Gastos com publicidade disparam em ano eleitoral | Fábio Campana

Gastos com publicidade disparam em ano eleitoral

Nos quatro primeiros meses do ano, o governo federal gastou R$ 240,7
milhões com publicidade, 63,2% a mais do que no mesmo período de
2009.A legislação eleitoral proíbe gastos com publicidade
institucional nos três meses que antecedem a eleição, mas as regras
para o primeiro semestre do ano eleitoral abrem espaço para gastos
maiores.
Os números foram levantados no Sistema Integrado de
Administração Financeira (Siafi) pela ONG Contas Abertas. Não estão
computados os gastos das estatais com mídia, que também crescem em
anos eleitorais.O valor executado até abril com recursos do Orçamento
da União de 2010 corresponde a 34,4% do total disponível para o ano. O
total disponível para gastos com publicidade em 2010 chega a R$ 700,4
milhões.


8 comentários

  1. PM
    segunda-feira, 24 de maio de 2010 – 11:50 hs

    Esse país não vai pra frente mesmo, a propaganda do politico teria que ser aquilo que ele faz para a população, não gastar dinheiro do povo para enganar o povo, mostrem serviço e invistam o dinheiro naquilo que é necessario, saude, educação, segurança, etc

  2. segunda-feira, 24 de maio de 2010 – 11:59 hs

    DÁ NOJO DA FALTA DE VERGONHA NA CARA E DO DEBOCHE COM A POPULAÇÃO:

    “Nos quatro primeiros meses do ano, o governo federal gastou R$ 240,7
    milhões com publicidade, 63,2% a mais do que no mesmo período de
    2009”

  3. Cap. Nascimento
    segunda-feira, 24 de maio de 2010 – 12:34 hs

    E a rede para bobo ver de televisão faturando alto com o governo do lula viajando da silva. Ou seja, com o imposto descontado mensamente de meu salário!

  4. Dagmar Servia
    segunda-feira, 24 de maio de 2010 – 12:35 hs

    Enquanto isso a SAÚDE oh.

    E vem a terrorista dizer que a saúde perdeu 40 bi com a CPMF. Ela é tão desinformada que até para defender o governo ela mente.
    Desde quando a CPMF era para a Saúde, só na cabeça desta ameba, que ainda pensa que o povo é burro e idiota.

  5. Fake
    segunda-feira, 24 de maio de 2010 – 12:49 hs

    Para publicidade existe verba, para reajuste do funcionalismo não! Que matemática é essa? Estou me fazendo de bobo em perguntar o óbio não é mesmo??

  6. segunda-feira, 24 de maio de 2010 – 12:50 hs

    O trabalhador paga a conta prá lullá fazer campanha.
    E o povo que se dane.
    E viva a ignorância !

  7. Indignada
    segunda-feira, 24 de maio de 2010 – 19:18 hs

    Infelizmente os gastos com política, são muito superiores se adicionarmos os custos da maquina administrativa pública direcionados para atividades politiqueiras: veículos, combustível, telefone, reprografias, consultorias contratadas de maneira tendênciosa a valores superfaturados, funcionários públicos totalmente comprometidos em angariar adaptos aos seus herois momentaneos (já que mudam conforme interesses)…
    Gente sem carater, sem principios que esquece que estão roubando, ajudando para que muitos padeçam necessidades.Podem esconder de muitos, acreditando que são pessoas boas, dignas, mas o diabo dá e ele mesmo tira: a paz, a alegria, a família, a união, a saúde, e etc.
    De que adianta ganhar dinheiro, ter tudo o que acha ser estatus e perder a vida, a salvação e tudo de bom que Deus pode nos proporcionar.

  8. Vigilante do Portão
    segunda-feira, 24 de maio de 2010 – 19:45 hs

    “Aforante” as estatais.
    A Caixa, o Banco do Brasil, Petrobras e outras, gastarão “BILHÕES” em propaganda.
    Aliás, a Caixa é campeã em fazer propaganda enganosa.
    Estão sendo veiculadas 3 propagandas deveras interessantes:
    O veterano Rolando Boldrim, com a voz empestada, afirma que a Caixa aumentou o volule de empréstimos, cita os exemplos: em habitação, penhor de jóias e para compra de automóveis.
    Ao final das peças publicitárioas, dizendo que “A Caixa confia em Você”

    Ora, com garantia Hipotecária (imóveis), penhor (para as jóias) e a alienação fiduciária (automóveis), até AGIOTA EMPRESTA.
    Outra mentira é a de que as taxas são baixas. Na verdade, a Caixa paga pouco na tomada do dinheiro, vide o caso do FGTS, remunerado em 3%, pode, portanto praticar taxas melhores do que os demais bancos comerciais.

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