Indefinição faz Dilma cancelar visita ao Paraná | Fábio Campana

Indefinição faz Dilma cancelar visita ao Paraná

Da colunista Roseli Abrão:

O PT cancelou a visita que sua presidenciável, Dilma Roussef, faria a Curitiba nesta terça-feira.

Dilma viria para o lançamento da aliança com PDT e PMDB, certa até a última sexta-feira, antes das especulações em torno da candidatura de Alvaro Dias como vice de Serra.

Segundo os petistas, Dilma virá depois do dia 30, quando o quadro eleitoral já estará definido.


12 comentários

  1. Mario
    segunda-feira, 28 de junho de 2010 – 21:29 hs

    VEJA A NOSSA PRESIDENTA Às 22HORAS NO RODA VIVA “” E VERÃO O QUE É COMPETÊNCIA !!!

  2. Teo
    segunda-feira, 28 de junho de 2010 – 22:24 hs

    Puxa vida que falta incrível Curitiba vai sentir dessa Senhora desocupada e até agora não identificada com nada que tenha feito na vida?????? kkkkkkk…

  3. Tio João
    segunda-feira, 28 de junho de 2010 – 23:18 hs

    No fundo ela sabe que não é bem vinda por aqui…que continue levando suas maletas para o Nordeste…

  4. Claudio
    terça-feira, 29 de junho de 2010 – 0:00 hs

    Sra. DILMA, não precisa vir ao meu estado, a Senhora ganhará com grande vantagem de votos ainda no primeiro turno.

    o alvaro, vai somar o voto dele, da esposa e mais meia duzia de COMPARSAS.

  5. HENRY
    terça-feira, 29 de junho de 2010 – 10:44 hs

    O QUE A QUADRILHEIRA, ASSALTANTE DE BANCO E ASSASSINA QUER COM O POVO CULTO DO PARANÁ? AQUI O DISCURSO MENTIROSO DO pt (partido do trambique) NÃO PEGA!

  6. terça-feira, 29 de junho de 2010 – 11:08 hs

    Que bom..que nunca mais apareca por aqui…

  7. Calunga
    terça-feira, 29 de junho de 2010 – 11:20 hs

    Quem é Dilma. O que essa senhora já fez a não ser se enconstar nas beneses do governo.

  8. valdir izidoro silveira
    terça-feira, 29 de junho de 2010 – 11:38 hs

    REQUIÃO RASGOU A CARTA DE PUEBLA
    Valdir Izidoro Silveira(*)

    A velha militância peemedebista todo o Paraná, que na Convenção Estadual ouviu e viu o discurso apaixonado de Requião defendendo a candidatura de Osmar Dias, deve ter ficado, no mínimo surpresa e também indignada com essa decida à rampa do grande defensor da Carta de Puebla.

    Requião irritou os convencionais com aquele discurso, com o comportamento de Tartufo, o personagem de Molière. Da forma com que bajula Osmar e seus sequazes Requião se transforma no tartufo da política paranaense. Torna-se personagem e ator de uma ópera bufa.

    Ao defender, com ardor, a candidatura de Osmar apoiado pelo PMDB, Requião jogou uma pá de cal nas suas propostas, outrora, mudancistas. Vejam que uma corrente minoritária do PMDB, mas que está no poder de mando, defende também o arreglo à candidatura Beto; ambas as correntes são de paus mandados do Requião; fazem só o que o mestre mandar.

    Faço essas críticas de cabeça erguida, pois fui um colaborador leal e sempre votei no Requião. Não tenho temor reverencial por quem quer que seja; por isso essa crítica pesada e uma confissão de voto: jamais votarei em Requião que abraçou a traição por interesses meramente pessoais e com individualismo exacerbado chutou o coletivo.

    A matéria plantada na Veja é um exemplo de patifaria política, de desrespeito aos companheiros leais, de comportamento de gente que não tem quaisquer compromissos éticos. As urnas vão sepultar esses personagens políticos, bem como vão sepultar a turma do Diário Secreto. Estou declarando guerra, com a nossa tribuna na praça, contra essa corja que quer fazer dos partidos, da política, uma confraria familiar e de interesses particulares.

    Um partido como o PMDB, cuja militância antiga sofreu na carne as perseguições da ARENA, dos seus quadros reacionárias que sempre foram contra os projetos sociais; contra a reforma agrária, a favor dos interesses estrangeiros, repito, um partido como o PMDB não pode agora jogar a sigla nos braços de quadros orgânicos da direita, entre eles um ex-secretário de Requião e ex-ministro da agricultura de Lula que, mesmo estando no PMDB, apóiam a candidatura de Osmar Dias.

    O Pessutão é o nosso candidato, mas se essa traição acontecer, já decidi de que lado estarei; votarei nos meus camaradas do PCB porque não vou rasgar os meus princípios votando naqueles que apoiaram o golpe militar e ajudaram, com seus aplausos – será que foi só aplauso?-, a prender, a torturar e assassinar meus companheiros.
    Cuidado minha gente; o inimigo está dentro da nossa casa! Eu não rasgo e não rompo com os meus princípios, como Requião rasgou e rompeu com a Carta de Puebla ao se apaixonar por Osmar.
    (*) Jornalista e engenheiro agrônomo.

  9. CAÇADOR DE PETISTAS
    terça-feira, 29 de junho de 2010 – 11:47 hs

    Publica esta que é de suma importãncia;

    É este monstro que Lula quer enfiar do R>>> do povo brasileiro.

    Embaixada americana faz dossiê sobre Dilma Rousseff (Zero Hora)

    No dia seguinte à posse de Dilma Rousseff como ministra-chefe da Casa Civil, em 21 de junho de 2005, o Departamento de Estado americano recebeu um documento de quatro páginas enviado pelo Consulado dos Estados Unidos em São Paulo. Embora tenha sido desclassificado, o dossiê Dilma Rousseff foi carimbado como “sensível”.

    O material traça um perfil completo da ministra, de seu passado de guerrilheira sob o regime militar, quando foi presa e torturada, até o presente de técnica prestigiada, tida como durona e workaholic. Citando um certo “conselheiro sênior”, o relatório sustenta que a ministra, às vezes, não respeita hierarquia.

    O material não se atém somente ao perfil profissional: detalhes como o gosto musical e a recente dieta adotada por Dilma são citados no documento. É revelado, inclusive, que a dieta da ministra é a mesma que fez o presidente Luiz Inácio Lula da Silva perder peso.

    O texto informa que o primeiro marido de Dilma, Claudio Linhares, seqüestrou um avião e vive em Cuba, e que a ministra está separada do segundo (Carlos Araújo, advogado e igualmente ex-guerrilheiro). Até mesmo a advogada Paula Rousseff Araújo, filha de Dilma e Araújo, é citada: “Ela tem uma filha, Paula, em Porto Alegre, onde passa os finais de semana”.

    Trechos do documento:

    Joana d’Arc dos subversivos torna-se chefe da Casa Civil: É esse o subtítulo do item dois do “dossiê Dilma”. Anota: “No dia 21 de Julho [de 2005], o presidente Lula nomeou Dilma Rousseff, 57, como sua nova ministra-chefe da Casa Civil. Ela ocupou o lugar de José Dirceu, que caiu fora, semana passada, por causa de um escândalo de corrupção. Dirceu estava envolvido profundamente nas estratégias políticas da administração, mas Rousseff anunciou na sua cerimônia de posse que tem a intenção de se focar mais em colocar em andamento a agenda política administrativa […]”;

    Gestora durona: “Rousseff entrou para o PT em 2001 e trabalhou no processo de transição de governo em 2002. Ela é uma gestora durona e exigente, que vai perseguir a qualificação da implementação de políticas administrativas. Ela está menos para o político de holofote, como [José] Dirceu, de ringue político, por ser mais focada em atacar a “burocracia”.

    Assaltos a banco e guerrilha: “Dilma Vana Rousseff nasceu em 14 de dezembro de 1947, o Estado de Minas Gerais. Seu pai era um promotor búlgaro, que se naturalizou e tinha cidadania brasileira. Ela se tornou ativamente envolvida com a oposição ao regime da dtadura mlitar em 1967, aos 19 anos, enquanto cursava Economia em Minas Gerais. Entrou para vários grupos clandestinos, organizou três assaltos a banco e então foi co-fundadora do grupo de guerrilha chamado Vanguarda Revolucionária Armada de Palmares”;

    “Theft of Adhemar’s Safe”: “Em 1969, ela planejou um assalto lendário conhecido como ‘o roubo do cofre de Adhemar’. A operação arrombou o apartamento carioca da amante do então governador de São Paulo, Adhemar de Barros, recolhendo US$ 2,5 milhões que Ademar guardava no local”;

    Marido seqüestrador e eletrocoques: “Rousseff se separou do primeiro marido, Cláudio Linhares, que, em janeiro de 1970, seqüestrou um avião para Cuba e permaneceu lá. Naquele mesmo mês, ela foi capturada pelo Regime e aprisionada por três anos (o oficial se referiu a ela como Joana D’arc dos subversivos), incluindo 22 dias de brutal tortura de eletrochoque”;

    Formação acadêmica e gostos pessoais: “Rousseff tem grau de mestre em Teoria Econômica pela Universidade de Campinas e um doutorado não concluído em Economia. Em 1992, ela participou como visitante de um programa internacional nos EUA. Ela está atualmente separada do seu segundo marido (que também era um militante da oposição). Ela tem uma filha, Paula, em Porto Alegre, onde ela passa os finais de semana. Ela gosta de cinema e música clássica. Recentemente ela perdeu peso, depois de, alega-se, adotar a dieta do presidente”;

    Da desconfiança aos elogios: “Com seu background técnico e um estilo no-nonsense, Rousseff recebeu respeito relutante do setor da Energia. Enquanto as Cias. norte-americanas estavam inicialmente desconfiadas quando ela foi designada para o cargo de [ministra das Minas e] Energia, agora admitem que ela fez um trabalho competente. Em particular eles a saúdam por sua disposição em ouvir e responder posições e idéias, mesmo quando está inclinada a uma conclusão diferente. Ela tem a uma reputação de negociadora dura, ser persistente e de prestar muita atenção aos detalhes. Adjetivos usados aqui por aqueles que trabalham com ela incluem exigente e workaholic”;

    Inapetência política: “Diferentemente de José Dirceu, Rousseff nunca foi eleita para cargo público e seus contatos com o Congresso são limitados, o que sugere que a coordenação política da administração será tarefa de outros. A imprensa diz que Lula espera que ela produza um “choque de gestão” na administração, a qual, por causa da ineficiência administrativa, entraves burocráticos e, mais recentemente, pelos muitos escândalos de corrupção, encontra-se estagnada.

    Queixas de aliados: “Alguns no Congresso reclamam que Rousseff não entende de política partidária. Em abril [de 2005], o Senado rejeitou [uma] nomeação para a Agência Nacional de Combustíveis em retaliação pela oposição dela à nomeação de um aliado do partido PMDB para uma subsidiária da Eletrobrás, Companhia Estatal de Eletricidade (Rousseff optou por dar a posição para Adhemar Palocci, irmão do [então] ministro Antônio Palocci)”.

    Íntegra:

    REF: BRASILIA 1631

    1. (SBU) SUMMARY. No dia 21 de junho, o presidente brasileiro Lula da Silva nomeou a Ministra de Minas e Energia, Dilma Rousseff, como sua nova Ministra da Casa Civil, ocupando o lugar de José Dirceu, que pediu demissão semana passada em meio a um crescente escândalo de corrupção.

    Rousseff foi uma militante de oposição, foi aprisionada e torturada pelo regime militar brasileiro. Ela recebeu formação em economia e passou vários anos em posições de comando em municípios e no estado do Rio Grande do Sul. Rousseff entrou para o PT em 2001 e trabalhou no processo de transição de governo em 2002.

    Ela é uma gestora durona e exigente que vai perseguir a qualificação da implementação de políticas administrativas. Ela está menos para o político de holofote como Dirceu, de ringue político, por ser mais focada em atacar a “burocracia” .

    2. (SBU) No dia 21 de Julho, o presidente Lula nomeou Dilma Rousseff, 57, como sua nova Ministra Chefe da Casa Civil. Ela ocupou o lugar de José Dirceu, que caiu fora semana passada por causa de um escândalo de corrupção. Dirceu estava envolvido profundamente nas estratégias políticas da administração, mas Rousseff anunciou na sua cerimônia de posse que tem a intenção de se focar mais em colocar em andamento a agenda política administrativa.

    Ela ressaltou que, contrariamente ao que estava sendo divulgado pela imprensa, isso não quer dizer que ela seja apenas uma tecnocrata. “Esse não é um cargo técnico, mas sim político. Político no melhor sentido da palavra. Eu não sou mais uma executora (do Ministério de Minas e Energia), mas uma facilitadora dos projetos dos meus colegas de gabinete”.

    3. (SBU) Dilma Vana Rousseff nasceu em 14 de dezembro de 1947 no Estado de Minas Gerais. Seu pai era um promotor búlgaro, que se naturalizou e tinha cidadania brasileira. Ela se tornou ativamente envolvida com a oposição ao regime da Ditadura Militar em 1967, aos 19 anos, enquanto cursava Economia em Minas Gerais.

    Entrou para vários grupos clandestinos, organizou três assaltos a banco e então foi co-fundadora do grupo de guerrilha chamado Vanguarda Revolucionária Armada de Palmares. Em 1969 ela planejou um assalto lendário conhecido como “Theft of Adhemar’s Safe”, “o roubo do cofre de Adhemar”.

    A operação arrombou o apartamento carioca da amante do então governador de São Paulo, Adhemar de Barros, recolhendo US$ 2,5 milhões que Ademar guardava no local. Rousseff se separou do primeiro marido, Cláudio Linhares, que em janeiro de 1970 seqüestrou um avião para Cuba e permaneceu lá.

    Naquele mesmo mês, ela foi capturada pelo Regime e aprisionada por três anos (o oficial se referiu a ela como Joana D’arc dos subversivos), incluindo 22 dias de brutal tortura de eletrochoque.

    4. (SUB) Libertada no final de 1973, Rousseff mudou-se para o Estado do Rio Grande do Sul. Quando seus direitos foram restaurados pela anistia geral de 1979, ela entrou para o PDT, partido do líder de esquerda Leonel Brizola. Ela serviu em diversos cargos em posições municipais e estaduais: Presidente da Fundação de Economia e Estatística do Rio Grande do Sul (1991-1993); Secretária de Energia, Minas e Comunicações (1993-1994).

    Ela depois assumiu como Secretária Estadual de Minas pelo governo do partido trabalhador de Olívio Dutra (1999-2002) e mudou para o PT em 2001. Ela foi um membro chave no time de transição do governo Lula em 2003, e então Lula a nomeou Ministra de Minas e Energia alguns dias depois.

    5. (SUB) Rousseff tem grau de Mestre em Teoria Econômica pela Universidade de Campinas e um Doutorado não concluído em Economia. Em 1992, ela participou como visitante de um programa internacional nos EUA. Ela está atualmente separada do seu segundo marido (que também era um militante da oposição). Ela tem uma filha, Paula, em Porto Alegre, onde ela passa os finais de semana. Ela gosta de cinema e música clássica. Recentemente ela perdeu peso,depois de, alega-se, adotar a dieta do presidente.

    6. (SBU) Com seu background técnico e um estilo no-nonsense, Rousseff recebeu respeito relutante do setor da Energia. Enquanto as Cias Norte-americanas estavam inicialmente desconfiadas quando ela foi designada para o cargo da Energia, agora admitem que ela fez um trabalho competente. Em particular eles a saúdam por sua disposição em ouvir e responder posições e idéias, mesmo quando está inclinada a uma conclusão diferente.

    Ela tem a uma reputação de negociadora dura, ser persistente e de prestar muita atenção aos detalhes. Adjetivos usados aqui por aqueles que trabalham com ela incluem exigente e workaholic. Seu maior feito como Ministra foi o desenvolvimento do novo modelo de setor elétrico brasileiro, que busca reduzir preço ao consumidor, através de contratos mais longos para fornecimento entre Geradoras e Distribuidores.

    Outro programa desenvolvido durante seu comando incluem o “Luz para Todos” e o foco no desenvolvimento do Biodiesel. Diferente de José Dirceu, Rousseff nunca foi eleita para cargo público e seus contatos com o Congresso são limitados, o que sugere que a coordenação política da administração será tarefa de outros. A imprensa diz que Lula espera que ela produza um “choque de gestão” na administração, a qual, por causa da ineficiência administrativa, entraves burocráticos e, mais recentemente, pelos muitos escândalos de corrupção, encontra-se estagnada.

    7. (SUB) Alguns no Congresso reclamam que Rousseff não entende de política partidária. Em abril, o Senado rejeitou sua nomeação para a Agência Nacional de Combustíveis em retaliação pela oposição dela a nomeação de um aliado do partido PMDB para uma subsidiária da Eletrobrás, Companhia Estatal de Eletricidade. (Rousseff optou por dar a posição para Adhemar Palocci, irmão do Ministro Antônio Palocci).

    Seu conselheiro Sênior nos disse que ela, às vezes,não leva em consideração hierarquia preferindo chamar diretamente servidores técnicos, passando por cima de seus supervisores.

    > Informações sobre a ditadura militar brasileira.

    Poderá também gostar de:

    · Dossiê da Casa Civil contra FHC foi decisão de governo (Estadão)

    · Braço direito de Dilma fez dossiê contra família FHC (Folha)

    · Lula autorizou montagem de dossiê (Correio Braziliense)

    · Dilma nega dossiê e cogita até invasão de computador (Folha

    Quando Dilma éra quadrilheira “assaltava bancos”
    “Se eleita for, tera a chav e do Banco”.

    José Serra nesta corja

  10. Parreiras Rodrigues
    terça-feira, 29 de junho de 2010 – 13:24 hs

    Cláudio: Se indefinições cancelam visitas de Dilma, ela pode não sair mais de casa.

  11. Bettina
    terça-feira, 29 de junho de 2010 – 16:52 hs

    LULA SEGUROU O PT. DIL-MÁ PODERÁ SEGURAR? O PT DE HOJE ANDA DE JATINHO, TOMA VINHOS CAROS, APRECIA A BOA GASTRONOMIA, GANHA BRINDES FANTÁSTICOS … BEM DIFERENTE DAQUELE PT QUE VENDIA CAMISETAS E BOTONS NA RUA XV NO CENTRO DE CURITIBA, NAQUELA BARRAQUINHA ALI EM FRENTE A SEDE DO ENTÃO BAMERINDUS, PARA LEVANTAR FUNDOS PARA A CAMPANHA… NÃO É MESMO “MILITÂNCIA”? VOCÊS NÃO TÊM RAIVA DISSO? ISSO NÃO LHES CAUSA NENHUM TIPO DE NOJO, DE ASCO? POIS EU ESTOU COM A SACO CHEIO DESSA GENTE QUE RESTOU DAQUELE PT QUE EU AMAVA …

  12. Mozinha
    terça-feira, 29 de junho de 2010 – 17:01 hs

    Tenho certeza q o Paraná nao vai perder nada se essa tal de Dilma(medíocre )não vier pra cá…

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