PSDB diz que processo é "inversão ética" | Fábio Campana

PSDB diz que processo é “inversão ética”

O senador Sérgio Guerra (PE), presidente nacional do PSDB, criticou ontem à tarde em sua página na rede de microblogs Twitter a intenção do PT de interpelar na Justiça o presidenciável tucano José Serra pelas declarações em que o ex-governador atribui ao PT e à pré-candidata Dilma Rousseff a elaboração de um suposto dossiê que reuniria denúncias contra ele.


5 comentários

  1. Zangado
    sexta-feira, 4 de junho de 2010 – 15:36 hs

    Isse tipo de “inversão ética” é típica do PT e da maioria dos petistas, embora existam alguns idealistas.

    Eles que eram os guardiões da moralidade pública, políticos escoimados de qualquer jaça, logo ao assumirem o poder mostraram a que vieram e como eram na realidade – pessoas desqualificadas, alopradas, sanguessugas e mensaleiras. Seu guia máximo não passa de um rematado demagogo e faltoso com a verdade.

    Além de tudo são imcompetentes, até para fazer malversações. Mas, convenhamos, ninguém é perfeito.

  2. PAULO
    sexta-feira, 4 de junho de 2010 – 15:49 hs

    FALOU? PROVE!!!!!!!!!!!!!!
    OU VAI SE FAZER DE FOFOQUEIRO DE REVISTA??????

  3. RST
    sexta-feira, 4 de junho de 2010 – 16:24 hs

    Esses tucanos são no mínimo desonestos, pra não dizer outra coisa. Usam trapaças feitas internamente por seus dois lideres Serra e Aecio, que armaram dossies um contra o outro, para jogar acusações no colo do PT? Que safadeza:Papéis mencionam auxiliares e familiares de tucano
    DE BRASÍLIA
    Os papéis que circularam pelo comando da campanha de Dilma Rousseff (PT), tratados oficialmente por sua equipe como algo alheio à candidata e pelos tucanos como obra dela, tratam de transações financeiras que envolvem antigos colaboradores e familiares de José Serra (PSDB).
    A Folha teve acesso a dois conjuntos de papéis. Um cita dados da CPI do Banestado (2003-2004), e o outro é sobre negócios atribuídos à filha de Serra, Verônica.
    Os papéis da CPI relatam operações financeiras registradas entre 1997 e 2001 em nome de empresas que pertenciam ou pertenceram a Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-arrecadador informal da campanha de Serra ao Senado, em 1994, e ex-diretor da área internacional do Banco do Brasil no governo FHC.
    Oliveira deixou o cargo no BB em 1998, após o escândalo dos grampos no BNDES.
    Os papéis também relatam movimentações financeiras do empresário Gregorio Marin Preciado, casado com uma prima do presidenciável e sócio de Serra até 1995 em um imóvel.
    O principal papel do conjunto é um relatório datado de 2004, assinado pelo relator da CPI, o deputado federal José Mentor (PT-SP).
    O relatório foi enviado pela CPI à Justiça de São Paulo num processo movido em 2002 por Ricardo Sérgio contra a “IstoÉ”, que havia citado os dados. A revista pediu ao juiz do caso que fosse possível buscar os documentos guardados pela CPI.
    No relatório, Mentor descreveu que a CPI detectou operações de até US$ 2,7 milhões entre uma empresa então ligada a Ricardo Sérgio, a Consultatum, e uma “offshore”, por meio de operações de remessas de dinheiro que fugiam às regras do BC.
    O relatório de Mentor também transcreve remessas totais de US$ 410 mil de uma empresa com interesses no setor telefônico brasileiro.
    Sobre os negócios de Verônica, a Folha manuseou, mas não obteve cópia dos papéis nem conseguiu verificar sua autenticidade. Eles tratam de operações contábeis feitas por empresa ligada a Verônica e seu marido.

    Muita atenção: Esses papéis, reportagens, textos, matérias estão disponíveis na Internet em vários sites, blogs, jornais, revistas, desde 2001. Tem quase 10 anos que todo mundo já tomou conhecimento desse assunto da firma de Verônica Serra e Verônica Dantas. Do o escândalo dos grampos no BNDES do Ricardo Sérgio de Oliveira, tudo sempre bem abafado pelos tucanos. Vamos combinar, precisa de dossiê? Precisa é de uma investigação séria do MP, da Justiça para apurar os desvios de recursos, as negociatas ilícitas. A mídia está requentando fatos que já foram amplamente divulgados. Não há nenhuma novidade. O ex anão do orçamento Sérgio Guera do PSDB diz que a ministra Dilma deve vir a público e pedir desculpas. Desculpas pelo que? Pelas matérias de mais de 10 anos nos jornais, revistas, Internet, muitas até na justiça pelas trapaças do PSDB?

  4. ILDO BALDO
    sexta-feira, 4 de junho de 2010 – 18:06 hs

    O SUJEITO GUERRA É SAFADO MENTIROSO E AINDA NÂO QUER QUE ELES PROVEM DAS MENTIRAS QUE FAZEM
    ESTÂO COM A CORDA NO PESCOSO FAZEM ACUSAÇÔES E NÂO QUEREM SER CONTRARIADOS
    SEU GUERRA ACABOU O CORENOLISMO ACUSOU VAI TER QUE
    DIZER SE É VERDADE OU É CONVERSA DE MOLEQUE
    E ME PARECE QUE É ISSO QUE O PSDB É
    ACUSAM NÂO TEM PROVA E FICAM BRAVO QUANDO PEDEM PARA A JUSTIÇA INVESTIGAR
    É COISA DO PSDB E DEM ETC
    VÂO SI FERAR SIM

  5. EXPLICA TUCANALHA ! Não enrola
    sexta-feira, 4 de junho de 2010 – 21:51 hs

    SIMPLES como dia é dia e noite é noite.
    Existem acusações?
    -Apresentem defesa, fatos que as desmintam e aí processem que acusou por injuria.
    Não vão fazer como no caso do chamado “dossiê dos aloprados” em que até hoje não explicaram as falcatruas ocorridas na Gestão Serra do Ministério da Saúde, com as compras de Ambulâncias. Denuncias essas feitas pela familia Vedoin ( pai e filho) que eram os fornecedores de ambulâncias ( sabiam do que estavam falando) e que foram eles mesmos que elaboraram o dossiê.
    Os Tucanos arrumaram um flagrante de araque sobre a entrega do dinheiro que pagava tal dossiê e até hoje tentam enganar os trouxas com a história:
    “-De onde veio o dinheiro para pagar pelo relatório das denuncias?” E até hoje não explicaram patavina sobre a “ROUBALHEIRA DAS AMBULÂNCIAS”

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