadores que tem política de não pagar “extras” se recusaram, e foram colocados de lado, outros, cresceram. Então é só multiplicar e fica fácil a conta. São milhares de dólares para caixa dois e enriquecimento ilícito. Não é a toa, que era um indivíduo de extrema confiança dele que era o chefe do Shiploader, que é exatamente o corredor de exportação e de difícil fiscalização, por se receber “por fora”. Aquilo é uma mina de dinheiro, pois é igual fábrica de cerveja antigamente, quando a Receita não conseguia tributar.

  2. anônimo
    quinta-feira, 22 de julho de 2010 – 21:36 hs

    Quem deve uma explicação lógica é o vereador de Londrina Jacks COFRE DE AÇO Dias, que em plena éra do dinheiro virtual, mantinha em casa um cofre de aço que foi roubado na véspera da reeleição do Nedson, segundo informou o Jornal O BERRO de Londrina. O Pai Jacó sabe das coisas, só não sabem das coisas o Ministério Público, as Polícias Civil, Militar e Federal e a Receita. O cara de pau teve a coragem de dizer que só tinha 200,00 real no cofrinho. Conversa prá boi dormir, que o digam a SENTRONIC e a outra empresa terceirzada que foi achacada pelo Gestor Público da época, tanto que até desistiu da campanha para Deputado Estadual…….

  3. quinta-feira, 22 de julho de 2010 – 21:52 hs

    ACORDA PARANÁ CADÊ A JUSTIÇA,OU SÃO DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS,QUERO ACREDITAR QUE NÃO,ENTÃO QUE TAL A OAB ENTRAR NESTA FARRA E TENTAR APURAR SE ESTÃO ENCOBRINDO ALGUMA COISA???????
    QUERO MESMO ACREDITAR NA LISURA DO MP,ENTÃO CADEIA PARA OS POBRES SÓ?????E A VOVÓ NANÁ COME A CHAPEUZINHO E FICA SÓ NESTA….VAMOS LEVAR A FRENTE DOA A QUEM DOER,QUE TALLLLLL…..

  4. carlos argento
    quinta-feira, 22 de julho de 2010 – 22:16 hs

    Não sejam injustos com o Cotonete ou Vovó Naná…os US$ 180.000,00 são lucros do restaurante Filet do Visconde que ele esqueceu em algum bolso de algum paletó…sabe como é..engorda e emagrece e não usa o paletó alguns meses…quando vai ver, tá lá a grana…RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR

  5. DESTU KU NARE
    quinta-feira, 22 de julho de 2010 – 22:28 hs

    Bem lembrado ANTONIO CARLOS, mas não foi só o OSSOBUCO que sumiu, tambem METEU O RABO NO MEIO DAS PERNAS o tal LINO BALDO, sem falar no prosa do DO CAMPO,

  6. SOCONELLE
    sexta-feira, 23 de julho de 2010 – 8:44 hs

    CHAME O LADRÃO!!!

  7. sexta-feira, 23 de julho de 2010 – 10:02 hs

    Uai, como diz o bom mineiro. O Senhor Requião não vai dizer nada no seu twitter com referencia as doletas do Vovo Nana. O Cria cuervo que a Carolina Catani, funcionaria fantasma do porto também não dizer nada das doletas. O Dr. Agileu do TC de uma olhadinha no espelo ponto da Dona Carolina Cattani. Ela simplesmente esta em campanha no paranazão com o João Arruda e com o Bobão do Requião. O Cilo Coelho, vc é o diretor administrativo financeiro da APPA não vai fazer nada com a Dona Carolina, ou vcs tem o rabo preso com ela.

  8. dona Encrenca
    sexta-feira, 23 de julho de 2010 – 11:43 hs

    Faço de conta que acredito kkkkkkkkk oh coitado!!!

  9. SherlocK Holms
    sexta-feira, 23 de julho de 2010 – 13:52 hs

    Vamos desvendar o enigma.
    Quem é o mais ladrão?
    A empregada?
    O Chefão Nana?
    Aguardem os próximos capítulos.

    Quanto tinha no Cofre do Chefão?
    Qual o tamanho do cofrão?
    O Cofrão estava cheio?
    Era somente um cofre?
    Tinha U$ no colchão?
    Tinha U$ na Cueca?
    Tinha outro esconderijo para o restante dos U$?
    Em qual paraiso fiscal foi depositado o restante?
    Aguardem…

  10. ALEMÃO
    sexta-feira, 23 de julho de 2010 – 23:06 hs

    Esses 180 mil deve ser a parte dele na maracutaia da Ponta do Felix, Porque é que o MP não investiga isso?Esses 2 vagabundos (nana e reiquejão) são os verdadeiros donos, o resto é laranja. Senão fosse por isso, porque então desvalorizar o porto?

  11. Demetrio
    sexta-feira, 23 de julho de 2010 – 23:34 hs

    Mais um cara que tem que averiguar é um tal de Nader que trabalhou no Porto e operou para o Dudu

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