Programa de Serra receberá colaboração pela internet | Fábio Campana

Programa de Serra receberá colaboração pela internet


Foto: Paula Sholl

O pré-candidato José Serra contará com a colaboração de grupos regionais e de fóruns de discussão, realizados pela internet, para colher sugestões que vão formar o programa de governo do futuro candidato do PSDB à Presidência da República. A iniciativa de compilar colaborações por meio da rede tem como objetivo dar um caráter nacional às demandas regionais.

Os organizadores estimam que as colaborações de todo o País podem chegar a cem mil simpatizantes, por meio da rede, sendo que aproximadamente três mil pessoas vão se envolver diretamente na elaboração da proposta.

O partido vai levar 40 temas para discussão nas unidades federativas. Para cada assunto, um técnico, a ser indicado pelos três principais partidos da aliança nacional (PSDB, DEM e PPS), ficará responsável pelo debate e compilação das idéias propostas para a área.

O atual secretário de Agricultura de São Paulo, Xico Graziano, será o coordenador de todo o programa e responsável pela elaboração final da proposta a ser encaminhada ao pré-candidato. Como colaboradores dos outros partidos de oposição, já foram escolhidos os deputados José Carlos Aleluia (BA), pelo DEM, e Arnaldo Jardim (SP), pelo PPS.

Ao mesmo tempo em que ocorrem as discussões temáticas, o núcleo próximo ao pré-candidato já traça as Diretrizes do Programa de Governo, que devem ser lançadas no começo de julho, quando a campanha começa oficialmente. Esse primeiro documento será mais geral e apresentará os princípios e fundamentos políticos que embasarão a proposta de governo – temas como planejamento, infra-estrutura e emprego serão contemplados.

Um grupo de aproximadamente 50 pessoas, de diferentes regiões, tem ajudado a produzir documentos sobre assuntos específicos. Esses documentos, além de aproveitados no programa final. São pessoas que já colaboraram com Serra no governo de São Paulo e, ainda, na prefeitura paulista.


28 comentários

  1. CAÇADOR DE PETISTAS
    segunda-feira, 31 de maio de 2010 – 15:46 hs

    Melhor assim.

    Pelo menos não é dinheiro roubado dos cofres públicos como faz o PT. Lula da Silva para tentar eleger sua candidata bandida, assalta o estado brasileiro, faz aliança com o capeta e mantém os pobres refens de sua mentira.

    Meus parabens josé Serra,, é isso mesmo, de bom exemplo de homem público. Roubar, mentir e barganhar é com o PT.

  2. CWB
    segunda-feira, 31 de maio de 2010 – 16:08 hs

    NOSSA!!! E EU QUE PENSEI QUE O EGO MAIOR DESTE PAIS FOSSE O FHC DE MELLO…….

  3. VLemainski-Cascavel-PR
    segunda-feira, 31 de maio de 2010 – 16:10 hs

    Muito interessante a iniciativa. Muitas cabeças pensando poderão elaborar um belo projeto nacional que poderá, inclusive, contemplar até algumas especificidades regionais.. É a democratização participativa dos brasileiros. Sentir-me-ei valorizado.

  4. Julia
    segunda-feira, 31 de maio de 2010 – 16:24 hs

    Bomba ! Bomba !
    Serra já tem vice

    EXCLUSIVO: SERRA JÁ TEM VICE

    Na última madrugada, reunida em uma festejada enoteca paulistana, a cúpula do PSDB, preocupada em encontrar um nome de peso para completar a chapa que concorrerá à presidência da república, definiu, finalmente, o parceiro ideal para o candidato Zé Chirico.

    Campeão absoluto de votos na última eleição de que participou, o escolhido reúne todos os requisitos para dar cabo de sua missão cívica: esmagar a resistência enfrentada pelo ex-governador paulista em sua escalada ao Planalto. Para conhecer a gloriosa biografia do vice tucano, leia abaixo.

    Quando São Paulo elegeu um rinoceronte
    Há 50 anos, o eleitorado preferiu Cacareco entre os candidatos a vereador

    – É melhor eleger um rinoceronte que votar em um asno.
    .O ano era 1959. Getúlio Vargas havia morrido. O governador de São Paulo era Adhemar de Barros, uma espécie de antepassado político de Paulo Maluf. O eleitorado estava revoltado com a Câmara Municipal que, para variar, não estava se comportando muito bem.

    No meio de tudo isso, havia o rinoceronte Cacareco, que, vale dizer, era uma fêmea, apesar do nome.

    Ele estava nas notícias porque saíra do Rio de Janeiro, emprestado por seis meses, para abrilhantar a inauguração do Zoológico de São Paulo. Os seis meses iam se passando e os paulistas cogitavam a idéia de dar um calote e não devolver o rinoceronte.

    No meio de um mar de lama da Câmara Municipal, em pleno período eleitoral, o assunto era o rinoceronte.

    Não que os polítcos da época não ajudassem. Havia um de 230 kg, cujo slogan era “vale quanto pesa”. Outro andava por aí com uma onça e dizia: eleitor inteligente vota no amigo da onça.

    O jornalista Itaboraí Martins brincou com isso, lançando a candidatura de Cacareco ao cargo de vereador. E não é que a ideia pegou?

    Naquela época, a eleição era na base do papel e do envelope. O eleitor recebia um envelope das mãos do mesário e, dentro dele, botava a cédula do seu candidato, fosse ele quem fosse. Houve uma adesão gigantesca à candidatura de Cacareco e várias gráficas, de brincadeira, imprimiram cédulas com o nome do bicho. Muita gente achou legal ir pra rua e fazer campanha em nome do rinoceronte.

    O que aconteceu a seguir parece piada, mas Cacareco recebeu cerca de100 mil votos.

    Parece pouco diante do eleitorado de hoje, mas preste atenção no resto dos números. O candidato mais votado naquela eleição não teve mais que 110 mil votos e mesmo o partido que elegeu a maior bancada teve, ao todo, 95 mil votos.

    Sua excelência, o rinoceronte Cacareco nem pode comemorar. Dois dias antes da eleição, o bicho foi devolvido para o zoo do Rio, sem muito alarde, como um anarquista subversivo. Poucos anos depois, o rinoceronte vereador morreu prematuramente, antes de completar dez anos de idade.

    O estrago, porém, já havia sido feito. Cacareco ganhou até as páginas da revista Time, que citava um eleitor:

    – É melhor eleger um rinoceronte do que um asno

  5. segunda-feira, 31 de maio de 2010 – 19:05 hs

    Parabéns ao SERRA !
    Sem utilizar o dinheiro do povo e muito mais moderna
    Brasil pode mais com Serra!

  6. jose
    segunda-feira, 31 de maio de 2010 – 19:33 hs

    Julia, vc se apodera dos textos alheios e tem vergonha de dizer que copiou…se não tem capacidade para escrever um texto, pelo menos indique a fonte…

    Informe que o texto que vc colou é do cloaca news….que diz de cara a que veio: cloaca news ” AS ÚLTIMAS DO JORNALISMO DE ESGOTO”…

  7. Laertes
    segunda-feira, 31 de maio de 2010 – 21:27 hs

    É o Serra tá precisando de ajuda intelectual, o problema é que os reacionários não tem idéias, a não ser atacar os outros.

    O Arruda já se encarregou de emprestar uma grana, assim como a ALSTOM francesa que também superfaturou o metrô de SP.

    Depois tem gente que diz que o terrorista da AP não está usando dinheiro público, ahahahahahahahahahahah!

  8. OSSOBUCO
    segunda-feira, 31 de maio de 2010 – 21:36 hs

    SERRA e o dinheiro público.

    Sócio de José Serra na época do golpe é condenado a 6 anos de prisão

    Isso não cheira bem

    “Não obstante as operações financeiras irregulares aprovadas e realizadas pelos réus superem o astronômico valor de US$ 30 milhões, tem-se que a efetiva lesão ao sistema financeiro nacional ocorreu por um segundo motivo, qual seja, o descrédito que elas geraram em relação ao ‘Banespa’, colocando à prova a confiabilidade dos investidores e dos outros bancos na referida instituição bancária, abalando não apenas a sua segurança, mas a de todo o sistema financeiro nacional”, concluiu o Ministério Público Federal, que se manifestou a favor do aumento da pena base a níveis próximos ao máximo legal.

    “TRF3 dobra valor base das penas de réus do caso Banestado:

    Seguindo manifestação da PRR3, Tribunal reconhece ainda que ex-diretor do Banespa, hoje prefeito de São João da Boa Vista (PSDB-SP), não tem prerrogativa de foro.

    “O Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) sentenciou na terça-feira, 18 de maio, o aumento da pena de 3 para 6 anos, de 16 réus, por crime financeiro contra o Banco do Estado de São Paulo (Banespa) ocorrido em 1992 (Processo: N.º 2006.03.99.008600-8).

    Entre os réus está Vladimir Antônio Rioli, à época um dos diretores do banco, e ao mesmo tempo sócio de José Serra (PSDB/SP), na empresa Consultoria Econômica e Financeira Ltda.

    Em 1992, Rioli e outros diretores do Banespa aprovaram uma operação para a concessão de fiança bancária à Propasa Produtos de Papel S.A. Na operação, o limite de crédito autorizado para a empresa, de US$ 1,1 milhão, foi excedido em US$ 2,2 milhões. De acordo com a denúncia, o interesse em beneficiar a Propasa era tão evidente que, quando a proposta inicial não foi aprovada, foi necessário desmembrá-la em duas operações para que houvesse, enfim, a aprovação da Diretoria Plena. Dessa forma, os diretores envolvidos garantiram a aprovação dos recursos, mesmo com a evidente incapacidade econômico-financeira da empresa para recebê-los. A pena foi inicialmente fixada em três anos de reclusão, prestação de serviços à comunidade e pagamento de 25 dias-multa. O Ministério Público Federal recorreu pelo aumento da pena, e conseguiu dobrá-la para 6 anos. (…)”

    Em 2002 a revista IstoÉ publicou uma matéria onde mostra que o ex-sócio de Serra, Vladimir Rioli, na época diretor do Banespa e ao mesmo tempo sócio do Serra, foi responsável por operações fraudulentas em parceria com Ricardo Sérgio. Vejam abaixo. As fotos dos documentos estão após o texto:

  9. Julia
    segunda-feira, 31 de maio de 2010 – 22:26 hs

    Artigo de hojO artigo original, em espanhol, está publicado no site Cubadebate.e, de Fidel, para Serra

    Quem sabe o Serra lê e para de achar que as drogas são um problema “tão novo” que se deve a um pequeno índio que chegou ao governo, pelo voto, há apenas quatro anos…

    O império e a droga

    Fidel Castro

    Quando eu fui preso no México pela Polícia Federal de Segurança, que por puro azar suspeitou de alguns movimentos nossos, mesmo que os fazíamos com o máximo cuidado para evitar o golpe da mão assassina de (Fulgêncio)Batista – como fez Machado (Gerardo, ditador cubano nos anos 20), no México, quando a 10 de janeiro de 1929 os seus agentes assassinaram Julio Antonio Mella, na capital daquele país – eles pensaram que fossemos de um grupo de contrabandistas que operava ilegalmente na fronteira desse país pobre em seu comércio comércio com a potência vizinha poderosa, rica e industrializada.

    Não havia praticamente praticamente no México o problema da droga que surgiu mais tarde por unanimidade, com sua enorme carga de danos, não só ao país mas também no resto do continente.

    Os países da América Central e América do Sul investiram energias incalculáveis na luta contra a invasão do cultivo de folha de coca destinada à produção de cocaína, uma substância obtida através de produtos químicos agressivos e é tão prejudicial à saúde e à mente humana.

    Os governos revolucionários, como a República Bolivariana da Venezuela e da Bolívia fazem um esforço especial para frear o seu avanço, como Cuba fez, a tempo.

    Evo Morales já há muito tempo proclamou o direito do povo para consumir chá de coca, uma excelente infusão da milenar cultura tradicional dos índios Aymara e Quechua. Proibi-la seria como dizer a um inglês que não consuma chá, um hábito saudável importados do Reino Unido da Ásia, conquistado e colonizado por ele durante centenas de anos.

    “Coca não é cocaína” foi o slogan de Evo.

    É curioso que a difusão do ópio, uma substância que é extraída da papoula, bem como a morfina,e que é extremamente prejudicial diretamente consumida, foi resultado da conquista e do colonialismo no exterior em países como o Afeganistão. Foi usado pelos colonizadores britânicos como moeda em outro país de cultura milenar, a China, onde se forçava a aceita-lo como pagamento por produtos mais sofisticados a partir de China e Europa, até então pagos com moedas de prata. Frequentemente é citado como um exemplo da injustiça nas primeiras décadas do século XIX que “um trabalhador chinês que se tornava viciado gastava dois terços do seu salário em ópio e deixava sua família na miséria.”

    Em 1839, o ópio já estava disponível para os trabalhadores e camponeses chineses. A Rainha Victoria, do Reino Unido, venceu no mesmo ano da Primeira Guerra do Ópio.

    Comerciantes britânicos e norte-americanos com forte apoio da coroa inglesa, viram a possibilidade de grandes negócios e lucros. Por esse tempo muitos das grandes fortunas americanas foram baseadas naquele narcotráfico.
    Temos de pedir à grande potência, apoiada por quase mil bases militares e sete frotas comandadas por porta-aviões nucleares e por milhares de aviões de combate – com os quais tiraniza o mundo – que nos explique como é que vai resolver o problema das drogas.

  10. OSSOBUCO
    segunda-feira, 31 de maio de 2010 – 23:01 hs

    A difícil substituição de Arruda como vice de Serra

    José Roberto Arruda (ex-DEMos/DF) era o pré-candidato a vice-presidente ideal de José Serra (PSDB/SP).

    Se não fosse o mensalão do DEM, seria o candidato natural a vice demo-tucano: era o único governador do principal partido aliado (do DEMos), o único político do DEMos que ainda era “bom de voto”, tinha a máquina do governo do DF nas mãos, e ainda contava com um esquema arrecadador de financiamento de campanha. Deixaria o governo do DF nas mãos de um aliado de confiança: Paulo Octávio (DEMos/DF), que seria candidato à reeleição.

    Ninguém estaria discutindo nem especulando: a chapa Serra-Arruda seria uma certeza absoluta a esta altura do campeonato.

    Arruda era tão completo para Serra, que além de radicado em Brasília, é mineiro de nascença, reforçando a representação no segundo maior colégio eleitoral.

    O mensalão do DEM, culminando com a prisão de Arruda, desarrumou a chapa demo-tucana, com Serra na cabeça e Arruda de vice.

    Agora Serra está sem vice, e sem opções que agreguem votos ou apoios consistentes.

  11. OSSOBUCO
    terça-feira, 1 de junho de 2010 – 0:46 hs

    Faz tempo que o Serra não tem ideias, vamos lá reaças do Brasil, ajudem a enterrá-lo!

  12. jose
    terça-feira, 1 de junho de 2010 – 11:12 hs

    Ossito, defende aí:

    Dilma sinaliza que, se eleita, poderá estender tempo de contribuição à Previdência
    por Folha Online

    Petista Dilma Rousseff sinalizou que, se eleita, poderá propor mudanças na Previdência Social

    “O tal do bônus demográfico nada mais é do que isso: a sua população em idade de trabalho ativo é maior que sua população dependente, jovem, criança e velho. Mas a terceira idade, a terceira idade está ficando difícil… A gente vai ter que estender ela um pouco mais para lá”, disse Dilma à imprensa na saída do fórum “Brasil – A construção da 5ª maior economia do mundo”.

    Perguntada diretamente se tinha como proposta de governo o aumento do tempo de contribuição, Dilma disse que fez uma “brincadeira consigo mesmo”. Ela tem 62 anos, o que se encaixaria na 3ª idade. “É a minha terceira idade”, disse, mas emendou logo a seguir: “Eu acho sempre que vai ter de haver, vai ter de olhar a questão etária do país, e tomar providências para isso, mas eu não tratei desse assunto.”

    No setor privado, a aposentadoria por idade pode ser solicitada aos 65 anos (homens) e 60 anos (mulheres), desde que observado um tempo mínimo de contribuição à Previdência Social, hoje de 174 meses.

  13. jose
    terça-feira, 1 de junho de 2010 – 11:12 hs

    Ossito, mais uma:

    Dilma sinaliza que, se eleita, poderá estender tempo de contribuição à Previdência
    por Folha Online

    Diminuir letraAumentar letra
    (01/06/2010 10:17)

    A pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, sinalizou nesta segunda-
    Fernando Donasci/Reuters
    Fernando Donasci/Reuters
    Petista Dilma Rousseff sinalizou que, se eleita, poderá propor mudanças na Previdência Social
    feira, 31, que, se eleita, poderá propor mudanças na Previdência Social que incluam um prazo mais longo de contribuição.

    “O tal do bônus demográfico nada mais é do que isso: a sua população em idade de trabalho ativo é maior que sua população dependente, jovem, criança e velho. Mas a terceira idade, a terceira idade está ficando difícil… A gente vai ter que estender ela um pouco mais para lá”, disse Dilma à imprensa na saída do fórum “Brasil – A construção da 5ª maior economia do mundo”.

    Perguntada diretamente se tinha como proposta de governo o aumento do tempo de contribuição, Dilma disse que fez uma “brincadeira consigo mesmo”. Ela tem 62 anos, o que se encaixaria na 3ª idade. “É a minha terceira idade”, disse, mas emendou logo a seguir: “Eu acho sempre que vai ter de haver, vai ter de olhar a questão etária do país, e tomar providências para isso, mas eu não tratei desse assunto.”

    No setor privado, a aposentadoria por idade pode ser solicitada aos 65 anos (homens) e 60 anos (mulheres), desde que observado um tempo mínimo de contribuição à Previdência Social, hoje de 174 meses.

  14. jose
    terça-feira, 1 de junho de 2010 – 11:14 hs

    Júlia, só pra vc:

    http://www.bahianoticias.com.br/noticias/noticia/2010/06/01/65348,evo-%E2%80%98nao-achava-que-era-tao-grande-039-o-trafico.html

    EVO: ‘NÃO ACHAVA QUE ERA TÃO GRANDE’ O TRÁFICO

    O presidente da Bolívia, Evo Morales, se disse surpreso nesta segunda-feira (31) com o volume do narcotráfico em seu país, e acusou os Estados Unidos de suposto favorecimento aos responsáveis.

    “Não achava que era tão grande o narcotráfico, não achava que o narcotráfico tinha tal poder econômico (…), sinto que se infiltra nos poderes, nas estruturas dos Estados, não só na Bolívia, mas em todo o mundo”, disse Morales em discurso durante ato militar.

    “Vejo que há muita cumplicidade de algumas instituições, de membros da Justiça boliviana, mas também de alguns membros da polícia.

    Por que essa forma de comprar nossos membros do Estado? Cheguei à conclusão de que é muita ‘plata’ (dinheiro), o narcotráfico manipula muita ‘plata’.”

    s.

  15. jose
    terça-feira, 1 de junho de 2010 – 11:22 hs

    Tá ficando caro eleger o poste…

    De volta à cena, Ciro recebe mimo de Lula: R$ 6,6 mi

    por Folha Online

    Ciro Gomes (PSB-CE/SP) está de volta. Excluído do tabuleiro presidencial, ele havia tomado chá de sumiço em 29 de abril.

    Pedira licença na Câmara. Sem remuneração. E refugiara-se nos EUA. Retornou ao Brasil no sábado (29), informa sua assessoria.

    Não tem agenda definida para os próximos dias. Como o período de licença já expirou (30 dias), espera-se que dê as caras no Congresso.

    Lula, que ajudou a empurrar Ciro para fora do tabuleiro sucessório, providenciou para o “aliado” um mimo monetário.

    Mandou liberar a verba de uma emenda que Ciro pendurara no Orçamento. Coisa de 6,6 milhões.

    Deve-se a informação aos repórteres Matheus Leitão e Lucas Ferraz.

    Em notícia veiculada na Folha, a dupla informa que a liberação ocorreu em 21 de maio.

    Oito dias antes do desembarque de Ciro no Brasil. Nessa data, aliás, o PSB federal, partido do ex-candidato, ratificou o apoio a Dilma Rousseff.

    A emenda de Ciro, a única que ele apresentou no ano passado, tem destinação meritória.

    O dinheiro vai ao caixa da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos, órgão do governo do Ceará, gerido pelo irmão Cid Gomes (PSB).

    Destina-se ao financiamento de um sistema de radares capaz de monitorar as chuvas no território cearense.

    O valor original da emenda é maior: R$ 10 milhões. Mas um pedaço (R$ 3,3 milhões) já havia sido liberado. Duas parcelas de R$ 1,7 milhão.

    Antes de submergir, Ciro ostentava uma retórica belicosa. Pendurara no sítio que mantém na web um artigo acerbo desde o título: “Ao Rei tudo, menos a honra”.

    Em entrevistas, dissera que, ao imaginar que “vai batizar Dilma presidente”, Lula “viaja na maionese”.

    Referira-se ao PMDB, sócio majoritário da mega-coligação governista, como “um ajuntamento de assaltantes”.

    Repisara a tecla de que, sob Lula, a parceria PT-PMDB plantara um “roçado de escândalos”.

    Dias atrás, depois de visitar Lula, em Brasília, o governador Cid Gomes disse que o irmão vai seguir a orientação do PSB. “Deve apoiar a Dilma”, afirmou.

    Nesse contexto, a liberação da emenda é uma espécie de estímulo à fidelidade. Resta agora saber se um mês foi o bastante para dissolver os rancores do ex-presidenciável.

  16. jose
    terça-feira, 1 de junho de 2010 – 11:27 hs

    TESOUREIRO PETISTA É CONDENADO EM SP

    O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) condenou o futuro tesoureiro da campanha de Dilma Rousseff e ex-prefeito de Diadema, José de Filippi Junior, a devolver cerca de R$ 2,1 milhões para os cofres da prefeitura da cidade.

    A decisão ocorreu pela contratação sem licitação do escritório do advogado Luiz Eduardo Greenhalgh, que é petista.

    O escritório de Greenhalgh foi contratado pela Prefeitura de Diadema entre 1983 e 1996.

    Defendeu só duas causas, segundo o Ministério Público, e ganhou cerca de R$ 2,1 milhões pela tarefa.

    O contrato era desnecessário, já que a prefeitura contava com 51 procuradores para defender os interesses da cidade.

    O TJ também condenou Filippi Junior à perda dos direitos políticos por cinco anos.

    A decisão não afeta a função que ele terá na campanha de Dilma.

    Tesoureiro não é uma função pública.

  17. Victor
    terça-feira, 1 de junho de 2010 – 13:03 hs

    Passe longe da minha carteira , vampiro.

  18. OSSOBUCO
    terça-feira, 1 de junho de 2010 – 13:55 hs

    Josezito, tenho reparado que vc cita muito a Folha, aquela que tem fonte anônima na PF.
    Ess história de que Dilma sinaliza isso ou aquilo é balela, o PIG e vc estão desesperados porque a Dilma provou que não é poste e já está na frente do mala José Serra.

    Vc também não fala nada do sócio do Serra no escândalo do Banespa e do seu tesoureiro que recebeu propina da Alstom, que tem contrato superfaturado com o Metrô de SP.

    Eu não me preocupo com o fato de vc ser de deireita e eleitor do Serra, então ficque com o seu candidato despreparado, incompetente e desagregador que eu fico com a futura presidente.

    O Serra e o FHC estão implodindo o PSDB, melhor para o Brasil e para o Aécio, que terá que reconstruir o partido após o desastre serrista.

  19. OSSOBUCO
    terça-feira, 1 de junho de 2010 – 13:56 hs

    Josezito, pega essa:

    Ex-tesoureiro de Serra tem empresa em paraíso fiscal
    Postado por Lista de Corruptos quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

    Acusado de receber propina durante a privatização do sistema de telefonia, para favorecer o consórcio que comprou a Telemar, ex-diretor do BB comanda empresa com sede nas Ilhas Virgens

    O ex-diretor do Banco do Brasil (BB) Ricardo Sérgio de Oliveira, acusado de receber propina na privatização do Sistema Telebrás, administra os negócios de uma empresa com sede em paraíso fiscal. Documentos da Junta Comercial de São Paulo revelam que o empresário Ronaldo de Souza, colega antigo e parceiro de Ricardo Sérgio em operações com fundos de pensão, é sócio de uma off-shore, como é conhecida esse tipo de empresa, com 99% do seu capital nas Ilhas Virgens Britânicas, no Caribe. A informação foi divulgada na edição de domingo do jornal Estado de Minas, em reportagem dos jornalistas Ana D’Angelo e Antônio Carlos Silveira.

    Segundo a matéria, não é Ronaldo de Souza quem manda na sua parte na off-shore. Ricardo Sérgio recebeu procuração do parceiro, para administrar todos os negócios da empresa, o que inclui a eventual remessa de dinheiro para o exterior. A dupla já havia executado a mesma parceria e roteiro na operação envolvendo a aquisição de dois imóveis da Petros, do fundo de pensão dos funcionários da Petrobras, revelada pelo também Estado de Minas na última quarta-feira.

    Digitais
    O ex-diretor do BB — que foi tesoureiro da campanha do senador José Serra à prefeitura de São Paulo em 1996 —, comprou metade de dois prédios do fundo, um no Rio de Janeiro e outro em Belo Horizonte, por meio da sua empresa Planefin. A outra metade foi comprada pela Consultatum, que está em nome de Souza. No entanto, Ricardo Sérgio e sua mulher, Elizabeth Salgueiro, receberam procurações de Souza para administrar a parte de Souza nos imóveis, inclusive uma conta-corrente no Banco Itaú.

    As ‘‘digitais’’ da off-shore estão numa procuração registrada no 16º Cartório de Ofício de Notas de São Paulo. O documento relata que Ronaldo de Souza é sócio da Antares Participações Ltda., uma empresa do ramo imobiliário, que atua na incorporação, compra, venda e aluguel de imóveis. Ela foi criada em 9 de setembro de 1998, pouco mais de um mês depois da privatização das empresas do sistema Telebrás, com capital social de R$ 2 milhões. A mulher de Souza, a museóloga Vera Regina Freire de Souza, também era sócia. Ela detinha a maior participação: R$ 1,98 milhão. O marido possuía apenas R$ 20 mil.

    Acerto de laranjas
    Em 15 de dezembro de 1999, o capital da Antares foi ampliado para R$ 5 milhões, seis dias depois de Souza nomear Ricardo Sérgio para administrá-la. Nesse momento, a empresa sofreu sua mais importante mudança: ela se tornou subsidiária da Antar Venture Investments, para a qual vendeu a maior parte das suas cotas. A off-shore fica na Ilha de Tortola, uma das maiores e das mais belas das Ilhas Virgens Britânicas.

    Vera Regina retirou-se do negócio e as cotas do marido na Antares Participações foram reduzidas para R$ 50 mil, exato 1%. A off-shore passou a deter, assim, R$ 4,95 milhões do capital existente na Antares (99%). Isso significa que Antar Venture dispõe dessa bolada aqui no Brasil. E pode levá-la a qualquer momento para o Caribe.

    Embora tenha deixado de ser sócia, Vera Regina recebeu procuração do marido também para gerir a Antares, que fica no mesmo endereço da Consultatum, a outra empresa de Souza. Coincidentemente, as duas empresas dividem o mesmo andar com a Planefim, de Ricardo Sérgio, num prédio luxuoso da Alameda Santos, região nobre, de São Paulo.

    Procurado na sexta-feira, Ricardo Sérgio mandou dizer, por meio de sua assessoria de imprensa, que não é dono, direta ou indiretamente, da Antares Participações. Questionado sobre a procuração, disse que ‘‘ela (a procuração) fala por si mesma’’. ‘‘O jornal me tratou como ‘laranja’ e eu não atendo ao jornal de vocês’’, limitou-se a dizer o empresário Ronaldo de Souza, localizado por telefone na sede da Consultatum e da Antares.

    Entenda o caso

    Investigação
    O Ministério Público Federal abriu investigação, em 1999, para apurar a atuação de Ricardo Sérgio de Oliveira no processo de privatização das empresas de telefonia, em julho de 1998. Conversas gravadas por grampos telefônicos no BNDES, em novembro de 1998, revelaram articulações para a vitória de determinados consórcios. Como diretor do Banco do Brasil, Ricardo Sérgio emitiu cartas-fiança irregulares para diversos grupos, incluindo o Opportunity, de Daniel Dantas. Ele também pressionou os fundos de pensão a entrar no consórcio montado pelo empresário Carlos Jereissati, que levou a Tele Norte Leste, atual Telemar.

    Propina
    Em março de 1999, o então senador Antônio Carlos Magalhães (PFL-BA) acusou Ricardo Sérgio de ter recebido propina de cerca de R$ 90 milhões para ajudar o grupo de Jereissati. A ponte para viabilizar o pagamento teria sido a empresa Rivoli, subsidiária do grupo La Fonte, de Jereissati, que passou a deter participação de 3,58% na Tele Norte Leste, em março de 1999.

    Caixa dois
    A Receita Federal investiga as declarações de renda de oito pessoas que coletaram dinheiro para o caixa dois da reeleição de FHC. Entre as declarações estão as de Ricardo Sérgio. Ele movimentou R$ 4,5 milhões em 1998 e 1999, valor incompatível com seus rendimentos.

    Ligações perigosas
    Quando foi transferida para Carlos Jereissati a Rivoli teve seu capital aumentado para R$ 32 milhões. Em 26 de julho de 1999, a Rivoli passou 3,3% das suas cotas para as outras três sócias privadas da Telemar (Andrade Gutierrez, Macal e Inepar). Na mesma data, Luiz Rodrigues Corvo, advogado de Ricardo Sérgio, foi nomeado procurador da Rivoli. Com apenas 0,27% de participação no consórcio Telemar, a empresa foi incorporada pelo grupo La Fonte, em abril de 2000.

    Prédios
    Durante a existência da Rivoli na Telemar, Ricardo Sérgio adquiriu, em parceria com Ronaldo de Souza dois prédios comerciais do fundo Petros, no valor atual de R$ 13,7 milhões, em condições facilitadas de pagamento. A venda do primeiro prédio foi aprovada pela diretoria da gestão anterior da Petros em 11 de março de 1999, um dia após a transferência da Rivoli para Carlos Jereissati. O fundo aprovou a transferência do segundo prédio em 17 de agosto de 1999. Segundo o Ministério Público Federal, a coincidência das datas entre a Rivoli e as transações dos prédios são evidências da relação entre os dois fatos.

    Sigilo pode ser quebrado

    A legislação atual permite a quebra de sigilo bancário pela Receita Federal de empresas ligadas a off-shores sem necessidade de autorização judicial. A novidade foi introduzida pela Lei Complementar 105, de 10 de janeiro de 2001. Mas, para a medida ser aplicada, é necessário que haja indícios de suspeitas de operações irregulares.

    Ter uma off-shore, ou seja, uma empresa em países classificados como paraíso fiscal, não é crime. Esses países são muito procurados porque têm uma tributação menor. A Secretaria da Receita Federal classifica como paraíso fiscal todos os países com tributação da renda abaixo de 20%. O órgão divulga periodicamente a lista desses paraísos. Atualmente, a relação contém mais de 40 países.

    Legislação flexível
    O problema é que esses países são, geralmente, usados para a lavagem de dinheiro de origem ilícita, como o narcotráfico, a corrupção e fraudes financeiras. Eles têm em comum o fato de possuir legislação societária e financeira mais flexível e sigilo bancário muito rígido. Há vários meios que impedem a identificação do verdadeiro dono dos recursos, como sistema de ações ao portador.

    Os recursos saem do país por alguma via, não necessariamente legal, e retornam por meio de subscrição de capital feita pela off-shore na sua subsidiária brasileira. Assim, o dinheiro fica no Brasil de forma lícita. Ou seja, limpo. Daí, a denominação de lavagem.

  20. OSSOBUCO
    terça-feira, 1 de junho de 2010 – 14:24 hs

    GM investe mais R$ 700 mi para criar novo carro mundial no Brasil

    Enquanto José Serra (PSDB/SP) dá uma de urubólogo, dizendo que o Brasil é o pior país do mundo em desenvolvimento, que a economia brasileira atrapalha só investidores, e blá, blá, blá… a General Motors do Brasil anunciou investimento de R$ 700 milhões para o desenvolvimento e produção de um modelo de carro mundial no país.

    O valor soma ao plano de investimento da empresa desde 2008, que prevê mais de R$ 5 bilhões até 2012.

    Do total de investimentos:
    * R$ 1,4 bilhão serão destinados à expansão da fábrcia da GM em Gravataí (RS);
    * R$ 50 milhões na modernização e ampliação da fábrica de Mogi das Cruzes (SP);
    * R$ 800 milhões no desenvolvimento e produção de dois veículos em São José dos Campos (SP);
    * R$ 600 milhões para desenvolvimento de nova família de veículos no Centro Tecnológico de São Caetano do Sul;
    * R$ 170 milhões na duplicação e modernização do centro de engenharia da GM também na unidade do ABC paulista, que receberá aportes de R$ 2 bilhões nos próximos dois anos.

    Entre as metas está também elevar a nacionalização de peças entre fornecedores brasileiros.

    Jaime Ardila, presidente da GM do Brasil e Mercosul, afirma: “Temos um compromisso firme com o Brasil, pois entendemos que a economia brasileira continuará crescendo de forma sustentável”.

  21. PATO BRANCO
    terça-feira, 1 de junho de 2010 – 14:25 hs

    esse OSBOCO e UM BOCÒ,,,,, Fica escrevendo estes textos longos so para me extressar

  22. jose
    terça-feira, 1 de junho de 2010 – 14:31 hs

    Ossito, a briga tá feia: os dois lados tem sujeira aos montes…

    A folha é o ponto mais fácil de consultar e citar, mas tem outros…

    Vc continua me devendo as respostas para assuntos pendentes:

    – nassif (bndes, contratação irregular pelo franklin martins, etc e tal);

    – de onde veio o dinheiro do dossie dos aloprados;

    – de onde saiu o dinheiro para pagar o duda mendonça no exterior;

    – porque o okamoto pagou as contas do lula;

    Tem mais, mas responde só estas, por enquanto…

    Aliás, faz assim, vai neste site e rebate item a item o que está lá, só depois volte a “conversar” comigo:

    http://www.escandalodomensalao.com.br/

    Inclusive recomendo o mesmo a todos os petistas….

  23. OSSOBUCO
    terça-feira, 1 de junho de 2010 – 20:22 hs

    Josezito, eu não faço a mínima questão de conversar contigo, pois suas fontes são aquelas que mentem, difamam e estão a serviço do PSDB.
    Se vc quiser debater, vá no site dos 45 escândalos do governo FHC, mais Alstom, Metrô SP, tesoureiro e sócio do Serra e Arruda e divirta-se.
    Minha candidata é a Dilma, o seu é o Serra, bom proveito!

  24. OSSOBUCO
    terça-feira, 1 de junho de 2010 – 20:26 hs

    Caro White Duck,
    “Extressar” é muito bom!

  25. OSSOBUCO
    terça-feira, 1 de junho de 2010 – 20:30 hs

    Suíça bloqueia conta de ex-tesoureiro do PSDB paulista

    O Ministério Público da Suíça anunciou que bloqueou uma conta bancária do brasileiro Robson Marinho, ex-tesoureiro de campanha do PSDB baulista e hoje conselheiro do TCE (Tribunal de Contas do Estado). A notícia é da Folha de S.Paulo desta quarta-feira (24). “O órgão reuniu indícios de que a conta recebeu pagamento de propina da Alstom”, diz o jornal, que cita como fontes “três profissionais que acompanham a investigação”, em curso na Suíça, França e Brasil, sobre o suborno de políticos de São Paulo pela multinacional francesa, que atua nas áreas de energia e transportes.

    Marinho é suspeito de ter ajudado a Alstom a conseguir contrato de R$ 110 milhões (em valores atualizados, R$ 221 milhões) em 1998. Ex-tesoureiro da campanha de Mário Covas ao governo de São Paulo em 1994, ele foi indicado por Covas para chefe da Casa Civil, em 1995, e conselheiro do TCE, em 1997.
    Propinas da Alstom no 3º Mundo

    Os documentos do bloqueio estão em poder de promotores da Suíça e de juízes da França, onde a Alstom também é investigada por suspeita de pagar comissões ilegais para obter contratos com governos latino-americanos e asiáticos, entre eles o de São Paulo, nas gestões dos tucanos Mário Covas e Geraldo Alckmin.

    A conta bloqueada recebeu pouco mais de US$ 1 milhão (cerca de R$ 2 milhões, pelo câmbio atual), de acordo com a quebra de sigilo. Atualmente, essa conta teria menos de US$ 1 milhão. Para os investigadores, as datas dos depósitos têm relação com o contrato que a Alstom assinou com a Eletropaulo em 1998. No fim de 2008 o titular da conta tentou transferir os recursos da Suíça para os EUA, mas os promotores suíços vetaram a tentativa.

    Também foram bloqueadas outras contas de brasileiros investigados sob suspeita de receber comissões da Alstom. O jornal paulista não informa seus nomes, mas diz que esses contratos têm origem num projeto de 1983 chamado Gisel (Grupo Industrial para o Sistema da Eletropaulo), que visava modernizar a transmissão de energia no Estado.

    A primeira suspeita sobre Marinho aparece num documento da Cegelec, empresa que foi comprada pela Alstom. Em memorando de 21 de outubro de 1997, época em que ele já estava no TCE, um executivo chamado Bernard Metz escreve que é preciso pagar 7,5% para que a empresa consiga o aditivo dez do projeto Gisel. A citação “R.M.” , identificando as letras como um “ex secrétaire du governeur“, aparece em anotações apreendidas na Alstom pelo Ministério Público da Suíça. A investigação europeia apurou também que “R.M.” viajou para a França para assistir aos dois jogos finais da Copa do Mundo de 1998 com despesas pagas por empresas do Grupo Alstom

    Leia mais: http://www.joildo.net/artigos/suica-bloqueia-conta-de-ex-tesoureiro-do-psdb-paulista/#ixzz0peBbZ7ZP

  26. OSSOBUCO
    terça-feira, 1 de junho de 2010 – 20:31 hs

    Antes o amigo Arruda, agora é o sócio de Serra na empresa Consultoria Econ. e Financeira Ltda que vai preso?
    (O pessoal do “M.A.T.A.”, vai dizer que ele não sabia de nada)

    “O Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) sentenciou na terça-feira, 18 de maio, o aumento da pena de 3 para 6 anos, de 16 réus, por crime financeiro contra o Banco do Estado de São Paulo (Banespa) ocorrido em 1992 (Processo: N.º 2006.03.99.008600-8).

    Entre os réus está Vladimir Antônio Rioli, à época um dos diretores do banco, e ao mesmo tempo sócio de José Serra (PSDB/SP), na empresa Consultoria Econômica e Financeira Ltda.

    Em 1992, Rioli e outros diretores do Banespa aprovaram uma operação para a concessão de fiança bancária à Propasa Produtos de Papel S.A. Na operação, o limite de crédito autorizado para a empresa, de US$ 1,1 milhão, foi excedido em US$ 2,2 milhões. De acordo com a denúncia, o interesse em beneficiar a Propasa era tão evidente que, quando a proposta inicial não foi aprovada, foi necessário desmembrá-la em duas operações para que houvesse, enfim, a aprovação da Diretoria Plena. Dessa forma, os diretores envolvidos garantiram a aprovação dos recursos, mesmo com a evidente incapacidade econômico-financeira da empresa para recebê-los. A pena foi inicialmente fixada em três anos de reclusão, prestação de serviços à comunidade e pagamento de 25 dias-multa. O Ministério Público Federal recorreu pelo aumento da pena, e conseguiu dobrá-la para 6 anos. (…)”

    Clique aqui para ler a matéria completa de Amaury Ribeiro Jr. no site da Isto É: http://www.istoe.com.br/reportagens/2487…

  27. OSSOBUCO
    terça-feira, 1 de junho de 2010 – 20:32 hs

    Sócio de Serra usou o Banespa para lavar dinheiro de Cayman

    Rioli foi nomeado por Serra para a direção do Banespa e autorizou a reinternação de 3 milhões de dólares de Cayman, esquema de Ricardo Sérgio, caixa de Serra

    Ao analisar os documentos e as falcatruas do PC de Serra, Ricardo Sérgio de Oliveira, atuando juntamente com o sócio de Serra, Vladimir Antônio Rioli, que assaltaram os cofres do Banespa e realizaram a lavagem e a internação de US$ 3 milhões das ilhas Cayman, chega-se à conclusão que o PC Farias de Collor não passava de um mero ladrão de galinhas, podendo até ser canonizado perto desse bando que depenou o patrimônio público nacional em troca de polpudas propinas depositadas em bordéis fiscais no exterior.

    O esquema “Cayman de Ricardo Sérgio e Rioli”, como o leitor pôde acompanhar pelas últimas edições do HP, refere-se à negociata montada por Ricardo Sérgio de Oliveira, através do Banespa, para a reinternação de US$ 3 milhões provenientes das ilhas Cayman. A revista “IstoÉ” da última semana trouxe um novo detalhe que fecha o ciclo e os integrantes da quadrilha que se aboletou no Banespa para amealhar o dinheiro público e utilizar o banco como instrumento para lavar e internar dinheiro sujo que se encontrava em paraísos fiscais. São, aliás, a mesma quadrilha que depois entregou o banco público de São Paulo aos estrangeiros.

    RIOLI

    Além de Ricardo Sérgio, caixa de Serra – e arrecadador de dinheiro para Fernando Henrique desde 1985, na eleição para Prefeitura de São Paulo -, e posteriormente indicado por Serra para a direção da área internacional do Banco do Brasil, outro protagonista do esquema era Vladimir Antônio Rioli, nada mais nada menos do que o sócio de Serra em uma empresa de consultoria financeira e econômica, montada em 1986, quando o tucano deixou a Secretaria do Planejamento do governo Franco Montoro. A empresa foi mantida pelos dois até 1995. A convivência de ambos já vinha desde a década de 70 quando Serra e Sérgio Motta fingiam ser de esquerda.

    Rioli ocupava o cargo de vice-presidente de operações do Banespa, um cargo que, depois de uma mudança extraordinária no estatuto, possibilitou que ele autorizasse transações de grande monta, principalmente fornecimento de empréstimos. Com esse poder, Rioli autorizou o “Contrato Particular de Emissão, Colocação e Pagamento de Títulos no Mercado Internacional (Fixe Rate Notes)” entre o Banespa e a empresa Garance Textile S/A (denominada posteriormente como Calfat S/A), em 14 de fevereiro de 1992, que possibilitou que a referida empresa – na época em fase falimentar – “vendesse” títulos no exterior para trazer de volta ao Brasil US$ 3 milhões que foram depositados na agência do Banespa nas ilhas Cayman e depois pararam em uma conta da Calfat, no mesmo banco, em Campinas, no interior de São Paulo.

    O presidente do conselho deliberativo da Calfat era o caixa de Serra, Ricardo Sérgio, que, inclusive, atuou como o fiador do esquema. A Calfat estava praticamente falida e mesmo em situações normais não teria capacidade para realizar jogadas dessa grandeza.

    ROUBO

    Para dar mais credibilidade ao esquema, Rioli fez o Banespa ingressar na Justiça para recuperar o dinheiro que não foi pago por Ricardo Sérgio. Então, estranhamente, os advogados do banco descobriram que “foi penhorado um único imóvel dado em garantia hipotecária, o qual é manifestamente insuficiente para a liquidação integral do débito” como descreve um protesto no qual se propõe a intimação de Ricardo Sérgio.

    O processo foi sendo protelado e tanto a Calfat não pagou o débito como os “investidores” que “compraram” os títulos no exterior jamais se preocuparam em reaver o dinheiro investido na Calfat, do qual o Banespa foi o intermediador, ou seja, o então devedor. Para especialistas em transações no exterior e para o Ministério Público Federal, não há dúvidas que se trata de uma lavagem e reinternação de dinheiro sujo, pois as empresas que adquiriram os títulos não passavam de laranjas usadas para enviar o dinheiro ao país com o aval do Banespa, ou melhor, do sócio de Serra, Rioli.

    Mas o detalhe mais estranho ainda estava para vir. Em 15 de fevereiro de 1995, logo depois da intervenção do governo federal no Banespa, o interventor Altino da Cunha, designado por Pedro Malan para a tarefa, nomeou uma série de novos advogados para o banco, como demonstra a certidão que foi registrada no 17º Cartório de Notas de São Paulo. Logo depois disso, alguns advogados nomeados pelo interventor compareceram na 5ª Vara Civil do Fórum de Santo Amaro, zona Sul da capital paulista e retiraram todo o processo movido contra Ricardo Sérgio. Resultado: os documentos jamais apareceram, demonstrando queima de arquivo, isto é, de provas.

    E, logo depois dessa operação que lavou US$ 3 milhões em setembro de 1992, Rioli liberou para a empresa de Ricardo Sérgio, a Calfat, um novo empréstimo de CR$ 3,5 bilhões (atualmente correspondente a cerca de R$ 1,7 milhões) sem que a empresa oferecesse qualquer tipo de garantia. No outro ano – segundo informações colhidas pela CPI do Banespa – Rioli continuou fazendo transações com Ricardo Sérgio para internar dinheiro do exterior.

    Além dessas falcatruas citadas acima, Rioli é portador de uma longa ficha de assaltos aos cofres públicos. Em 1993 ele foi responsável por um rombo de US$ 14 milhões nos cofres da ex-estatal Cosipa, fato denunciado pelo HP na época. Mais tarde ele foi indicado pelo governo federal para participar de um dos principais esquemas que resultaram na cobrança de propinas: o programa de “desestatização”, ou melhor, de doação de estatais. Esse é o sócio de Serra.

    MARIN

    Os laços de Rioli com Serra não se resumiam, como querem passar, à “amizade”, à sociedade e às negociatas com Ricardo Sérgio. A CPI do Banespa descobriu que o empréstimo concedido pelo banco, em 1993, para o primo e ex-sócio de Serra, Gregório Marin Preciado, no valor de R$ 21 milhões foi autorizado por Rioli. O primo de Serra também usou das “benesses” parentescas e da atuação de Rioli para conseguir um perdão de, pelo menos, R$ 17,1 milhões dessa dívida que tinha com o Banespa em 13 de dezembro de 1999, período em que o Banco encontrava-se federalizado, isto é, sob o comando do governo federal através do Banco Central.

    Gregório, que é casado com dona Vicência, prima de Serra, tem uma ligação muito estreita com o contra-parente, fato que lhe rendeu, ou melhor, lhes renderam vários milhões, tais como no caso Banco do Brasil – R$ 73,7 milhões – e três estatais de energia elétrica no Nordeste, sob a guarda de Ricardo Sérgio. Em virtude disso, Gregório havia sido convocado pela “CPI do Banespa” juntamente com o caixa de Serra, Ricardo Sérgio de Oliveira, para tentar explicar a redução de 81,4% de sua dívida. Diante do apavoramento generalizado que isso gerou no Planalto, deputados tucanos realizaram uma manobra na calada da noite para impedir que seus “colegas” fossem ouvidos. Outro detalhe que chama a atenção em todo essa transação é o fato do primo de Serra jamais ter se preocupado em quitar os seus débitos.

    Por ser primo de Serra, Gregório também cultiva relações muito próximas com outros integrantes da cúpula tucana, recebendo-os em sua mansão de férias situada na badalada praia de Trancoso, em Porto Seguro, no sul da Bahia. Em sua “casinha”, modestamente avaliada em R$ 1 milhão, e que ocupa um quarteirão inteiro de um centro histórico na beira do mar, não é difícil de se encontrar o filho de Fernando Henrique, Paulo Henrique Cardoso, o marqueteiro de Serra, Nizan Guanaes, o filho de Serra, Luciano, além, é claro, de dona Mônica, mulher do ministro da dengue.

    BANDO

    Nas redondezas, Gregório não é só conhecido pelos seus relacionamentos, mas, principalmente porque costuma se apresentar como “assessor da privatização da Coelba (empresa de distribuição de luz da Bahia)”. Foi ele, juntamente com Ricardo Sérgio, que montou o grupo, encabeçado pela espanhola Iberdrola e que levou alguns milhões da Previ (fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil) para açambarcar a ex-estatal, assim como outras estatais de Pernambuco e Rio Grande do Norte.

    Portanto, o leitor há de convir que o bando de Collor, enxotado pelos brasileiros por roubar e pela sua política econômica que depois foi implementada por Fernando Henrique, foi condenado por amealhar 1, 2, 3 milhões. Já o bando serro-fernandista não se ouviu falar, até agora, de algum esquema que não beirasse as dezenas de milhões. R$ 90 milhões na Telemar, US$ 15 milhões na Vale (conhecidos), R$ 73 milhões no Banco do Brasil, mais de 20 milhões no Banespa, milhões em Cayman, prédios luxuosos, fazendas gigantescas, etc. Sem contar, evidentemente, as negociatas das demais estatais de telecomunicações e de energia. Ou seja, essa gente, se é que podem ser chamados assim, depenaram o país e vêm roubando o país em quantidade oceânica.

  28. OSSOBUCO
    terça-feira, 1 de junho de 2010 – 20:54 hs

    Josezito, quer dizer então que a filha do Serra é sócia da Irmã do Daniel Dantas?

    Que beleza hein…

    Veja aqui o documento do Governo da Florida sobre a “aloprada” ligação empresarial entre a filha de Serra e a irmã de Dantas:

    http://www.sunbiz.org/scripts/cordet.exe?action=DETFIL&inq_doc_number=P00000044377&inq_came_from=NAMFWD&cor_web_names_seq_number=0000&names_name_ind=N&names_cor_number=&names_name_seq=&names_name_ind=&names_comp_name=DECIDIRCOM&names_filing_type=

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