PT vai processar Serra por acusação sobre dossiê | Fábio Campana

PT vai processar Serra por acusação sobre dossiê

Partido interpela tucano para confirmar declaração que atribuiu a Dilma autoria de manobra

O PT decidiu interpelar judicialmente o pré-candidato tucano à Presidência, José Serra, para que ele confirme ou não a declaração na qual atribuiu a Dilma Rousseff (PT) a responsabilidade pela confecção de um suposto dossiê contra ele. Se reafirmar, será processado, segundo os petistas.

A decisão foi tomada ontem após reunião entre o presidente do partido, José Eduardo Dutra, e o secretário-geral do partido, deputado José Eduardo Cardozo (PT-SP).


12 comentários

  1. sexta-feira, 4 de junho de 2010 – 15:20 hs

    É só ameaça, ellles sabem que se fizrem algo cairão feito patinhos, ops, ratinhos. É o que o PSDB precisa para abrir a caixa preta da DilMENTIRa, a terrorista disfarçada.

  2. Prof. Eduardo Lopes
    sexta-feira, 4 de junho de 2010 – 15:33 hs

    MENTIRA

    “Isso é uma falsidade. Não vou ficar batendo boca, mas isso é uma falsidade.” (Ex-ministra Dilma Rousseff, negando saber de mais um falso dossiê dos aloprados do PT contra José Serra, 02/06/10)

    A VERDADE

    Dilma Rousseff e o PT têm experiência com dossiês. E já mentiram ao dizer desconhecer dossiês encomendados por aloprados do próprio partido. Em 2008, a ex-ministra negou a existência de um dossiê contra o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e sua mulher, dona Ruth. Não só o dossiê existia como partiu da Casa Civil, então chefiada por Dilma Rousseff, a ordem para montar o “documento”. Em 2006, Ricardo Berzoini, então presidente do PT, e Aloysio Mercadante, candidato a governador pelo partido, também disse não saber nada sobre o falso dossiê que levou à prisão em flagrante de petistas ao comprar, com dinheiro de origem desconhecida, documentos mentirosos que seriam usados para prejudicar a candidatura de José Serra ao governo de São Paulo. Mas Berzoini acabou admitindo conhecer a “operação”. Agora, foi a vez do atual presidente do PT, José Eduardo Dutra, afirmar que nem a direção nacional do partido nem assessores da ex-ministra Dilma Rousseff “determinaram a elaboração de qualquer dossiê”. Dá para acreditar?

  3. Parreiras Rodrigues
    sexta-feira, 4 de junho de 2010 – 15:56 hs

    Sinceramente, atinge raia suspeita esse interesse do Lula na Dilma presidente. Que os cientistas ou analistas políticos, que tem respostas prá tudo, já que tudo sabem, nos convençam das razões que levam Lula a preferir Dilma sucedendo-o, em detrimento de quadros melhores do Petê – currículos verdadeiros à frente – como Mercadante, Palloci, Berzoini, Suplicy e outros doutros partidos como o defenestrado Ciro Gomes e mesmo Marina Silva, e tantos mais. Sei não, mas essa indicação mexe com a imaginação do mais desinformado eleitor. E duma certeza cerquem-se todos os que estas mal intencionadas linhas lerem: As consequências da gestão 2002-2010 viveremo-las ainda no próximo mandato.

  4. PIRATA
    sexta-feira, 4 de junho de 2010 – 16:04 hs

    Discurso fecal
    Os delírios de grandeza de Lula se sucedem num crescendo grotesco. Ultimamente ele anda ensinando, nas horas vagas (quando não está estabelecendo a paz no planeta), os americanos a fechar o poço que vaza petróleo no Golfo do México.

    Curiosamente a criatura não se dedica a resolver problemas mais simples, próximos e acessíveis. Por exemplo, porque não convence o Comando Vermelho, numa conversa “olho no olho”, a desistir de suas operações criminosas?
    fonte hora h news

  5. julia
    sexta-feira, 4 de junho de 2010 – 17:07 hs

    Livro desnuda a relação de Serra com Dantas.
    É por isso que Serra se aloprou

    O Conversa Afiada recebeu de amigo navegante mineiro o texto que serve de introdução ao livro “Os porões da privataria” de Amaury Ribeiro Jr., que será lançado logo depois da Copa, em capítulos, na internet.

    Vai desembarcar na eleição.

    É um trabalho de dez anos de Amaury Ribeiro Jr, que começou quando ele era do Globo e se aprofundou com uma reportagem na IstoÉ sobre a CPI do Banestado.

    Não são documentos obtidos com espionagem – como quer fazer crer o PiG (*), na feroz defesa de Serra.

    É o resultado de um trabalho minucioso, em cima de documentos oficiais e de fé pública.

    Um dos documentos Amaury Ribeiro obteve depois de a Justiça lhe conceder “exceção da verdade”, num processo que Ricardo Sergio de Oliveira move contra ele. E perdeu.

    O processo onde se encontram muitos documentos foi emcaminhado à Justiça pelo notável tucano Antero Paes e Barros e pelo relator da CPI do Banestado, o petista José Mentor.

    Amaury mostra, pela primeira vez, a prova concreta de como, quanto e onde Ricardo Sergio recebeu pela privatização.

    Num outro documento, aparece o ex-sócio de Serra e primo de Serra, Gregório Marin Preciado no ato de pagar mais de US$ 10 milhões a uma empresa de Ricardo Sergio.

    As relações entre o genro de Serra e o banqueiro Daniel Dantas estão esmiuçadas de forma exaustiva nos documentos a que Amaury teve acesso. O escritório de lavagem de dinheiro Citco Building, nas Ilhas Virgens britânicas, um paraíso fiscal, abrigava a conta de todo o alto tucanato que participou da privataria.

    Não foi a Dilma quem falou da empresa da filha do Serra com a irmã do Dantas. Foi o Conversa Afiada.
    Que dedica a essa assunto – Serra com Dantas – uma especial atenção.

    Leia a introdução ao livro que aloprou o Serra:

    Livro desnuda a relação de Serra com Dantas.
    É por isso que Serra se aloprou
    Publicado em 04/06/2010 Compartilhe | Imprima | Vote (+21)

    A bomba explodiu no colo do Serra

    O Conversa Afiada recebeu de amigo navegante mineiro o texto que serve de introdução ao livro “Os porões da privataria” de Amaury Ribeiro Jr., que será lançado logo depois da Copa, em capítulos, na internet.

    Vai desembarcar na eleição.

    É um trabalho de dez anos de Amaury Ribeiro Jr, que começou quando ele era do Globo e se aprofundou com uma reportagem na IstoÉ sobre a CPI do Banestado.

    Não são documentos obtidos com espionagem – como quer fazer crer o PiG (*), na feroz defesa de Serra.

    É o resultado de um trabalho minucioso, em cima de documentos oficiais e de fé pública.

    Um dos documentos Amaury Ribeiro obteve depois de a Justiça lhe conceder “exceção da verdade”, num processo que Ricardo Sergio de Oliveira move contra ele. E perdeu.

    O processo onde se encontram muitos documentos foi emcaminhado à Justiça pelo notável tucano Antero Paes e Barros e pelo relator da CPI do Banestado, o petista José Mentor.

    Amaury mostra, pela primeira vez, a prova concreta de como, quanto e onde Ricardo Sergio recebeu pela privatização.

    Num outro documento, aparece o ex-sócio de Serra e primo de Serra, Gregório Marin Preciado no ato de pagar mais de US$ 10 milhões a uma empresa de Ricardo Sergio.

    As relações entre o genro de Serra e o banqueiro Daniel Dantas estão esmiuçadas de forma exaustiva nos documentos a que Amaury teve acesso. O escritório de lavagem de dinheiro Citco Building, nas Ilhas Virgens britânicas, um paraíso fiscal, abrigava a conta de todo o alto tucanato que participou da privataria.

    Não foi a Dilma quem falou da empresa da filha do Serra com a irmã do Dantas. Foi o Conversa Afiada.
    Que dedica a essa assunto – Serra com Dantas – uma especial atenção.

    Leia a introdução ao livro que aloprou o Serra:

    Os porões da privataria

    Quem recebeu e quem pagou propina. Quem enriqueceu na função pública. Quem usou o poder para jogar dinheiro público na ciranda da privataria. Quem obteve perdões escandalosos de bancos públicos. Quem assistiu os parentes movimentarem milhões em paraísos fiscais. Um livro do jornalista Amaury Ribeiro Jr., que trabalhou nas mais importantes redações do país, tornando-se um especialista na investigação de crimes de lavagem do dinheiro, vai descrever os porões da privatização da era FHC. Seus personagens pensaram ou pilotaram o processo de venda das empresas estatais. Ou se aproveitaram do processo. Ribeiro Jr. promete mostrar, além disso, como ter parentes ou amigos no alto tucanato ajudou a construir fortunas. Entre as figuras de destaque da narrativa estão o ex-tesoureiro de campanhas de José Serra e Fernando Henrique Cardoso, Ricardo Sérgio de Oliveira, o próprio Serra e três dos seus parentes: a filha Verônica Serra, o genro Alexandre Bourgeois e o primo Gregório Marin Preciado. Todos eles, afirma, tem o que explicar ao Brasil.

    Ribeiro Jr. vai detalhar, por exemplo, as ligações perigosas de José Serra com seu clã. A começar por seu primo Gregório Marín Preciado, casado com a prima do ex-governador Vicência Talan Marín. Além de primos, os dois foram sócios. O “Espanhol”, como (Marin) é conhecido, precisa explicar onde obteve US$ 3,2 milhões para depositar em contas de uma empresa vinculada a Ricardo Sérgio de Oliveira, homem-forte do Banco do Brasil durante as privatizações dos anos 1990. E continuará relatando como funcionam as empresas offshores semeadas em paraísos fiscais do Caribe pela filha – e sócia — do ex-governador, Verônica Serra e por seu genro, Alexandre Bourgeois. Como os dois tiram vantagem das suas operações, como seu dinheiro ingressa no Brasil …

    Atrás da máxima “Siga o dinheiro!”, Ribeiro Jr perseguiu o caminho de ida e volta dos valores movimentados por políticos e empresários entre o Brasil e os paraísos fiscais do Caribe, mais especificamente as Ilhas Virgens Britânicas, descoberta por Cristóvão Colombo em 1493 e por muitos brasileiros espertos depois disso. Nestas ilhas, uma empresa equivale a uma caixa postal, as contas bancárias ocultam o nome do titular e a população de pessoas jurídicas é maior do que a de pessoas de carne e osso. Não é por acaso que todo dinheiro de origem suspeita busca refúgio nos paraísos fiscais, onde também são purificados os recursos do narcotráfico, do contrabando, do tráfico de mulheres, do terrorismo e da corrupção.

    A trajetória do empresário Gregório Marin Preciado, ex-sócio, doador de campanha e primo do candidato do PSDB à Presidência da República mescla uma atuação no Brasil e no exterior. Ex-integrante do conselho de administração do Banco do Estado de São Paulo (Banespa), então o banco público paulista – nomeado quando Serra era secretário de planejamento do governo estadual, Preciado obteve uma redução de sua dívida no Banco do Brasil de R$ 448 milhões (1) para irrisórios R$ 4,1 milhões. Na época, Ricardo Sérgio de Oliveira era diretor da área internacional do BB e o todo-poderoso articulador das privatizações sob FHC.
    Ricardo Sergio é aquele do “estamos no limite da irresponsabilidade. Se der m… “, o momento Péricles de Atenas do Governo do Farol – PHA)
    Ricardo Sérgio também ajudaria o primo de Serra, representante da Iberdrola, da Espanha, a montar o consórcio Guaraniana. Sob influência do ex-tesoureiro de Serra e de FHC, mesmo sendo Preciado devedor milionário e relapso do BB, o banco também se juntaria ao Guaraniana para disputar e ganhar o leilão de três estatais do setor elétrico (2).

    O que é mais inexplicável, segundo o autor, é que o primo de Serra, imerso em dívidas, tenha depositado US$ 3,2 milhões no exterior através da chamada conta Beacon Hill, no banco JP Morgan Chase, em Nova York. É o que revelam documentos inéditos obtidos dos registros da própria Beacon Hill em poder de Ribeiro Jr. E mais importante ainda é que a bolada tenha beneficiado a Franton Interprises. Coincidentemente, a mesma empresa que recebeu depósitos do ex-tesoureiro de Serra e de FHC, Ricardo Sérgio de Oliveira, de seu sócio Ronaldo de Souza e da empresa de ambos, a Consultatun. A Franton, segundo Ribeiro, pertence a Ricardo Sérgio.

    A documentação da Beacon Hill levantada pelo repórter investigativo radiografa uma notável movimentação bancária nos Estados Unidos realizada pelo primo supostamente arruinado do ex-governador. Os comprovantes detalham que a dinheirama depositada pelo parente do candidato tucano à Presidência na Franton oscila de US$ 17 mil (3 de outubro de 2001) até US$ 375 mil (10 de outubro de 2002). Os lançamentos presentes na base de dados da Beacon Hill se referem a três anos. E indicam que Preciado lidou com enormes somas em dois anos eleitorais – 1998 e 2002 – e em outro pré-eleitoral – 2001. Seu período mais prolífico foi 2002, quando o primo disputou a presidência contra Lula. A soma depositada bateu em US$ 1,5 milhão.

    O maior depósito do endividado primo de Serra na Beacon Hill, porém, ocorreu em 25 de setembro de 2001. Foi quando destinou à offshore Rigler o montante de US$ 404 mil. A Rigler, aberta no Uruguai, outro paraíso fiscal, pertenceria ao doleiro carioca Dario Messer, figurinha fácil desse universo de transações subterrâneas. Na operação Sexta-Feira 13, da Polícia Federal, desfechada no ano passado, o Ministério Público Federal apontou Messer como um dos autores do ilusionismo financeiro que movimentou, através de contas no exterior, US$ 20 milhões derivados de fraudes praticadas por três empresários em licitações do Ministério da Saúde.

    O esquema Beacon Hill enredou vários famosos, entre eles o banqueiro Daniel Dantas. Investigada no Brasil e nos Estados Unidos, a Beacon Hill foi condenada pela justiça norte-americana, em 2004, por operar contra a lei.

    Percorrendo os caminhos e descaminhos dos milhões extraídos do país para passear nos paraísos fiscais, Ribeiro Jr. constatou a prodigalidade com que o círculo mais íntimo dos cardeais tucanos abre empresas nestes édens financeiros sob as palmeiras e o sol do Caribe. Foi assim com Verônica Serra. Sócia do pai na ACP Análise da Conjuntura, firma que funcionava em São Paulo em imóvel de Gregório Preciado
    Verônica começou instalando, na Flórida, a empresa Decidir.com.br, em sociedade com Verônica Dantas, irmã e sócia do banqueiro Daniel Dantas, que arrematou várias empresas nos leilões de privatização realizados na era FHC.

    Financiada pelo banco Opportunity, de Dantas, a empresa possui capital de US$ 5 milhões. Logo se transfere com o nome Decidir International Limited para o escritório do Ctco Building, em Road Town, ilha de Tortola, nas Ilhas Virgens Britânicas. A Decidir do Caribe consegue trazer todo o ervanário para o Brasil ao comprar R$ 10 milhões em ações da Decidir do Brasil.com.br, que funciona no escritório da própria Verônica Serra, vice-presidente da empresa. Como se percebe, todas as empresas tem o mesmo nome. É o que Ribeiro Jr. apelida de “empresas-camaleão”. No jogo de gato e rato com quem estiver interessado em saber, de fato, o que as empresas representam e praticam é preciso apagar as pegadas. É uma das dissimulações mais corriqueiras detectada na investigação.

    Não é outro o estratagema seguido pelo marido de Verônica, o empresário Alexandre Bourgeois. O genro de Serra abre a Iconexa Inc no mesmo escritório do Ctco Building, nas Ilhas Virgens Britânicas, que interna dinheiro no Brasil ao investir R$ 7,5 milhões em ações da Superbird. com.br que depois muda de nome para Iconexa S.A…Cria também a Vex capital no Ctco Building, enquanto Verônica passa a movimentar a Oltec Management no mesmo paraíso fiscal. “São empresas-ônibus”, na expressão de Ribeiro Jr., ou seja, levam dinheiro de um lado para o outro.

    De modo geral, as offshores cumprem o papel de justificar perante o Banco Central e à Receita Federal a entrada de capital estrangeiro por meio da aquisição de cotas de outras empresas, geralmente de capital fechado, abertas no país. Muitas vezes, as offshores compram ações de empresas brasileiras em operações casadas na Bolsa de Valores. São frequentemente operações simuladas tendo como finalidade única internar dinheiro nas quais os procuradores dessas offshores acabam comprando ações de suas próprias empresas… Em outras ocasiões, a entrada de capital acontecia através de sucessivos aumentos de capital da empresa brasileira pela sócia cotista no Caribe, maneira de obter do BC a autorização de aporte do capital no Brasil. Um emprego alternativo das offshores é usá-las para adquirir imóveis no país
    Depois de manusear centenas de documentos, Ribeiro Jr. observa que Ricardo Sérgio, o pivô das privatizações — que articulou os consórcios usando o dinheiro do BB e do fundo de previdência dos funcionários do banco, a Previ, “no limite da irresponsabilidade” conforme foi gravado no famoso “Grampo do BNDES” — foi o pioneiro nas aventuras caribenhas entre o alto tucanato. Abriu a trilha rumo às offshores e as contas sigilosas da América Central ainda nos anos 1980. Fundou a offshore Andover, que depositaria dinheiro na Westchester, em São Paulo, que também lhe pertenceria…

    Ribeiro Jr. promete outras revelações. Uma delas diz respeito a um dos maiores empresários brasileiros, suspeito de pagar propina durante o leilão das estatais, o que sempre desmentiu. Agora, porém, existe evidência, também obtida na conta Beacon Hill, do pagamento da US$ 410 mil por parte da empresa offshore Infinity Trading, pertencente ao empresário, à Franton Interprises, ligada a Ricardo Sérgio.

    (1)A dívida de Preciado com o Banco do Brasil foi estimada em US$ 140 milhões, segundo declarou o próprio devedor. Esta quantia foi convertida em reais tendo-se como base a cotação cambial do período de aproximadamente R$ 3,2 por um dólar.
    (2)As empresas arrematadas foram a Coelba, da Bahia, a Cosern, do Rio Grande do Norte, e a Celpe, de Pernambuco.

    (*) PiG: Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

  6. ILDO BALDO
    sexta-feira, 4 de junho de 2010 – 18:10 hs

    CHEGOU A HORA DOS FALASTROÊS PARAREM DE FAZER ACUSAÇÔES LEVIANAS E MENTIROSAS
    VÂO TER QUE PROVAR O QUE FALAM

  7. sexta-feira, 4 de junho de 2010 – 21:48 hs

    Os PTistas já provaram algum dos crimes que cometeu ?????

  8. CÉSAR O SIMPLES.
    sexta-feira, 4 de junho de 2010 – 22:05 hs

    puxa vida olha só o que achei na net. especialmente para você Julia.
    GRANDES FEITOS (ESCANDALOS) DO DES-GOVERNO MULA 1) Correios 2) IRB 3) Portugal Telecom 4) Leão & Leão (República de Ribeirão) 5) Celso Daniel com morte de 7 testemunhas (até agora) 6) Interbrazil 7) Cartões de crédito corporativos da presidência 8)Farra com o fundo partidário 9) Daniel Dantas 10) Toninho da Barcelona 11) Toninho de Campinas 12) Duda Mendonça 13) Mensalão 14) Waldomiro Diniz 15) Fundos de pensão e o Marcelo Sereno 16) Gushiken 17) Gilberto Carvalho 18) Juscelino Dourado 19) José Dirceu 20) Delúbio 21) Roberto Teixeira 22) Bebedeiras do presidente 23) Aerolula 24) FARC 25) Baltazar (armas RJ) 26) Osasco 27) Foro de São Paulo 28) ONG Ágora 29) Miro Teixeira 30) INSS RJ 31) Palocci 1 e Palocci 2 32) Furnas 33) Paulo Okamoto e SEBRAE 34) Cueca dos dólares e João Adalberto 35) Firma do Lulinha 36) Citibank 37) Luís Favre, aliás Felipe Belisario, contas no Caribe, esquema da Martaxa, emprego no Duda 3 Severino 39) Jeany Mary Corner 40) Casa da Moeda e seu presidente 41) Ciro Gomes e seu secretário 42) Passeio da cadelinha Michelle em carro oficial 43) Passeio da Benedita da Silva em Buenos Aires 44) Trevisan 45) Manuel Dutra 46) Glenio Guedes 47) Anderson Adauto 48) Paulo Pimenta e o seu dossiê fajuto 49) Pororoca 50) David Messer 51) Boa idéia: Lula 52) Passeio de Boeing dos filhos do Lula 53) Marta e o esquema do lixo em São Paulo 54) Esquema do lixo em todas as demais prefeituras (Ribeirão, Matão…) 55) Esquema do Bingo 56) Esquema dos ônibus 57) Grana ilegal para o MST, UNE, UBES 58) FAT 59) BMG e o crédito consignado 60) Buratti 61) José Mentor e o abafa da CPI do Banestado 62) Acordo com o Maluf 63) Dinheiro do BNDES para O Globo 64) Reforma do apê do Gilberto Gil 65) Fundos exclusivos 66) Plataformas, gás natural da Petrobrás 67) Jacó Bittar 68) Marcos Valério, Banco Rural, valerioduto, embaixador em Portugal 69) Aloisio Mecadante e o caixa 2 70) Olívio Dutra e o Bingo/Bicho no RS 71) Blindagem 72) Professor Luizinho e o Cohiba nas festas do Gran Bittar 73) Madeireiras do Pará, corrupção no IBMA e a Senadora Ana Júlia 74) Greenhalg, caso celso Daniel, caso Lubeca, indenizações milionárias 75) Hugo Werle e a madeira do MT 76) Roberto Marques, amigo do Zé Dirceu 77) Silvinho e o Land Rover 78) Genoíno 79) Najun Turner 80) Caso dos vampiros da saúde (Humberto Costa) 81) outdoors da Ideli Salvatti em SC 82) Henrique Pizzolato 83) Luiz Gonzaga da Silva (Gegê), acusado de homicídio 84) Ivan Guimarães e o Banco Popular 85) Estrela vermelha nos jardins do Alvorada 86) Morte por fome dos indiozinhos de Dourados (MS) 87) Festa com dinheiro público para comemorar a expulsão da Heloisa Helena 88) Compra do apê da ex-esposa do Dirceu 89) Intervenção ilegal na Saúde do RJ 90) Os 300.000 dos advogados do Delúbio e os honorários do Aristides Junqueira 91) Medalha Rio Branco para o Severino 92) Suspensão dos benefícios dos velhinhos acima de 80 pelo Berzoini 93) Dinheiro para a transoceânica no Peru e corte de verbas do Rodoanel de SP 94) Superfaturamento de contratos de patrocínio do esporte pelo BB 95) Caixa 2 de Tocantins e Márcia Barbosa 96) Uso indevido da CIDE dos combustíveis 97) Compra de votos no 1o turno da eleição para presidente do PT 98)Propina de Taiwan para a campanha do Lula 99) Compra do PL e José Alencar por 10 milhões no quarto ao lado do Lula. 100) Jóias presenteadas da D. Mariza Letícia 101) Violação de conta bancária do caseiro que desmentiu Antonio Palocci 102) Demissão de Antonio Palocci como Min da Fazenda por repetidas mentiras 103) Engavetamento de TODAS as denúncias contra Sarney. 104 A mentira que a Dilma negou da reunião com a Dra.Lina da Receita Federal, 105- Praça na Praia de Boa Viagem no Recife em homenagem a sua mãe Dona LINDU com gastos até agora superiores a TRINTA MILHÕES DE REAIS, 106-Fazenda em Araçatuba comprada pelo filho Lulinha por QUARENTA E SETE MILHÕES DE REAIS, 107- A ministra DILMA, alem do salário de ministra, é conselheira da PETROBRÁS com salário mensal de SETENTA E SEIS MIL REAIS , 108 – Jair Meneguelli torneiro mecânico e ex-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC? Hoje em Brasília. É Presidente do Conselho Nacional do Sesi e comanda um orçamento de R$ 34.000.000,00. Salário atual: R$ 25.000,00. Salário anterior (no tempo de sindicalista) R$ 1.671,61., 109 – Paulo Okamoto, fresador, ex-tesoureiro da CUT. atual Presidente do SEBRAE. Salário R$ 25.000,00. Comanda um orçamento de R$ 1.800.000.000,00. Salário anterior, quando era pobre, R$ 1.671,61.- 110 – Compra de apto. de cobertura na praia do Guarujá, por 6 MILHÕES E OITOCENTOS MIL REAIS.- 111- Lula perdoou US$ 315 milhões da dívida de Moçambique.- 112- Lula perdoou US$83,1 milhões de divida da Nigéria-113 – Lula perdoou US$52 milhões da dívida da Bolívia – 114- Lula perdoou US$ 141 milhões da dívida da Nicarágua – 115 – Lula perdoou US$36 milhões da dívida do Gabão – 116 – Lula perdoou US$ 150 milhões da dívida de Cuba e emprestou mais US$ 450 milhóes de dolares para Fidel Castro construir obras portuárias, usina de alcool combustível e um hotel – 117 – JOÃO VACARI NETO atual TESOUREIRO do PT, é Ex-Presidente da BANCOOP onde deixou um desvio ( rombo ) de mais de CEM MILHÕES DE REAIS E MILHARES DE PESSOAS SEM TETO.-118 – As digitais da participação de Lorenzetti no caso da ONG Rede 13 foram detectadas quando o Jornal do Brasil teve acesso a documentos guardados pela CPI dos Bingos, que chegou ao fim, sem resultado, depois de um ano de investigações sobre a corrupção no governo Lula. Segundo os tais documentos, Lorenzetti recebeu a missão de liquidar as dívidas de Lurian — cujos papagaios incluiriam cabeleireiros, lojas de roupas, festas e até taxas de condomínio — pouco antes de encerrar, na surdina, as atividades da ONG tocada por ela. A CPI, é claro, não conseguiu esclarecer como Lorenzetti, que foi responsável por levantar recursos para a Rede 13, pagou as dívidas da filha de Lula ( Lurian )- 119 – Ex-assessor de Mercadante, HAMILTON LACERDA que ganhava 5.000,00 por mês e estava envolvido na compra do dossie contra o Serra num hotel em São Paulo ( UM MILHAÕ E SETECENTOS MIL REAIS ), adquiriu grande quantidade de terras na Bahia, ( 247 HECTARES ) com o sócio que também era assessor de Palocci, JUSCELINO DOURADO. Hoje movimentam fortuna superior a R$1.500.000,00 ( UM MILHÃO E MEIO DE REAIS ) e tudo legalmente.120- O empresário FERNANDO SARNEY, filho do presidente do Senado, JOSÉ SARNEY (PMDB-AP), teria ajudado a fechar acordo clandestino pelo qual um grupo de empreiteiras burlou o processo de licitação e é acusado de desviar dinheiro público da principal obra ferroviária do País. A informação é da edição desta quinta-feira 15/04/10 do jornal Folha de S.Paulo. A fraude, apontada pela Polícia Federal e pelo Tribunal de Contas da União (TCU), deu-se em um trecho da ferrovia Norte-Sul. Orçada em mais de R$ 1 bilhão, a construção faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).O projeto é administrado pela Valec, estatal ligada ao Ministério dos Transportes há anos sob influência direta de JOSÉ SARNEYsegundo a reportagem. Ulisses Assad, diretor da empresa à época do esquema, foi nomeado por indicação do presidente do Senado. A licitação para o contrato 013/06, que trata do trecho entre os municípios goianos de Santa Isabel e Uruaçu, foi vencida pela Constran. Porém, numa subcontratação ‘ilícita’ e ‘grave’, nas palavras do TCU, as construtoras EIT e Lupama passaram a participar da obra. Logo após vencer a licitação do lote Santa Isabel-Uruaçu, de R$ 245,5 milhões, a Constran firmou um acordo com as duas outras construtoras, repassando a cada uma 16,65% da empreitada. O combinado foi feito sem análise nem autorização da Valec, em desrespeito à Lei

  9. OSSOBUCO
    sábado, 5 de junho de 2010 – 1:28 hs

    O Serra é uma bomba!
    Transforma tudo em confusão.
    E o pior é que o principal prejudicado é o povo brasileiro.Ele poderia apresentar novas ideias e perspectivas, e, mesmo se não ganhasse a eleição, suas ideias contribuiriam para o fortalecimento do debate, e das políticas públicas em última instância. Dentro de um procedimento dialético construtivo.
    Mas prefere levar a campanha para o campo da baixaria, como um lutador de vale-tudo, que sabendo ser mais fraco na “trocação” tenta levar o combate para o chão.
    Perde o processo político.
    Coitados de seus assessores de campanha, são reféns de um ego que destrói qualquer ideia que não tenha nascido de sua própria mente.

  10. OSSOBUCO
    sábado, 5 de junho de 2010 – 1:30 hs

    Jornalistas revelam livro originado por guerra entre Serra e Aécio

    Os jornalistas Luiz Carlos Azedo, titular da coluna Brasília-DF do Correio Braziliense, e Luís Nassif, editor de blog, revelaram ontem a existência de um livro “sobre os bastidores das privatizações”, segundo Azedo, originário da guerra travada entre José Serra e Aécio Neves, de acordo com Nassif, quando os então governadores tucanos de São Paulo e Minas Gerais disputavam a pré-candidatura do PSDB à Presidência,.

    Com o título “O caso do dossiê”, o texto publicado por Nassif em seu blog, no fim da tarde de ontem, desacredita a produção ou existência de novo dossiê contra Serra e afirma que “a história é outra”.

    Segundo Nassif, a história é a seguinte:

    “Quando começou a disputa dentro do PSDDB, pela indicação do candidato à\s eleições presidenciais, correram rumores de que Serra havia preparado um dossiê sobre a vida pessoal de seu adversário (no partido) Aécio Neves.

    A banda mineira do PSDB resolveu se precaver. E recorreu ao (jornal) Estado de Minas para que juntasse munição dissuasória contra Serra. O jornal incumbiu, então, seu jornalista Amaury Ribeiro Jr. de levantar dados sobre Serra. Durante quase um ano Amaury se dedicou ao trabalho, inclusive com viagens à Europa, atrás de pistas.

    Amaury é repórter experiente, farejador, que já passou pelos principais órgãos de imprensa do país. Passou pelo O Globo, pela IstoÉ, tem acesso ao mundo da polícia e é bem visto pelos colegas em Brasília.

    Nesse ínterim, cessou a guerra interna no PSDB e Amaury saiu do Estado de Minas e ficou com um vasto material na mão. Passou a trabalhar, então, em um livro, que já tem 14 capítulos, segundo informações que passou a amigos em Brasília.

    Quando a notícia começou a correr em Brasília, acendeu a luz amarela na campanha de Serra (…)”.

    O presidente do PT, José Eduardo Dutra, reagiu às informações com uma mensagem no Twitter ao presidente do PSDB, Sérgio Guerra.

    “Então quer dizer que foi o Aécio quem encomendou?

    E agora querem jogar no nosso colo? Que coisa feia!”

  11. trabaiadô
    sábado, 5 de junho de 2010 – 9:15 hs

    LULLA ROUBA E MENTE

    DILMA ASSAALTA E SEGUESTRA

    SERÁ MESMO QUE O BRASIL MERECE CONTINUAR COM ISSO/??

    com meu aval não…

  12. antonio carlos
    sábado, 5 de junho de 2010 – 9:44 hs

    Para quem parece ter feito da mentira ferramenta de propaganda, o petismo está querendo demais. Parem de mentir enquanto é tempo, as eleições vem vindo aí. O tucano está só seguindo o exemplo dos mentirosos contumazes, diz que a candidata é a culpada, e pronto. Vai repetir a mentira a exaustão, até que o povo acredite, como faz o petismo, que fez da mentira a sua marca. ACarlos

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