Paraná continua dependente do agronegócio e da construção civil para gerar emprego | Fábio Campana

Paraná continua dependente do agronegócio e da construção civil para gerar emprego

Ao contrário de toda a pregação do governo Requião e de seus relatórios oficiais, especialista em mercado do trabalho lê a tabela do Caged do Ministério do Trabalho de março e diz: dos 23.197 empregos gerados no Paraná. 5.715 empregos gerados são frutos da construção civil e do mercado imobiliário. 7.096 dos empregos gerados são frutos do agronegócio, das cooperativas, transporte de produtos agrícolas e afins. 4.591 dos empregos gerados vem das varias cadeias produtivas da industria que sai da crise aos poucos. E 3.035 dos empregos gerados vem do comércio.

O resto dos 2.649 empregos gerados vem do setor de serviços, nas áreas de ensino, banco, alojamento, alimentação, manutenção entre outras atividades. A ler a planilha do Caged-M.T.E. verificasse que todas as cadeias produtivas são dependentes do crescimento da agroindústria e da construção civil. Sendo que, 80% dos empregos gerados continuam sendo abaixo de 2 salários mínimos. Sendo que a média salarial do Paraná é de 1.300,00 reais face aos salários pagos pela industria e outros setores da região metropolitana de Curitiba. Já que retirando a RMC da média estadual, veremos que no interior do Paraná o salário médio é de no máximo 850 reais. A analise feita sobre o mês de março também se aplica aos últimos anos e meses.


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