Brasil passa China em aumento do Crescimento Global | Fábio Campana

Brasil passa China em aumento do Crescimento Global

Na próxima semana deve ser anunciado oficialmente pelo governo federal que o Brasil vai ultrapassar a China em relação ao aumento no crescimento global. Para o deputado federal e secretário de Comunicação do PT, André Vargas, este aumento se deve a diversos fatores e principalmente pela gestão econômica do País.

Segundo Vargas o governo do presidente Lula tem feito uma ótima administração, o que tem proporcionado este crescimento. “O nosso povo esté mostrando sua força, que vem da inclusão social, da melhoria de renda, do aumento do poder de compra, da melhoria dos salários, são fatores de essenciais neste resultado final”, destaca.

Vargas lembra ainda da opção que o presidente Lula fez para oferecer crédito para as pessoas, para que elas possam adquirir os produtos necessários e que possam se auto organizar para dotar sua família de conforto, de bem estar. “Estes programas de construção de moradias, como o Minha Casa, Minha Vida, os investimentos que o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) vem fazendo em saneamento, em habitação, em obras de infra-estrutura. É isso que faz o país muito mais forte e eu tenho certeza que mantendo esse nível de crescimento, nós ainda vamos chegar a um nível de desemprego baixíssimo” declarou.

O Brasil chegou recentemente há alcançar 7,3% no índice de desemprego. Segundo Vargas o governo federal esta lançando um programa de treinamento profissional. “Agora nós estamos lançando um forte programa de treinamento de mão de obra, porque tem oferta de emprego, mas falta qualificação profissional para a ocupação dos cargos”, informou.

Para o deputado, o Brasil vive um momento histórico. “Nós já tivemos um momento infeliz na nossa história onde quando tinha uma crise lá fora aumentava os impostos, cortavam os investimentos, ficávamos de joelhos para o FMI e para os interesses internacionais. Hoje nós vivemos um novo momento. Aconteceu uma crise lá fora e nós tivemos investimentos federais em infra-estrutura, em moradias, diminuição da taxa de juros o quando foi possível. E para que isso possa continuar acontecendo, lutamos para que Dilma Roussef ganhe as eleições”, salientou.


12 comentários

  1. Louise
    terça-feira, 1 de junho de 2010 – 18:03 hs

    Um breve comentário sobre a atual situação da economia brasileira

    por Leandro Roque, segunda-feira, 31 de maio de 2010

    Muito tem sido falado sobre o estado de aquecimento da economia brasileira. E os números robustos do (baixo) desemprego e do crescimento econômico ocorrido no primeiro trimestre deste ano estão aí para confirmar a veracidade da afirmação.

    Por exemplo, de janeiro a março a economia cresceu 2,8% em relação ao trimestre imediatamente anterior. Quando comparado ao mesmo trimestre do ano passado, o crescimento foi de 8,2% — sendo válida a observação de que se está partindo de uma base muito baixa, dado que o primeiro trimestre do ano passado foi de recessão.

    Ainda assim, vale a pergunta: o que está causando esse (robusto) crescimento?

    Dados preliminares apontam que, de março de 2009 a março de 2010, houve um aumento de 27,8% nos investimentos e de 11% no consumo das famílias. Já no quesito gastos do governo, o qual nunca decepciona, houve um aumento de 18,7%.

    Como não ocorreu nenhuma reforma estrutural — isto é, reforma tributária, trabalhista ou previdenciária —, nem corte de gastos, redução do déficit ou desregulamentações, tampouco houve melhora do cenário externo, então a lógica econômica mostra que certamente um item tem necessariamente de ter variado expressivamente: a oferta monetária.

    Mais especificamente, há dois componentes da oferta monetária que devem ser analisados com mais retidão: as reservas bancárias e os depósitos à vista (depósitos em conta-corrente).

    Os depósitos à vista, que fazem parte do M1, são autoexplicativos: trata-se daquele dinheiro que pessoas físicas e jurídicas têm no banco e que podem ser sacados ou utilizados a qualquer momento, por meio de cheques ou cartão de débito.

    Já as reservas bancárias nada mais são do que todo o dinheiro que os bancos mantêm em seus cofres e como compulsório junto ao Banco Central. Quanto maior for o volume de depósitos feitos por correntistas nos bancos, maior será o total de reservas bancárias.

    No Brasil, atualmente, de cada 100 reais depositados em um banco, 31 reais vão para o Banco Central como depósito compulsório e 17 reais ficam como encaixes nesse banco. Esses 48 reais (31 + 17) são as reservas bancárias. Os 52 reais restantes serão utilizados em empréstimos ou outros investimentos. (Veja a tabela aqui).

    Agora vem a parte mais importante (e óbvia): quanto maior for o total de reservas bancárias, maior será o volume de empréstimos concebidos. Pois quanto maior for o volume dessas reservas, mais depósitos foram feitos nos bancos, o que os permitirá direcionar mais dinheiro para empréstimos, o que consequentemente irá aumentar o meio circulante (o volume de dinheiro na economia).

    Se as reservas bancárias aumentam, aumentará o crédito e a quantidade de dinheiro na economia. Se as reservas diminuírem, isso significa que foram feitos mais saques do que depósitos. Com isso o crédito encarecerá e as pessoas que dependem dele e/ou que pagam juros sobre empréstimos estarão em dificuldades.

    O gráfico a seguir mostra qual foi a variação percentual dos depósitos à vista e das reservas bancárias em relação ao mesmo mês do ano anterior, o que dá uma boa idéia se houve uma aceleração, uma desaceleração ou uma retração na expansão das reservas e dos depósitos à vista.

    Observe que ambas as variáveis iniciam janeiro de 2006 10% maiores do que estavam em janeiro de 2005. Esses valores vão subindo até atingirem um crescimento anual de 30% em janeiro de 2008. A partir desse momento elas começam a cair. Em outubro de 2008, elas atingem um percentual zero de crescimento anual. Exatamente no mês em que se iniciou a recessão no Brasil.

    Como Mises e Hayek deixaram claro, uma vez que o boom gerado pela expansão monetária se inicia, essa expansão monetária tem de, no mínimo, manter o mesmo ritmo ou até se acelerar para que o boom continue.

    Falando mais claramente: imagine que, por uma confluência de fatores, as reservas bancárias aumentem. Tal fato irá fazer com que haja uma expansão do crédito na economia. Tal expansão irá gerar um crescimento econômico (artificial, caso essa expansão do crédito não advenha da poupança) que, para ser mantido, irá exigir expansões cada vez maiores no crédito. Qualquer desaceleração mais prolongada na expansão do crédito irá arrefecer o crescimento econômico.

    Assim, se uma economia sofreu uma forte expansão do crédito durante um certo tempo, essa expansão terá de se dar a taxas cada vez maiores para impedir que a economia entre em recessão. Não é necessário que o crédito se contraia; basta que ele cresça a uma taxa menor, e a recessão virá. E foi isso que aconteceu no Brasil no período 2006-2008.

    O gráfico mostra claramente como as reservas e os depósitos à vista, que desde novembro de 2006 se expandiram anualmente a taxas que variavam entre 20 e 30% até maio de 2008, repentinamente despencam para uma taxa de 0% entre setembro e novembro de 2008.

    A partir de outubro de 2008, o BACEN alterou o compulsório, que passou de 35% para 27%. Isso explica grande parte da forte queda das reservas bancárias observada no gráfico.

    O que de fato gerou a recessão no último trimestre de 2008, que se estendeu até maio de 2009, foi a forte retração ocorrida nas reservas bancárias e nos depósitos à vista até agosto e setembro de 2008. As retrações posteriores apenas são consequência tanto da própria recessão quanto do afrouxamento do compulsório.

    Feita toda essa digressão histórica, podemos agora entender melhor o que se passa atualmente na economia brasileira.

    Observe que a partir de junho de 2009, os depósitos à vista voltam a apresentar um crescimento anual, o que coincidiu com o momento da recuperação da economia (por causa da distorção que a alteração do compulsório gerou no gráfico a partir de outubro de 2008, essa variável perde sua importância comparativa até outubro de 2009, mês esse em que ela volta a ter importância, uma vez que é nesse momento que ela completa um ano de sua alteração).

    A partir de novembro de 2009, ambas as variáveis apresentam um inequívoco movimento ascendente. Só em abril de 2010, por exemplo, a reservas bancárias cresceram mais de 30% em relação ao mesmo mês do ano passado, ao passo que os depósitos à vista crescerem 16%.

    É exatamente esse crescimento — ambos decorrentes da expansão da base monetária feita pelo Banco Central — que tem possibilitado a atual e tão aclamada expansão econômica brasileira. E enquanto ele prosseguir, os números econômicos continuarão robustos.

    Por exemplo, uma das maravilhas que o crescimento de ambas essas variáveis vem permitindo é o constante aumento da arrecadação sem que tenha havido qualquer aumento de impostos (fenômeno esse explicado aqui). Outra maravilha pode ser observada no comportamento do BNDES, que está, como nunca antes, financiando inúmeros empreendimentos feitos por empresários graúdos com ótimas conexões políticas. Dados do Banco Central mostram que, até março desse ano, o BNDES desembolsou um valor 55,8% maior que aquele desembolsado em igual período do ano passado.

    Mas há empecilhos à vista.

    Os indicadores de investimento mostram que a produção de bens de capital, embora tenha crescido esse ano, apresenta uma queda de 8,56% ao longo dos últimos doze meses. A importação de bens de capital, da mesma forma, apresenta uma queda de mais de 9%. A produção de insumos para a construção civil, o item mais progrediu, ficou estagnada.

    As consequências?

    De janeiro a maio, o IGP-M, índice que dá mais peso para o setor atacadista, apresentou alta de 4,8%. Os preços dos produtos industriais registraram altas de 5,20% nesse mesmo período.

    No varejo, setor menos sensível a flutuações monetárias (em relação ao atacado, que é o mais sensível), a inflação de preços junto ao consumidor, medida pelo IPC-M, acumula altas de 3,99% no ano e de 5,39% em 12 meses até maio. O IPC-M representa 30% do total do IGP-M.

    Já na construção civil, a inflação de preços, medida pelo INCC-M, acumula altas de 3,46% no ano e de 6,06% em 12 meses até maio. Essa tabela mostra que nos últimos doze meses, o setor da construção civil foi aquele que apresentou a maior expansão do emprego no setor privado nos últimos doze meses: 7,7%. E em relação ao mesmo período do ano anterior, o crescimento foi de 12,8%. Isso mostra que as suspeitas de estar havendo uma bolha imobiliária no Brasil procedem.

    Conclusão

    A farra do crédito fácil, coisa até então rara no Brasil, já começa a mostrar suas consequências inequívocas e inevitáveis. Enquanto ela puder prosseguir, haverá números robustos de crescimento do PIB. Porém, a inflação de preços já começa a incomodar. Novos aumentos de juros ocorrerão nas próximas reuniões do COPOM.

    Se esses aumentos reduzirem a taxa de expansão de ambas as variáveis monetárias (reservas bancárias e depósitos à vista), o ciclo da expansão chegará ao fim. A galinha vai aterrissar.

    Leandro Roque é o editor e tradutor do site do Instituto Ludwig von Mises Brasil.

  2. Xisburge
    terça-feira, 1 de junho de 2010 – 19:01 hs

    Voo de galinha vacinada com anabolizante de cavalo.

    Quem falar que é obra do governo Lula, ou é imbecil, ou tá querendo te enganar.

  3. justiceiro
    terça-feira, 1 de junho de 2010 – 19:01 hs

    O Deputado André Vargas está bastante equivocado. Não é o Presidente Lula que impulsiona o crescimento do país.
    O crescimento da nação vem sendo impulsionado pela ganancia do nosso empresariado brasileiro que quer ganhar sempre mais e do capital estrangeiro que aqui investe.. A equipe econômica vem procurando aumentar os juros justamente para moderar o crescimento econômico atual..
    O verdadeiro dirigente que comanda a economia é o Presidente do Banco Central Meireles e sua equipe econômica que manteve as regras traçadas pela equipe da gestão anterior do então Presidente da República FHC.
    Lula, além de nada entender de economia, nunca teve tempo pois sempre passou seu mandato viajando e gozando as delícias de Chefe de Estado, inclusive se metendo nos problemas de outros países, quando temos aqui no Brasil muito o que resolver.
    Fora Lula. Fora Dilma.

  4. ILDO BALDO
    terça-feira, 1 de junho de 2010 – 19:21 hs

    E O PSDB O DEM ACHA DISSO
    POIS O SERRA VEM FALANDO DA ADMINISTRAÇÂO
    DO LULA PREÇISAMOS SABER EM DETALHES QUAIS SÂO AS EMPRESAS QUE ELE VENDERIA SE PORVENTURA GANHAR AS ELEIÇÔES
    A S TELES DENOVO JÁ QUE O LULA REATIVOU NOVAMENTE
    OU A PETROBRAS QUE QUERIAM VENDER COM O FHC E DIZIAM QUE DAVA PREJUISO
    JÁ QUE ELE FALA QUE O CRESCIMENTO SÓ SE DÁ COM AS PRIVATIZAÇÔES

  5. OSSOBUCO
    terça-feira, 1 de junho de 2010 – 20:57 hs

    Ibope: Dilma amplia vantagem sobre Serra no Rio de Janeiro

    no Jornal do Brasil

    A mais recente pesquisa IBOPE não deixa dúvida de que Dilma Rousseff entrou em ascensão também no estado do Rio. E com ampla vantagem: nada menos que 17 pontos separam a pré-candidata do PT à Presidência, líder na pesquisa, do tucano José Serra. Na estimulada, Dilma tem 44%, contra 27% de Serra, em segundo, e 10% de Marina Silva (PV), em terceiro.

    Os números da espontânea também surpreendem. A petista lidera com 19%, 11 pontos à frente do tucano. Para o governo do Rio, Sérgio Cabral (PMDB) lidera com folga e teria possibilidade de ganhar no primeiro turno se a eleição fosse hoje. Tem 43%, seguido de Anthony Garotinho (PR), com 21%, e Fernando Gabeira (PV), com 12%.

    Para o Senado, Crivella (PRB)(E) e Cesar Maia (DEM) lideram, com 26% e 24% respectivamente, no cenário da estimulada. Lindberg Farias (PT) surge em terceiro, com 8%, e Jorge Picciani (PMDB) em seguida, com 4%

  6. OSSOBUCO
    terça-feira, 1 de junho de 2010 – 20:59 hs

    Quem não admite que é obra do governo Lula sofre de oligofrenia severa ou de serrismo subserviente estéril ou de má-caratismo mesmo!

  7. Xisburge
    terça-feira, 1 de junho de 2010 – 21:29 hs

    Ildo Baldo, se vc não fosse tão tapado, talvez entendesse como as Petrobrás continua atrasando o Brasil.

    Vai dar uma olhada nos níveis de endividamento dela, e como vão querer tapar o buraco, que TALVEZ você entenda.

    E desliga o caps lock, ninguém aqui merece ler textos em caixa alta.

  8. jose
    terça-feira, 1 de junho de 2010 – 21:58 hs

    Ildo, de novo, para de escrever besteira, vai ler antes:

    O LULA VENDEU E PRIVATIZOU:

    * BR-381 Belo Horizonte (MG) – São Paulo (SP) – grupo OHL
    * BR-393 Divisa (MG-RJ) – Via Dutra (RJ) – Acciona
    * BR-101 Ponte Rio-Niterói (RJ) – (ES) – grupo OHL
    * BR-153 Divisa (MG-SP) – Divisa (SP-PR) – BR VIAS
    * BR-116 São Paulo (SP) – Curitiba (PR) – grupo OHL
    * BR-116 Curitiba (PR) – Divisa (SC-RS) – grupo OHL
    * BR-116/376/PR-101/SC CTba (PR) – Florianópolis (SC) – grupo OHL

    * concessão por 30 anos de 720 quilômetros da Ferrovia Norte-Sul para a Vale do Rio Doce pelo valor de R$ 1,4 bilhão.

    * Banco do Estado do Ceará
    * Banco do Estado do Maranhão
    * Hidrelétrica Santo Antônio
    * Hidrelétrica Jirau
    * Linha de transmissão Porto Velho (RO) – Araraquara (SP)

    TELEBRÁS:

    Nova Telebrás beneficia cliente de José Dirceu
    O ex-ministro José Dirceu recebeu pelo menos R$ 620 mil do principal grupo empresarial privado que será beneficiado caso a Telebrás seja reativada, como promete o governo.

    O dinheiro foi pago entre 2007 e 2009 por Nelson dos Santos, dono da Star Overseas Ventures, companhia sediada nas Ilhas Virgens Britânicas, paraíso fiscal no Caribe. Dirceu não quis comentar, e Santos declarou que o dinheiro pago não foi para “lobby”.

    Tanto a trajetória da Star Overseas quanto a decisão de Santos de contratar Dirceu, deputado cassado e réu no processo que investiga o mensalão, expõem a atuação de uma rede de interesses privados junto ao governo paralelamente ao discurso oficial do fortalecimento estatal do setor.

  9. VLemainski-Cascavel-PR
    quarta-feira, 2 de junho de 2010 – 9:10 hs

    Pelas declaração do André, percebo que entende muito pouco de administração ou deve estar falando através de ventríloquo. Querer atribuir ao atual governo o progresso do país é uma piada. O que fizeram de novo em infraestrutura? O que melhorou na saúde, na educação, na segurança? É só verificarmos os índices de melhoria e veremos que pioraram….E vejam quanto a mais foi investido se compararmos com governos anteriores… Agora, que o fisiologismo político evoluiu muito, disso até eu tenho certeza….

  10. OSSOBUCO
    quarta-feira, 2 de junho de 2010 – 9:45 hs

    Quer dizer então que a filha do Serra é sócia da Irmã do Daniel Dantas, são sócias da empresa Decidir.

    Olhem o que diz a Wikipédia sobre a empresa Decidir.com:
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Decidir.com,_Inc

    Decidir.com, Inc. é uma empresa multinacional, registrada em Miami no dia 3 de maio de 2000 sob o número P00000044377, na qual foram sócias Verônica Dantas Rodemburg (****), irmã de Daniel Dantas, do Banco Opportunity, e Verônica Allende Serra, filha do governador José Serra. A empresa tem filiais na Argentina, Chile, México, Venezuela e Brasil. Seu site oferecia oportunidades de negócios, inclusive na área de licitações públicas no Brasil. “Encontre em nossa base de licitações a oportunidade certa para se tornar um fornecedor do Estado” [1]. Verônica Serra retirou-se da empresa pouco antes de José Serra ser oficializado candidato à presidência da república, em 2002 [1].

  11. Marcos Pop
    quarta-feira, 2 de junho de 2010 – 14:19 hs

    Estão entregando o país para a China e vem com essa babosira aí.
    Só a Petrobrás já emprestou mais de 20 BILHÕES DE DÓLARES DE BANCOS CHINESES.
    O pior é que a imprensa paga com dinheiro público, vai vender essa falsidade para todo o Brasil.

  12. Alberto
    quarta-feira, 2 de junho de 2010 – 15:56 hs

    Mudar o indexador da dívida pública de dólar para real foi política implementada por fhc, é histórico! Praticar os menores juros dos últimos 20 anos também foi obra dos tucanos. Aumentar as reservas cambiais de 20 para 200 bilhões de dólares o PT e o Lula nunca teriam capacidade de fazer. Utilizar os bancos estatais para programas que estimulem o crescimento econômico, usando assim o mais importante instrumento de política monetária, o crédito, foi obra de fhc, serra e dos tucanos. O PT sempre quis vender a PetrobráX, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica, pois estes só atrapalham o país e a nação. Só quem lê a folha de são paulo, quem assina a veja e quem assiste o jornal nacional consegue encontrar essas informações e formar um pensamento correto.

Deixe seu comentário:

Campos obrigatórios estão marcados com *

*

*