PT desafia TSE e mantém Dilma na TV | Fábio Campana

PT desafia TSE e mantém Dilma na TV

Do Josias de Souza na Folha Online, ilustração de Miran

Vai ao ar na próxima quinta-feira (13) uma nova propaganda institucional do PT. Dez minutos, em horário nobre. Pela lei, o espaço deveria ser usado para enaltecer o partido. Porém, o PT planeja utilizá-lo para exaltar Dilma Rousseff.

A peça está pronta. Associa Dilma aos principais programas da gestão Lula –PAC, Minha Casa, Minha Vida e Bolsa Família, por exemplo. De resto, o petismo aproveita a vitrine televisiva para ligar a imagem de sua candidata à de Lula.

A estratégia é um desafio à Justiça Eleitoral. Além da publicidade maior, de dez minutos, o PT leva ao ar inserções menores, de 30 segundos. As duas primeiras foram veiculadas na quinta-feira (6) passada. Numa prévia do que está por vir, o PT as utilizou para propagandear Dilma.

Em reação instantânea, o PSDB protocolou uma ação no TSE. Pediu que fossem suspensas outras duas inserções de 30 segundos.

Horas depois, o ministro Aldir Passarinho, corregedor do TSE, deu razão ao tucanato. Expediu liminar ordenando a suspensão dos filmetes.

Um seria exibido neste sábado (8). Não foi. O outro, está previsto para a próxima terça (11). Passarinho facultou ao PT a possibilidade de substituir as peças vetadas.

Impôs condições: para que sejam consideradas legais, devem se limitar a louvaminhar as atividades partidárias, não a envernizar a imagem de Dilma.

O ministro exemplificou: o PT pode divulgar sua atuação no Congresso ou eventos partidários. Pode também estimular a participação das mulheres na eleição.

Deixou claro que não são admissíveis: propaganda de candidatos a cargos eletivos e a defesa de interesses pessoais.

A despeito da reprimenda, o PT mantém, por ora, a decisão de concentrar em Dilma o programa da próxima quinta (13).

O partido já fizera o mesmo na propaganda que exibira em dezembro do ano passado. PSDB e DEM ajuizaram na época uma representação, ainda pendente de julgamento.

Instado pelo TSE a se manifestar sobre essa peça de dezembro, o Ministério Público Eleitoral encaminhou ao tribunal, na semana passada, um parecer.

O documento endossa os queixumes da oposição. Para a Procuradoria eleitoral, o PT usou sua propaganda institucional para fazer campanha dissimulada de Dilma.

O texto sugere ao TSE que condene o PT ao pagamento de multa e à perda do tempo de TV a que teria direito no primeiro semestre de 2009.

Na hipótese de julgar o processo neste início de semana, o TSE pode inclusive suspender a exibição do programa petista de quinta.

Reza a lei eleitoral que a propaganda eleitoral eletrônica começa em agosto, depois da oficialização das candidaturas nas convenções partidárias de junho.

Daí os recursos da oposição. Daí também a decisão de Aldir Passarinho e o parecer do Ministério Público Eleitoral.

O que leva o PT a desafiar o TSE e a flertar com o risco de perda do tempo de TV, é a necessidade de trombetear Dilma, ainda atrás do rival José Serra nas pesquisas.

– Em tempo: Ilustração via sítio Miran Cartum.

– Siga o blog no twitter.


33 comentários

  1. OSSOBUCO
    domingo, 9 de maio de 2010 – 12:32 hs

    Serra cortou Bolsa Família de SP. É o que faria no Brasil se fosse eleito.

    “Programas de renda encolhem no governo Serra.”

    “Pagamento de benefícios do ‘Renda Cidadã’ vai ser menor este ano do que em 2006.”

    “Espécie de ‘Bolsa Família’ de SP, o ‘Renda Cidadã’ gastará menos com o pagamento de benefícios em 2010 … apesar de nova ampliação promovida em março – dias antes de Serra deixar o Palácio dos Bandeirantes”…

    Enquanto isso, no Estadão, há a informação “Bolsa Família” (do Lula) eleva aprovação escolar.”

    “No ensino fundamental, os beneficiários tiveram desempenho igual aos demais; já no ensino médio, nível de aprovação foi até maior”.

    Ué, mas o “Bolsa Família” não era o “Bolsa Vagabundagem” segundo os DEMO-tucanos?

  2. domingo, 9 de maio de 2010 – 12:37 hs

    Meu Deus….

    É incrivel como a quadrilha desafia a justiça.

    Fez (mais) uma ilegalidade, e quer fazer mais ainda?

    Estes marginais não tem limites? Vão parar quando??

    Não respeitam nada nem ninguém.

    Quando for instalado o “PAREDÃO DA DEMOCRACIA” é?

    Que Deus (sim Deus – porque comunista não acredita em Deus) nos ajude.

  3. Calunga
    domingo, 9 de maio de 2010 – 13:35 hs

    Carlos Alberto,
    Deixe a petezada se divertir porque o fim deles está próximo. Serra no primeiro turno.

  4. Puxa vida
    domingo, 9 de maio de 2010 – 13:56 hs

    A vergonha é escancarada no des-governo lula, ele primeiro blinda os seus, depois ele descaradamente tira sarro da mesma justiça que deveria defender, quem acredita na plurinominada candidata dele, é por que não quer ver a verdade, enquanto sofremos com a pior saúde do mundo, uma educação que forma pessoas sem condições aos mercados de trabalho e ainda sem condições de continuar educando, a segurança pública um verdadeiro momento de guerras urbanas, sem contar que os bilhões recolhidos pelos impostos sendo usados para tentar alavancar uma cadeira na onu, cadeira esta que mesmo usando nosso dinheiro vai ter uma barreira gigante devido aos companheiros ditadores e guerrilheiros do Presidente. Enfim, quem quiser ver um país retroceder é quem vota no continuísmo. Se o Brasil pode mais, por que querer retroceder?
    Vou de José Serra que já mostrou que pode mais, SERRA PRESIDENTE, para o BRASIL poder mais. Chega de acabar com os direitos e de intimidar e escarnecer da Justiça.
    José Serra Presidente. Chega da “teoria do povo idiota” que não sabe escolher.
    Enquanto o pt conitnuar no poder, veremos nossos direitos cerceados ou delatados da constituição. Fora pt e aliados do poder, que venha um 2011 onde possamos respirar sem ter medo de voltar a uma ditadura, dessa vez por um partido que sempre mentiu dizendo que era dos trabalhadores. O BRASIL PODE MAIS E ESSE MAIS É JOSÉ SERRA PRESIDENTE.

  5. Laertes
    domingo, 9 de maio de 2010 – 14:25 hs

    Ué, o Serra pode lançar gibi e ir a comício do PSDB em SC e o TSE não faz nada?

  6. domingo, 9 de maio de 2010 – 15:30 hs

    Lulla e sua gangue = Os fora da Lei.
    E depois quer que alguém respeite essa turma ?
    Cadeia nelles !!!

  7. Dieter
    domingo, 9 de maio de 2010 – 16:50 hs

    Pois é, o lula usou bem a chave do cofre, comprou o judiciário inteiro. Até porque nesse pais não precisa de muito dinheiro pra comprar essa camarilha de vagabundos que toma conta das leis do país. E as cesconetes e ildo baldos da vida ainda torcem pra que todas essas merdas tenham continuidade.De novo a piadinha pra alegrar a vida dos ptistas, burros e idiotas

    Lula viajava de carro pelo interior do Piauí e lá pelas tantas, no meio do poeirão, bate aquela sede, e ele manda parar o carro junto da primeira casa no caminho para beber um pouco de água. A dona do casebre grita para o menino de uns 9 anos que estava sentado na porta:

    – Luiz Ináçu! Corri aqui, chegue!!! Traiz a quartinha e as caneca prus dotô pudê bebê água!

    Lula, todo vaidoso, vendo que a dona do casebre não o reconhecera, pergunta:

    – Companhêra! Vi que a senhora chamou o garoto de Luiz Inácio… Ele tem esse nome em homenagem a alguém?
    – Não, não, dotô! O nome dele é Fernando Henrique, mas é que o menino deu pra bebê, roubá, minti e fazê tanta merda, que nóis apelidô ele anssim

  8. Gabriel
    domingo, 9 de maio de 2010 – 17:21 hs

    Judicialização da política é claro sinal de desespero. No caso, do PSDB. A oposição sabe – e as sondagens qualitativas do PSDB assim apontam – que Dilma tem um expressivo potencial de crescimento entre os eleitores que apóiam o governo Lula. Num país do tamanho do Brasil, a TV ainda desempenha um papel decisivo nas campanhas eleitorais. E vai ser decisiva nessa eleição plebiscitária, a partir do momento em que o PT utilizar o tempo de TV para ligar Dilma às realização do Governo Lula e Serra aos difíceis ano de FFHH.

  9. Ticiana
    domingo, 9 de maio de 2010 – 17:56 hs

    É só o TSE mandar tirar do ar! Simples assim!!

  10. Ticiana
    domingo, 9 de maio de 2010 – 17:57 hs

    Aliás, que propagandinhas chatas estas do PT. Coisa de vigarista. A cara da Dilma!!

  11. wal
    domingo, 9 de maio de 2010 – 18:17 hs

    esses povo do tse, esta a serviço da gang do fhc, e ganhando bem

  12. pedro dos santos
    domingo, 9 de maio de 2010 – 18:28 hs

    se na propaganda do pdt só apareceu o pré cndiato OSMAR DIAS, NA DOS TUCANOS SÓ O SERRA E O BETO, PORQUE QUESTIONAM A DILMA. sÓ PORQUE VAI GANHAR AS ELEIÇÕES? OU PORQUE É MULHER?
    SE MANCA
    CAI FORA CARLOS ALBERTO, O PT ESTÁ GOVERNANDO PARA A MAIORIA, ENTÃO VAMOS DEIXAR ASSIM QUE É MELHOR.
    PEDRO

  13. Marajá
    domingo, 9 de maio de 2010 – 18:29 hs

    A Dilma não pode aparecer no Programa do PT por quê?
    Eu já vi o Serra e a Marina nos programas de seus partidos. Eles podem?
    Dois pesos e duas medidas estão em curso. Cuidado isto é autoritarismo.

  14. Do Oeste
    domingo, 9 de maio de 2010 – 18:47 hs

    a Corrupção ja está até na Justiça Eleitoral
    Porque deixa o PT fazer o que quer
    ja Deixaram o Molusco fazer as piores pilantragens para o povo Brasileiro.

  15. ILDO BALDO
    domingo, 9 de maio de 2010 – 19:27 hs

    AI PT METEM PRA CIMA DESSA CAMBADA DA OPOSIÇÂO
    QUE NÂO TEM PROPOSTA E O QUE MOSTRAR
    FICAM QUERENDODIFICULTAR O TRABALHO DE QUEM TEM O QUE MOSTRAR DE VERDADE
    VAI EM FRENTE
    DILMA PRESIDENTE

  16. Chico
    domingo, 9 de maio de 2010 – 20:07 hs

    Pois é…para eles, o CRIME compensa!!!

    Crime eleitoral, né!!!

    Mas o TSE tem que ser enérgico!

  17. ZEZÉ DE REALEZA
    domingo, 9 de maio de 2010 – 20:25 hs

    Então a Boneca Bárbie, Butox, e os demais quadrilheiros estão desafiando a justiça eleitoral. Olha fui filiado ao PT, cai fora. Olha, meus parabéns ao Senador Flávio Arns, que naquele dia em que absolveram o Sarney, rompeu com o partido.São poucos políticos que ainda tem esta ombridade de se envergonhar dessa quadrilha, cambada, que não podem ver cadeiras, que querem sentar…..Mas a era de vocês vai acabar, hein……se cuidem………

  18. Samuel Antonuio da Silva
    domingo, 9 de maio de 2010 – 20:33 hs

    Carlos Alberto…Vc ainda é do tempo de de ter medo do comunismo???Por favor a democracia é sistentada pela deversidade e a divergência de ideias….mas começar a taxar os outros de marginais, não dá nem pra iniciar uma conversa…
    Atenciosamente
    Professro Samuel.

  19. Carlos Alberto
    domingo, 9 de maio de 2010 – 22:27 hs

    Tem coisas que eu, realmente, não entendo.

    O pudim-de-cachaça desafia a JUSTIÇA e,
    os asseclas apoiam?

    Eles tem como “heroi”, o bandido?

    Moral? Ética? Honestidade? Democracia?

    Com a “Q.U.A.D.R.I.L.H.A.” você pode esquecer !

    Ele, o pudim-de-cachaça, não sabe (grande novidade ele não saber algo né não??) o que é moral, ética, honestidade, democracia.

    Eles querem justificar a sua marginalidade (para os petralhas que não sabem o que é marginalidade explico que é aquilo que está à margem.Neste caso refiro-me à margem da lei. OK? Entendido? Posso continuar?) tentando imputar a responsabilidade de seus atos… a outros?

    E NUNCA sabe nada.

    E desafiam ACINTOSAMENTE a lei.

    Vou ser explicito e rápido:

    O pt É QUADRILHA.
    O lULA É O CHEFE DA QUADRILHA.

    http://www.gentequemente.org.br

  20. segunda-feira, 10 de maio de 2010 – 2:03 hs

    Prezado Samuel Antonio

    Não sei a tua idade mas sei que o preço da liberdade é a eterna vigilância. E aprendi isto da pior maneira possível.

    Não posso chamar de MARGINAIS quem rouba?
    Chama-los-ei então de que?

    “Pessoa humana em conflito com a lei devido a sua extrema
    necessidade de dispor de pecunias alheias”?

    Quanto a “medo do comunismo”, perdoe-me, mas, não tenho medo de nada.

    Ok. Está bem. Tenho medo sim.

    Tenho medo de ser apontado como corrupto, ladrão, imoral, participante de gangue ou então artífice de explosão no qual inocentes sejam mortos.

    Tenho medo da DEMOCRACIA cubana, venezuelana, coreana…

    Prefiro a DITADURA francesa, inglesa, norueguesa,americana, canadense…

    Vamos falar sobre diversidade?

    Ok. Vamos lá.

    Não sou homosexual, não sou negro, não sou indio. Que mais….não sou deficiente físico (um pouco de miopia não me transforma, exatamente, num deficiente visual), não sou nordestino, argentino, argelino ou setembrino.

    Mas, votaria tranquilamente num homosexual, cafuzo. cadeirante, nascido no Amapá.
    Sabe por que?
    Porque eu levo em considerações as qualidades dos candidatos.
    Honestidade,competência, ética, moralidade pessoal e com a “coisa” pública, o programa que ele apresentar, o partido (ideologia) que ele representa….

    Não tenho o mínimo interesse em saber se ele(a) é branco,negro,azul,amarelo,gordo, baixo,careca, canhoto,corinthiano ou sergipano.

    Meu amado pai sempre me diz:
    – Carlos ! Qualquer coisa que você for fazer, pense da seguinte forma:
    – É legal? (Ou seja, a lei permite que eu faça ou deixe de fazer)
    – É moral? (Ou seja, é aceito MORALMENTE pela sociedade?)

    Se uma resposta for NÃO, então NÃO faça.

    Quer um exemplo disto?

    O presidente do Senado possui diversos imóveis alugados em Brasilia. Ele recebe o “AUXILIO-MORADIA” no valor de
    R$ 4.000,00(quatro mil reais) mensais.
    É legal? É sim. Ele, como senador, tem o DIREITO de receber este valor.

    É MORAL? Não. Não é moral. Ele realmente NÃO precisa deste valor. Ele NÃO mora em imóvel alugado.

    Pior ainda, disse que NÃO SABIA que estava recebendo este valor.

    Engraçado como neste (des)governo tanta gente NÃO SABE das coisas né não?

    Sabe! Eu penso sempre em dois pilares perpétuos da
    democracia:

    1º) Liberdade de imprensa
    2º) Alternância de poder.

    Lógico que não são SÓ estes dois mas, entre todos os outos, estes são (também) prioritários.

    Um partido político (qualquer partido político), ou o candidato, que ameace qualquer destes pilares, eu farei tudo que me for possível para que ele NÃO seja eleito.

    Será que fiz-me entender?

    http://realidadesocialista.blogspot.com/2007/12/realismo-socialista-parte-i.html

  21. Agnigula Monraguave
    segunda-feira, 10 de maio de 2010 – 8:34 hs

    Perguntar não ofende.
    O Serra ainda é “dono” do laboratório que produzia medicamentos genéricos quando estava no governo FHC?

  22. jose
    segunda-feira, 10 de maio de 2010 – 9:56 hs

    Ossito, vc mente, quem dizia que programa social era eleitoreiro era o sr lula.

    Como sempre, vai a prova:

    http://www.youtube.com/watch?v=29_lsXXeFqE&feature=related

    Tenha uam boa semana….e pare de ler o nassif, tá te deixando cego…

  23. sarna
    segunda-feira, 10 de maio de 2010 – 10:14 hs

    O PT faz as contas na ponta do lápis: veicula propaganda ilegal, leva multa do TSE (daqui a um tempão), paga a multa com o dinheiro do caixa dois e torce para ganhar. Só lucro. Ser bandido ér vantajoso neste nosso pobre, pobre Brasil.

  24. XÔ PRECONCEITO
    segunda-feira, 10 de maio de 2010 – 10:26 hs

    QUANTA RAIVA!!! A DIREITALHA ACUSA, MENTE, MENOSPREZA FICA COM AZIA E ENXAQUECA QUANDO O POVO POBRE COMEÇA A TER VOZ, TUDO QUE LI AQUI SOBRE O PT, LUA E DILMA SOA COMO CHORO DE QUEM JÁ FOI DERROTADO, VAMOS ELEVAR O DEBATE! CHEGA DE TANTA “BOCA SUJA” PRAQUE TANTA RAIVA??? ISSO NÃO GANHA VOTO E DEMONSTRA DESPREPARO !!!

    VIVA O POVO BRASILEIRO! DILMA NELES …

  25. ILDO BALDO
    segunda-feira, 10 de maio de 2010 – 11:10 hs

    ZEZÉ DE REALEZA

    EU TAMBEM SO DE REALEZA E POR CERTO VOCE É DAQUELES QUE EXPLORAVA O DINHEIRO DO PARTIDO
    MAS DEPOIS QUE O PREFEITO DO PT ASUMIU NÂO SOBROU ESPAÇO PARA TRANBIQUERO E É CAPAIS DE VOCE TER SIDO ATÉ EXPULSO DO PARTIDO POR ISSO ESTA MAGOADO
    MAS VAI TER QUE ADMITIR QUE NUNCA NA HISTORIA DE REALEZA ELA FOI TÂO VALORIZADA
    ATÉ UNIVERSIDADE FEDERAL AGORA TEM LA
    E NÂO É OBRA DAQUELES SUGA SUGA DE TOMAZINI RAMPANELLI TOZZO BALDICERA E OUTROS QUE SÓ PENSAM EM LEVAR VANTAGENS
    É COMPETENCIA DO PREFEITO DA LUCIANA RAFAIM DA GLEISE
    QUANTO ÂO TRAIDOR FLAVIO ARNES ELE TEM PREGUIÇA ATÉ PARA FALAR
    HOJE ELE É DESPREZADO E NÂO MERECE NEM SER VEREADOR DE CURITIBA

  26. OSSOBUCO
    segunda-feira, 10 de maio de 2010 – 12:15 hs

    Olha Josezito, se você é do PSDB e adora ler Veja e Reinaldo Azevedo,é problema seu.
    Os programas sociais do PSDB sempre foram tímidos, eleitoreiros e ineficazes, agora transformá-los em políticas públicas consistentes é mérito do Lula, quer você acredite ou não. Suas “provas” são desprovidas de contexto e análises imparciais, portanto mascaram a verdade que vc, enquanto tucano, tanto “preza”.
    Se vc fosse imparcial, também criticaria o FHC, Serra, Guerra, Azeredo, etc, mas como vc não faz isso, a sua parcialidade fica muito clara, assim como a grande imprensa que propaga mentiras além da conta.
    se vc também acha que a Dilma é criminosa, então seu caso é mais grave, não tem cura. Fique com Deus!

  27. OSSOBUCO
    segunda-feira, 10 de maio de 2010 – 12:19 hs

    Josezito, analise isso:

    A Globonews passou a usar a estrutura da GW que, como sabemos, faz TODAS as campanhas do PSDB e TODOS os comerciais do governo de SP e prefeitura, via Lua Branca (que é um braço da GW para essas propagandas oficiais).

    É isso aí, a mesma equipe, cinegrafistas etc. da Globonews será a mesma do Serra.

    Falta mais o que ???

    Em tempo 1: essa ligação genética entre a Globo e a empresa que faz a campanha do Serra se materializou, também, na campanha de 2006.

    Em tempo2: Num dos últimos atos de seu pálido governo em SP, Serra agasalhou um terreno que a Globo invadia há 11 anos e transformou numa escola técnica para formar profissionais da Globo.

  28. OSSOBUCO
    segunda-feira, 10 de maio de 2010 – 12:22 hs

    Analise também a saúde financeira do país ao final do governo FHC, a situação deplorável que estavam as contas brasileiras que o PSDB deixou para o Lula. Compare com a situação que o Lula vai deixar para o próximo presidente.

    Analise também que os reaças e alarmistas da época diziam que o Lula não conseguiria sair daquela situação. Vai ver que vc era um daqueles e agora continua a fazer a mesma coisa!

  29. OSSOBUCO
    segunda-feira, 10 de maio de 2010 – 12:26 hs

    É Josezito, taí o que vc gosta de ler e defender.

    Veja: Indispensável para o neoliberalismo

    “Veja foi indispensável para construir o neoliberalismo”

    Artigo de Carla Luciana Silva
    07.05.2010

    A professora do curso de História da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) Carla Luciana Silva passou meses dedicando-se a leitura paciente de pilhas de edições antigas da revista Veja. A análise tornou-se uma tese de doutorado, defendida na Universidade Federal Fluminense, e agora, em livro. “Veja: o indispensável partido neoliberal (1989-2002)” (Edunioeste, 2009, 258 páginas) é o registro do papel assumido pela principal revista do Grupo Abril na construção do neoliberalismo no país.

    A hipótese defendida pela professora Carla é que a revista atuou como agente partidário que colaborou com a construção da hegemonia neoliberal no Brasil. Carla deixa claro que a revista não fez o trabalho sozinha, mas em consonância com outros veículos privados. Porém, teve certo protagonismo, até pelo número médio de leitores que tinha na época – 4 milhões, afirma Carla em seu livro.

    “A revista teve papel privilegiado na construção de consenso em torno das práticas neoliberais ao longo de toda a década. Essas práticas abrangem o campo político, mas não se restringem a ele. Dizem respeito às técnicas de gerenciamento do capital, e à construção de uma visão de mundo necessária a essas práticas, atingindo o lado mais explícito, produtivo, mas também o lado ideológico do processo”, afirma trecho do livro.

    O livro pode ser adquirido diretamente com a autora, através do email carlalssilva@uol.com.br

    Sobre o título do livro, porque “indispensável”? É uma brincadeira com o slogan da Veja ou reflete a importância da revista para o avanço do neoliberalismo no Brasil?
    O título é uma alusão ao slogan da revista e ao mesmo tempo nos lembra que ela foi um sujeito político importante na construção do neoliberalismo. A grande imprensa brasileira foi indispensável para que o neoliberalismo tenha sido construído da forma que o foi. A Veja diz ser indispensável para o país que queremos ser. A pergunta é: quem está incluído nesse “nós” oculto? A classe trabalhadora é que não.

    Quais os interesses defendidos por Veja?
    Os interesses são os dominantes como um todo, mais especificamente os da burguesia financeira e dos anunciantes multinacionais. Em que pese o discurso de defesa da liberdade de expressão articulado à publicidade, o que importa pra revista são os interesses em torno da reprodução capitalista. A revista busca se mostrar como independente, o que se daria através de sua verba publicitária. É fato que a revista tem uma verba invejável, mas isso não a transforma no Quarto Poder, que vigiaria os demais de forma neutra. Ao mesmo tempo em que ela é portadora de interesses sociais, faz parte da sociedade, a sua vigilância é totalmente delimitada pela conjuntura e correlação de forças específica. O exemplo mais claro são as denúncias de corrupção e forma ambígua com que Veja tratou o governo Collor, o que discuto detidamente no livro.

    Isso significa defender atores e grupos específicos? E, ao longo dos anos, estes atores mudam?
    Essa pergunta é mais difícil de responder, requer uma leitura atenta, a cada momento histórico especifico. A revista não é por definição, governista [no período estudado]. Ela é defensora de programas de ação. No período analisado (1989-2002), sua ação esteve muito próxima do programa do Fórum Nacional [www.forumnacional.org.br] de João Paulo dos Reis Velloso. Ela busca convencer não apenas seus leitores comuns, mas a sociedade política como um todo e também os gerentes capitalistas.

    E que relação Veja estabelece com grupos estrangeiros?
    Essa é outra pergunta que requer atenção e mais estudos. O Grupo Abril não é um grupo “nacional”. Suas empresas têm participação direta de capital e administração estrangeira. Primeiro, é importante ter claro que o Grupo Abril não se restringe a suas publicações. A editora se divide em várias empresas, sendo que a Abril é majoritariamente propriedade do grupo Naspers, dono do Buscapé [site de comparação de preços] e de empresas espalhadas pelo mundo todo, da Rússia à Tailândia. Essa luta pela abertura de capital [no setor das comunicações] foi permanente ao longo dos anos 1990 e a Abril foi o primeiro grande conglomerado [de comunicação] brasileiro a abrir seu capital legalmente. É bom lembrar que o grupo tem investido bastante também na área da educação, e por isso a privatização do ensino continua sendo uma meta a atingir.

    Aconteceram várias edições do “Fórum Nacional” no período em que faz sua análise. Por que Veja defendeu com tanto afinco as resoluções, especialmente econômicas, saídas desse Fórum?
    O Fórum Nacional tem vários títulos. Eles [os integrantes do Fórum] foram se colocando ao longo dos anos, desde 1988, como intelectuais que pensam o Brasil e defendem programas de ação – as formas específicas de construção de um projeto sócio-econômico, que mudaram ao longo dessas duas décadas. Não existe um vínculo orgânico da revista com o Fórum, ao menos não o comprovamos, mas existe uma afinidade de programa de ação. A tentativa de reforma da Constituição em 1993 foi um bom exemplo, conforme desenvolvo no livro.

    No livro, você aponta que a Veja “comprou” as idéias no Fórum Nacional, transformando-as numa verdadeira cartilha econômica para salvar o Brasil no começo dos anos 90. Quais seriam os principais tópicos desta “cartilha”?
    O Fórum Nacional surgiu em 1988 como uma forma de organizar o pensamento e ação dominante. Ele se constituiu um verdadeiro aparelho privado de hegemonia, buscando apontar caminhos para a forma da hegemonia nos anos 1990. E existe até hoje, fazendo o mesmo. Portanto, ele não é apenas uma fórmula econômica, mas de economia política. Tratou de temas relevantes como “modernidade e pobreza”, “Plano Real”, “Segurança”, “estratégia industrial”, “política internacional”, sempre trazendo intelectuais considerados “top” do pensamento hegemônico para ver, a partir de suas pesquisas, quais caminhos deveriam ser seguidos, não apenas pelos governos, mas também pela sociedade política, ditando os rumos da economia.

    Essa “cartilha” econômica foi atualizada? Você se recorda de alguma campanha recente em que a revista tenha tomado a frente?
    A atualização é constante, mas não é uma cartilha. O Fórum e a revista são independentes um do outro, ao que parece, não há um vinculo orgânico. Mas Veja assumiu várias campanhas, sendo a principal delas a manutenção do programa econômico de Fernando Henrique durante todo o governo Lula. A blindagem feita ao presidente Lula da Silva foi imensa, especialmente se compararmos com o que foi feito do caso do mensalão ao que ocorreu no governo Fernando Collor. O que explica isso parece ser claramente a política econômica [de FHC e reproduzida por Lula] que garantiu lucros enormes aos bancos e a livre circulação de capitais, além de outras políticas complementares.

    Qual foi a importância da revista para a corrente neoliberal desde Collor? Dá para mensurar?
    Foi muito importante, mas não dá pra mensurar. É importante que tenhamos claro que o neoliberalismo não é uma cartilha, por mais que se baseie em documentos como o Consenso de Washington, por exemplo. Ele não foi “aplicado”. Foi construído como projeto de hegemonia desde os anos 1980. A grande imprensa participou da efetivação de padrões de consenso fundamentais: as privatizações, o ataque ao serviço público, a suposta falência do Estado. É importante olharmos hoje, pós crise de 2008, para ver que muitos desses preceitos são defendidos como saída da crise.

    Qual a importância de Veja para as privatizações?
    Difícil medir dessa forma. Posso falar da importância das privatizações para Veja: elas precisavam acontecer de qualquer forma. E isso era um compromisso com o projeto que representava e com os seus interesses capitalistas específicos, do Grupo Abril. É bom lembrar que a criação de consenso em torno desse ideal foi importante para que o grupo pudesse abrir seu capital oficialmente ao capital externo.

    Veja deixa de ser neoliberal para ser neoconservadora? Digamos assim, amplia sua atuação do debate econômico, fundamental à implantação do neoliberalismo, e passar a fazer campanhas também em outras pautas conservadoras?
    Não vejo essa distinção. Neoliberalismo foi um projeto de hegemonia, uma forma de estabelecer consenso em torno de práticas sociais específicas. A forma do capitalismo imperialista, portanto, não se restringe à economia. A política conservadora sempre esteve presente no neoliberalismo, haja visto a experiência de [Ronald] Reagan [presidente dos Estados Unidos] e [Margareth] Thatcher [primeira-ministra da Grã-Bretanha], a destruição do movimento sindical, a imposição do chamado pensamento único. Por esse caminho chegou-se a dizer que a história tinha acabado e que a luta de classes não fazia mais sentido. Os movimentos sociais foram duramente reprimidos e, além disso, se buscou construir consenso em torno de sua falência, o que foi acompanhado pelo transformismo dos principais partidos de esquerda, especialmente no Brasil. O que vemos hoje é a continuidade dessa política. Os dados dos movimentos sociais denunciam permanentemente o quanto tem aumentado a sua criminalização ao passo que os incentivos ao grande capital do agrobusiness só aumenta.

    Existem diferenças muito contundentes entre a Veja de 89, a de 2002 e a de hoje?
    Há diferenças claro. Havia, em 1989, um grau um pouco mais elevado de compromisso com notícias, com investigações jornalísticas, o que parece ter se perdido totalmente ao longo dos anos. A revista se tornou uma difusora de propagandas, tanto de governos como de produtos (basta ver as capas sobre Viagra ou cirurgias plásticas).

    Já nos primeiros capítulos do livro, você chama atenção para o fato de Veja ser muito didática e panfletária quanto ao liberalismo. Ela deixou de fazer apologia ao neoliberalismo de maneira tão clara?
    Teria que analisar mais detidamente. Essa é uma coisa importante: sentar e ler detidamente, semanas a fio, pra podermos concluir de forma mais segura a posição da revista.

    Em algum momento do período analisado a revista foi muito atacada por alguma cobertura específica?
    Sim, a revista teve embates, especialmente com a IstoÉ e, posteriormente, com a Carta Capital. Essas revistas talvez tenham ajudado a tirar uma ou outra assinatura de Veja em conjunturas especiais. O caso Collor não é simples como parece. A revista Veja fazia campanha nas capas mostrando o movimento das ruas e dentro do editorial ia dizendo que o governo deveria ser mantido em nome da governabilidade. Foi quando isso se tornou insustentável que ela defendeu a renuncia do presidente (e não o impeachment). Mas depois, construiu uma bela campanha publicitária. A Abril colocou luzes verde amarela em seus prédios, lançou boton comemorativo, pra construir memória, dizer que foi ela que derrubou o Collor. O importante é a gente perceber que não é esse o movimento mais importante. O importante é a gente ter instrumentos contra hegemônicos que nos permitam construir uma visão efetivamente critica do que está acontecendo. É importante ressaltar que ela [Veja] sempre fala como se fosse a porta-voz dos interesses da nação, do país, da sociedade, e como se não fosse ela portadora de interesses de classe.

  30. jose
    segunda-feira, 10 de maio de 2010 – 13:00 hs

    Ossito, vc continua fugindo…desminta o vídeo, desminta que o lula mente….

    Vc sabe que não sou tucano, prefiro a Marina. Já te falei antes.

    Quanto às suas mentiras, vamos lá, no tal terreno havia uma placa dizendo que o terreno era do DER SP e que era mantido limpo pela globo. Foi liberado para aconstrução de uma Escola técnica.

    O vídeo do lula tá aí par vc ver, mas tem mais mentiras, por exemplo, lula, quando oposição, foi contra a LRF, foi contra a CPMF, foi contra o plano real, foi contra o Copom, ou seja, lula sempre foi contra o País, só mudou quando lhe foi vantajoso e viu q. Por isso digo e afirmo: ele é uma mentira.

    Esta estória de invasão foi inventada e vcs engoliram…

    Contas públicas? Me diga como vai a dívida pública, quanto ela cresceu desde 2002?

    E lula, fez uma coisa certíssima: não mexeu no plano real, não mexeu na política econômica

  31. jose
    segunda-feira, 10 de maio de 2010 – 13:15 hs

    Ossito, para completar, pior que nassif, só pha.

    Ah, reinaldo azevedo é fraco demais para meu gosto…tem melhores, mas o melhor mesmo é meu arquivo pessoal, montado há mais de dez anos…

    Mas tenta aí, tem mais umas p/ vc responder:

    De onde veio o dinheiro que foi encontrado no hotel com o dossie dos aloprados?

    Onde foi parar o dinheiro do cofre do Adhemar?

    Porque pagaram o duda mendonça com dinheiro de uma conta no exterior?

    E já que vc falou em revista veja, vc leu a entrevista com o presidente do pt? Pois é ele fala em caixa dois do pt e muito mais. O que vc tem a dizer? O que vc faria se fosse um adversário do lula? Pois é, esta é a diferença entre nós, crime para mim é crime, não importa quem o cometa…já para vc….

    Não me preocupo em atacar serra,, ele já tem os ataques de vcs, prefiro desmacara esta farsa que é pt…

    Só para te deixar feliz:

    “Como cidadão brasileiro que tanto lutou para fazer a ética prevalecer na política, estou frustrado, possivelmente como milhões de brasileiros. Só espero que não apareça um trambiqueiro querendo anistiar Collor da condenação imposta pelo Senado”

    Quem disse isso?

    Lula, 13 de dezembro de 1994, quando Fernando Collor foi absolvido pelo STF.

    Em 14 de julho de 2009, Lula abraça Collor e o compara ao ex-presidente Juscelino Kubitschek. “Quero fazer justiça aos senadores Fernando Collor e Renan Calheiros, que têm dado uma sustentação muito grande aos trabalhos do governo no Senado”, discursa Lula, enquanto é distribuído ao público um jornal com a seguinte manchete:”Presidente LULA DA SILVA APÓIA COLLOR DE MELLO para governo de Alagoas”.

    Vamos lá: desminta isto!!! Se não conseguir, nos faça um favor: pare de escrever besteiras.

  32. Laertes
    segunda-feira, 10 de maio de 2010 – 15:26 hs

    Josezito, comente isso também sobre o seu candidato:

    1-Corrupção José Serra e sua Alston

    Denúncias mostram que a Alston, uma multinacional francesa atua nos
    setores de transportes e energia elétrica, pagou propina a integrantes
    do governo de São Paulo para garantir contratos na gestão Mário Covas
    (PSDB) e depois na gestão José Serra.

    A empresa realizou contratos com o Estado sem licitação e pagou
    propinas de mais de US$ 1 milhão para pagar políticos Tucanos. O caso
    está sendo abafado pelo governo Serra imprensa. Um expediente também
    usado para “resolver” outros grande escândalos recente.Claro que tem
    muito mais escândalos e CPIs abafadas

    A multinacional francesa Alstom está sob suspeita de pagar propinas a
    tucanos para obter contratos com o Metrô, a Companhia Paulista de
    Trens Metropolitanos (CPTM) e a área de energia. O quadro tucano é o
    principal envolvido no Caso Alstom. Além do Brasil, a França e a Suíça
    também investigam os indícios de pagamento de propinas pela
    multinacional francesa para conseguir obras públicas nos governos
    Covas, Alckmin e Serra. O Ministério Público paulista considera que a
    principal prova contra o conselheiro é o bloqueio feito na Suíça de
    uma conta bancária cuja titularidade é atribuída a Marinho, braço
    direito do ex-governador tucano Covas. Mídia deu pouca importância a
    este caso.

    2-Corrupção José Serra e sua Cratera do Metrö paulista

    O desmoronamento criou uma gigantesca cratera na construção do metrô
    paulista, 7 mortes, milhões de prejuizo para o contribuinte,
    empreiteiras suspeitas, prefeitura conivente, contrato administrativo
    mal celebrado. Tucanos impediram instalação de CPI na assembléia
    paulista

    Sete pessoas morrem na cratera, um quarteirão todo afetado, várias
    residências destruídas e comprometidas. O Ministério Público desprezou
    o laudo pericial produzido pelo Instituto de Criminalística paulista.
    Promotores não utilizaram nem uma linha sequer do documento. O laudo
    foi desprezado porque parece ter sido feito sob encomenda para os
    investigados. Ninguém ainda punido. Empreiteiras com contratos sob
    suspeição continuam as obras.

    Este acidente na Estação Pinheiros da Linha 4 do Metrô, no qual
    morreram sete pessoas completou dois anos, mas pouca coisa foi feita
    desde então. Ainda há indenizações a serem pagas, casas que permanecem
    danificadas em conseqüência das obras, além de dezenas de pessoas que
    permanecem clamando por justiça. Ou seja, para combater a corrupção,
    o desperdício e o descontrole em São Paulo deve-se primeiro começar a
    investigar. A iniciativa de combater a corrupção deveria partir do
    próprio governador. Mas, ele não faz. Uma das suas primeiras
    iniciativas como governador foi VETAR uma lei de Transparência
    pública. Ele quer que tudo fique escondido, sem investigação, sem
    transparência..

    3-Corrupção José Serra e sua Editora Abril / TVA

    -CPI da Editora Abril-Veja / TVA que patrocinam e protegem os tucanos.
    Irregularidades mais irregularidade senvolvendo mais R$ 1 bilhão.
    Grupo estrangeiro não pode controlar mídia, mas a editora abril deu
    seu jeito para sócio estrangeiro. A revista Veja e o PSDB abafaram a
    CPI com lobbies e chantagem no congresso. as relações entre o Governo
    Serra e a Editora Abril. Só um contrato com o governo paulista
    representa quase 25% da tiragem total da revista e garante fartos
    recursos para o caixa da Fundação Civita, R$ 3,7 milhões.

    Mas este não é o único compromisso comercial existente entre a
    Secretaria de Educação e o Grupo Abril, que cada vez mais ocupa espaço
    nas escolas tendo até mesmo publicações adotadas como material
    didático, totalizando quase R$ 10 milhões de recursos públicos
    destinados a esta instituição privada só no segundo semestre de 2008.
    Outro absurdo, que merece uma ação urgente, é a “proposta” curricular
    que reduz o número de aulas de história, geografia e artes do Ensino
    Médio e obriga a inclusão de aulas baseadas em edições encalhadas do
    Guia do Estudante, também da Abril, que mais uma vez se favorece os
    negócios editoriais deste grupo. As publicações do Grupo Abril não são
    as únicas existentes, mas, as que têm a preferência do governo, uma
    preferência que não se explica ao não ser pela prática recorrente de
    favorecimento. É isto que os deputados do PSOL querem investigar.

    4-Corrupção José Serra Sanguessuga e suas Ambulâncias

    Em a Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Sanguessuga para
    desarticular o esquema de fraudes em licitações na área de saúde.

    Segundo a Polícia Federal, a organização negociou o fornecimento de
    mais de mil ambulâncias em todo o País. A movimentação financeira
    total do esquema seria de cerca de R$ 110 milhões, tendo iniciado em
    2001. Na operação foram presos assessores de deputados, os ex-
    deputados Ronivon Santiago e Carlos Rodrigues, funcionários da Planam
    (empresa acusada de montar o esquema de superfaturamento e pagamento
    de propinas) e a ex-assessora do Ministério da Saúde Maria da Penha
    Lino. O grupo ficou conhecido como a “máfia das ambulâncias” ou também
    “máfia dos sanguessugas”.

    A “máfia das ambulâncias” teve sua origem na gestão do então Ministro
    José Serra e permaneceu em atividade nas gestões de Barjas Negri
    (ambos do governo FHC), Saraiva Felipe e Humberto Costa (ambos do
    governo Lula) quando este foi alertado pela CGU em 30 de novembro de
    2004. As especulações sobre as responsabilidades dos ministros no
    episódio tornaram-se importante componente da disputa eleitoral de
    2006, em função das candidaturas a governador de José Serra, em São
    Paulo, e Humberto Costa, em Pernambuco. Especulações e ataques foram
    desferidos contra ambos e têm tido constante presença nos debates
    políticos destas eleições.

    Fotos de José Serra com sanguessugas circularam no Congresso. Era
    José Serra participando de uma cerimônia de entrega de ambulâncias em
    Mato Grosso, em maio 2001, ao lado de deputados ora acusados de
    participarem do esquema dos sanguessugas. Nas fotos, estavam: Serra e
    os deputados Lino Rossi (PP-MT), Pedro Henry (PP-MT) e Ricarte de
    Freitas (PTB-MT). José Serra, como se sabe, foi ministro da Saúde de
    março de 98 a fevereiro de 2002. O esquema das vendas superfaturadas
    de ambulâncias começou em algum momento no início da década. Após
    surgirem as evidência de envolvimento de Serra, a CPI dos Sanguessugas
    apagou-se e mídia abafou

    Provas contundentes são estes vídeos e fotos em que Serra aparece
    junto com vários deputados incriminados no esquema distribuindo
    pessoalmente as ambulâncias e agradecendo o empenho destes nas
    emendas. Tem ainda uma reportagem da IstoÉ com depoimento dos Vedoin,
    fotos diversas e reportagens do Correio Brasiliense mostrando um
    ofício do Secretário Executivo do Ministério da Saúde, na gestão
    Serra, determinando ao Fundo Nacional de Saúde para “providenciar o
    empenho e elaboração do convênio”, além da ligação de Serra com
    “Platão Fischer Pühler” figura central de outro escândalo, o dos
    vampiros.

    Investigação contra os tucanos que armaram uma tentativa de golpe
    antes das eleições presidenciais de 2006, em comluio com a rede Globo
    não saiu do papel. A tal mala de dinheiro para compra de um pseudo-
    falso dossiê foi pura armação tucana. O tal dossiê era verdadeiro, e
    foi prolatado como falso pois envolvia os tucanos Barjas Negri e José
    Serra com a máfia das ambulâncias dos Vedoim. Lula foi reeleito,
    tucanos e sua mídia golpista calaram. -João Arcanjo Ribeiro, chefão
    do crime organizado no Mato Grosso, conhecido pelo apelido de
    Comendador, prestou depoimento e implicou o ex-governador Dante de
    Oliveira, do PSDB, como receptor de dinheiro sujo para financiamento
    eleitoral. Confessou também que já financiara campanha de FHC. Tudo
    abado pela mídia e PSDB.

    5-Mensalão José Serra e a SABESP:

    SABESP é a maior estatal paulista, empresa estadual de água e esgoto
    do Estado de São Paulo, sob comando do governador José Serra. tem o
    monopólio, sob forma de área de concessão. Oficialmente a SABESP paga
    para fazer propaganda da empresa, irrigando agências de publicidade e
    marketeiros com verbas. Nos bastidores, os valores são combinados com
    as agências de publicidade, de forma a fechar um pacote, que inclui os
    serviços dos marketeiros para a próxima campanha eleitoral, repasse de
    dinheiro para caixinhas de campanhas de outros candidatos e coisas do
    gênero. Contabilmente, nas aparências, ficaria tudo dentro da lei, mas
    nos bastidores tem um monstruoso esquema de corrupção, desviando
    dinheiro público de estatais para financiar campanhas, empresas
    privadas de mídia e comunicação, pagamento a institutos de pesquisa de
    opinião, e todo o staff que faz serviços em torno das campanhas
    eleitorais, inclusive com enriquecimento ilícito daqueles que desviam
    dinheiro da campanha, que já havia sido desviado de estatais, para o
    próprio bolso. Oficialmente a SABESP paga para fazer propaganda da
    empresa, irrigando agências de publicidade e marketeiros com verbas.
    Agência Nova S/B faz a propaganda da SABESP é José Roberto Vieira da
    Costa, conhecido como Bob pelos colegas.

    Em 2002 foi ministro de FHC, para o cargo de secretário de
    Comunicação (com status de Ministro), cuja tarefa principal era a de
    exibir a melhor imagem do governo federal. Não é preciso lembrar que
    2002 foi o ano em que Serra foi candidato à presidente pelos tucanos.
    Serra assumiu o Ministério da Saúde e manteve Bob à frente da área de
    comunicação do Ministério, em linha direta com as editorias do PIG e
    com as agências de publicidade. Em 2002, durante a campanha
    eleitoral, quando Serra estava ameaçado de ficar fora do segundo
    turno, polarizado entre Lula e Ciro Gomes, Bob licenciou-se do
    governo, para assumir a coordenação de comunicação da campanha de
    Serra. Bob tem todo um histórico de serviços prestados ao lado de
    Serra. Ele pode tornar-se sócio de uma agência de publicidade
    privada. Essa agência ganhar a conta da SABESP quando Serra é
    governador, já é esquisito, mas ainda daria para engolir, dentro da
    legalidade e das prerrogativas do governo paulista, mesmo que a
    moralidade seja pra lá de duvidosa. Mas, quando aparece uma campanha
    da SABESP na TV em rede nacional, sem qualquer sentido de atender ao
    interesse público dos paulistas, nem ao interesse comercial da
    empresa, aí já é demais. O Ministério Público Estadual de São Paulo
    tem obrigação cívica e moral de abrir procedimento para investigar a
    fundo o que há por trás disso tudo, porque os indícios são fortes
    demais para serem ignorados

    6- Corrupção José Serra e o RODOANEL também conhecido como
    ROUBOANEL :

    Na era Alckimin, um trecho desta obra foi investigado e apurou-se
    absurdamente caro. Foram vários BILHÕES de reais para construir
    poucas dezenas de quilômetros. O Serra resolveu construir mais um
    trecho da obra polêmica. São pouco mais de 60 quilômetros. O preço da
    obra, porém, é muito mais alto que o do Alckmin. A oposição quis fazer
    CPI da obra, mas náo conseguiu o número necessário de assinaturas de
    deputados estaduais, maioria governistas. O ministério público
    estadual e o tribunal de contas do estado simplesmente nada fizeram
    para combater esta corrupção escancarada.

    Quando o ministério público federal agiu, apareceram milhões de reais
    de prejuízos aos brasileiros (já que grande parte do dinheiro é o Lula
    que manda). O Ministério Público Federal chegou a evitar rombo de R$
    235 milhões no Rodoanel de Serra visto acordo que estipulava R$ 264,8
    mi valor a ser pago a mais por trecho do Rodoanel. As obras do
    complexo de viadutos sobre a Rodovia Régis Bittencourt do Trecho Sul
    do Rodoanel, que caiu recentemente, já foram quase que totalmente
    pagas pelo governo estadual, antes mesmo de serem concluídas. Foi
    realizado pagamento adiantado, com base em medições de obra que foram
    superdimensionadas.

    7- Mensalão José Serra e o BANESPA:

    Ex-sócio de Serra foi responsável por operações fraudulentas em
    parceria com Ricardo Sérgio. A Operação Banespa que ajudou Ricardo
    Sérgio a internar dinheiro de paraísos fiscais foi aprovada pelo então
    vice-presidente de operações do Banespa Vladimir Antônio Rioli. Na
    época, o senador José Serra (PSDB-SP) era sócio de Rioli. De acordo
    com o contrato social, Serra tinha 10% das cotas da empresa
    Consultoria Econômica e Financeira Ltda. Rioli foi companheiro de
    militância de Serra e do falecido ministro das Comunicações Sérgio
    Motta na Ação Popular (AP), movimento de esquerda da década de 60 – e
    arrecadador de recursos para campanhas do PSDB juntamente com Ricardo
    Sérgio.

    8- Mensalão José Serra e a TELEFONIA

    Ex-tesoureiro de Serra tem empresa em paraíso fiscal foi acusado de
    receber propina durante a privatização do sistema de telefonia para
    favorecer o consórcio que comprou a Telemar, ex-diretor do BB
    comandava empresa com sede nas Ilhas Virgens. Na era FHC toda
    investigação ou solicitação de investigação era arquivado pelo
    procurador, digo, engavetador geral Brindeiro. Ninguém desconfia que
    Serra atuou fortemente no esquema escandaloso que foi a privataria das
    Teles na era caótica do desgoverno FHC

    9 – Corrupção José Serra com os VAMPIROS:

    O inquérito sigiloso da Operação Vampiro mostra como a quadrilha agiu
    livremente na gestão de José Serra, sem ser investigada. E prova que
    Serra sabia do esquema. O então candidato a governador de São Paulo
    José Serra tinha assuntos pendentes em Brasília. Entre março de 1998 e
    fevereiro de 2002, quando ocupou o cargo de ministro da Saúde, seis
    subordinados dele se juntaram à máfia dos “vampiros” para comprar
    derivados de sangue com dinheiro público – e a preços superfaturados.
    Todos foram indiciados; cinco deles, por formação de quadrilha.

    O relatório sigiloso da Operação Vampiro, que a Polícia Federal
    finalizou em agosto, concluiu que existia uma “organização criminosa”
    controlando as compras de hemoderivados na gestão Serra. Em suas
    investigações, a Polícia Federal descobriu que, em 2001, chegou uma
    denúncia anônima encaminhada diretamente a José Serra e protocolada no
    Ministério da Saúde. Segundo o relatório da PF, a denúncia “dá conta
    da prática de diversos crimes”. Havia dois acusados. Um deles era
    Platão Fischer Puhler, diretor do Departamento de Programas
    Estratégicos e um dos homens de confiança do ministro. O outro era o
    empresário Jaisler Jabour, que mais tarde se descobriu ser o chefe do
    braço na iniciativa privada dos vampiros.

    Segundo a denúncia, Platão estava cometendo “as maiores barbaridades”
    no milionário setor de compras, em parceria com Jabour. Ele dizia que
    a preferência dos envolvidos era por compras internacionais, que
    facilitariam depósitos em contas bancárias estrangeiras. “O que está
    ocorrendo nesta área é um escândalo”, dizia a denúncia. A polícia
    constatou que Serra recebeu o documento. E leu. O que fez Serra? Em
    vez de protocolar um ofício formal na PF, mandou o próprio Platão, o
    acusado, ir lá para denunciar a si mesmo. Curiosamente, nada
    aconteceu. O caso dos vampiros só estourou três anos depois, durante
    o governo Lula. Com Serra no esquema, oposição e mídia abafaram o
    caso.

    9- Corrupção nojenta de José Serra e o acordo com a facção criminosa
    PCC

    Ex-secretário Saulo de Castro Abreu da SSP/SP nega acordo entre PCC e
    a POLÍCIA, mas saiu o acordo até no Discovery Channel sobre a
    violência em SP. Os ataques comandados pelo Primeiro Comando da
    Capital (PCC) em São Paulo, em maio de 2006, só terminaram porque o
    governo estadual fez um acordo com a facção. A versão da história,
    noticiada pela imprensa na ocasião e confirmada em depoimento no
    Congresso pelo líder da facção, Marcos Herbas Camacho, o Marcola, é
    negada pelo secretário da Segurança Pública do estado na época do
    conflito, Saulo de Castro Abreu Filho. “Isso não aconteceu, não houve
    negociação”, disse o ex-secretário ao DIÁRIO. Entre 12 e 21 de maio de
    2006, quando ocorreram os ataques, 564 pessoas morreram vítimas de
    arma de fogo, sendo 59 policiais ou agentes penitenciários, e outros
    505 civis. Mais de 50 ônibus foram incendiados, bases policiais e
    bancos foram atacados e a capital

    10 – KD a CPI da publicidade na Nossa Caixa-SP, abafada por Geraldo
    Alckmin, Serra e imprensa.

    O banco Nossa Caixa, por um tempo de um ano e seis meses operou com
    contratos vencidos com duas agencias de publicidade, a Colucci &
    Associados Propaganda Ltda. e a Full Jazz Comunicação e Propaganda
    Ltda., no valor de R$ 28 milhões. A denúncia acabou por dar inicio a
    uma sindicância interna no banco, sob ordens de Carlos Eduardo
    Monteiro, então presidente da Nossa Caixa, para investigar “o erro
    administrativo”. Em uma circular para a diretoria do banco, Carlos
    Monteiro informa que em 29 de junho de 2005 foi procurado por Jaime de
    Castro Júnior, então gerente de marketing da Nossa Caixa, que lhe
    informou de falhas na prorrogação dos contratos em tempo hábil por
    conta da burocracia legal. O resultado foi o afastamento de Castro e
    de uma funcionaria e a convocação de um novo edital no valor de R$40
    milhões. A denúncia passou a ganhar caráter político após a obtenção
    de documentos pela Folha de S. Paulo, onde haviam indícios que o
    governo do estado havia interferido no Banco Nossa Caixa em favor de
    deputados aliados ao governo na Assembléia Legislativa paulista. O
    então deputado da oposição, Renato Simões, do PT, e seus aliados
    políticos , minoria, passaram a insistir em uma CPI, mas náo
    conseguiram. Em dezembro de 2005, o PT tentou impugnar no Supremo a
    norma que dificulta a criação de comissões de investigação na
    Assembléia, também sem . Durante o governo de José Serra, o PT
    conseguiu a aprovação da anulação de alguns dispositivos do Regimento
    Interno da Assembléia Legislativa paulista, que dificultavam a criação
    de CPIs. Mas a CPI ainda náo foi instalada.

    – Sem falar em mais de 65 CPIs contra gestão tucana abafadas na
    assembléia de SP, tais como da Febem, do Rodoanel, da Sabesp, etc
    Quem não deve não teme…Se adoram instalar CPI contra o PT, porque
    não se deixam investigar? E a mídia a serviço deles taxam o povo de
    burro, pensando que vamos esquecer estes escãndalos tucanos abafados.

  33. jose
    terça-feira, 11 de maio de 2010 – 0:24 hs

    laertes, aí vai:

    explica vc sobre corrupção e mensalão no governo lula, tem aos montes…desvios nas ongs, abafa nas cpis…enfim, explica só dois casos;

    1. o mensalão foi mensalão ou caixa dois?

    2. Porque o duda mendonça foi pago no exterior e de onde veio dinheiro?

    quanto aos tucanos e serra, pede explicações para eles…vc não me ve defendendo o psdb…vcs se confundem numa coisa básica: não defendo o psdb, ataco o pt….e não sou tucano…

    E o melhor: se o pt é tão certinho assim, porque foge de cpis?

    E por fim, porque o irmão do celso daniel está exilado?

Deixe seu comentário:

Campos obrigatórios estão marcados com *

*

*