Dilma vê 'campanha insidiosa' e nega 'ação armada' | Fábio Campana

Dilma vê ‘campanha insidiosa’ e nega ‘ação armada’

Do Blog do Josias

No Rio Grande do Sul, Dilma concedeu entrevista à RBS. Veja aqui os destaques e leia a matéria do Josias de Souza e trechos da entrevista abaixo, no Leia Mais:

Fora do ministério, candidata diz sentir ‘saudade’ de Lula
‘O que me consola é que ele sente muita saudade minha’
Afirma ter aprendido com  ex-chefe a lidar com eleitores
‘Sou boa aluna. Ando com ele pelo país há 7 anos e meio’
Avoca para si um pedaço da  popularidade do  presidente
‘Nesses 76% tem  meu trabalho,  uma parte eu contribuí’

Dilma Rousseff expõe sua candidatura na vitrine que a projetou para a política, o Rio Grande do Sul.

Dedicou as primeiras horas da incursão gaúcha a um compromisso familiar que ajuda a suavizar-lhe a imagem.

Acompanhou a filha, Paula, grávida de quatro meses, numa ecografia. Enxergou o vulto de Gabriel, o neto que vai nascer um mês antes da eleição.

Depois, foi ao microblog. Agradeceu o presente que recebera no jantar da véspera, em São Paulo:

“Ana Maria Braga, minha filha adorou o boneco do Louro José. O bebê, que acabei de ver na ecografia, te agradece”.

Almoçou com empresários, na federação das indústrias do Estado. Para atenuar a fama de estatizante, disse que jamais lhe passou pela cabeça “destituir o setor privado”.

Concedeu uma entrevista a empresas de comunicação do grupo RBS. Referindo-se a um dossiê que despeja na internet dados não comprovados de seu passado guerrilheiro, disse estar sendo vítima de “campanha insidiosa”.

Vão abaixo trechos da entrevista, cuja íntegra pode ser lida aqui e aqui.

–Circula na web dossiê que lhe atribui assaltos a bancos e atos de terrorismo no regime militar. Sente-se preparada para a campanha eleitoral? Ninguém participa de governo sem aprender a conviver com críticas, deturpações e difamações. Há uma campanha insidiosa porque as pessoas pouco lembram daquela época. […] Não tive nenhuma ação armada. Se tivesse ação armada, não teria recebido condenação de dois anos. Cumpri três anos de cadeia, mas fui condenada a dois.

–Quem estaria por trás dessa campanha? Acho que as reações são de setores inconformados com a abertura democrática e que acham que uma pessoa que esteve presa […], durante todo o período da ditadura, não pode ser hoje vitoriosa.

–Adversários levantam dúvidas sobre o que seria o seu governo em matéria de liberdade de expressão. Qual é o seu compromisso? Adversário só não fala que a gente é bonita, o resto tudo fala. Eu sei o que é viver na ditadura, e sei a pior parte dela. Não acho que faz bem para nenhuma geração o que a minha passou…

–Como a senhora pretende reverter no RS os índices desfavoráveis? Nós Começamos agora. Pesquisa retrata o momento. […] Todo mundo que sentou na cadeira antes se danou.

–Acha possível subir nos palanques de Tarso Genro e José Fogaça? Não vou trabalhar hipótese, até porque não é prudente. Quando a gente tiver feito aliança nacional [PT-PMDB], eu posso responder isso…

–Trabalha com a possibilidade de ter o PMDB gaúcho todo a seu lado? […] Acredito que a grande maioria do PMDB fica conosco.

–Já consegue fazer com naturalidade o que o presidente faz, como entrar na casa dos eleitores? Perfeitamente, sou uma boa aluna. Nessa relação com ele, tenho anos de praia. Ando pelo Brasil afora com ele há sete anos e meio…

– O presidente tem dado conselhos sobre a campanha? Graças a Deus, dá. O presidente é uma pessoa experiente. Temos uma longa caminhada juntos, a nossa relação é de quem priva da intimidade…

– Sente falta da preseença de Lula nas viagens? Sempre falo que tenho muita saudade dele. O que me consola é que acho que ele também tem muita saudade minha. Porque convivíamos o dia inteiro.

– Acha que o eleitorado sente diferença com a ausência do presidente? Andei por esse país afora sozinha quantas vezes? O pessoal está inventando. Ser governo e decidir todo dia é muito difícil. Eu cuidei do PAC, de R$ 636 bilhões, da execução, tinha de discutir isso do Oiapoque ao Chuí. O presidente ia para um lado e eu, para o outro.

– Até que ponto a popularidade de Lula pode resultar em votos? Se pode resultar em votos para alguém, imagino que seja para mim. Por quê? Porque entrei no Ministério de Minas e Energia, depois fui para Casa Civil, participei de cada um desses programas. Eles têm meu esforço pessoal. […] Então posso reivindicar a continuidade do governo Lula. O povo não acredita em promessa, acredita que quem faz pode fazer mais. Podemos fazer mais, porque fizemos. […] Tem meu trabalho nisso, eu me sinto absolutamente legitimada para achar que nesses 76% [de aprovação de Lula] tem uma parte que eu contribuí.

– O PMDB se encaminha pra indicar Michel Temer para vice. Qual é a sua relação com o deputado? Tenho uma ótima relação com Michel Temer, respeito bastante o deputado, acho ele uma pessoa talentosa, bom articulador político, excelente presidente da Câmara, uma pessoa tranquila, não aposta no conflito, trabalha no acordo e no consenso. […] Considero o Michel Temer uma pessoa de qualidades excepcionais.


39 comentários

  1. Duval Simões Araújo-Londrina
    sexta-feira, 16 de abril de 2010 – 9:56 hs

    É quem foi bandido no passado não pode esperar que todo mundo esqueça disso no futuro. Ainda mais como candidata a presidente. É dever da oposição mostrar ao povo quem realmente é Dilma Roussef, começando pelo que ela foi. Se o povo mesmo assim aceitá-la como presidente de todos os brasileiros temos que respeitar, pois é democracia. Só não se pode esconder a verdade do povo. Participou de guerrilha terrorista, assaltou sequestrou e o povo tem que saber.

  2. sexta-feira, 16 de abril de 2010 – 10:06 hs

    Até me deu uma vontade de chorar…….Buá….Buá..

  3. Joâo Carlos
    sexta-feira, 16 de abril de 2010 – 10:10 hs

    A memoria pode ser curta mas atos barbaros a gente nunca esqueçe.Ela pode tentar negar mas a historia esta aí para confirmar os atos insanos que ela e seu grupo praticaram.

  4. Estatística
    sexta-feira, 16 de abril de 2010 – 10:23 hs

    Santa, Santa, Santa.

    Ela foi presa por engano. As famílias que sofreram com os atos perpetrados por elas e seus asseclas não tem direito a aposentadorias, pensões, ajudas, etc.

    Vai virar senhora do Universo (Deus que se cuide).

  5. Valmor Lemainski-Cascavel-PR
    sexta-feira, 16 de abril de 2010 – 10:29 hs

    Dilema quer ser o Lulla de saia!…
    Será?

  6. Motoqueiro Infernal !!!
    sexta-feira, 16 de abril de 2010 – 10:36 hs

    Das atitudes dos militares todos nós sabemos… também…

  7. Interessado
    sexta-feira, 16 de abril de 2010 – 10:51 hs

    Santinha do pau-oco, ou SEPULCRO CAIADO?

  8. Jair Jacoh
    sexta-feira, 16 de abril de 2010 – 11:09 hs

    o mundo dá voltas…até outro dia tinha orgulho de seu passado…agora renega parte dele? participou ou não de ações armadas? os “cumpanheiros” vão aceitar esta traição?

  9. sexta-feira, 16 de abril de 2010 – 11:11 hs

    Mente descaradamente, em entrevista à revista Piauí, em 2003, ela afirmou:

    ‘… Eu e a Celeste entramos com um balde; eu me lembro bem do balde porque tinha munição. As armas, nós enrolamos em um cobertor. Levamos tudo para a pensão e colocamos embaixo da cama. Era tanta coisa que a cama ficava alta. Era uma dificuldade para nós duas dormirmos ali. Muito desconfortável. Os fuzis automáticos leves, que tinham sobrado para nós, estavam todos lá. Tinha metralhadora, tinha bomba plástica. Contando isso hoje, parece que nem foi comigo. ‘

  10. sexta-feira, 16 de abril de 2010 – 11:18 hs

    Dilmaligna é Mentirosa, não merece crédito.

  11. ROSSONI DA CAPITAL
    sexta-feira, 16 de abril de 2010 – 11:22 hs

    ESSE TIPO DE SER HUMANO É O MAIS PERIGOSO ! TENHO PENA DA NOSSA JUVENTUDE, (AS SÉRIAS), CASO ESSA SRA. SE É QUE DA PRA CHAMAR ASSIM, POIS É DA PIOR ESPECIE QUE EXISTE, EU TENHO 68 ANOS CONVIVI, NA SUA EPOCA E ERA BEM ANTENADO NOS BANDIDOS DA ÉPOCA ! ELA NUNCA LUTOU POR LIBERDADE E SIM POR LIBERTINAGEM.

  12. Laertes
    sexta-feira, 16 de abril de 2010 – 11:45 hs

    ô João carlos, que fatos? Os fatos inventados por sites de direita e a favor da ditadura?

  13. Ditão
    sexta-feira, 16 de abril de 2010 – 11:59 hs

    Sites de direita e a favor de ditadura???? Esses caras da esquerda são uma piada de mau gosto. O que é Cuba? o que é a China? o que é a Coreia do Norte? o que é a Venezuela do Insano Chaves? Vão se catar.

  14. OSSOBUCO
    sexta-feira, 16 de abril de 2010 – 12:06 hs

    OAB-RJ lança campanha pela abertura dos arquivos da ditadura militar

    por André Mascarenhas (Estadão)

    A OAB-RJ lança nesta sexta-feira, 16, uma campanha pela abertura dos arquivos da repressão política na ditadura militar (1964-1985), chamada “Campanha pela Memória e pela Verdade”. Atores como Fernanda Montenegro, Glória Pires e José Mayer, entre outros, gravaram gratuitamente depoimentos para veiculação na TV, nos quais interpretam desaparecidos políticos.

    A entidade vai organizar também um abaixoassinado em apoio à abertura dos arquivos, que será encaminhado a autoridades do Executivo e do Legislativo.

    O evento de lançamento da campanha, marcado para esta manhã, às 10h, na sede da OAB no Rio de Janeiro, deve contar com a presença de ministros de Estado, parlamentares e intelectuais.

    Quero ver os reaças do blog reclamarem!

  15. UM PORTUÁRIO
    sexta-feira, 16 de abril de 2010 – 12:20 hs

    SE ESSA “FACÍNORA” VENCER AS ELEIÇÕES, SERÁ CRIADA NO IMAGINÁRIO POPULAR E METAFÓRICAMENTE A FIGURA DE “PRIMEIRO DAMO” EM NOSSO BRASIL, QUE É ADMINISTRADO POR ESSAS PESSOAS COMO SE FOSSE UMA “ETERNA FARRA” REGADA A 51!

  16. SOU DO PARANÁ
    sexta-feira, 16 de abril de 2010 – 12:33 hs

    FRAGMENTOS DA MENTIRA…

    Mentiram-me.
    Mentiram-me ontem
    e hoje mentem novamente.
    Mentem de corpo e alma completamente.
    E mentem de maneira tão pungente
    que acho que mentem sinceramente.

    Mentem partidariamente,
    mentem incrivelmente,
    mentem tropicalmente,
    mentem hereditariamente,
    mentem, mentem e de tanto mentir tão bravamente
    constróem um país de mentiras diariamente.

    Mentem, mentem e calam,
    mas as frases falam e desfilam de tal modo nuas,
    que mesmo o cego pode ver a verdade em trapos pelas ruas.
    Sei que a verdade é difícil e para alguns é cara e escura,
    mas não se chega à verdade pela mentira,
    nem à democracia pela ditadura.

  17. salete cesconeto de arruda
    sexta-feira, 16 de abril de 2010 – 13:17 hs

    ENTRE FAZER AS MALAS E SAIR DO PAÍS POR OPÇÃO – SEM CRITICAR NINGUÉM – CADA UM FAZ O QUE ACHAR MELHOR – PREFIRO MIL VEZES A DILMA/ESTRELA.
    Dilma é como TODAS NÓS MULHERES BRASILEIRAS – GUERREIRAS – QUE PEITAMOS ATÉ TORTURADORES QUE USAM ARMAS DOS ESTADO.
    SE QUEREM DIZER GUERRILHEIRA – TUDO BEM. ERA GUERRA E TENHO ORGULHO DE SABER QUE UMA MULHER NAO FUGIU DA LUTA.
    Sua história é MIL VEZES MELHOR do que machos que escondem até os próprios nomes para comentarem em espaços como este. Enquanto o Fábio que é MUITO MAIS IMPORTANTE – outros escondem seus nomes, suas caras….
    E AINDA OUSAM CRITICAR UMA MULHER QUE COMO TANTAS OUTRAS LUTAM PELA VIDA DOS IRMÃOS DE PÁTRIA – COLOCANDO EM RISCO A PRÓPRIA VIDA!
    Quando conhecerem a história VERDADEIRA DA DILMA no horário eleitoral – terão vergonha do que dizem escondidos atrás do BIOMBO. Como se não houvesse crime de internet.
    SE DILMA É CRIMINOSA PORQUE NÃO A PRENDEM?
    Estão com medo de MULHER outra vez?
    Ou na verdade apenas desconhecem a sua história?
    Leiam BRASIL NUNCA MAIS!

  18. CAÇADOR DE PETISTAS.
    sexta-feira, 16 de abril de 2010 – 13:35 hs

    NÃO ADIANTA NEGAR:

    Vejam senhores particpantes deste respeitável Blog a bucha que o Sr Lula da Silva quer enfiar no R…… dos brasileiros afinal, éla perteence ao mesmo grupo d Presidente e demais quadrilheiros do PT.

    Grupo de Dilma planejou sequestro de Delfim Netto
    Antonio Spinoza, ex-colega da ministra (Casa Civil), diz que o grupo armado que dirigiram teve como alvo o titular da Fazenda em 1969. A ação chegou a ter data e local definidos. Um mapa da emboscada consta de processo no STM. Dilma, hoje aliada de Delfim, negou de forma “peremptória”. “Ele fantasiou. Não me lembro disso.” (págs. 1 e A8)

    Petistas entraram em pânico ao ver que a capa da Folha de SP traz a história do plano de sequestro de Delfim Netto pelo grupo de Dilma Rousseff, futura candidata à presidência do Brasil. Segundo os petistas, a folha quer “queimar” a Dilma com os eleitores. Isto é puro golpismo. A única questão é que a Wanda, Patrícia, Estela, Dilma, fez parte de uma organização criminosa – e continua fazendo – e participou em vários crimes. Ora, isto nada mais é que um relato da verdade, de um fato. Poderia ser a Folha de SP, o le Monde, o Guardian, El País, qualquer jornal da Terra que relatasse, mesmo o Zé do boteco da esquina, é a pura verdade. Pelo contrário, golpistas e estelionatários são eles que exigem que os jornais se omitam sobre o passado criminoso dos atuais políticos.
    I
    Isto é só a ponta do iceberg, se os jornais mostrassem metade daquilo que deveriam, os petistas estavam em choque e tinham um enfarte.

    JOSÉ SERRA – PRESIDENTE
    BETO RICHA – GOVERNADOR

  19. O democrata
    sexta-feira, 16 de abril de 2010 – 14:24 hs

    Ô laertes,se vc não acompanha a realidade histórica de seu país,vá a qualquer aeroporto e suma,pois não foi a mídia nem eu que realizamos assaltos a bancos,sequestro a mão armada de embaixadores de países amigo,explosão de bambas,matando gentes inocentes trabalhadoras e cfefes de famílias.Leia mais.

  20. ANÔNIMO457
    sexta-feira, 16 de abril de 2010 – 14:28 hs

    OS PLANOS DE FAZER, SUA SUBSTITUTA NÃO TERÁ EXITO. O POVO NÃO DARA ESSE GOSTINHO PARA ELA .GUERRELHEIRA DILMA.

  21. OSSOBUCO
    sexta-feira, 16 de abril de 2010 – 16:04 hs

    E aí bando de reaças e ditadores, podem ir preparando o estoque de Lexotan, a Dilma será a proxima presidente do Brasil.

  22. OSSOBUCO
    sexta-feira, 16 de abril de 2010 – 16:06 hs

    O empresariado gaúcho com Dilma
    Do Valor Econômico
    Vínculo com Estado aproxima Dilma de Fiergs

    Sérgio Bueno, de Porto Alegre
    16/04/2010

    Na primeira visita ao Rio Grande do Sul como pré-candidata à Presidência, a ex-ministra Dilma Rousseff (PT) recebeu rasgados elogios de empresários em um almoço na Federação das Indústrias do Estado (Fiergs). Capacidade de gestão, condições de levar adiante iniciativas bem sucedidas do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os vínculos com o Estado, onde construiu boa parte de sua carreira política, foram os atributos mais lembrados por alguns dos participantes do encontro.

    “Precisamos de gente com representatividade que pensa e conhece a nossa realidade”, afirmou o presidente da Fiergs, Paulo Tigre. No discurso de saudação à ex-ministra, para 130 convidados, ele afirmou que no período “mais agudo” dos efeitos da crise sobre a economia brasileira, Dilma “teve um olhar diferenciado para o setor produtivo gaúcho”.

    O executivo de um grande grupo, que pediu anonimato, disse que se para o empresariado paulista é “chique ser serrista”, Dilma tende a encontrar mais espaço no Rio Grande do Sul. O maior entrave é a tradição “esquerdista” do PT gaúcho, mas ele pode ser amenizado se o pré-candidato do PMDB ao governo estadual, o ex-prefeito de Porto Alegre José Fogaça (PMDB) abrir o palanque para a ex-ministra, comentou a fonte.

    Boa parte do PMDB gaúcho resiste em apoiar Dilma e Fogaça não foi ao almoço, mas o candidato a vice na chapa do ex-prefeito, deputado Pompeo de Mattos (PDT), disse que o palanque deve se abrir “ao natural” depois que o partido confirmar a aliança nacional com o PT. “O (Michel) Temer pode unir o PMDB em torno da Dilma”, comentou. O PDT já garantiu apoio ao PT na disputa. O pré-candidato do PT ao governo gaúcho, Tarso Genro, acompanhou Dilma até a Fiergs.

    José Antônio Fernandes Martins, do conselho de administração da Marcopolo,disse que existem “boas possibilidades” para a eleição da petista, referindo-se à última pesquisa Sensus na qual ela aparece empatada com o ex-governador de São Paulo, José Serra (PSDB). Para ele, Dilma tem “competência” suficiente para dar continuidade às políticas “corretas” do governo Lula. “O empresário que pensar no que era o Brasil antes do Lula e no que é agora pode até ser contra a ideologia do governo, mas terá que admitir que as ações tomadas foram absolutamente corretas”. Ele elogiou especialmente os resultados dos investimentos em infraestrutura e da decisão do governo de sustentar a oferta de crédito com os bancos públicos durante a crise. “Olha os balanços das empresas.”

    Ricardo Felizzola, presidente dos conselhos de administração da Altus e da Teikondisse que aprova tanto o governo Lula quanto a gestão de Serra. Ele explicou que ainda não definiu o voto, mas admitiu que os pontos forte de Dilma são a capacidade de “liderança”, a “opinião forte embasada tecnicamente” e o fato de ela ser “gestora de qualidade”.

    “Dilma é simpática e não tenho restrições a ela, mas preciso ouvir as propostas dos dois candidatos”, comentou o presidente do grupo Tramontina, Clóvis Tramontina.

    Para empresários gaúchos, Dilma “evoluiu” desde que foi secretária estadual das Minas e Energia nos governos de Alceu Collares, do PDT (1991 a 1994), e Olívio Dutra, do PT (1999 a 2002), e nem o passado guerrilheiro dela parece assustar.

    Segundo o diretor de relações institucionais da Timac Agro Brasil e presidente do Sindicato das Indústrias de Adubos do Rio Grande do Sul (Siargs), Torvaldo Marzolla Filho, o que as pessoas fazem na juventude “não necessariamente corresponde ao que elas serão no futuro”. Para ele, Dilma pode dar continuidade às políticas de Lula, “ex-sindicalista que sabe como a indústria funciona”.

    No almoço, Dilma garantiu que uma de suas prioridades, caso eleita, será destravar a reforma tributária porque depois das reduções de impostos feitas pelo governo para estimular a economia na crise “mudou a visão de cada um de nós” sobre a importância da desoneração da produção e dos investimentos. Ela não definiu prazos, mas adiantou que o crescimento do país e da arrecadação permitem a constituição de um fundo para compensar os Estados que perderão com a reforma.

    Dilma lembrou que o governo prepara medidas “fortes” de estímulo à exportação, comprometeu-se com o câmbio flexível, defendeu a criação de um ministério específico para as micro, pequenas e médias empresas e disse que está disposta a conversar com o setor empresarial para encontrar formas de reduzir os custos da energia elétrica.

    Hoje Dilma participa de uma reunião-almoço com empresários em Caxias do Sul, um dos principais polos metalmecânicos do Estado, e no sábado pela manhã ela terá uma reunião plenária com movimentos sociais em Porto Alegre.

  23. sexta-feira, 16 de abril de 2010 – 16:18 hs

    Laertes, leia abaixo, note que é um historiador que escreve com base em dados e entrevistas…principalmente o caso Márcio Toledo Leite..

    “José Dirceu: “Sou um cubano-brasileiro”

    por Carlos I.S. Azambuja em 22 de dezembro de 2005

    Resumo: Uma análise de “O Último Comboio”, capítulo do livro “A Revolução Impossível”, onde o papel de José Dirceu no terrorismo financiado por Cuba é abordado.

    © 2005 MidiaSemMascara.org

    José Dirceu, em setembro de 1988, afirmou: “Nunca fui foquista. Participei da luta armada, apoiei, achava que era necessária, mas na verdade nunca acreditei nela como forma de luta” (página 110 do livro “Abaixo a Ditadura”, escrito por ele e por Vladimir Palmeira).

    José Dirceu, em um seminário do Partido dos Trabalhadores, realizado dias 15 e 16 Abr 89, às vésperas da eleição presidencial, já vislumbrando uma provável vitória de LULA, e recordando-se do treinamento militar que recebeu em Cuba, com o nome de “Cmt Daniel”, disse: “Em vez de comandar uma coluna guerrilheira, o grande sonho de minha vida, vou ter que comandar uma coluna de carros oficiais em Brasília”.

    No capítulo “O Último Comboio” do livro “A Revolução Impossível”, de autoria de Luis Mir, editado em 1994 pela Editora Best-Seller, 755 páginas, há as seguintes referências a José Dirceu de Oliveira e Silva, o kamarada “Daniel”, que foi militante do PCB, depois da Ala Marighela, depois da Ação Libertadora Nacional, depois do Molipo, e hoje do Partido dos Trabalhadores.

    Na página 613: “Se radicara em Cuba depois de sua saída da prisão na lista dos 15 presos libertados em troca do embaixador norte-americano. Amargou um veto logo na chegada quando pediu o ingresso no treinamento militar e na ALN. O responsável pela organização em Havana, Agostinho Fiordelísio, lhe disse que deveria se integrar ao processo com vagar e não de imediato. Havia restrições de parte da ALN à sua figura desde seu tempo como presidente da União Estadual de Estudantes de São Paulo e candidato a presidente da União Nacional de Estudantes: carreirista e pouco confiável politicamente. Era, o que se chamava na época, de um quadro adormecido, ou seja, à espera do que fazer. Quando foi escolhido para a tarefa, estava inscrito no treinamento militar em Pinar Del Río, num grupo de militantes de várias organizações. É isolado para se dedicar exclusivamente a isso. Apresentado por Alfredo Guevara ao ministro da Defesa, Raúl Castro durante uma solenidade, os dois conversaram muito e marcaram um novo encontro. Começou a relação política e militar entre os dois. José Dirceu teve o acesso franqueado por Raúl Castro a documentos importantes sobre estratégia militar, informação e contra-informação, segurança militar. Finalmente, faz um curso e se torna especialista em questões militares. É essa especialização (e mais o treinamento militar) que o torna habilitado, segundo os internacionalistas cubanos, a viabilizar a entrada do contingente guerrilheiro que retomaria a luta. A transformação em quadro político-militar no aparelho internacionalista cubano surpreende a todos. Nos encontros políticos dos brasileiros, na capital cubana, para discutir a realidade brasileira e a caminhada revolucionária, suas opiniões eram vistas com desdém e as propostas que fazia, todas, eram invariavelmente derrotadas”. Na página 615, um depoimento do também banido, militante da ALN, Agonalto Pacheco:

    “O planejador do novo dispositivo político-militar dentro do Brasil foi José Dirceu, que fez tudo sem a menor base na realidade e a partir de Havana. A organização não tinha condições de receber ninguém, não havia a menor segurança. Tentamos discutir isso com Piñero, Valdes, Herrera (obs: respectivamente, chefe e membros da Inteligência cubana). Não pude falar com Dirceu, que vivia isolado. Todos nós que participamos, cubanos e brasileiros, temos que ter uma visão crítica desse processo, humildade revolucionária para assumir nosso papel e nossos erros”. Na página 617, prossegue Luis Mir:

    “O Grupo dos 28” (obs: ou Grupo Primavera ou Molipo-Movimento de Libertação Popular) “como ficou conhecido, eram 32. Destes, morreram 18 (…). Os sobreviventes são Itobi Alves Corrêa, que segundo Agostinho Fiordelísio estava em pânico quando lhe pede para livrá-lo da viagem ao Brasil (vai para o Chile e depois do golpe militar naquele país se radica em Paris); Vinicius Medeiros Caldevilla, que se recusa a embarcar e consegue permanecer em Cuba trabalhando na Rádio Havana; Luiz Araújo, que inicia a viagem de regresso mas deserta em Argel; Ana Corbisier, que entrou no Brasil e com o massacre que se dá, se refugia num convento de Freiras em Salvador, Bahia, trabalhando num revista católica e submergida na mais absoluta clandestinidade por cinco anos; José Dirceu, que retornou para Cuba, onde viveria longos anos trabalhando como quadro internacionalista para o governo cubano; um camponês conhecido como Brechu e Natanael de Moura Giraldi”. Na página 618:

    “Agostinho Fiordelísio confirma que o grupo de estudantes paulistas despertou nos dirigentes cubanos algo próximo da euforia: ‘O contingente militar do PCB era, efetivamente, o melhor que a ALN tinha trazido para Cuba. O esquema foi preparado por José Dirceu em menos de seis meses. O planejamento: o grupo entraria no Brasil e começaria a agir imediatamente. Resgataria os quadros que estavam detidos, se necessário com um grande seqüestro e, com a unidade revolucionária consolidada, se iria para o campo’. O Chile de Allende, o primeiro presidente socialista do continente, eleito em setembro de 70, daria a retaguarda política do novo projeto (…)”.

    Prossegue Luis Mir: “José Dirceu desembarca no Rio no final de abril de 1971, no exato momento em que o fuzilamento de Marcio Leite Toledo demole a estrutura da ALN” (obs: Marcio Leite Toledo, um quadro da ALN, cursado em Cuba, foi “justiçado” na rua, em São Paulo, em 23 de março de 1971, por seus companheiros). Aproveita a crise pessoal e política dos contrários à execução para convencê-los de que uma retomada, com novos dirigentes e práticas, estava em curso. Hiroaki Torigoi e Silvia Peroba Carneiro Pontes engajam-se na nova travessia. A primeira tarefa encomendada por Dirceu: assaltar um cartório para conseguirem certidões de nascimento e casamento para os militantes que estavam voltando. O assalto, num cartório de Santo André, periferia de São Paulo, foi bem sucedido. José Dirceu retorna a Cuba depois de diversas viagens pelo Brasil para verificar o que sobrara depois da morte de Câmara Ferreira” (obs: dirigente da ALN, morto em dezembro de 1970): “algumas poucas pessoas, aterrorizadas, e um pequeno núcleo de dez militantes comandados por Carlos Eugênio”(Carlos Eugênio Sarmento Coelho da Paz, um dos matadores de Marcio Leite Toledo, o último dos comandantes da ALN, que logo depois, em dezembro de 1972, abandonou seus comandados e viajou para Cuba, onde recebeu treinamento armado e, na hora de voltar para o Brasil, desertou, indo viver em Paris até a Anistia), “isolados e sem capacidade militar ou operacional. Apesar disso, seu relatório, feito em Havana, é otimista: a entrada do grupo teria boas condições de segurança. O momento em que os encarregados de reorganizar o movimento revolucionário voltam ao Brasil era o pior possível, segundo Carlos Eugênio: ‘Vivíamos acesos 24 horas por dia. Não tínhamos tempo de pensar em nada mais que não fosse a sobrevivência. Os militantes da ALN descobriram que havia uma nova organização revolucionária durante o assalto à Ericsson. Numa ação conjunta do GTA (Grupo Tático Armado) e do grupo Frente de Massas, dois grupos chegam quase que simultaneamente. Todos velhos conhecidos. Os “outros” eram os recém-chegados do Molipo”. “Lídia Guerlanda rememora o espanto com os recém-chegados e seus planos: ‘O Molipo chegou como se nada tivesse acontecido. Já tinha acontecido, sim, a tragédia. Estávamos assaltando para comer, para sobreviver’”.

    “No Presídio Tiradentes, a criação do Molipo provoca reações desencontradas e uma certeza sinistra: seria um grande massacre em curtíssimo prazo (…) De fevereiro a julho de 1971, forma-se um corredor de entrada dos militantes do Molipo através do Chile (…) Outro objetivo: o recrutamento de novos quadros entre os quatro mil exilados brasileiros no Chile, um grande celeiro de quadros (…) Em julho de 1971 Reinaldo Morano faz um balanço estatístico de tempo de sobrevivência na clandestinidade: seis meses”.

    Por tudo isso, pode ser dito que o kamarada “Daniel”, embora tenha recebido treinamento armado em Pinar Del Rio e acesso a documentos importantes sobre estratégia militar, informação e contra-informação e segurança militar – facilitados por Raúl Castro -, o que, teoricamente, – contrariamente ao julgamento de seus próprios companheiros – o transformou em um especialista em questões militares, foi o grande responsável pela morte de todos os seus companheiros do Molipo que, seguindo suas ordens, voltaram clandestinamente ao Brasil.

    Finalmente, (página 629) “Em 18 de agosto de 1971, viria à luz, em Milão, redigido por Ricardo Zaratini e Rolando Frati, a segunda parte do documento ‘Por uma Autocrítica Necessária’. Uma análise crítica devastadora sobre a luta armada, guevarismo, debraysmo, guerrilha rural e a derrota. Esse debate duraria cerca de dois anos, a partir de uma premissa básica: retornar ao PCB ou formar um novo partido comunista”.

    Muitos retornaram ao PCB e outros tantos, como o kamarada “Daniel”, formaram – ou ajudaram a formar – um novo partido: o Partido dos Trabalhadores.

    Recordemos que quando de sua posse como ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu depois de elogiar o ditador de Cuba, Fidel Castro, agradeceu seu apoio nos anos 70, quando o comandante o abrigou. Dirceu dedicou parte de seu pronunciamento para lembrar episódios da sua geração. Em tom nostálgico, disse que suas primeiras palavras seriam para aqueles que lutaram com ele e não puderam ver a posse de Lula.

    No início de Abril de 2003, José Dirceu voltaria ao assunto, declarando que a geração que chegou ao poder com o presidente Lula deve muito a Cuba. Lembrou que nos anos do regime militar a esquerda teve a solidariedade de Cuba com “sua mão amiga e seu braço forte”. “A geração que chegou ao poder com Lula é devedora de Cuba. E me considero um brasileiro-cubano e um cubano-brasileiro”.

    Carlos I. S. Azambuja é historiador.”

  24. sexta-feira, 16 de abril de 2010 – 16:21 hs

    Laertes, como vc provavelmente não sabe nada sobre Márcio Toledo Leite, sugiro dar uma olhada neste link:

    http://www.anpuhsp.org.br/downloads/CD%20XIX/PDF/Autores%20e%20Artigos/Amir%20Eduardo%20Abud.pdf

    É bastante esclarecedor…e se vc aceitar uma sugestão, leia mais antes de escrever…

  25. Santino
    sexta-feira, 16 de abril de 2010 – 17:07 hs

    É isso aí. Continuem batendo. Pois quanto mais vocês falarem do que a Dilma fêz contra a Ditadura, mais o povo que é contra os desmandos cometidos, torturas e censuras do Regime, mais ficará à favor de Dilma.

  26. Felipe
    sexta-feira, 16 de abril de 2010 – 17:31 hs

    Laertes, você não vai achar ninguém como você por aqui.

    Provavelmente, se você comparecer pessoalmente em um assentamento, pode até ser que o grupo lhe apoiará.

    Aqui não tem trouxa !

    Dilma não vale o que toma no café da manhã.

  27. CintiaSMu
    sexta-feira, 16 de abril de 2010 – 18:21 hs

    Deslculpa aí quem disse que Dilma é como todas nós mulheres. Igual a mim ela não é. Eu não sequestro, não assalto, não roubo dinheiro público que deveria ser usado para o bem comum e não apenas para o bem de uns poucos. Fale por você, se iguale a quem quiser, mas não generalize.

  28. salete cesconeto de arruda
    sexta-feira, 16 de abril de 2010 – 20:58 hs

    É verdade Cintia.
    você jamais seria igual à Dilma ou qualquer outra MULHER que BATALHA POR TODOS. Pelo simples fato de que até em TEMPOS DE MOCRACIA – vives cheia de medo.
    Ou não?!
    Qual seu nome completo?
    O QUE FAZIA ENQUANTO AS MULHERES BRASILEIRAS QUE ERAM CONTRA A DITADURA – ERAM PRESAS, TORTURADAS, VIOLENTADAS, ROUBADAS DE SUAS FAMÍLIAS E MUITAS – ASSIM COMO HOMENS QUE TAMBÉM LUTARAM – FORAM MORTOS E TIVERAM SEUS CADÁVERES ESCONDIDOS.
    Onde estavas?
    O que fazias pelo bem dos brasileiros nesse tempo todo?

  29. DO XAXIM
    sexta-feira, 16 de abril de 2010 – 21:19 hs

    Na antiga URSS, não havia “opositores”, mas apenas “dissidentes”. Diz-se dos intelectuais perseguidos por se oporem ao regime comunista, que surgiram a partir da desestalinização efetuada por Kruschev, a partir de 1956. Os dissidentes eram condenados a molestamento, demissão do emprego, expulsão dos sindicatos profissionais, exames psiquiátricos e confinamento em casas de saúde mental, julgamento e exílio em campos de concentração para trabalhos forçados.
    Depois de ler a obra de Soljenítsin, “O arquipélago Gulag”, sabe-se por que a esquerda mundial se acha no direito de ficar com o monopólio da tortura:
    “Se aos intelectuais das peças de Tchekhov, sempre fazendo conjeturas sobre o que seria a vida dentro de vinte, trinta ou quarenta anos, tivessem respondido que na Rússia se torturariam os acusados durante a instrução do processo, que se lhes apertaria o crânio com um anel de ferro; com baioneta em brasa; que se submergiria uma pessoa num banho de ácidos; que se ataria um homem nu para o expor às formigas e aos percevejos; e que, como tratamento mais suave, se torturaria alguém durante uma semana, sem o deixar dormir, nem lhe dar de beber, espancando-o até deixar-lhe o corpo em carne viva – nem uma só dessas peças teria chegado até o fim e todos os seus heróis teriam ido parar no manicômio.
    Sempre achei o Gulag deveria ser leitura obrigatória para os COMUNAS DO BRASIL.

    CUBA continua a ser um país dirigido por uma DITADURA!
    O país tornou-se numa referência mundial dos países ainda hoje com prisioneiros políticos, sendo que muitos desses prisioneiros acabam por morrer nas prisões, sem direito de se defenderem, de contrariarem os argumentos que motivaram as suas detenções.
    As pessoas que sempre tentaram deixar Cuba, para viver em liberdade, foram proibidas de fazê-lo, e muitas, foram mortas ao tentar fugir do País. Ainda hoje, os cubanos, que tentam implantar um regime democrático em Cuba, são perseguidos.
    Ao comparar os dissidentes cubanos a bandidos, o presidente LULA, claramente pende para um lado, o lado de Fidel e Raúl Castro, que assim consideram aqueles que criticam o regime. Inclusive pode-se dizer que, durante a ditadura brasileira, Lula e muitos integrantes do governo eram também “dissidentes do regime que vigorava por aqui”.

    No BRASIL, a esquerda não perde tempo em falar sobre os militares torturadores.
    (SOU CONTRA QUALQUER REGIME TOTALITÁRIO!)
    Porém, dentre o extenso rol de crimes violentos cometidos pelos comunistas brasileiros, inclusive pela DILMA – assassinatos, assaltos, explosões de bombas, seqüestros de diplomatas e de aviões, etc – um deles tornou-se o símbolo maior da violência desmedida, conseqüência inevitável de uma doutrina genocida: o denominado, por eles mesmos, de JUSTIÇAMENTO.
    O justiçamento foi empregado para assassinar os PRÓPRIOS COMUNISTAS, considerados traidores e os seus inimigos, os integrantes das forças legais de segurança e todos aqueles que com elas colaboravam. O justiçamento praticado pelos comunistas foi o crime premeditado, extremadamente planejado, o crime frio e cruel de uma doutrina que sobrepunha os fins aos meios. E, tudo isso, a sangue frio, com o sangue congelado de uma doutrina que impunha a violência sobre a sociedade tida como algoz.
    “Senhores da vida e da morte”, os terroristas brasileiros ufanavam-se de que “guerrilheiros não matam por raiva, nem por impulso, pressa ou improvisação. Matam com naturalidade. Não interessa o cadáver, mas seu impacto sobre o público.”

    A DILMA SOFREU NAS MÃOS DA DITADURA MILITAR?
    MAS ELA ESTÁ VIVA!
    QUANTOS MORRERAM PELAS MÃOS DO GRUPO TERRORISTA DELA?

    Mais relevante do que discutir A FICHA CRIMINAL DE TERRORISTA DA DILMA é avaliar a Dilma Rousseff de hoje, ícone da esquerda medíocre que tomou o país, ministra e candidata à sucessão de Lula.

    VOTAR NA DILMA É RETROCEDER NO TEMPO!

  30. TUKU NARE
    sexta-feira, 16 de abril de 2010 – 21:28 hs

    Salete, bate firme nesses babacas mamadores,que queres o retrocesso da naçao , lutas para ganharem alguns carginhos em supostos governos que estao nos seus planos maquiavelicos para continuarem a cabestrear o povo.
    O CAÇADOR DE PETISTA, pode continuar a vomitar as suas asneiras, pois acabei de vender , a minha calibre 12 de matar NEVROTICO.

  31. Alemão
    sexta-feira, 16 de abril de 2010 – 21:37 hs

    Porque mentir? O que custa falar a verdade? Porque não admitir o passado, se tinha convicção naquilo que fazia? Nós preferimos a verdade e não esses casuísmos eleitoreiros. Isso é o que mais me deixa indignado, voce não vê um unico politico fiel à sua história. Vejam o caso do Lula, sempre disse que não sabia nada do mensalão, e agora admite que sabia. Gente, esssa turma do PT é um bando de mentiroso e ladrão, e ainda por cima a dilma é feia que doi. SOCORRO.
    A propósito, minha mulher tambem não se acha igual a dilma.

  32. Alemão
    sexta-feira, 16 de abril de 2010 – 21:41 hs

    Pelo jeito, a salete é uma dessas miltantes dos “movimentos sociais” como MST, onde a bandidadgem é justificativa suficiente para tudo, principalmente quando se trata de se locupletar de dinehiro público. Arre Salete, vá se catar.

  33. Hélder A. Schwartz
    sábado, 17 de abril de 2010 – 11:43 hs

    Ilma. Salete Cesconeto de Arruda

    Estou analisando o perfil dos eleitores de cada candidato, e gostaria de saber qual a sua profissão.

    Atenciosamente

    Hélder A. Schwartz

  34. salete cesconeto de arruda
    sábado, 17 de abril de 2010 – 13:32 hs

    Alemão BOBÃO!
    Como eu poderia pertencer a algum movimento se a DITADURA no meu tempo de bóia fria – roubou tudo o que de mais sagrado a juventude do interior do Brasil – tinha?
    LIBERDADE!
    Hoje sou SIMPATIZANTE de todos os que lutaram e lutam contra a OPRESSÃO!
    E ao perceber que TODOS OS EX DITADORES – OS DIREITA RADICAL – OS MACHISTAS/SEXISTAS… estão se ESCONDIDO NO NINHO DO SERRA – repito:
    MILHÕES DE VEZES A ESTRELA/DILMA que quando mocinha já peitava DITADORES – sem medo. Enquanto muitos se escondiam por medo ou covardia, alguns até viajavam – DILMA NÃO FUGIU DA LUTA!!!
    SÓ POR NÃO TER IDO EMBORA DO PAÍS – POR NÃO TER ABANDONADO SEUS IRMÃOS DE PÁTRIA – DILMA JÁ É ESTRELA!
    Agora: se usou armas para lutar CONTRA MONSTROS – muito MELHOR e quando TODOS SOUBEREM QUE TEVE ESSA CORAGEM – não tenham dúvidas: SEREMOS TODAS FEITO DILMA – GUERRILHEIRAS – GUERREIRAS – QUE NÃO ABANDONAM SEUS FILHOS, AMIGOS, PAIS, AMADOS IRMÃOS DE PÁTRIA!!!
    Gritem!
    Gritem DILMA USOU ARMAS CONTRA OS DITADORES!!!!
    Todos devem saber disso. Tem muita mulher que ainda não sabe. Os jovens pobres das favelas – sempre massacrados – as mulheres – os camponeses – os artistas – os LIVRES – irão todos ajudar DILMA e o céu vai FICAR COBERTO DE ESTRELAS!
    Agora tenta deixar de ser BOBÃO e vem com a gente ALEMÃO!
    Mas não traz a Cintia. Ela acha que escrevo pornografia…

  35. WILSON
    sábado, 17 de abril de 2010 – 17:38 hs

    LAVAM A BOCA PRA FALAR DE DILMA!!!

  36. ENTÃO EXPLIQUE ESSAS
    sábado, 17 de abril de 2010 – 21:58 hs

    REPASSANDO
    Pela editoria do site
    http://www.averdadesufocada.com*
    Exma sra Ministra Dilma Roussef, muito bonitas as suas palavras,
    onde a sra se declara orgulhosa de ter sido, aos 19 anos, uma guerrilheira que combateu a ditadura.
    Mas a senhora mentiu, a senhora não lutou pela democracia.
    As duas organizações terroristas e comunistas onde a sra, aos 19 anos, militou com o codinome de Estela, assim como todas as demais organizações da luta armada que naquela época infestavam o Brasil, não lutavam contra a ditadura .
    Está lá escrito, para quem quiser ler, em todos os programas dessas organizações, que
    Elas lutavam para que no Brasil, pela força das armas, fosse implantada uma ditadura comunista, como a que existe até hoje em Cuba.
    Isso hoje é notório e inquestionável e parte da própria esquerda acabou por admitir.
    Sra ministra, entre muitas outras, uma das pessoas da esquerda que nos afirma isso é o professor de História Contemporânea, da Universidade Federal Fluminense, Daniel Aarão Reis, um dos 40militantes banidos para a Argélia, em troca do embaixador da Alemanha, que em entrevista ao jornal O Globo, de 23/09/2001, afirmou:
    “As ações armadas da esquerda brasileira não devem ser mitificadas.
    Nem para um lado nem para o outro.
    Eu não compartilho da lenda de que no final dos anos 60 e no início dos 70 (inclusive eu) fomos o braço armado de uma resistência democrática.
    Acho isso um mito surgido durante a campanha da anisitia.
    Ao longo do processo de radicalização iniciado em 1961, o projeto das organizações da esquerda que defendiam a luta armada era revolucionário e ditatorial.
    Pretendia-se implantar uma ditadura revolucionária.
    Não existe um só documento dessas organizações sem que elas se apresentassem como instrumento da resistência democrática”.
    “As esquerdas radicais se lançaram na luta contra a ditadura, não porque a gente queria uma democracia, mas para instaurar o socialismo no País, por meio de uma ditadura revolucionária, como existia na China e em Cuba.
    Mas, evidentemente, elas falavam em resistência, palavra muito mais simpática, mobilizadora, aglutinadora.
    Isso é um ensinamento que vem dos clássicos sobre a guerra”.
    Sra ministra, o povo precisa saber é que, se a sra é ministra de um governo eleito pelo povo é porque os guerrilheiros, como a senhora, foram derrotados na luta armada.
    E, os militares vencedores, em vez de levá-los ao paredão, como fazem os comunistas quando vencem seus opositores, aprovaram a Lei da Anistia, onde esperavam que os brasileiros esquecessem esse período negro.
    Essa mesma Lei da Anistia que a esquerda agora quer mudar, por puro revanchismo, para colocar na prisão aqueles que os venceram e os perdoaram.
    Se a luta dos militares não fosse para preservar a democracia a sra, certamente, teria sido levada ao paredão.
    Não tenha dúvida, sra ministra, caso os seus correligionários tivessem vencido a luta armada, muitos brasileiros democratas teriam sido sumariamente fuzilados, como Fidel fez em Cuba.
    Mas, graças ao sistema democrático preservado pelos militares
    brasileiros, a sra hoje está aqui, como ministra de um governo eleito livremente pelo povo.

    E, para terminar, sra ministra, gostaria de mostrar ao povo brasileiro, alguns atos praticados pelas duas organizações onde asra com tanto orgulho militou:
    Em julho de 1968, dissidentes da Política Operária – POLOP -realizaram um Congresso Nacional em um sítio em Contagem, Minas Gerais, no qual foi criado o Comando de Libertação Nacional – COLINA -, organização subversivo-terrorista integrada por Ângelo Pezzuti da Silva, Carlos Alberto Soares de Freitas, Juarez Guimarães de Brito, Maria do Carmo Brito e entre outros, Dilma Roussef, atual Ministra da Casa Civil do Governo Lula.
    Embora o COLINA tivesse conseguido recrutar militantes em Porto Alegre, Goiânia e Brasília, nunca deixou de ser uma Organização tipicamente mineira, com um núcleo no Rio de Janeiro, onde havia recrutado um grupo de ex-militantes que já tinha atacado duas sentinelas: a 1ª em 17 de março de 1968, no Museu do Exército, na Praça da República, a qual foi baleada por Antônio Pereira Mattos e teve o seu FAL roubado; a 2ª , em 23 de maio na Base Aérea do Galeão, a qual ficou sem a sua pistola .45.
    Dentre as ações do COLINA, nesse ano, podem ser destacadas: em 28/08/68, assalto ao Banco Comércio e indústria de Minas Gerais, em Belo Horizonte.
    Em 04/10/68, assalto ao Banco do Brasil, na cidade de Contagem.
    Em 18 de outubro/68, dois atentados a bomba em Belo Horizonte, na residência do Delegado Regional do Trabalho e do interventor do sindicato dos bancários.Em 25 de outubro/68, no Rio de Janeiro, Fausto Machado Freire e Murilo Pinto da Silva assassinaram Wenceslau Ramalho Leite, com 4 tiros de pistola, quando lhe roubavam o carro.

    Em 29/10/68 assalto ao Banco Ultramarino. O ano seguinte seria crítico para o COLINA. Uma seqüência de prisões debilitaria a organização, forçando a sua fusão com a VPR , em junho de 1969, e a formação da Vanguarda Armada Revolucionária -Palmares – VAR -Palmares.
    Dilma Rosseuf, a “Estela ” , também passaria a integrar essa nova organização, juntamente com Carlos Lamarca, oriundo da Vanguarda Popular Revolucionária – VPR.
    A VAR-Palmares foi uma das responsáveis, entre outros crimes, pelos assassinatos do marinheiro inglês David A. Cuthberg e do delegado de Polícia Octávio Gonçalves Moreira Júnior.
    Dentre as principais ações da VAR-Palmares destacamos, além dos brutais e traiçoeiros assassinatos citados, as seguintes – A grande ação com a finalidade de solidificar a fusão da VPR com o Colina e obter recursos para o novo grupo que surgia, a VAR-Palmares, foi planejado o roubo de um cofre da residência de Ana Capriglione Benchimol, em Santa Teresa, Rio de Janeiro.
    Para conseguir recursos para executar essa ação, a organização fez, em 11 de julho, um assalto à Agência Muda, do Banco Aliança. O assalto rendeu pouco e os militantes ainda foram perseguidos pelapolícia. Na fuga, Darcy Rodrigues assassinou a tiros o motorista de táxi Cidelino Palmeira do Nascimento.
    Na tarde de 18 de julho de 1969 a Var-Palmares realizou o maior assalto feito por qualquer organização terrorista no Brasil. A féria foi excelente, inimaginável: dois milhões e meio de dólares. O destino desses dólares é discutido até hoje. Fala-se em compra de armas, distribuição entre as regionais da VAR-Palmares, pequenas cotas aos militantes e até na remessa de um milhão de dólares para a Argélia.
    Fala-se, também, em contas na Suíça. Ao certo, jamais houve uma contabilidade dessa fortuna.
    Dilma Rousseff, chamada por José Dirceu de “camarada de armas”, em sua posse como chefe da Casa Civil do governo Lula, além de ajudar na infra-estrutura de assaltos a banco, planejou o que seria o maior golpe da luta armada o roubo do cofre de Adhemar de Barros, então governador de São Paulo.
    Outras ações. Com o pretexto de comemorar o aniversário da revolução cubana, no dia 1º de janeiro de 1970, a VAR-Palmares seqüestrou um avião Caravelle da Companhia Cruzeiro do Sul, que fazia a linha Montevidéu – Rio de Janeiro, e o desviou para Cuba com seus 95 passageiros.
    Em 02/03/1970 – assalto o Banco do Brasil em Viamão, RS.
    Em 29/05/1970 – “Justiçamento” de Geraldo Ferreira Damasceno e “queima de arquivo” de Elias dos Santos.
    Em julho de 1970 – assalto ao super mercado Pão de Açúcar, na rua Conselheiro Furtado, SP.
    Em setembro de 1970- dois assaltos ao Pão de Açúcar ( rua Afonso Brás e rua Baturitè) , SP.
    Em outubro – assalto ao super mercado Peg Pag, na Avenida Paes de Barros, SP.
    Em outubro – assalto à empresa de ônibus Paulista, rua Pascoal Ranieri Mazzilli, SP.
    Em novembro – dois assaltos ao Pão de Açúcar ( rua Baturité e rua Barão de Jundiaí)

  37. Alemão
    domingo, 18 de abril de 2010 – 15:35 hs

    Salete, quem é Cintia???????Alem do que dilma usou armas contra comerciantes, empresários etc. que não eram nem um pouco ditadores
    Roubo, assalto, sequestro, isto é lutar contra a ditadura? Tá loco.

  38. BRASILEIRA!
    domingo, 18 de abril de 2010 – 23:39 hs

    Ô SALETE…
    Responda a pergunta que NÃO QUER CALAR:
    Você afirma que o grupo da Dilma lutava contra a ditadura militar. Até aí, “nada de novo no front”… (Você leu o “comentário DO XAXIM”? Esclarece um pouco do “tipo de luta” dos comunistas brasileiros!)

    O que talvez você não saiba é que eles NÃO LUTAVAM PELA DEMOCRACIA! Pelo contrário, lutavam para instaurar no Brasil UMA DITADURA COMUNISTA!
    O exemplo de LIBERDADE que os “comunas brasileiros” almejavam, pode ser observado na DITADURA que vigora em Cuba.
    Como cidadã brasileira, você pode deixar o país sempre que desejar… Quem sabe, viver em CUBA????

    SOU GUERREIRA, MAS, ACIMA DE TUDO, BRASILEIRA!
    “Que nada nos defina. Que nada nos sujeite. Que a liberdade seja a nossa própria substância.”

  39. simone
    sábado, 26 de março de 2011 – 10:40 hs

    Ola, eu conheço esse Nathanel de Moura Girald, ele morou no mesmo quarto que Jose Dirceu em cuba., Esta vivo ate, porem trava uma luta acirrada contra um cancer. atualmente o vejo todos os dias.

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