Paranaenses notáveis | Fábio Campana

Paranaenses notáveis

“Perfis biográficos não são biografias, não têm o rigor delas”, afirma o
jornalista Aroldo Murá G.Haygert, a propósito do volume 3 da sua coleção
Vozes do Paraná, cuja noite de autógrafos de lançamento será em 17 de
agosto, no piso L4 do Shopping Crystal, Curitiba, das 18h30 min às 22
horas.

O livro, com 250 páginas, é variado apanhado de “nomes que estão (ou
estiveram) fazendo a história do Paraná de nossos dias, explica Aroldo,
para citar que a nova relação, de 16 personagens, contempla perfis
variados, como os do crítico literário Wilson Martins , governador Orlando
Pessuti, ex-governador João Elísio Ferraz de Campos, prefeito Luciano Ducci,
a notáveis da vida acadêmica, como o oncologista e bioeticista
(vice-presidente do Instituto Ciência e Fé), Cícero de Andrade Urban.

“Como não é possível ser mais amplo, a partir de meu critério pessoal
escolhi, ao lado desses nomes, outros não necessariamente ligados à
política e à vida acadêmica. É o caso do histórico líder do agrobusiness,
ex-presidente da Coopavel, Ibrahim Fayad, e a ecologista Moema Viezzer”,
explica Aroldo Murá.

PARANAENSES NOTÁVEIS – 2

O lançamento terá noite de autógrafos com percentual das vendas em
benefício da obra social e educacional Centro de Educação João Paulo II,
de Laranjeiras, Piraquara, criada pelo casal Belmiro Valverde Castor e
Elizabeth.
Dentre os perfilados, aparecem os jornalistas Luiz Geraldo Mazza e Hélio
de Freitas Puglieli; padre Patrick McGillicudy, de Campina Grande; pastor
Jean Selletti, presbiteriano, diretor da Teologia da Evangélica; Antonio
Carlos da Costa Coelho, especialista em judaísmo; Oksana Boruszenko,
historiadora da imigração ucraniana; Lylian e Tulio Vargas; cirurgião
Edmilson Fabbri.


Um comentário

  1. Geraldo Souza
    segunda-feira, 24 de maio de 2010 – 12:42 hs

    RESPOSTA A MAITE PROENSA, DEPOIS DE FAZER PIADAS COM OS PORTUGUESES EM PORTUGAL

    Poderia também explicar-lhe quem foi Camões, Fernando Pessoa, etc., cujos túmulos viu no Mosteiro dos Jerónimos, mas eles merecem muito mais. Ah!, já agora, deixe-me dizer-lhe também que num ponto estou muito de acordo consigo: temos muito pouco sentido de humor. É verdade. Não acharíamos graça nenhuma se tivéssemos deputados a receber mesada para votarem num certo sentido, não nos divertiria muito se encontrassem dirigentes políticos com dinheiro na cueca, não nos faria rir ter senadores a construir palácios megalómanos à conta de sobre-facturação do Estado, não encontramos piada quando os políticos favorecem familiares e usam o seu poder em benefício próprio. Ficaríamos, pelo contrário, tão furiosos, que os colocaríamos na cadeia. Veja só – quanta falta de humor! Mas, pelo contrário, fazem-me rir as sessões plenárias do senado brasileiro. Aqui em Portugal, e estou certa que em toda a Europa, tal daria um excelente programa de humor. Que estranho não é?! Para terminar só uma sugestão: deixe o humor para quem no Brasil o sabe fazer com competência (e há humoristas muito bons no Brasil). Como alternativa, não sei o que lhe sugerir, porque ainda não a vi fazer nada que verdadeiramente me indicasse talento…

    Peço desculpa por não poder contribuir.

    Mafalda Carvalho

    Dra Profa Universidade de Coimbra

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