Chuvas deixam mais de nove mil desabrigados no Paraná | Fábio Campana

Chuvas deixam mais de nove mil desabrigados no Paraná

As fortes chuvas continuam no estado desde quarta-feira, e já fizeram mais de 9.514 pessoas deixarem suas casas. Ao todo, 3.136 residências estão destruídas totalmente ou parcialmente. Os dados são da Defesa Civil.

27 municípios registraram algum dano em razão do mau tempo. Os bombeiros realizam buscas a uma pessoa que teria desaparecido na região do Rio Atuba, na divisa de Curitiba com as cidades de Colombo e Pinhais.

Em Curitiba, 798 casas sofreram algum dano. Em Colombo, 1100 residências foram danificadas.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a previsão é que as chuvas continuem fortes nas próximas 72h.


5 comentários

  1. TUKU NARE
    sábado, 24 de abril de 2010 – 19:13 hs

    E lamentavel, e ao mesmo tempo oportunidade dos governos, desenvolver politicas , de retorno ao meio rural, das pessoas iludidas com os grandes
    centros a procura de emprego, foram obrigadas a ocupar areas de risco, como beira de corregos e rios, sao os mais prejudicados nessas ocasioes.

  2. Duval Simões Araújo-Londrina
    sábado, 24 de abril de 2010 – 23:37 hs

    O Lula já veio sobrevoar o Paraná e SC para mandar dinheiro como fez pro Rio?
    Ah esqueci o Sul odeia PT. E PT odeia o sul!
    Até a vacina da gripe A o governo federal vai vacinar só metade do povo do sul, onde é frio e tem riscos de epidemia, esperando que até a eleição morra a outra metade não vacinada pra diminuir a diferença contra a candidata do PT…
    Aliás vacina do governo do PT aqui no sul só tomo depois da eleição. É melhor previnir do que remediar kkkkk
    Vou tomar no laboratório aqui em Londrina mesmo pagando oitentinha!

  3. Denunciatus Colombensis
    domingo, 25 de abril de 2010 – 0:18 hs

    Segundo a nota acima, em Colombo 11 mil residências foram danificadas, mas podem ter certeza que foram muito
    mais.

    Por exemplo, na região da Vila Guaracy/Jd. Jalisco algumas dezenas de casas foram alagadas, com o transbordamento do Rio Atuba, nas imediações da Rua Londres/Rua Pernambuco/ Máximo João kopp e Parque Atuba.

    Ocorre que com a redução das chuvas as águas baixaram, mas os prejuízos ficaram para os munícipes !!!!!!!!

    Afinal, que os pagará ? A Prefeitura de Colombo com certeza procurará culpar “São Pedro”, mas para os cidadãos isso não cola mais !

    O poder público é omisso por não procurar cercar-se da ciência e planejar o município e a implantação das obras públicas !

    As obras realizadas pela prefeitura a Colombo na Avenida Londres (prolongamento da Rua Máximo João Kopp – Curitiba), estão provocando alagamento em toda a região, afetando moradores dos bairros Santa Cândida (Curitiba) e Jardim Jalisco/Vila Guaracy (Colombo).

    Há mais de uma década, mesmo com as mais intensas chuvas dos últimos tempos, não ocorriam enchentes na região. Porém, após o início das obras na referida avenida, basta uma chuvinha para colocar todos os moradores em alerta.

    Com o avanço das obras, a situação piorou. No momento (12:21, 23/04) há várias quadras alagadas. Segundo alguns moradores, a Defesa Civil prevê que o rio irá subir um metro acima do nível normal.

    O que todos querem saber é porque os engenheiros da empreiteira responsável pelas obras não previram que isso poderia ocorrer e não tomaram as medidas de engenharia cabíveis ?

    Despejar toda água das ruas asfaltadas foi uma decisão de engenharia sensata ? O trecho retificado do rio Atuba, há anos não é dragado… A ponte existente no local é estreita, provocando represamento.

    E que as autoridades não venham com a desculpa de que foi o volume das chuvas que provocaram as enchentes !

    Devem assumir que fazem obras, canalizam toda água para o Rio Atuba, que encontra-se “assoreado” e “maltratado” por todos !!!!

    Cadê as matas ciliares, praças,parques e jardins ? Cadê as campanhas educativas contra o uso do Rio como escoadouro de lixo urbano ? Cadê a conscientização da população de que bebemos a água desse Rio ?

    Com a palavra as autoridades do município de Colombo: prefeito, secretários, vereadores, ministério público e etc !

  4. Parreiras Rodrigues
    domingo, 25 de abril de 2010 – 11:54 hs

    ÁGUAS DE ABRIL – Em casa, com água lambendo a metade dos pés das mesas da sala e da cozinha, deitada nas camas do casal e no primeiro andar do beliche dos moleques. Eis que vejo boiando eentrando via porta dos fundos, aquele panfleto de promoção de amortecedor que um cara me deu no cruzamento da João Negrão com a Visc. de Guarapuava. E que eu, displicente, amassei e joguei na canaleta. E não vinha só. Vinha empurrado por doze bitucas de free, seis maços de carlton red e malrboro, um filtro de melita 103, um plástico do pirata do Chico Xavier, uma garrafinha de ouro fino sem gás. Mais atrás, uma embalagem de pizza calabreza, das bitelas. Novembro, aproveitando baita promoção do balaroti, cimentei quintal e jardim e me livrei da sujeira com as folhas da amoreira, das duas jabuticabeiras, dos pés de boldo e da encheção de saco que eram as moitas de bambuzinho. Olhei pela janela e até senti vontade de atender o convite do alagmento prumas braçadas. Dei uma olhada nos botões da camisa e me consolei: Lá na minha Santa Isabel do Ivaí não chovia tanto assim, fazia um calor medonho. Passarinho voa batendo uma asa só. A outra, usa prá se abanar.

  5. domingo, 25 de abril de 2010 – 17:17 hs

    EU OUÇO Á RÁDIO BANDA B DE MANHÃ,,,,PROGRAMA LUIZ CARLOS MARTINS,,,E FICO IMPRESSIONADO DE OUVIR HISTÓRIA TODOS OS DIAS,,,PESSOAS QUE ESTÃO CHEGANDO EM CURITIBA SE AVENTURANDO , AS VEZES SEM CONDIÇOES NEM UMA,,,SEM TER ONDE MORAR,, E COM VÁRIOS FILHOS,,,, SE ARRISCAM Á IR MORAR EM BEIRAS DE RIO ,,OU AREA DE RISCO,,NÃO TEM ONDE FICAR , E CADA TEMPORAL É UM PROBLEMA,,É UM DIREITO DE IR EM BUSCA DE SEU SONHO UMA VIDA MELHOR,,,,MAS Á CIDADE NÃO COMPORTA MAIS TANTA GENTE,,,E TAMBEM NÃO EXISTE MILAGRES,,,SE RESOLVE O PROBLEMA DE 100 ,,,VEM 300 .. E DAI NÃO TEM EMPREGO, NAÕ TEM COMIDA, NÃO TEM MORADIA, NÃO TEM COBERTOR,,,VIRA UM CAOS SOCIAL…..Á CIDADE ESTÁ ALEM DO SEU LIMITE.

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