Grande Curitiba atinge o topo do ranking de homicídios | Fábio Campana

Grande Curitiba atinge o topo do ranking de homicídios


De Marcelo Vellinho no Paraná Online

A Grande Curitiba teve um aumento de 20,4% no número de mortos por homicídio na comparação de 2008 com 2009. O percentual divulgado ontem pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp) é mais do que o dobro do crescimento da quantidade de homicídios no Estado, que foi de 10%.

Em quase todos os quesitos divulgados pela Sesp, os números foram maiores do que em 2008, indicando aumento da criminalidade no Paraná.

Segundo os dados apresentados, foram contabilizados 3.119 homicídios dolosos em todo o Estado. Em Curitiba e região metropolitana, foram 1.523 casos em 2009 – contra 1.265 em 2008. A maior queda da violência aconteceu na região de Laranjeiras do Sul, que teve 20 homicídios dolosos a menos. Em Foz do Iguaçu houve diminuição de 12,9% nos assassinatos.
Furtos e roubos

O número de furtos e roubos de veículos também cresceu no Paraná. Em 2009, foram 20.124 veículos tomados por marginais, um aumento de 13,2%, na comparação com 2008. Só na capital, foram 7.886 casos, média de 21,5 por dia. A Sesp informou que o número é menor que o registrado em 1991, quando a frota de veículos na capital era menor que a metade da atual.

Outro índice que aumentou foi o de crimes contra a administração pública. No ano passado, houve 3.169, crescimento de 23%.


Trânsito

A violência no trânsito paranaense manteve-se no mesmo patamar. Em 2009, foram registrados 2.080 homicídios culposos no trânsito, média de 5,7 por dia, a mesma do ano anterior. Em Curitiba, foram 344 casos, quase um por dia.

Ao contrário dos outros itens, que tiveram resultados ruins, os crimes contra o patrimônio registraram uma pequena queda. De acordo com a Sesp, foram 161.286 casos no ano passado, 2,8% a menos que em 2008.


12 comentários

  1. Senivaldo Santana
    quarta-feira, 21 de abril de 2010 – 10:28 hs

    A Capital do Paraná esta entre as Cidades mais violentas do mundo falta de politicas publicas nos bairros
    O Bairro da Cic um dos mais violentos de nossa cidade juntamente com as região metropolitana se mata de 35 a 40 jovens só no final de semana.
    As pessoas morra e longe da capital Curitiba por falta de politicas de habitaçao entre outras da prefeitura nós samos modelo desta vergonha. Falo isto porque escolhi esta cidades para morrar mas tenho vergonha dos nossos gestores .
    Quando abro jornais final de semana so vejo a tristeza jovens sao mortos por coisas banais as familias estao chorando lagrimas de sague.
    O orçamento para politica de juventude e uma vergonha aqui em Curitiba nos bairros so tem boteco o homens e mulher encher a cara e a primeira porta para destruir a si e os outros em sua volta.
    Ha do mais o Prefeito que ser governador por favor cuida da criança primeira Sr Carlo Alberto depois e legitimo o Sr disputar esta vaga …

  2. quarta-feira, 21 de abril de 2010 – 11:21 hs

    O caos não é de agora meu povo,começou em 2003,quando o então Duce acumulou sua função de governador com a de xerife até nomear o engano de seu governo ,que precisou de um grande governador como o Pessuti para botá-lo pra fora.Agora contamos com o Cel.Serpa,parece ser uma pessoa bem aceita pelos policiais,agora temos alguém que conhece a segurança pública porque estudou para isto,e, não é mais um oportunista de ocasião.
    Se DEUS quiser vai dar tudo certo,só pelo fato dele citar que vai começar no combate as drogas,que é um mal da sociedade,mas, tem que pegar todos e botar na cadeia ,e,deixar os grandões da sociedade envolvidos com as drogas e fingir que vai prendê-los,acho um bom acerto do governador Pessuti,meus parabéns,ganha o povo do Paraná.

  3. quarta-feira, 21 de abril de 2010 – 11:24 hs

    CORREÇÃO

    O caos não é de agora meu povo,começou em 2003,quando o então Duce acumulou sua função de governador com a de xerife até nomear o engano de seu governo ,que precisou de um grande governador como o Pessuti para botá-lo pra fora.Agora contamos com o Cel.Serpa,parece ser uma pessoa bem aceita pelos policiais,agora temos alguém que conhece a segurança pública porque estudou para isto,e, não é mais um oportunista de ocasião.
    Se DEUS quiser vai dar tudo certo,só pelo fato dele citar que vai começar no combate as drogas,que é um mal da sociedade,mas, tem que pegar todos e botar na cadeia ,e, NÃO deixar os grandões da sociedade envolvidos com as drogas DE FORA e SOMENTE fingir que vai prendê-los,acho um bom acerto do governador Pessuti,meus parabéns,ganha o povo do Paraná.

  4. Cidadão Quem
    quarta-feira, 21 de abril de 2010 – 12:10 hs

    A Segurança Pública é tema difuso e diz respeito a todos os níveis administrativos do Estado e da sociedade. Nela interferem em sede preventiva, significativamente políticas sociais, educacionais e econômicas. Infelizmente no que diz respeito exclusivo às polícias, a SESP, quando administrada pelo seu ex-titular, nunca apresentou ou sequer cogitou uma “política de segurança” para o Paraná, isto é, linhas macro de atuação sistemica, dentro de um projeto com metas e objetivos, onde a subjetividade valorizaria as instituições e os seres humanos que as compoem. Optou-se pelo simplismo de Sandeu: polícia na rua e mega operações casuísticas e espalhafatosas. Aí está o resultado. Desejo toda a sorte do mundo ao novo secretário Coronel Serpa.

  5. Pelópidas
    quarta-feira, 21 de abril de 2010 – 12:17 hs

    É só impressão minha, ou no primeiro Atletiba depois da era RAMBINHO na Segurança, nada de anormal ocorreu. Ou seja, tudo calmo, apenas aqueles baderneiros costumeiros, etc, etc, etc…

    N I N G U É M M O R R E U o u F O I M O R T O P E L A S U A P O L Í C I A P O L Í T I C A .

  6. quarta-feira, 21 de abril de 2010 – 12:43 hs

    Segurança realmente nao foi o forte do Napoleao Chaves, mas seus familiares e seus cavalos sempre tiveram a extrema segurança

  7. quarta-feira, 21 de abril de 2010 – 14:25 hs

    QUE SAUDADES DA CURITIBA DE 1970…..TINHA O GUARDA JACK QUE SÓSINHO CUIDAVA DA RUA DAS FLÕRES,,,,E TINHA UMA VIATURA NA PRAÇA OSÓRIO QUE DE VEZ EM QUANDO ÉRA CHAMADA ATENDER UMA BRIGA,,,O CARNAVAL COM SEUS LANÇAS PERFUMES, CONFETES E SERPENTINAS, NA RUA XV,,,A FESTA SE ESTENDIA ATÉ AS 6 HORAAS DA MANHÃ COM SEUS BLOCOS DESFILANDO HARMONIOSAMENTE,,,,E O BAR MIGNON E O BAR TRIANGULO LOTADO DE FOLIÕES, A COMER O SEU CACHORRO QUENTE E SEU PERNIL COM VERDE, E TOMAR UM CHOPP, PARA SE REABASTECER AS FORÇAS E VOLTAR Á RUA PARA PULAR,,AS SACADAS CHEIA DE GENTE Á FESTAR ,,,ISSO TUDO SEM ENCRENCAS,,,SEM BRIGAS,,SEM MORTES,,,NÓS MORAVAMOS EM UMA REPÚBLICA ENCIMA DO ANTIGO FOTO BRASIL E SAVOY,,,,,

  8. Alemão
    quarta-feira, 21 de abril de 2010 – 19:03 hs

    Girardi, nos anos 70 a policia matava bandido. Quando vinham gangues de fora, deixava 1 mau elemento vivo para que voltasse e avisar aos outros vagabundos que por aqui a policia não brincava.É lógico,temos que levar em conta que os direitos humanos, dos bandidos é claro, começaram a criar caso com toda essa excessiva brutalidade e virou tudo uma bagunça.
    Pra complicar, veio o requião e o delazarento, e aí tudo fu……

  9. Alemão
    quarta-feira, 21 de abril de 2010 – 19:06 hs

    Pelópidas, alguns casos isolados ocorreram, mas nada comparado à gestão do reiquejão e de seu assecla incompetente e burro; o delazarento.

  10. FILET MIGNON
    quarta-feira, 21 de abril de 2010 – 19:34 hs

    HERANÇA MALDITA nos legada pelo INSANO e o anão de Jardim do Canguiri…
    Tenho até dó de quem assumiu a Secretaria de Segurança do Paraná….
    Se levantarem a ponta do tapete, vai sair tanta sujeira, aliás, se levantarem os tapetes de todas as secretarias de estado na fatídica gestão do INSANO…. Encontrarão certamente MUIIIIIITA SUJJJJEIRA!
    Puro excremento… E a SANEPAR? E a COPEL? E o PORTO DE PARANAGUÁ?

  11. Antonio de Souza
    quinta-feira, 22 de abril de 2010 – 8:06 hs

    DEU NO ZÉ BETO – JORNALE

    Desemprego e violência

    De Geraldo Serathiuk, ao comentar a notícia da Gazeta do Povo de hoje de que os “Homicídios subiram 20,3% em Curitiba e região metropolitana”:

    Com desemprego de aproximadamente 25% entre pobres e jovens na região metropolitana, segundo IPEA, só mais policia e presídios resolvem? Continuaremos com a política cambial e de juros, diminuindo participação da indústria, exportando commodities e gerando empregos de no máximo 2 salários mínimos? Os dados e o tempo mostram no que isso está dando e no que dará!!

    http://zebeto.jornale.com.br/

  12. Parreiras Rodrigues
    quinta-feira, 22 de abril de 2010 – 9:13 hs

    Para o Senivaldo: A prefeitura de Curitiba não tem condições de desenvolver um eficiente programa de habitação para acomodar os nossos irmãos interioranos atraídos pela sua fama de cidade isso, cidade aquilo. Observe as estatísticas que mostram o esvaziamento populacional registrado no campo e nas cidades pequenas e o inchamento de Curitiba e Região Metropolitana. O meu Noroeste – sou Interiorano de Santa Isabel do Ivaí, até os anos 70 já abrigou mais de cinquenta por cento de toda a população do Estado. Lá, hoje, moram cerca de 30 por cento no pau da viola. Santa Isabel do Ivaí por exemplo, tinha uma meia dúzia de fazendas de café que empregavam em média, 20 a 30 famílias – os colonos, os porcenteiros. As fazendas, cada uma, tinha a sua escolinha, a sua capelinha, o seu campinho de futebol.
    Cercadas de pequenas chácaras de dois a cinco alqueires. A partir de diversos fatores: erosão e o consequente enfraquecimento do solo, o confisco cambial do café – de cada três sacas colhidas, uma era da milicagem – a obrigação da destinação de 20 por cento do empréstimo do BB na aplicação de químicos – Nestor Jost, aquele do J no fundo da piscina da mansão em Brasília, era acionista da Pfizer, Bayer, o caralho. Mais a geada de 75 e a erradicação da cafeicultura, ensejaram, lógicamente, o advento da pecuária e, você sabe, o boi entra por uma porteira, o homem sai pela outra. Do meu livro “Coco da Bahia – Uma alternativa agroindustrial e de reflorestamento para oo Noroeste do Paraná. O Governador Orlando Pessuti poderia iniciar esse seu mandato que deverá se prorrogar por outros quatro anos, determinando a execução duma política vigorosa para a fixação do Homem junto à sua vocação maior: o trato da terra.

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