Convenção do PT confirmará oficialmente Dilma como candidata | Fábio Campana

Convenção do PT confirmará oficialmente Dilma como candidata

Acontece no dia 13 de junho, em Brasília, a Convenção Nacional do PT que vai homologar o nome da ex-ministra Dilma Rousseff como candidata do partido à Presidência da República.

A Convenção será no Centro de Eventos Unique Palace (Setor de Clubes Sul, Trecho 2, Conjunto 30), a partir das 10h.


3 comentários

  1. segunda-feira, 31 de maio de 2010 – 19:06 hs

    Fora Dilmentira !

    Serra Nelles!

  2. CAÇADOR DE PETISTAS
    segunda-feira, 31 de maio de 2010 – 19:27 hs

    DILMA

    A CANDIDATA QUE QUER SER PRESIDENTE DO BRASIL

    TODAS AS PESSOAS MORTAS POR TERRORISTAS DE ESQUERDA 1 – OS 19 ASSASSINADOS ANTES DO AI-5

    O que é que os livros de história e boa parte da imprensa escondem de você, leitor? Apenas a verdade.

    As esquerdas alegam que o Regime Militar, ao longo de 21 anos, matou 424 dos seus militantes. É um número provavelmente inflado. Mortos comprovados são 293 – os outros constam como “desaparecidos” e se dá de barato que tenham sido mortos por “agentes do regime”. Nessa conta, diga-se, estão quatro militantes da ALN-Molipo que foram mortos pelos próprios “companheiros”. Ela também inclui os que morreram de arma na mão no Araguaia – já lembro a lista total. Este post tem outro objetivo. E, antes que prossiga, uma questão de princípio: não deveria ter morrido uma só pessoa depois de rendida pelo Estado. Ponto final. Não há o que discutir sobre este particular.

    O que não se diz é que o terrorismo de esquerda matou nada menos de 119 pessoas, muitas delas sem qualquer vinculação com a luta política. Quase ninguém sabe disso. Também se consolidou uma outra brutal inverdade histórica, segundo a qual as ações armadas da esquerda só tiveram início depois do AI-5, de 13 de dezembro de 1968. É como se, antes disso, os esquerdistas tivessem se dedicado apenas à resistência pacífica.

    Neste primeiro post sobre as vítimas dos terroristas de esquerda, listo apenas as pessoas mortas antes do AI-5: nada menos de 19. Em muitos casos, aparecem os nomes dos assassinos.

    Se vocês forem procurar na lista dos indenizados com a Bolsa Ditadura, muitos homicidas estão lá, sendo beneficiados por sua “luta contra a ditadura”. Ou, então, suas respectivas famílias recebem o benefício, e o terrorista é alçado ao panteão dos heróis. Quem fez a lista dos assassinados pela esquerda é o grupo Terrorismo Nunca Mais. “Ah, lista feita pelo pessoal da direita não vale!!!” E a feita pela extrema esquerda? Vale? Ademais, estes fatos estão devidamente documentados . Seguem os nomes das 19 pessoas assassinadas antes do AI-5 e, sempre que possível, de seus algozes. Ao longo do dia, publicarei os outros 100 nomes.

    Ah, sim: PARA AS VÍTIMAS DA ESQUERDA, NÃO HÁ INDENIZAÇÃO. Como vocês sabem, eles não têm nem mesmo direito à memória. Foram apagados da história pela Comissão da Mentira.

    AS VÍTIMAS DAS ESQUERDAS ANTES DO AI-5

    1 – 12/11/64 – Paulo Macena, Vigia – RJ
    Explosão de bomba deixada por uma organização comunista nunca identificada, em protesto contra a aprovação da Lei Suplicy, que extinguiu a UNE e a UBES. No Cine Bruni, Flamengo, com seis feridos graves e 1 morto

    2 – 27/03/65- Carlos Argemiro Camargo, Sargento do Exército – Paraná
    Emboscada de um grupo de militantes da Força Armada de Libertação Nacional (FALN), chefiado pelo ex-coronel Jeffersom Cardim de Alencar Osorio. Camargo foi morto a tiros. Sua mulher estava grávida de sete meses.

    3 – 25/07/66 – Edson Régis de Carvalho, Jornalista – PE
    Explosão de bomba no Aeroporto Internacional de Guararapes, com 17 feridos e 2 mortos. Ver próximo nome.

    4 – 25/07/66 – Nelson Gomes Fernandes, almirante – PE
    Morto no mesmo atentado citado no item 3. Além das duas vítimas fatais, ficaram feridas 17 pessoas, entre elas o então coronel do Exército Sylvio Ferreira da Silva. Além de fraturas expostas, teve amputados quatro dedos da mão esquerda. Sebastião Tomaz de Aquino, guarda civil, teve a perna direita amputada.

    5 – 28/09/66 – Raimundo de Carvalho Andrade – Cabo da PM, GO
    Morto durante uma tentativa de desocupação do Colégio Estadual Campinas, em Goiânia, que havia sido ocupado por estudantes de esquerda. O grupo de soldados convocado para a tarefa era formado por burocratas, cozinheiros etc. Estavam armados com balas de festim. Andrade, que era alfaiate da Polícia Militar, foi morto por uma bala de verdade disparada de dentro da escola.

    6 – 24/11/67 – José Gonçalves Conceição (Zé Dico) – fazendeiro – SP
    Morto por Edmur Péricles de Camargo, integrante da Ala Marighella, durante a invasão da fazenda Bandeirante, em Presidente Epitácio. Zé Dico foi trancado num quarto, torturado e, finalmente, morto com vários tiros. O filho do fazendeiro que tentara socorrer o pai foi baleado por Edmur com dois tiros nas costas.

    7 – 15/12/67 – Osíris Motta Marcondes, bancário – SP
    Morto quando tentava impedir um assalto terrorista ao Banco Mercantil, do qual era o gerente.

    8 – 10/01/68 – Agostinho Ferreira Lima – Marinha Mercante – Rio Negro/AM
    No dia 06/12/67, a lancha da Marinha Mercante “Antônio Alberto” foi atacada por um grupo de nove terroristas, liderados por Ricardo Alberto Aguado Gomes, “Dr. Ramon”, que, posteriormente, ingressou na Ação Libertadora Nacional (ALN). Neste ataque, Agostinho Ferreira Lima foi ferido gravemente, vindo a morrer no dia 10/01/68.

    9 – 31/05/68 – Ailton de Oliveira, guarda Penitenciário – RJ
    O Movimento Armado Revolucionário (MAR) montou uma ação para libertar nove de seus membros que cumpriam pena na Penitenciária Lemos de Brito (RJ) e que, uma vez libertados, deveriam seguir para a região de Conceição de Jacareí, onde o MAR pretendia estabelecer o “embrião do foco guerrilheiro”. No dia 26/05/68, o estagiário Júlio César entregou à funcionária da penitenciária Natersa Passos, num pacote, três revólveres calibre 38. Às 17h30, teve início a fuga. Os terroristas foram surpreendidos pelos guardas penitenciários Ailton de Oliveira e Jorge Félix Barbosa. Foram feridos, e Ailton morreu no dia 31/05/68. Ainda ficou gravemente ferido o funcionário da Light João Dias Pereira, que se encontrava na calçada da penitenciária. O autor dos disparos que atingiram o guarda Ailton foi o terrorista Avelino Brioni Capitani

    10 – 26/06/68- Mário Kozel Filho – Soldado do Exército – SP
    No dia 26/06/68, Kozel atua como sentinela do Quartel General do II Exército. Às 4h30, um tiro é disparado por um outro soldado contra uma camioneta que, desgovernada, tenta penetrar no quartel. Seu motorista saltara dela em movimento, após acelerá-la e direcioná-la para o portão do QG. O soldado Rufino, também sentinela, dispara 6 tiros contra o mesmo veículo, que, finalmente, bate na parede externa do quartel. Kozel sai do seu posto e corre em direção ao carro para ver se havia alguém no seu interior. Havia uma carga com 50 quilos de dinamite, que, segundos depois, explode. O corpo de Kozel é dilacerado. Os soldados João Fernandes, Luiz Roberto Julião e Edson Roberto Rufino ficam muito feridos. É mais um ato terrorista da organização chefiada por Lamarca, a VPR. Participaram do crime os terroristas Diógenes José de Carvalho Oliveira, Waldir Carlos Sarapu, Wilson Egídio Fava, Onofre Pinto, Edmundo Coleen Leite, José Araújo Nóbrega, Oswaldo Antônio dos Santos, Dulce de Souza Maia, Renata Ferraz Guerra Andrade e José Ronaldo Tavares de Lima e Silva. Ah, sim: a família de Lamarca recebeu indenização. De Kozel, quase ninguém mais se lembra.

    11 – 27/06/68 – Noel de Oliveira Ramos – civil – RJ
    Morto com um tiro no coração em conflito na rua. Estudantes distribuíam, no Largo de São Francisco, panfletos a favor do governo e contra as agitações estudantis conduzidas por militantes comunistas. Gessé Barbosa de Souza, eletricista e militante da VPR, conhecido como “Juliano” ou “Julião”, infiltrado no movimento, tentou impedir a manifestação com uma arma. Os estudantes, em grande maioria, não se intimidaram e tentaram segurar Gessé que fugiu atirando, atingindo mortalmente Noel de Oliveira Ramos e ferindo o engraxate Olavo Siqueira.

    12- 27/06/68 – Nelson de Barros – Sargento PM – RJ
    No dia 21/06/68, conhecida como a “Sexta-Feira Sangrenta”, realizou-se no Rio uma passeata contra o regime militar. Cerca de 10.000 pessoas ergueram barricadas, incendiaram carros, agrediram motoristas, saquearam lojas, atacaram a tiros a embaixada americana e as tropas da Polícia Militar. No fim da noite, pelo menos 10 mortos e centenas de feridos. Entre estes, estava o sargento da PM Nelson de Barros, que morreu no dia 27.

    13 – 01/07/68 – Edward Ernest Tito Otto Maximilian Von Westernhagen – major do Exército Alemão – RJ
    Morto no Rio, onde fazia o Curso da Escola de Comando e Estado Maior do Exército. Assassinado na rua Engenheiro Duarte, Gávea, por ter sido confundido com o major boliviano Gary Prado, suposto matador de Che Guevara, que também cursava a mesma escola. Autores: Severino Viana Callou, João Lucas Alves e um terceiro não-identificado. Todos pertenciam à organização terrorista COLINA- Comando de Libertação Nacional.

    14 – 07/09/68 – Eduardo Custódio de Souza – Soldado PM – SP
    Morto com sete tiros por terroristas de uma organização não identificada quando de sentinela no DEOPS, em São Paulo.

    15 – 20/09/68 – Antônio Carlos Jeffery – Soldado PM – SP
    Morto a tiros quando de sentinela no quartel da então Força Pública de São Paulo (atual PM) no Barro Branco. Organização terrorista que praticou o assassinato: Vanguarda Popular Revolucionária. Assassinos: Pedro Lobo de Oliveira, Onofre Pinto, Diógenes José Carvalho de Oliveira, atualmente conhecido como “Diógenes do PT”, ex-auxiliar de Olívio Dutra no Governo do RS.

    16- 12/10/68 – Charles Rodney Chandler – Cap. do Exército dos Estados Unidos – SP
    Herói na guerra com o Vietnã, veio ao Brasil para fazer o Curso de Sociologia e Política, na Fundação Álvares Penteado, em São Paulo/SP. No início de outubro de 68, um “Tribunal Revolucionário”, composto pelos dirigentes da VPR (Vanguarda Popular Revolucionária), Onofre Pinto (Augusto, Ribeiro, Ari), João Carlos Kfouri Quartin de Morais (Maneco) e Ladislas Dowbor (Jamil), condenou o capitão Chandler à morte, porque ele “seria um agente da CIA”. Os levantamentos da rotina de vida do capitão foram realizados por Dulce de Souza Maia (Judite). Quando retirava seu carro das garagem para seguir para a Faculdade, Chandler foi assassinado com 14 tiros de metralhadora e vários tiros de revólver, na frente da sua mulher, Joan, e de seus 3 filhos. O grupo de execução era constituído pelos terroristas Pedro Lobo de Oliveira (Getúlio), Diógenes José de Carvalho Oliveira (Luis, Leonardo, Pedro) e Marco Antônio Bráz de Carvalho (Marquito).

    17 – 24/10/68 – Luiz Carlos Augusto – civil – RJ
    Morto, com 1 tiro, durante uma passeata estudantil.

    18 – 25/10/68 – Wenceslau Ramalho Leite – civil – RJ
    Morto, com quatro tiros de pistola Luger 9mm durante o roubo de seu carro, na avenida 28 de Setembro, Vila Isabel, RJ. Autores: Murilo Pinto da Silva (Cesar ou Miranda) e Fausto Machado Freire (Ruivo ou Wilson), ambos integrantes da organização terrorista COLINA (Comando de Libertação Nacional).

    19 – 07/11/68 – Estanislau Ignácio Correia – Civil – SP
    Morto pelos terroristas Ioshitame Fugimore, Oswaldo Antônio dos Santos e Pedro Lobo Oliveira, todos integrantes da Vanguarda Popular Revolucionária(VPR), quando roubavam seu automóvel na esquina das ruas Carlos Norberto Souza Aranha e Jaime Fonseca Rodrigues, em São Paulo.

    DILMA É UM RISCO EMINENTE A DEMOCRACIA, AMIGA DE CHAVES, MORALES E FIDEL e HERMANA de JOSÉ DIRCEU JENUÍNO DE DAMAIS QUADRILHEIROS DO PT,, ESTÃO QUERENDO IMPLANTAR O SISTEMA SOCIALISTA NO BRASIL.

    FORAAAAAAA

  3. CAÇADOR DE PETISTAS
    segunda-feira, 31 de maio de 2010 – 20:23 hs

    DISCURSO DE DILMA, FRAUDES HISTÓRICAS, MISTIFICAÇÕES E CONVERSA MOLE

    Pronto! Dilma Rousseff já é a candidata do PT à Presidência da República. Com discurso, citações poéticas — despropositadas, diga-se (fica para outro post) —, promessa de novas auroras e, como não poderia deixar de ser, exaltação das conquistas de Lula. Oki. Isso tudo é parte do jogo. A fala de Dilma (íntegra aqui) reforça a mistificação de que não havia país antes de Lula: parece que o Brasil começou em 2003.

    Uma metáfora de gosto duvidoso ilustra o provável tom da campanha, serve de síntese da forma como o petismo conta a história do Brasil e é emblema das mentiras essenciais que marcam a propaganda oficial. Disse Dilma:

    Outros milhões acenderão as luzes de suas modestas casas, onde reinava a escuridão ou predominavam os candeeiros. E estes milhões de pontos luminosos pelo Brasil a fora serão como uma trilha incandescente que mostra um novo caminho.

    Antes que você sinta pulsar em si mesmo, leitor, o frêmito poético que levou o redator do texto a afirmar que os “pontos luminosos serão uma trilha incandescente que mostra um novo caminho” (Jesus!!!), cumpre considerar os números da chegada da luz elétrica aos lares brasileiros:

    1996 – 79,9%

    2002 – 90,8%

    2008 – 96,2%

    Como se vê, em 1996, já havíamos avançando bem nessa área. E um grande salto se deu entre aquele ano e 2002, durante o governo FHC: 10,9 pontos percentuais — ou crescimento de 13,6%; no governo Lula, 5,8 pontos percentuais — ou 6,3% de crescimento. Tivessem os petistas avançado “nos pontos luminosos da trilha incandescente” o mesmo que avançaram os tucanos, já não haveria brasileiro sem luz elétrica. E ainda sobraria um bicos para a gente emprestar a alguns países das fronteiras…

    Mentira
    O discurso investe também na mentira descarada. Afirma Dilma:

    O quarto caminho que trilhamos e continuaremos a trilhar é o da reorganização do Estado. Alguns ideólogos chegavam a dizer que quase tudo seria resolvido pelo mercado. O resultado foi desastroso.

    Aqui, o desastre só não foi maior – como em outros países – porque os brasileiros resistiram a esse desmonte e conseguiram impedir a privatização da Petrobrás, do Banco do Brasil, da Caixa Econômica ou de FURNAS.

    O discurso que sataniza a privatização é coisa de vigaristas. Em primeiro lugar, porque as que foram feitas trouxeram resultados formidáveis para o Brasil — ou o PT que as desfizesse. Ao contrário: Lula, como se sabe, criou facilidades para detentores de empresas antes pertencentes ao estado. Ou terei de lembrar de novo da “Lei Oi”, criada especialmente para permitir que a Oi, de seu amigo Sérgio Andrade, comprasse a Brasil Telecom, de seu inimigo Daniel Dantas?

    E É UMA MENTIRA ESCANDALOSA AFIRMAR QUE SE TENTOU, ALGUMA VEZ, PRIVATIZAR PETROBRAS, BANCO DO BRASIL OU CEF. A acusação é feita de modo covarde. Quem tentou? Cadê as evidências, os documentos, as provas, os indícios que sejam? Não há nada. HÁ APENAS TERRORISMO.

    Mistificação do passado

    Quase no fim do discurso, Dilma mandar ver:

    Permitam-me recordar três companheiros que se foram na flor da idade.Carlos Alberto Soares de Freitas.Beto, você ia adorar estar aqui conosco.Maria Auxiliadora Lara Barcelos.Dodora, você está aqui no meu coração. Mas também aqui entre nós todos.Iara Iavelberg.Iara, que falta fazem guerreiras como você.O exemplo deles me dá força para assumir esse imenso compromisso.

    É mesmo?

    Beto foi companheiro de Dilma nos grupos terroristas Colina, VAR-Palmares e Vanguarda Popular Revolucionária. Está entre os desaparecidos políticos. Se, ainda hoje, continuasse com as idéias que tinha então, não gostaria de estar ali coisa nenhuma. “Beto”, como Dilma à época, não estava entre aqueles que consideravam que eleições eram um modo eficaz de mudar a realidade. Maria Auxiliadora Lara Barcelos também era membro da VAR-Palmares. Suicidou-se na Alemanha. “Dodora” era um de seus codinomes na organização clandestina. Iara Iavelberg, namorada de Carlos Lamarca, foi, como ele, membro da VPR e depois do MR-8, outra organização terrorista. Mesmo entre os esquerdistas, há dúvidas se ela se matou ou foi morta pelas forças de segurança.

    Dilma cita esses “heróis” de época só por questões sentimentais? Não sei. Na entrevista que concedeu à VEJA (ver o post “A Garota da Capa”), ela diz: “A realidade mudou, e nós com ela. Contudo, nunca mudei de lado. Sempre estive ao lado da justiça, da democracia e da igualdade social.” É? Seus homenageados, como ela própria aquela época, queriam outra coisa: ditadura socialista. E, para atingir seus objetivos, assaltavam, seqüestravam e matavam. Todos eles merecem o respeito que se dispensa a qualquer ser humano. Mas sua contribuição à democracia é rigorosamente nenhuma! E o regime que tentaram implementar no Brasil se caracteriza pela morte de milhões de pessoas. No que concerne à política, merecem o nosso mais solene desprezo.

    Lula
    Lula também falou no ato que consagrou Dilma candidata:

    – “As pessoas que privatizaram este país estão incomodadas porque queremos fortalecer certos setores da economia brasileira. Vão dizer que a Dilma vai ser estatizante. Se reparem. Mas isso não é ruim não. É bom.”- “Essa menina, com 20 anos de idade, resolveu por opção própria colocar sua vida em risco, para garantir a democracia neste País”.

    Lula só não conseguiria explicar por que é preciso, por exemplo, criar uma estatal para “fortalecer certos setores da economia brasileira”. Sintam no ar o cheirinho de carniça que emana da “nova Telebras”, por exemplo. Eis um assunto que eu acho que ainda vai render.

    Quanto à “menina que colocou sua vida em risco”, dizer o quê? Dilma teve mais sorte do que aqueles que o Colina, a VAR-Palmares e VPR assassinaram, não é mesmo?

    Eu sei que, em momentos assim, não é hábito tratar as coisas com essa crueza — que eu prefiro chamar de clareza. Mas é o caminho que me parece o correto, como sempre.

    DILMA, é a herança maldita que lo Comunista Lula da Silva, que deixar a todos os brasileiros..

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