Alvaro Dias: Polícia Federal confirma rombo na Petrobras | Fábio Campana

Alvaro Dias: Polícia Federal confirma rombo na Petrobras

O senador Alvaro Dias (PSDB-PR) afirmou nesta segunda-feira (3) que a Polícia Federal concluiu inquérito confirmando irregularidades em cinco obras da Petrobras, as quais tiveram um custo adicional de R$ 1,4 bilhão. Entre elas, está a Refinaria Getúlio Vargas (Repar), em Araucária (PR), uma das obras que, por sugestão do Tribunal de Contas da União (TCU), deixariam de receber repasses da União, conforme decisão do Congresso Nacional vetada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Além de restabelecer o repasse dos recursos, o presidente Lula, de acordo com Alvaro Dias, foi a Araucária e “festejou com aqueles responsáveis pelo superfaturamento”. O presidente, segundo o senador, “gosta de passar a mão na cabeça dos desonestos e sempre o faz até com certa irreverência e cinismo”.


26 comentários

  1. VLemainski-Cascavel-PR
    segunda-feira, 3 de maio de 2010 – 21:42 hs

    É o jeito petista de administrar…

  2. TUKU NARE
    segunda-feira, 3 de maio de 2010 – 22:16 hs

    Caro senador, porque tu nao fala que o Lula, deu liberdade a PF,para atuar,
    investigar e punir, pois nos governos anteriores ao lula, barbaridades aconteciam
    e ninquem ficava sabendo, hoje e tudo as claras ate as maracutaias, toma vergonha cara ou tu e de outo planeta.

  3. Precisão Precisa
    segunda-feira, 3 de maio de 2010 – 22:26 hs

    A Petrobras reitera que não há irregularidades em suas obras, ao contrário do que insinua a matéria “Fraude na Petrobras provoca rombo de R$1,4 bi, afirma PF” (2/5). Como dito ao repórter Leonardo Souza, a Petrobras não teve acesso à perícia da Polícia Federal que teria apontado supostas irregularidades e, portanto, não teria como comentá-la. Em seu contato com a Companhia, o repórter se referia também a “documentos do TCU”. Sobre isso, a Petrobras reafirmou que há divergência entre os parâmetros adotados por ela e os adotados pelo Tribunal, o que gera diferença nos valores apurados. Algumas informações importantes não foram citadas na matéria, como o fato de que a Unidade de Tratamento de Gás de Caraguatatuba teve seu projeto ampliado e sua capacidade de processamento duplicada, motivo pelo qual a primeira licitação foi cancelada e uma segunda concorrência foi realizada. A Petrobras estima os custos de seus empreendimentos de forma criteriosa e tem como prática negociar a redução de custos em suas obras.

  4. Precisão Precisa
    segunda-feira, 3 de maio de 2010 – 22:28 hs

    Parte 2
    Repar
    Sobre a implementação da unidade de coque, que integra a obra de modernização e adequação do sistema de produção da Refinaria Getúlio Vargas (REPAR), em Araucária (PR), a Petrobras nega que haja irregularidades na licitação e execução das obras. O contrato, no valor de R$ 2,488 foi firmado em 7 de julho de 2008 com o Consórcio CCPR-REPAR, integrado pelas empresas Camargo Corrêa e Promon Engenharia. Em auditoria em maio de 2009, o TCU apontou suspeitas de sobrepreço na obra. A Petrobras já demonstrou ao Tribunal que não há sobrepreço, mas sim divergência de parâmetros. O Tribunal utiliza o SINAPI (Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil), critério adotado em obras de saneamento e habitação, e o SICRO (Sistema de Custos Rodoviários), usado pelo DNIT na construção de estradas. A Petrobras considera que estes critérios não se aplicam a obras como uma refinaria de petróleo, mais complexa e com especificidades próprias.
    Além disso, na formação de preços, a Petrobras também leva em conta aspectos relativos a itens de segurança, meio ambiente, saúde e responsabilidade social. Como o Tribunal não considera estes itens, ocorrem diferenças nos valores apurados pela Companhia e pelo TCU. Estes requisitos trazem importantes resultados, como baixo índice de acidentes em obras. A Petrobras apresentou sua argumentação ao Tribunal, que no momento, avalia a questão.
    Sobre subcontratação: conforme previsão em contrato, as empresas podem ser indicadas pela contratada da Petrobras durante o transcorrer da obra. A Petrobras analisa a questão e autoriza ou não a subcontratação. Neste caso, a Promon Engenharia foi indicada pelo consórcio para apresentar o projeto de detalhamento, conforme documento entregue à Petrobras em 2 de abril de 2008. Todos os trâmites legais e previstos em contrato estão, portanto, sendo seguidos.
    Caraguatatuba
    O Tribunal de Contas da União realizou duas auditorias acerca desta unidade. O Tribunal acatou as justificativas apresentadas pela Companhia e concluiu que não há sobrepreço. A conclusão, tomada em plenário, está documentada no acórdão 692/2010, de 7 de abril de 2010.
    O cancelamento da primeira licitação e realização de uma segunda concorrência deveu-se à mudança de escopo do projeto. O projeto original previa processamento do gás advindo do Campo de Mexilhão e previa capacidade de processamento de 7,5 milhões de metros cúbicos de gás por dia. A Companhia avaliou, no entanto, que poderia processar também, na mesma unidade, o gás com origem nos campos de Uruguá e Tambaú. Assim, a Petrobras ampliou o projeto e dobrou a capacidade de processamento prevista para 15 milhões de metros cúbicos de gás ao dia. A nova licitação foi vencida pelo consórcio formado por Queiroz Galvão, Camargo Corrêa e Iesa Petróleo e Gás.

  5. Precisão Precisa
    segunda-feira, 3 de maio de 2010 – 22:29 hs

    Parte 3
    Resposta: A Petrobras não teve acesso ao documento ao qual o repórter da Folha de S. Paulo se refere e, por isso, não tem como comentar em detalhes as questões levantadas. A Companhia reitera, no entanto, que há divergência entre os critérios utilizados por órgãos de fiscalização e os critérios da Petrobras na formação de custos de obras.
    Em questionamentos levantados pelo Tribunal de Contas da União, Petrobras já demonstrou que não há sobrepreço mas sim divergência de parâmetros. O TCU utiliza critérios adotados em obras de saneamento, habitação e construção de estradas. A Petrobras considera que estes critérios não se aplicam às suas obras, mais complexas e com especificidades próprias. Além disso, na formação de preços, a Petrobras também leva em conta aspectos relativos a itens de segurança, meio ambiente, saúde e responsabilidade social. Como o Tribunal não considera estes itens, ocorrem diferenças nos valores apurados pela Companhia e pelo TCU. Estes requisitos trazem importantes resultados, como baixo índice de acidentes em obras.
    Com relação à UTE de Cubatão, o preço ofertado pelo consórcio vencedor ficou dentro da estimativa inicial da Companhia, o que reforça o fato de que não há sobrepreço.
    Sobre a elaboração de projeto básico pela CNEC, não houve desrespeito a nenhuma legislação. O projeto básico não contém informações orçamentárias, apenas técnicas, que são disponibilizadas para o mercado na íntegra no edital de licitação. A estimativa de preços dos projetos a serem licitados é feita exclusivamente pelo corpo técnico da Petrobras, preservando, dessa forma, a livre concorrência entre as empresas que disputam as concorrências da Companhia.

  6. segunda-feira, 3 de maio de 2010 – 23:07 hs

    se tiver algo errdo no projeto do cook, vao a fundo, o q nao pode e parar ou atrassar um projeto de 12 bilhoes ao parana. sao mais de dezenove planta, se uma tem ? problemas. In vestigue. Mas nao atraze o projeto de crescimento do parana.

  7. CWB
    segunda-feira, 3 de maio de 2010 – 23:54 hs

    O DIAS MAIS RAIVOSO DEVERIA RECLAMAR COM SUA ASSESSORIA. A NOTÍCIA JÁ FOI VEICULADA NACIONALMENTE.
    NÃO FICA BEM TENTAR ROUBAR OS HOLOFOTES DE QUEM REALMENTE TRABALHA PARA ELUCIDAR AS COISAS NESTE PAÍS!!!!

  8. justiceiro
    terça-feira, 4 de maio de 2010 – 0:13 hs

    No caso do rombo da PETROBRÁS;
    Não custa lembrar que LULA vetou o projeto de lei aprovado pela Câmara e Senado no qual dispunha que a prestação de contas dos SINDICATOS ficavam sujeitos a aprovação do Tribunal de Contas, o que demonstra que Lula não gosta nada de ver os órgãos geridos com honestidade.

  9. terça-feira, 4 de maio de 2010 – 1:41 hs

    Gostei …é um absurdo um Presidente fazer isso…a roubalheira não vai parar…com essa petezada….esdrúxula….

  10. MULHERADA DO PARANÁ
    terça-feira, 4 de maio de 2010 – 9:18 hs

    Porque não coloca esta noticia na rede Globo no jornal Nacional.senhor senador.

  11. MACEDO BANDEIRANTES/PR
    terça-feira, 4 de maio de 2010 – 9:35 hs

    A UNICA COISA QUE ALVARO DIAS FAZ NO SENADO É CRITICAR O PRESIDENTE LULA. QUAL RECURSO OU OBRA ELE TROUXE PARA O NOSSO PARANA. AINDA BEM QUE ESTA CHEGANDO AO FIM O “REINADO” DOS DIAS, QUE NAO COMTRIBUIRAM EM NADA PARA O PARANA. SEU IRMAO NAO GANHARA (GRAÇAS A DEUS) PARA O GOVERNO E SAIRA DO SENADO, E O PROXIMO SERÁ ESSA PORCARIA

  12. Senivaldo Santana
    terça-feira, 4 de maio de 2010 – 10:17 hs

    Sera que o nobre senador vai ajudar seu irmao?
    A empresa citada esta muito bem, no passado os tucanos queria vender a troco de banana.

  13. LARANJA
    terça-feira, 4 de maio de 2010 – 10:40 hs

    VAI LÁ SALETE, COMENTE, NÓS SÓ DEFENDEMOS AQUILO QUE PARA NÓS E A SOCIEDADE É LEGAL, OU LHE FALTAM AS PALAVRAS?

  14. ANTI-PT(Partido da Trapaça)
    terça-feira, 4 de maio de 2010 – 10:42 hs

    para essa tal de Salete não adianta nem falar ela é igual a PeTesada toda……fuiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.

  15. salete cesconeto de arruda
    terça-feira, 4 de maio de 2010 – 10:56 hs

    Esse Álvaro com seus ROMBOS vai acabar prejudicando o irmão…
    ÁLVARO É ENGRAÇADO.
    Parece ave de temporada. Ora grita. Ora cala.

  16. @ A VIÚVA $$$$$$$$$$$$$$$$$$$$
    terça-feira, 4 de maio de 2010 – 11:33 hs

    Ao SENIVALDO e aos outros defensores da corrupção.
    A banana é muito valorizada em diversos paises, vc está dando uma ótima idéia !
    Você sabe que, como produtor e autosuficiente em combustível pagamos o preço mais caro da planeta e sabe porquê ?
    Pq. a Petrobras monopoliza o petróleo !
    Se não fosse estatal teria maior fiscalização dos órgão competentes e tributários, não seria um cabide de emprego para o pessoal da côrte e não teria a exclusividade na exploração de petróleo e na produção de combustível.
    Haveria a “livre concorrência” .
    Portanto, seria melhor para 99, 9999999999999999999999999999999% dos brasileiros e brasileiras, só seria ruim para os parasitas que arrombam a viúva !

  17. jose
    terça-feira, 4 de maio de 2010 – 11:48 hs

    Salete, quais são os “rombos” do ilustre senador? Se vc sabe deveria denunciá-lo…

    De novo: cadê os defensores da Petrobrás?

  18. antonio francisco da silva
    terça-feira, 4 de maio de 2010 – 11:57 hs

    o ilustre senador alvaro CPI dias deveria ,antes de tudo,explicar ou pelo menos constestar, o seu amigo requião que tornou publico o “milagre’ de sua declaração de renda.senão ele vai terminar elegendo a Dilma,Basta o Pt dizer e divulgar que ele será no futuro governo josé serra ministro de minas e enegia e vai privatizar a petrobras eo pre-sal.

  19. salete cesconeto de arruda
    terça-feira, 4 de maio de 2010 – 12:15 hs

    Anta-contra o PT
    Vai você também tecer tua tanguinha….

  20. Caçador de Tucanalha
    terça-feira, 4 de maio de 2010 – 14:59 hs

    Eu assino a Folha de São Paulo porque o meu cachorro só faz cocô em cima de jornal.

  21. OSSOBUCO
    terça-feira, 4 de maio de 2010 – 14:59 hs

    PSDB o partido do pedágio mais caro do mundo, do Serra é claro!

  22. OSSOBUCO
    terça-feira, 4 de maio de 2010 – 15:00 hs

    PSDB o partido da PRIVATARIA!

  23. OSSOBUCO
    terça-feira, 4 de maio de 2010 – 15:05 hs

    TCU: APAGÃO DE FHC/PSDB/DEM CUSTOU R$ 45 BILHÕES AO BRASIL
    APAGÃO DE ENERGIA ELÉTRICA CUSTOU AO PAÍS R$ 45 BILHÕES

    “O apagão de energia elétrica, ocorrido entre 2001 e 2002, custou R$ 45,2 bilhões. A conclusão é do Tribunal de Contas de União (TCU) que divulgou, ontem, um relatório sobre os efeitos daquela crise nas empresas, no governo e para os consumidores. Segundo o TCU, a maior parte do prejuízo foi paga pelos contribuintes. Os consumidores pagaram 60% do prejuízo do apagão de energia por meio de aumentos nas contas, o chamado repasse tarifário. Esse percentual equivale a R$ 27,12 bilhões.

    O restante foi custeado pelo Tesouro Nacional, o que também onerou os contribuintes. O relatório lembra que o Tesouro fez aportes em diversas companhias através do BNDES e pela Comercializadora Brasileira de Energia Emergencial (CBEE) – empresa criada durante a crise para administrar o valor do “seguro apagão”, quantia cobrada dos consumidores para fazer frente a eventuais dificuldades no setor. O tribunal verificou ainda que os R$ 45,2 bilhões permitiriam a construção de seis usinas como a hidrelétrica de Jirau, que será erguida no rio Madeira.

    “A população brasileira sofreu com o racionamento de energia”, disse o ministro Walton Alencar Rodrigues, relator do processo no TCU. Ele lembrou que a atividade econômica teve uma redução no período do apagão. A taxa de crescimento da economia caiu de 4,3%, em 2000, para 1,3%, em 2001. “Com ela adveio problemas como desemprego, redução da competitividade do produto nacional, diminuição do ritmo arrecadatório, entre outros”, afirmou o ministro.

    O relatório contém recomendações para evitar que ocorram apagões no futuro. Para Rodrigues, o governo deveria aumentar o orçamento da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), órgão responsável por fiscalizar as empresas do setor. “Cabe a essa importante agência regular e fiscalizar esse mercado que movimenta anualmente cerca de R$ 90 bilhões somente em compra e venda de energia elétrica”, advertiu. No entanto, a Aneel obteve orçamento de apenas R$ 365 milhões para 2008, dos quais R$ 150 milhões foram gastos, pois o restante foi contingenciado (retido) pelo governo para outras atividades.

    O TCU recomendou à Casa Civil que faça uma análise geral das condições de trabalho no Ministério das Minas e Energia (MME), na Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e na Aneel. O objetivo é verificar se esses órgãos possuem estrutura organizacional, física e de pessoal adequadas para fiscalizar o setor. Segundo o tribunal, a Casa Civil deve promover “melhoramentos, se for o caso, de forma a mitigar os riscos futuros de uma crise energética”.

    As recomendações serão enviadas à ministra Dilma Rousseff, que ocupou o comando do MME durante o primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, entre 2003 e 2005. O ministro José Jorge, hoje, no TCU foi, durante a crise, titular da pasta de Minas e Energia. Ele participou do julgamento e endossou o voto a favor dos alertas à Casa Civil.”

  24. RST
    terça-feira, 4 de maio de 2010 – 18:35 hs

    Omissões sistemáticas: carta à Folha de S.Paulo

    A Petrobras refuta as acusações feitas pelo editorial “ Caixa-preta ”, desta terça-feira (4/5), da Folha de S. Paulo. A Petrobras respondeu todas as perguntas encaminhadas pelo jornal e esclarece que desconhece a perícia da Polícia Federal, por isso, não poderia comentar detalhes do assunto. Essa informação foi omitida na matéria da Folha. Por se tratar de questionamentos semelhantes aos do TCU, a Companhia explicou que os métodos utilizados pelo órgão são diferentes dos critérios da Petrobras. Não criticou os métodos do Tribunal, e sim pontuou as diferenças existentes. A empresa não reluta em esclarecer dúvidas. Somente no segundo semestre de 2009, a Petrobras respondeu 946 questões de jornalistas e enviou 178 cartas esclarecendo imprecisões, dados incorretos ou informações suprimidas nas matérias.

    A Folha tem sistematicamente omitido esclarecimentos importantes da Petrobras a seus leitores. Em função disso, as respostas encaminhadas na sexta-feira e a carta enviada no domingo, que tiveram dados subtraídos, estão publicadas na íntegra no blog Fatos e Dados

    Como o editorial ressalta, uma empresa da importância da Petrobras para economia nacional e com seu status simbólico não poderia ter estratégia contrária a “seus próprios interesses financeiros”. Tanto é que a Folha afirma que “após negociação imposta pela Petrobras, o valor do contrato caiu”, o que demonstra que a empresa busca o melhor preço, sem abrir mão da qualidade. A Companhia reitera que seus dirigentes prezam pela conduta ética e transparente. A Petrobras foi considerada a Empresa Mais Bem Gerenciada da América Latina pela revista Euromoney em 2010. Em 2009, foi reconhecida como a mais transparente do setor petroquímico pelo Estudo Anual de Transparência e Sustentabilidade nas Empresas do Ibovespa, além de ter sido eleita a líder em reputação ética do setor de petróleo e gás pelo Covalence Ethical Ranking 2008, da Suíça.

    A Petrobras sempre colaborou com os órgãos fiscalizadores, como o próprio editorial mencionou, e já teve sua contribuição elogiada pela Polícia Federal. A empresa é sistematicamente fiscalizada por auditorias internas e externas, Tribunal de Contas da União (TCU), Controladoria Geral da União (CGU), Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e Securities and Exchange Commission (SEC), dos Estados Unidos, tendo seus balanços aprovados em todas as instâncias.

  25. sábado, 11 de setembro de 2010 – 15:11 hs

    Não sei a quem o Sr. defende, ou se tenta informar, saiba que tentei entender sua idéia e o que percebi é uma mascara tucana. Me respondamo seguinte : R$ 940 mi, SÃO MAIS QUESTIONAVEIS QUE OS r$ 45,2 bi de FHC. Os dois prejuizos sao imperdoáveis…..mas 45,2 nao podem ficar debaixo do tapete como tantos erros do PSDB…me desculpe, tomara que a população deo troco e 03/10, por tanta baixaria. Nada supera a baixaria e 45,2 bi de prejuizo…..o foco da imprensa deveria estar ai…e claro, que durante a gestao PSDB a policia federal nao tinha nem gasolina, quanto menos autorização pra investigar.

  26. sábado, 11 de setembro de 2010 – 15:12 hs

    FHC-PSDB-DEM : LEMBRANÇAS….. CASO DA PASTA ROSA, SUDAM E SUDENE, AS PRIVATIZAÇOES, CONTADA FAMILIA SERRA FORA DO BRASIL, PROPINA E VAZAMENTO DE DIVIDAS DOS DEPUTADOS NO CASO DA REELEIÇÃO, O PREJUIZO DO APAGAO DE FHC , SIM HOUVE APAGAO…..FOI DE 45,9 BILHÕES DE REAIS…CASO DO METRO DE SAO PAULO, PROER, SIVAM…….TUDO ISSO APAFADO PELOS TUCANOS COM CONSENTIMENTO DE SEUS ELEITORES QUE NAO VERDADE SAO CO-AUTORES DESTES CRIMES….ALÉM DOS 243 PEDAGIOS DE SP, PARTE DELES ESTA EM NOME DA FAMILIA DE MÁRIO COVAS.

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